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Tudo que cadete publicou

  1. Novo clube O CD Xelajú MC surpreendeu o mundo do futebol ao anunciar a contratação de Fabrizio Romano para o cargo de novo treinador principal. O técnico, de 32 anos, foi apresentado esta manhã e assume, com efeito imediato, o comando técnico da equipa. A escolha gerou alguma surpresa, dado que Romano passou recentemente um longo período afastado dos relvados. No entanto, o seu currículo fala por si: muitos adeptos recordam o triunfo na CONCACAF Champions Cup em 2024 com o Herediano. O novo responsável técnico tem agora uma grande oportunidade num clube como o Xelajú, cujos adeptos se mostram entusiasmados com a possibilidade de regressar aos grandes sucessos. Romano substitui assim Amarini Villatoro. Embora Milton Garcia fosse apontado como o favorito para ocupar a vaga, parece que a direção do clube optou desde o início pela aposta em Romano, que inclusivamente recusou uma proposta do Antígua. O Xelajú terminou a última época no 3.º lugar da Liga Nacional de Guatemala – Opening Stage e registou três vitórias e um empate nos seus últimos cinco jogos, demonstrando um potencial que o novo treinador terá agora a missão de desenvolver no Estádio Mario Camposeco. Aguardam-se com expectativa as primeiras declarações de Fabrizio Romano no seu novo desafio e a resposta às muitas perguntas que os jornalistas terão sobre esta inesperada, mas promissora, contratação. O CD Xelajú não é apenas um clube de futebol, é uma instituição com um historial que aponta para um futuro promissor. Com o presidente Orinson Amaya a dar as boas-vindas e a traçar a visão do clube, o foco está claramente em "grandes coisas". A história recente do Xelajú é de resiliência e sucesso. Depois de ter vivido o seu melhor período de glória nos anos 2010, o clube regressou à ribalta ao vencer a principal divisão guatemalteca em 2012 e 2013. Com uma história de vitórias recente e uma estrutura sólida, o CD Xelajú ambiciona continuar a escrever páginas de ouro. Conseguirá a equipa manter o nível de excelência e trazer mais troféus para o Mario Camposeco? No coração de Quetzaltenango ergue-se o icónico Estádio Mario Camposeco, a casa do CD Xelajú e um dos palcos mais emblemáticos do futebol guatemalteco. Não é apenas um campo, é um pedaço da história do clube, construído em 1950 e um verdadeiro caldeirão de paixão a cada jogo. Com uma capacidade para 11.200 fervorosos adeptos, o Camposeco é conhecido pela sua atmosfera vibrante e pela pressão que impõe aos adversários. Embora seja um estádio com história, os seus números mostram que é um campo de jogo de respeito. Mais do que a ficha técnica, o Mario Camposeco representa o elo inquebrável entre o CD Xelajú e a sua cidade. É aqui que o clube forjou as suas vitórias mais memoráveis, incluindo o recente triunfo na Liga Nacional – Closing Stage em 2024. O Estádio Mario Camposeco está pronto para receber mais uma época de grandes emoções. É o seu rugido que impulsiona a equipa! Quetzaltenango, muitas vezes carinhosamente chamada de "Xela", não é apenas a segunda maior cidade da Guatemala; é um centro vibrante de cultura, história e, claro, desporto. Localizada nos planaltos do país, a cidade oferece um cenário impressionante, marcado pela proximidade de vulcões majestosos e uma arquitetura colonial rica. Um Centro de Cultura e História: Quetzaltenango é considerada o coração cultural da Guatemala. A sua identidade é fortemente marcada pela fusão das tradições maias e da herança espanhola. Ao passear pelas suas ruas, encontra-se o Parque Central, o coração social da cidade, rodeado por edifícios históricos imponentes. A cidade é um polo de atração para estudantes de espanhol de todo o mundo e um local onde a cultura maia Quiché se mantém viva. A Paixão Pelo Futebol: Para os adeptos, Xela é sinónimo de fervor desportivo, sendo a casa do CD Xelajú MC. O clube e a cidade partilham uma ligação inquebrável, com o seu estádio icónico, o Mario Camposeco, a servir de ponto de encontro para milhares de adeptos apaixonados. O apoio da população é lendário, tornando os jogos do Xelajú um dos eventos mais importantes da região. Características Geográficas e Clima: Situada a uma altitude considerável, Quetzaltenango desfruta de um clima mais fresco do que a capital, Guatemala City, o que lhe confere um ambiente distintivo. A imponência da natureza circundante, nomeadamente o Vulcão Santa María e o seu pequeno e ativo