

NIkeL
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Nenhum ETF é uma boa opção se precisares do dinheiro a curto prazo. Depósitos a prazo, certificados de aforro.
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O João tem várias vezes liderança repartida precisamente porque ele tem demasiadas falhas que põe sempre em causa os resultados dele. A quantidade de vezes que ele tem que ir atrás do prejuízo porque está mal colocado ou tem um dia mau numa prova de etapas é enorme. Como diretor, vais meter todos os teus ovos num ciclista que sabes que mais tarde ou mais cedo vai deitar tudo a perder porque anda a dormir no fundo do pelotão? Eu de certeza que não. Já o disse aí atrás, só teria o João na equipa se fosse daquelas equipas que precisa de pontos para se manter no WT porque para ganhar provas... E eu gosto muito dele, mas é difícil de defender a postura dele e é difícil criticar se a própria equipa não confia nele cegamente.
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A questão mais importante é, tens alguma coisa a esconder? Se é legítimo, o que é que importa se perguntam de onde veio o dinheiro? Dizes a verdade e a vida segue.
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João apanhado nas bordures. Confesso que se fosse diretor de uma equipa seria incapaz de ter o João na minha equipa. Só se precisasse de ter pontos para não descer. Ter que lidar com esta displicência constante não dava para mim.
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A minha reação a praticamente todos os teus posts.
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Diz ele na internet a partir do seu computador ou smartphone, tudo fruto do trabalho de voluntários.
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E não faz sentido nenhum. Rio-me sempre com a conversa dos saldos nestas alturas. Os meus estão mais ou menos com valores de há 6 meses. Há 6 meses eu achava que estava em saldos? Claro que não. Porque é que havia de estar hoje? Eu vou meter no mesmo dia que meto sempre, 2 coisas podem acontecer: ou continua a descer até lá e perdi 2 ou 3 euros em relação a meter hoje, o drama. Se descer, festa, poupei 2 ou 3 euros. É a vantagem de meter "o mesmo" todos os meses, estas variações tornam-se irrelevantes porque para o mês vais meter novamente, ou ganhas, ou baixas o valor de entrada. A história dos que entram em pânico nestas alturas faz tanto sentido como os que compram mais nestas alturas.
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Mais uma vez, se a reação ao ver estes dias vermelhos é ficar preocupado, acho que não deviam investir em produtos com risco. Da mesma forma que não mudava nada por terem alguns anos a mais de 15% ao ano, não muda nada se potencialmente tens alguns anos iguais no vermelho. Se o comportamento muda com os movimentos do mercado, não acho que este seja o produto certo para essas pessoas.
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A questão é que fala-se muito nos "ao fim de 7 anos pagas não sei quantos mil euros para trocar a bateria" como se a bateria de um dia para o outro deixasse de funcionar. E nos ICE também há perda de autonomia e de potência. Provavelmente não é é tão visível, mas o meu argumento não era que perdiam eficiência de forma igual, mas sim que há perda nos dois e não é por isso que as pessoas deixam de usar um carro que não esteja igual a novo. A manutenção e desgaste de um ICE é mais alta que um elétrico no "dia-a-dia", principalmente a partir de certas idades. A quantidade de dinheiro que já enterrei em válvulas disto, sondas daquilo e filtros do outro também vai acumulando ao longo do tempo... Não faço ideia se são comparáveis, tendo em conta também o quanto se poupa em "combustível" nos elétricos, a longo prazo os gastos com um ICE e um elétrico. A grande diferença é o gasto grande se um dia quiseres/precisares trocar a bateria. Atualmente o elétrico absolutamente tem um lugar no mercado, principalmente no segmento dos citadinos, que é onde faz mais sentido, pelo menos enquanto as autonomias e tempo de carregamento não melhorarem. Ah e os preços dos carros, já agora.
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Essa da longevidade das baterias nunca vou entender. Mas acham que ao fim de 10 anos o carro simplesmente deixa de andar? Quantos carros a combustão estão novinhos em termos de motor e têm a mesma eficiência (e até potência) ao fim de 10 ou 15 anos?
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Esperou quando percebeu quantos km faltavam e que não tinha hipótese sozinho. E fez bem, se tivesse ido 10 ou 15km a tentar fugir ao poga antes de ser apanhado não sei se no fim tinha mantido o segundo lugar para o Tim Wellens.
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São estas m*rda que não entendo. Às vezes acho que eu é que sou o burro porque tenho que seguir as regras todas e às vezes limito-me porque sei que não as consigo cumprir. Entretanto há gente que faz as m*rda mais estapafúrdias e no pasa nada.
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A lógica é que o consumo extra é contrariado por uma maior eficiência quando é usado o motor elétrico. Ou seja, gastas "1 litro a mais" quando tens o motor ligado, mas poupas "2 ou 3" quando estás em modo elétrico, principalmente em trânsito citadino que é onde o ICE é pior em termos de consumos. Se isto bate sempre certo, não faço ideia, nunca me debrucei sobre o assunto.
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Eu nunca na vida viajaria sem cartão de crédito. E usaria o débito só em última instância. Debito sai do vosso bolso, crédito sai do bolso do banco. Estão sempre mais protegidos lá fora com CC.