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Desculpe, sr. magnata do tech.
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Não sei e mesmo assim mantenho o que disse, agora pensa.
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Pasteleiro não digo, mas virando electricista eras gajo de ganhar mais do que ganhas em IT.
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Entendo perfeitamente mas, do que vou vendo, acho que essa diferença se esbate imenso nos EVs. Tirando os carros de gama bem alta, não acho que haja grandes diferenças em nada, na verdade. Mesmo no suporte, do que vejo, as marcas chinesas normalmente assumem as coisas e não te deixam na mão.
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Normalmente recomendam-se sempre os mesmos, acho eu. Mas diria que o primeiro e obrigatório é o If You Can, onde estão também algumas recomendações boas. Além desse li "A Psicologia do Dinheiro" e "The Millionaire Next Door", ambos excelentes, pelo menos para mim (com o impacto que já descrevi). Ainda me faltam muitos, e certamente haverá malta mais experiente com mais e melhores recomendações. Lá está, neste momento não me sinto confortável para entrar em stocks precisamente por isso, além da falta generalizada de conhecimento. Mas outra stock aí prestes a chegar e que será interessante, digo eu, é a da Anthropic.
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A minha impressão pessoal (baseada em praticamente nada) é que são um meio caminho pior do que as respectivas alternativas, especialmente se for plug-in. Sendo plug-in, tens a parte eléctrica com as mesmas chatices logísticas de um eléctrico, mas sem a autonomia de um eléctrico nem a poupança associada à pouca manutenção de um eléctrico. Em termos de combustão, tens um carro mais pesado por causa do sistema híbrido, e que portanto tenderá a fazer piores consumos do que o mesmo carro em versão com apenas combustão. Agora claro, isto não se mede assim. No cômputo geral, um híbrido (plug-in ou não) faz melhores consumos que um a combustão, isso é quase certo. Portanto é uma questão de veres o que preferes.
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Porque ele até acaba por estar certo, mas pelas razões erradas. Ele acha que só não chega lá quem quer, mas a realidade não é essa.
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Tirei agora este print do site: Aquele ² não aparenta dizer nada de especial além disto: Nem 1k de pagamento acima do valor financiado em 7 anos é insano. Se amortizares antes do prazo, provavelmente fica quase 0%.
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Não são os mais bonitos nem provavelmente os melhores, mas o facto da Tesla oferecer quase juro zero é um killer para as outras marcas. Não estou comprador neste momento mas, se estivesse, provavelmente iria para um Tesla apenas por essa razão. Noutro assunto: há alguma razão para o IUC se manter de um ano para o outro? Não seria suposto descer? Ou o Governo aumentou alguma coisa?
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Vale sempre a pena lembrar: E basta ler uns livros sobre o assunto para se perceber que é realmente assim. Os EUA têm muitos milionários que são gente normal, blue collar. Picheleiros, electricistas, etc. Levam vidas relativamente frugais, mas a chave é terem investido desde cedo, início dos 20s. Já agora, fica a recomendação: é importante ler sobre o assunto. Há vários livros e várias recomendações por aí, mas eu sinto que lê-los mudou bastante a forma como olho para o dinheiro mas também para a vida em geral. Não que agora seja o rei da frugalidade, de todo, mas relativizei a importância de certas coisas, e vejo os assuntos de forma diferente. Acho que é especialmente impactante saber coisas sobre esses milionários de que falo em cima. Não têm roupa ou relógios caros. A marca de relógio mais popular entre os milionários dos EUA é a Seiko. A maioria anda em carros usados, com 5+ anos. E carros locais (Ford, no caso), não de luxo. É interessante.
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Percebi. E por mais ridículo que seja, acaba por ser a verdade. As oportunidades não são iguais para todos, e alguém que nasceu num contexto onde depois da escola tem de ir tratar de animais e das terras, dificilmente terá o mesmo sucesso de alguém que sai da escola, vai para o futebol/natação, e chega a casa para ir ver séries ou jogar, com comida na mesa, numa casa confortável. Aliás, no fundo isto é corroborado pelo estudo de que se falou ontem. Mas eu percebi muito bem o que ele quis dizer.