cone, o Santiaguito, contribui para a beleza cénica da região. Em resumo, Xela é uma cidade de contrastes e paixões: uma tapeçaria de cultura antiga e vitalidade moderna, onde o rugido da montanha se mistura com o rugido do estádio. O CD Xelajú não só estabeleceu objetivos claros para o futuro imediato, como também delineou uma cultura de direção focada no crescimento sustentável. A ambição é evidente, mas será gerida com o máximo rigor financeiro e desportivo. A filosofia da direção é clara: fazer progressos dentro e fora do campo. Isto implica um desenvolvimento equilibrado, onde o sucesso desportivo deve caminhar lado a lado com a sustentabilidade e a organização do clube. Para garantir a base desta nova era, existem metas inegociáveis: Trabalhar de acordo com o orçamento: O rigor financeiro é uma exigência Exigida pela direção. Aumentar a credibilidade do clube: Uma meta Exigida que visa solidificar a reputação do Xelajú no panorama futebolístico. No que toca a reforços, o clube assume uma postura cautelosa e virada para o futuro. Um objetivo Privilegiado é impor contratos máximos de um ano para jogadores acima de 32 anos de idade. Esta política sugere uma aposta na juventude e na gestão de risco com atletas mais experientes. O clube já traçou o que espera alcançar no final da próxima época: Alcançar a Liga Nacional de Guatemala – Opening Stage - Meia-final: Este é um objetivo Exigido e demonstra a expectativa de lutar consistentemente pelo topo da competição nacional. Ser uma equipa competitiva na Taça Centro-Americana: Sendo um objetivo Privilegiado, mostra a ambição do Xelajú de se afirmar a nível continental, após a eliminação na Fase de Grupos na última época. Aumentar a credibilidade do clube: Um reforço da importância dada à imagem e reputação do Xelajú. Com estas metas bem definidas, o Xelajú sinaliza que está pronto para um futuro de crescimento, disciplina e luta por títulos, tanto no plano nacional como internacional. As finanças do CD Xelajú revelam um cenário de contrastes: o clube mantém um saldo global robusto, mas a tendência recente sugere que a direção deve manter o seu foco no rigor orçamental. O clube apresenta um Saldo Global atual de 775.865 €, um valor que confere alguma margem de manobra financeira para as operações diárias e futuras transferências. Contudo, o gráfico mostra uma descida significativa do saldo ao longo da última temporada (junho de 2024 a junho de 2025). A linha do Saldo Global evidencia picos positivos, provavelmente associados a receitas de bilheteira em fases importantes ou patrocínios, mas a tendência geral é de declínio, terminando o período em análise perto da marca dos 700 mil euros. O CD Xelajú e os seus adversários na Liga Nacional da Guatemala competem numa estrutura rigorosamente definida, que impõe limites claros tanto na construção do plantel quanto nas regras de jogo e de classificação. A Liga Nacional é composta por 12 equipas e decorre entre 11 de agosto de 2024 e 3 de maio de 2025, numa estrutura de 44 jogos. O sistema de pontuação é o padrão: 3 pontos por vitória e 1 ponto por empate. O novo treinador do Xelajú terá de gerir o seu plantel com base em restrições importantes, sobretudo no que toca a jogadores estrangeiros: A convocatória só pode incluir, no máximo, 4 jogadores estrangeiros. O número de substituições permitidas segue as normas atuais do futebol moderno: podem ser utilizados 5 suplentes, efetuados em, no máximo, 3 paragens (janelas de substituição). A ameaça da despromoção é real. As últimas 2 equipas na classificação geral são relegadas para a Primeira Divisão de Ascenso. Este facto sublinha a importância de cada ponto na longa época da Liga Nacional. Em suma, a Liga Nacional exige não só qualidade em campo, mas também uma gestão inteligente do plantel, especialmente no que toca à valência dos poucos jogadores estrangeiros permitidos.
  2. No topo do mundo, mas que belo susto contra os chilenos.
  3. Voltamos à normalidade do Championship, mas sempre na luta pela subida. Não podemos ganhar os dérbies todos.
  4. Quase, quase...só espero que o campeonato também não seja quase...Obrigado.
  5. Haha, o Peseiro é que tem que ver os meus jogos, para aprender. Foi até às últimas. Obrigado.
  6. Enorme este Lynx a eliminar a Roma...mas fico fo... ao ver o Totteham vencer equipas dos meus amigos, haha.
  7. Parabéns pelo penta, muito merecido. Derrota pesada na primeira mão contra o Barça acabou por ditar o adeus à competição.
  8. Foi uma remontada super épica mesmo, com golo nos descontos e decisão no prolongamento. Obrigado.
  9. Torneio Clausura O CD Marathón arrancou o Torneio Clausura de 2025 com uma série de jogos de alta intensidade, revelando um poder de fogo impressionante, mas também uma fragilidade defensiva que tem custado pontos preciosos à equipa de San Pedro Sula. O mês de Janeiro foi promissor, com vitória na jornada de abertura contra o Victoria (3-0), seguido com uma goleada categórica de 4-0 frente ao Génesis, destacando-se o hat-trick de Jeancarlo Vargas e o golo de Jeffri Flores. O ataque continuou em alta na vitória por 3-1 sobre o Olancho FC, com Flores, Daniel Carter e o experiente Juan Diego Ospina a faturarem. No entanto, em Fevereiro notou-se a verdadeira montanha-russa do "Monstro Verde". O mês começou com uma vitória em casa do Juticalpa por 4-2, num jogo de loucos. A equipa demonstrou garra ao vencer o Real España (2-1) no "Clássico" e o Motagua (3-0), com a dupla Vargas-Carter a funcionar na perfeição, neste último. O jogo mais insano da campanha até agora, ocorreu frente ao Vida. Num festival de golos, o Marathón empatou a cinco (5-5), com hattrick de Cristian Sacaza. Este resultado, embora emocionante para o espetador, levantou sérias questões sobre a coesão defensiva da equipa. As últimas jornadas de Fevereiro trouxeram uma derrota em casa do Real Sociedad (3-2) e uma vitória contra o poderoso Olimpia (2-1). O CD Marathón entrou em Março e Abril com um ímpeto renovado, transformando a fragilidade defensiva inicial em goleadas consistentes. A equipa de San Pedro Sula não só cimentou o seu lugar nos playoffs como também se estabeleceu como uma séria candidata ao título. O mês de Março começou com uma vitória por 2-1 em casa do Génesis, e na jornada seguinte, o Marathón derrotou o Victoria por 4-1, onde Daniel Carter começou a afirmar-se como o homem golo. Seguiu-se um empate a duas bolas (2-2) frente ao Olancho FC, com Jeancarlo Vargas a converter de penálti. O destaque do mês foi a impressionante goleada de 5-2 sobre o Juticalpa. O mês terminou com uma vitória magra, mas crucial, por 1-0 no Clássico frente ao Real España, garantida por Cristian Sacaza. Em Abril, o Marathón atingiu o seu pico de forma, com exibições que roçaram a perfeição. A vitória mais emblemática foi a demolidora goleada de 5-0 sobre o Motagua, um rival direto. A eficácia continuou na difícil deslocação ao campo do Vida, onde a vitória por 4-0 foi construída no primeiro tempo. Carter e Ospina voltaram a ser decisivos, com Cristian Sacaza a fechar a contagem. A única vitória apertada foi contra o Real Sociedad (3-2), garantida por um bis de Daniel Carter e um golo de Vargas. O mês encerrou com uma vitória de peso, 3-1, sobre o temido Olimpia, onde o trio Vargas-Pozantes-Carter garantiu os três pontos. O CD Marathón cimentou a sua posição de favorito ao título no Torneio Clausura de 2025 ao terminar a fase regular no primeiro lugar, com uma margem confortável sobre os seus rivais. A equipa de San Pedro Sula realizou uma campanha impressionante, mostrando uma consistência notável que a coloca no patamar mais alto do futebol hondurenho. Em 18 jornadas disputadas, o Marathón acumulou 47 pontos, fruto de 15 vitórias, 2 empates e apenas 1 derrota. O registo é tanto mais notável quanto terminou a fase com 57 golos marcados (GM), ostentando o melhor ataque da prova por uma margem considerável (mais 33 golos que o segundo classificado, o Olimpia). A média de mais de três golos por jogo é um testemunho da qualidade ofensiva da equipa, que demonstrou a sua força, especialmente nos meses de Março e Abril. O ataque "Esmeralda" foi implacável, com o trio de ataque – cujos nomes têm sido destaque nas notícias anteriores – a mostrar a sua eficácia. A capacidade de marcar 57 golos e sofrer apenas 22 (DG +35) sublinha um equilíbrio que a equipa tardou a encontrar, mas que dominou por completo na reta final. O Olimpia (HON), tradicional potência, terminou no segundo lugar com 33 pontos, mas o fosso para o Marathón é evidente. O terceiro lugar ficou nas mãos do Real Sociedad (HON), com 29 pontos. O CD Marathón confirmou o favoritismo da fase regular e carimbou a passagem à grande Final do Torneio Clausura de 2025, após uma emocionante e tensa eliminatória das meias-finais contra o Real España. O clássico hondurenho, apelidado de "Clásico Sampedrano", foi decidido pela eficácia ofensiva do Marathón e por um penálti crucial. A eliminatória