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A questão é que isto é verdade. E prefiro alguém que diz as coisas assim do que algumas pessoas que conheço (empresários) que dizem, não ironicamente, que as oportunidades são iguais para todos.
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Não acho que isso da SpaceX vá fazer cair os ETFs, pode é enganar alguma malta em termos de stocks. Agora claro, que cheira mal, isso cheira. Em relação à preparação para o vermelho... Em termos de ETFs, o ideal é não mexer na estratégia e continuar a reforçar da mesma forma, ou até mais (porque, na verdade, estás a comprar mais barato). Do que vou lendo, o grande desafio do investimento é lidar com os gráficos em sentido descendente, portanto é preciso aguentar, basicamente. Mas eu sou um leigo, a malta com mais experiência que venha comentar. E já agora, estou curioso para ver se com a Anthropic não vai acontecer algo parecido. Claro que não têm o poder do Musk mas, ainda assim... É que agora já abriram a caixa de pandora.
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Concordo com quase tudo (expropriação apenas após pelo menos uma tentativa de contacto/resolução e um período sem resposta), mas normalmente aponta-se o excesso de burocracia como um problema neste assunto. Que o é, claro, mas não se resolve como o Governo está a querer fazer.
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Que limpeza do Berretini, espero que esteja de volta.
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A questão é que as pessoas (e, aparentemente, o Governo) confundem excesso de burocracia com excesso de regulamentação.
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@Tio Hans afinal o Montenegro está a trabalhar a todo o vapor: Reabilitar e construir casas sem licença chega em setembro – ECO Vulgo, o Zé Manel assume a responsabilidade e constrói. Depois, um dia, o Município vai lá inspeccionar (talvez). Se esta área já é um pantanal de fraude, imagino o que virá.
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Não acho que tenhamos de controlar preços ou rendas. Acho que temos de desincentivar o investimento estrangeiro e o investimento em imobiliário que não seja de primeira habitação. Parece-me surreal que tenhamos os locais a definhar para arranjar onde viver e aceitemos que estrangeiros paguem casas a pronto ainda antes destas existirem.
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Eu sei como funciona o mercado. A parte que eu assumi foi que tu achas que, caso o mercado funcionasse de forma mais livre, os preços seriam menores. Dito isto, achas que, neste momento, a melhor solução é não fazer nada? Todos sabemos que a solução que realmente resulta é construir mais, ou seja, aumentar a oferta. Mas a construção não acontece magicamente num mês, nem num ano - provavelmente nem em 10. Não seria interessante aplicar medidas, ainda que temporárias, para mitigar a situação?
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Do teu ponto de vista, o que está hoje a impedir o mercado de funcionar livremente e, portanto (assumo), que os preços desçam?
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Claro. É continuar com a mesma receita. Piorar a procura, não fazer nada na oferta, e rezar. Tem funcionado, acho eu.
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Tudo tranquilo, ainda. É deixar o mercado funcionar.
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O que eu disse foi mais numa onda de dar ferramentas, e também mostrar que nem sempre o sucesso académico anda de mãos dadas com o sucesso profissional. Conheço pelo menos 2 pessoas que eram alunos medianos/fracos e hoje são CEOs de empresas, uma criada por si e outra não, apenas subiu a pulso. Eu próprio sou exemplo disso. Não acabei o curso no tempo certo, deixei a matrícula congelada uma porrada de anos para acabar apenas por carolice e meio à Sócrates, e tive a sorte e o mérito de agarrar as oportunidades para hoje ser um programador a ganhar muito bem para a realidade do país. Algumas vezes, a malta com sucesso académico está meio que formatada para aquela profissão em particular, e pouco mais sabem ou conseguem fazer. Não que seja mau, é apenas o que é.
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Provavelmente compensa, mas bem menos do que se carregares em casa. Aliás, em casa podes até tender a carregar a custo zero, com painéis e afins. Mas aí já envolve uma logística diferente. De resto, carregar em casa com bi-horário e nas horas de preço menor, será certamente uma diferença abismal, como aliás o quadro do Ego Sum mostra.