começou com uma exibição de gala no jogo da Primeira Mão, realizado no dia 7 de Maio. O Marathón venceu de forma categórica por 4-1 fora de casa, um resultado que colocou um pé e meio na final. O ataque foi liderado por Alexy Vega, que bisou (27' e 56'), e contou ainda com os golos de Cristian Sacaza (35') e Odin Ramos (66'). A superioridade do Marathón foi avassaladora, silenciando o público do Real España e demonstrando que a máquina ofensiva da fase regular continua a funcionar na perfeição na fase a eliminar. Apesar da enorme vantagem, a Segunda Mão, disputada a 10 de Maio em casa do Marathón, foi um jogo de grande nervosismo. O Real España entrou em campo determinado a reverter o resultado, mas a defesa do Marathón aguentou a pressão. O golo da vitória e da tranquilidade para o Marathón chegou apenas aos 79 minutos, quando o avançado experiente Juan Diego Ospina converteu uma grande penalidade. A vitória por 1-0 no jogo da volta selou o agregado em 5-1, garantindo a presença do "Monstro Verde" na final. O CD Marathón, que vinha de uma campanha dominante na fase regular e nas meias-finais, tropeçou de forma dramática na 1.ª Mão da Grande Final do Torneio Clausura. O Real Sociedad (HON) impôs uma derrota pesada de 4-1 à equipa de San Pedro Sula, atirando por terra grande parte da vantagem e confiança construída ao longo do campeonato. O jogo, disputado no Estádio Francisco Martínez Durón, em Tocoa, começou da pior forma para o "Monstro Verde", que já perdia por 2-0 ao intervalo. Os golos de Walter Ramírez (4') e Brayan Rosales (23') colocaram o Real Sociedad em vantagem cedo, obrigando o Marathón a correr atrás do prejuízo. O pesadelo continuou na segunda parte com Patrick Palacios (61') e Henry Guity (69') a dilatarem a vantagem para 4-0. O Marathón, apesar de ter tido mais posse de bola (53%) e, incrivelmente, mais remates (19 contra 10 do adversário), revelou uma ineficácia confrangedora na finalização. Apenas 8 dos seus 19 remates foram à baliza, um contraste gritante com os 6 remates à baliza do Real Sociedad, que resultaram em 4 golos. O único golo do Marathón, um pequeno conforto para as aspirações de reviravolta na 2.ª Mão, foi apontado por Julen Cordero aos 76 minutos. O resultado é chocante e com o agregado em 4-1, o CD Marathón enfrenta agora uma missão hercúlea na 2.ª Mão, a ser disputada em casa. A equipa precisará de uma vitória por três golos de diferença para forçar o prolongamento ou por quatro para vencer nos 90 minutos. Apesar da goleada, os adeptos mantêm a esperança no poder de reação do seu "Monstro Verde". A grande questão é: conseguirá o Marathón reerguer-se deste desaire para operar uma reviravolta histórica na final do Clausura? ÉPICO! REVIRAVOLTA HISTÓRICA DO MARATHÓN CONQUISTA O TÍTULO DO CLAUSURA O CD Marathón protagonizou uma das maiores reviravoltas da história recente do futebol hondurenho e sagrou-se Campeão do Torneio Clausura de 2025! Após a derrota pesada por 4-1 na Primeira Mão, o "Monstro Verde" respondeu com uma exibição demolidora na Segunda Mão, aplicando uma goleada de 6-1 ao Real Sociedad (HON) no Estádio Yankel Rosenthal, fechando o agregado em 7-5. Perante 7.000 adeptos extasiados, o Marathón precisava de, pelo menos, uma vitória por três golos de diferença. A equipa entrou em campo com uma intensidade brutal e aniquilou a vantagem do adversário logo no primeiro tempo. O herói da noite foi, sem dúvida, Daniel Carter, que abriu o marcador aos 4 minutos e repetiu a dose aos 36 minutos, levando o público ao delírio. Alexy Vega, juntou-se à festa com um golo aos 4 minutos, levando o resultado para 3-0 ao intervalo. O Marathón já estava virtualmente no prolongamento e com a eliminatória empatada. A Real Sociedad reduziu quando Alberth Galindo marcou um autogolo aos 69 minutos. Embora o golo tenha sido atribuído a Galindo, o que realmente importava era o placar: 3-1 para o Marathón, mas vantagem para a Real Sociedad. O momento de maior tensão e reviravolta deu-se nos minutos finais. O título parecia garantido para Real Sociedad, mas Cristian Sacaza aos 90+3 minutos, empatou a eliminatória novamente e levou os adeptos da casa ao delírio. No prolongamento, A Real Sociedad acusou a pressão e com os golos de Sacaza aos 92 minutos e Vargas aos 119, o CD Marathón completou assim a incrível reviravolta e uma época notável no Clausura, superando as adversidades de uma primeira mão desfavorável para conquistar o tão desejado título, coroando o seu domínio na fase regular. O "Monstro Verde" é o justo campeão. O CD Marathón consumou o seu domínio no Torneio Clausura ao vencer a Liga Nacional, num final de época memorável que culminou numa épica reviravolta. Após a vitória eletrizante na Grande Final contra o Real Sociedad, a equipa celebra agora um título totalmente merecido, coroando uma campanha de excelência. Embora a equipa tenha brilhado como um todo, o destaque individual pertence a Cristian Sacaza. O avançado levou o emblema à glória ao tornar-se o melhor marcador do campeonato, com uns impressionantes 26 golos, confirmando-se como a figura central da máquina ofensiva do Marathón. A conquista solidifica também o estatuto do treinador Romano. O técnico, que já havia erguido a Taça da CONCACAF Champions Cup com o Herediano em 2024, junta agora mais um título à sua impressionante carreira, provando ser um mestre na gestão de planteis de alto rendimento. Com esta vitória, o CD Marathón não só adiciona mais um troféu à sua galeria, mas também demonstra que é a força dominante do futebol hondurenho, terminando o Clausura de forma apoteótica. A festa em San Pedro Sula promete ser longa. Depois de um desempenho tão dominante, o Marathón estabelece um novo patamar para a próxima época. Terramoto em San Pedro Sula: Fabrizio Romano Rescinde com o Marathón Após Conquista do Clausura A euforia da conquista do Torneio Clausura de 2025 no CD Marathón durou pouco. Em notícia chocante para os adeptos, o treinador Fabrizio Romano apresentou a sua demissão, abandonando o comando técnico do "Monstro Verde" imediatamente após o título. Segundo avança o "Correio Desportivo Hondurenho", Romano demitiu-se do cargo na sequência de uma reunião de emergência com a direção do clube, cujas discussões resultaram na sua saída. A notícia é particularmente surpreendente dado o sucesso estrondoso alcançado pelo técnico italiano, de 32 anos. Romano conquistou o Torneio Clausura da Liga Nacional e levou o Marathón ao 1.º lugar da tabela geral da época. O seu registo fala por si: em 42 jogos, alcançou uma impressionante percentagem de 73% de vitórias, 9% de derrotas e 1 título conquistado. Estes feitos valeram-lhe o prémio de Treinador da Temporada em 2025, tornando a sua substituição uma tarefa hercúlea para a direção. Fabrizio Romano, que assumiu o clube a 21 de junho de 2024 e saiu a 25 de maio de 2025, deixa um legado de sucesso e, ironicamente, um grande problema para a estrutura do Marathón. A direção do clube está agora numa corrida contra o tempo para encontrar um novo treinador com a experiência e currículo capazes de dar continuidade ao trabalho de Romano e defender o título na próxima época. A saída abrupta levanta questões sobre possíveis divergências com a direção, que aparentemente culminaram na demissão do homem que devolveu o Marathón ao topo.
  10. Pré-época A época do Zimbru Chisinau arranca com a fasquia elevadíssima, ditada pelo próprio presidente Alexandru Gondiu. A Direção estabeleceu metas ambiciosas para as competições da presente temporada, apesar de ter confirmado que os recursos financeiros são "limitados". Em comunicado interno, a Direção relembrou as seguintes expectativas à equipa técnica: UEFA Champions League: Ser uma equipa competitiva na principal prova europeia. Divizia Naţională - Primeira Fase (Campeonato): Alcançar a Primeira Fase do campeonato, sinalizando a necessidade de uma entrada forte na prova doméstica. Cupa Moldovei: Lutar pelo troféu. Supercupa Moldovei: Ser uma equipa competitiva na Supertaça. As ambições contrastam com a realidade orçamental. A Direção de Gondiu apenas conseguiu disponibilizar opções "limitadas" para os salários e transferências, com orçamento de Transferências em 2,2M € (milhões de euros) e orçamento Salarial em 353.000 € p/m (por mês). Apesar do aperto, a Direção deixa uma porta aberta: a equipa terá autorização para aumentar o orçamento de transferências, através da venda de jogadores do clube. O desafio está lançado para o Zimbru: conciliar a luta pelo topo interno e o sonho europeu com um orçamento rígido. O sucesso passa, claramente, pela capacidade de gestão e inteligência no mercado. Com o objetivo claro de cumprir as exigentes metas da Direção para a nova temporada, o FC Zimbru Chisinau movimentou-se no mercado de transferências, assegurando uma série de contratações que injetam nova força na equipa. A aposta passou por alargar o horizonte de recrutamento, com a chegada de jogadores de diferentes origens, incluindo um reforço de peso a custo zero. O investimento total em transferências ascende a 1,025 milhões de euros, um valor significativo no contexto do futebol moldavo. O destaque vai para a chegada do médio ofensivo Sorin Chele (ex-Milsami Orhei) por 300 mil €, a contratação mais cara até ao momento, demonstrando a intenção de fortalecer o setor criativo da equipa. A par de Chele, o ataque ganhou uma nova referência com Michael Kabiru (ex-Kano Pillars), por 250 mil €. Além disso, o Zimbru garantiu a contratação de Maksat Taikenov (ex-Qyzylzhar) – 190 mil €, Marko Nikolić (ex-Petrocub Hîncești) – 155 mil € e Andrey Rylach (ex-Dynamo Brest) – 140 mil €. A principal pechincha do mercado foi a contratação do experiente Milan Havel a custo zero, chegando como Transferência Livre. O defesa checo, com um longo percurso na primeira divisão do seu país, é a aposta da Direção para adicionar solidez e experiência à linha defensiva sem onerar o orçamento. Com seis novos jogadores já garantidos, e o fecho do mercado a aproximar-se, o treinador do Zimbru tem agora um plantel mais profundo para lutar pela presença nas fases finais da Liga e cumprir o sonho europeu. O Zimbru Chisinau não só se reforçou no mercado, como conseguiu cumprir o objetivo da Direção de gerar receitas através da venda de jogadores. Com a saída de nove atletas, o clube amealhou um total de 1,8 milhões de euros em transferências. Dois jogadores destacaram-se como as principais fontes de encaixe: Mady Diarra: O médio foi vendido ao Zorya por 675 mil € (valor que pode atingir os 800 mil € com variáveis). Diogo Rodrigues: A mudança para o Krylya Sovetov rendeu 575 mil € (podendo subir para 625 mil €). Em conjunto, estas duas vendas geraram 1,25 milhões de euros, representando cerca de 70% da receita total. Outras saídas ajudaram a equilibrar as contas, destacando-se a transferência de Nikola Cuckić para o TSC por 240 mil € (podendo chegar aos 300 mil €) e as vendas de Dominykas Barauskas ao Flora Tallinn e Khama Mamvura ao Kisvárda FC por valores próximos dos 140 mil €. Ion Şumchin, Nichita Covali e Kenroy Campbell – abandonaram o clube a custo zero. O Zimbru Chișinău confirmou hoje uma autêntica "limpeza" no seu plantel, com a saída de dez jogadores e um elemento da equipa técnica, todos por fim de contrato. A notícia foi oficializada pelo Diretor Desportivo, Emil Pisarenco, num movimento que visa renovar e rejuvenescer o grupo. Sete jogadores do plantel profissional viram os seus contratos terminarem e deixaram o clube, estando agora disponíveis no mercado de transferências livres. As mudanças não se limitaram ao relvado. A nível da equipa técnica, Cătălin Lungu também decidiu sair do Zimbru Chișinău após o seu vínculo contratual ter chegado ao fim. Este conjunto massivo de saídas, a custo zero, sublinha a intenção da Direção de reestruturar o plantel e a equipa técnica, abrindo espaço para os reforços já anunciados e para potenciais novas contratações. Com o mercado fechado e as ambiciosas metas da Direção definidas, o Zimbru Chișinău revela o seu plantel para a nova época. A equipa é uma mistura de jogadores moldavos e talentos internacionais, com uma clara aposta na juventude, mas ancorada por atletas experientes. O clube mantém uma forte identidade moldava, nomeadamente na defesa. D. Dumbravanu (26 anos) e David Dimitrisin (21 anos) formam o eixo defensivo nacional, com o primeiro a destacar-se com o salário mais elevado da defesa, 40.000 € p/m. No meio-campo, Mihail Caimacov (29 anos, 20.000 € p/m) é o motor da equipa e um dos jogadores mais valiosos, enquanto a baliza é guardada pelo experiente Nicolae Cebotari (30 anos), com um valor estimado entre 9M € e 35M €. Na defesa, o veterano Nikolay Zolovov (32 anos, Bielorrússia) e o recém-chegado Milan Havel (33 anos, Chéquia, 23.000 € p/m) dão garantias nas alas. Na defesa central, a chegada de Josep Gayà (27 anos, Espanha) complementa as opções. Meio-Campo: O Zimbru conta com o nigeriano Ededem Essien (29 anos, Médio Defensivo), o senegalês Cheikh Diouf (25 anos) e o georgiano L. Lakvekheliani (28 anos), todos com salários avultados. Ataque: O ponta-de-lança Guy Dahan (27 anos, Roménia) será uma das referências ofensivas. O clube parece ter identificado jovens com grande potencial de crescimento e venda futura: Michael Kabiru (19 anos, Médio Ofensivo, Nigéria): Um dos ativos mais valiosos do plantel, com um valor estimado entre 850 mil € e 1,3M €. H. Machava (19 anos, Jovem ponta-de-lança, Moçambique): Com um valor de mercado entre 900 mil € e 1,4M €, é a principal aposta de futuro no ataque. Nicolae Nistor (19 anos, Jovem médio, Moldávia): Também com um potencial assinalável. A equipa técnica terá o desafio de integrar rapidamente os novos jogadores com os moldavos e a experiência internacional para criar uma sinergia capaz de lutar pelas altas ambições da época. O investimento e o potencial estão lançados. O FC Zimbru Chișinău deu um excelente cartão de visita nesta pré-época, vencendo os dois primeiros jogos amigáveis com exibições sólidas e sem conceder qualquer golo. As vitórias, ambas por 2-0, mostram que a equipa técnica está a conseguir rapidamente implementar as suas ideias e integrar os reforços. O primeiro grande teste foi frente ao Levski Sofia, da Bulgária, num jogo realizado em casa a 30 de junho. A equipa conseguiu uma vitória convincente por 2-0, com o ataque a dar sinais de coordenação e eficácia. Os golos foram marcados pelo romeno Guy Dahan (aos 18 minutos), um dos reforços do setor ofensivo, e pelo jovem moçambicano Hermenegildo Machava (aos 43 minutos), que confirma o seu potencial ao deixar a marca numa partida de exigência europeia. No segundo confronto, a 10 de julho, o Zimbru deslocou-se para enfrentar o Bukovyna Chernivtsi, da Ucrânia, e repetiu o resultado, vencendo novamente por 2-0. Desta vez, os golos vieram de Nikola Cuckić (aos 27 minutos) e de Andrey Rylach (aos 53 minutos), um dos recém-chegados ao clube. A vitória fora de casa e a consistência defensiva de dois jogos seguidos sem sofrer golos são os pontos mais positivos desta fase inicial de preparação. O Zimbru parece estar no caminho certo para a nova temporada, combinando a eficácia ofensiva com a solidez defensiva, algo essencial para as ambições da Direção. Competições Europeias O FC Zimbru Chișinău viveu um verão de emoções fortes na fase de qualificação para a UEFA Champions League. A equipa superou duas eliminatórias com exibições épicas e recheadas de golos, mas viu o sonho da fase de grupos ser travado, na ronda final, pelo poderoso Slavia Praga. O Zimbru entrou em campo determinado a cumprir o objetivo de ser uma "equipa competitiva" na Europa, e o início foi avassalador: 1ª Eliminatória vs. Shamrock Rovers (Irlanda): A eliminatória foi um festival de golos. Em casa, o Zimbru venceu por 5-4, com destaque para Daniel Dumbravanu e Vladímir Fratea. Na segunda mão, na Irlanda, foi necessário o prolongamento, com a equipa a garantir a passagem com uma vitória por 3-2 (8-6 no agregado). O jovem Hermenegildo Machava foi a grande figura, marcando o golo decisivo no minuto 120. 2ª Eliminatória vs. Malmö FF (Suécia): A surpresa deu-se contra os suecos. O Zimbru venceu a primeira mão fora de casa por 1-0, com golo de Dan Pușcaș (47'). No jogo de regresso a Chișinău, a equipa selou o apuramento com uma vitória emocionante por 3-2 (4-2 no agregado), com golos de Machava, Ededem Essien e Nuri Abdokov. 3ª Eliminatória vs. Slovan Bratislava (Eslováquia): A festa continuou contra o Slovan Bratislava. Fora de casa, o Zimbru aplicou um impressionante 4-1, com golos de Dumbravanu, Dan Pușcaș (2) e Guy Dahan. Em casa, o público assistiu a mais uma vitória, desta vez por 6-4 (10-5 no agregado), com Michael Kabiru a bisar e o Zimbru a garantir o play-off. Play-Off: O Fim do Sonho O desafio final era o Slavia Praga (Chéquia). Apesar do excelente trajeto, a superioridade dos checos fez-se sentir: Jogo em Casa: O Zimbru lutou bravamente, mas perdeu por 2-3. Cheikh Diouf e Michael Kabiru marcaram, mantendo a esperança viva. Jogo Fora: A segunda mão foi uma desilusão, com o Zimbru a ser derrotado por 2-6, apesar dos golos de Fratea e Dahan. O agregado de 4-9 dita o adeus à Liga dos Campeões. Apesar da eliminação, a prestação do Zimbru, que superou três eliminatórias e marcou 26 golos (!!!), foi histórica e encheu os cofres do clube com os prémios da UEFA. O foco regressa agora às competições domésticas, onde o Zimbru terá de manter a pontaria afiada e a garra europeia. O sorteio da fase de liga da UEFA Europa League 2027/28 foi revelado e a sorte não sorriu ao FC Zimbru Chișinău. Após a emocionante eliminação na Liga dos Campeões, a equipa moldava mergulha agora num calendário de oito jogos extremamente exigente, enfrentando alguns dos maiores nomes do futebol europeu. O Diretor Desportivo, Emil Pisarenco, classificou o calendário como "muito exigente", reconhecendo que o Zimbru irá defrontar "diversas equipas de calibre superior", incluindo gigantes como a Associazione Sportiva Roma (Itália) e o Stade Rennais Football Club (França). A equipa terá de ser competitiva contra adversários de Pot 1 e Pot 2 com altíssima reputação: AS Roma (Itália): O jogo fora de casa, a 20 de janeiro, será um dos pontos altos da época, com o Zimbru a viajar até à capital italiana para defrontar um dos mais prestigiados clubes do continente. Rennes (França): A deslocação a França, a 4 de novembro, colocará o Zimbru frente a um adversário habituado às competições europeias. AZ Alkmaar (Países Baixos): O último jogo desta fase, em casa, será frente ao AZ, outro clube de grande valia técnica. A fase de liga, que se prolonga até janeiro de 2028, será um verdadeiro teste à profundidade e resiliência do plantel do Zimbru. O objetivo passa por surpreender e tentar alcançar um lugar que dê acesso à fase a eliminar, mesmo perante um calendário que o Assistente Pessoal Elisa Alessi classificou como "muito exigente". Supertaça da Moldávia O FC Zimbru Chișinău não conseguiu conquistar o primeiro troféu da época, perdendo a final da Supertaça da Moldávia frente ao arquirrival Sheriff Tiraspol por 2-1, num jogo disputado na Bolshaya Sportivnaya Arena, em Tiraspol. A equipa lutou até ao fim, mas não foi capaz de reverter a desvantagem inicial. A primeira metade da partida foi marcada pelo domínio do Sheriff, que chegou à vantagem ao intervalo com o golo de Cyrille Bayala aos 28 minutos. A situação complicou-se com a lesão do defesa Luís Phelipe (31'), forçando uma substituição precoce. A segunda parte trouxe maior equilíbrio e a reação do Zimbru. Contudo, o Sheriff aumentou a vantagem logo a abrir, com Virgiliu Postolachi a marcar aos 74 minutos. Apesar do golpe, o Zimbru não desistiu. Nuri Abdokov (76') reagiu imediatamente, reduzindo para 2-1 e reavivando a esperança da equipa perante os 5.143 espetadores. A equipa de Chișinău demonstrou vontade de lutar até ao último segundo, mas não conseguiu concretizar as suas intenções. As estatísticas finais revelam a luta do Zimbru, que terminou com mais remates (10 contra 9), embora tenha tido menos posse de bola (46%). O elevado número de faltas cometidas (15) indica que o Zimbru teve de ser agressivo para travar o campeão. A derrota é um revés amargo para o Zimbru, que tinha como meta "ser uma equipa competitiva na Supertaça". O foco deve agora centrar-se na Divizia Naţională, onde o Zimbru procura o título.
  11. Incríveis resultados na Nations League e ainda melhor na qualificação para o Mundial. Teremos surpresa? E concordo com o nosso colega, pensei que tivesses subido mais no ranking.
  12. Que se lixe a Taça, a todo o gás mesmo no restante. Título a caminho.
  13. Que bela campanha até aqui. Vizela está perto, mas é manter este ritmo e a subida será uma possibilidade.
  14. O empate foi só "para inglês ver". Equipa reagiu muito bem e entrou numa série perfeita de resultados. Farioli no Sporting? Ai o FM.
  15. Pré-época A época do Club Deportivo Marathón já tem um objetivo definido. Em comunicado interno, o Presidente Carlos Vásquez estabeleceu a meta de chegar às meias-finais da Liga Nacional de Honduras - Clausura. A Direção reforça que as expectativas são elevadas, mas com orçamentos controlados. O clube tem à sua disposição €210.000,00 para transferências e um teto salarial de €110.000,00 por mês. É referido que o valor para reforços pode aumentar com a venda de jogadores. O foco é claro: sucesso desportivo com cautela financeira. O Club Deportivo Marathón confirmou a contratação de cinco novos jogadores neste mercado. O clube investiu €875.000,00 em entradas durante o ano, sendo que grande parte desse valor foi despendido nestes novos reforços. Do Real España, chega o médio Daniel Carter por €92.000,00, enquanto Christopher Meléndez (€69.000,00) ruma ao Marathón vindo do Motagua. O clube reforçou-se ainda com Jeancarlo Vargas (€50.000,00, Platense), Geremy Rodas (€100.000,00, Olancho FC) e Exon Arzú (€150.000,00, Houston 2). A equipa técnica espera que os novos jogadores se integrem rapidamente e ajudem o clube a alcançar os objetivos traçados para a época. O mercado de transferências não trouxe apenas novas caras para o Marathón. O clube também se despediu de três jogadores importantes, que rumaram a novos destinos. As vendas foram estratégicas e ajudaram o clube a fazer um encaixe financeiro significativo. Iván Anderson deixou a equipa para se juntar ao Querétaro FC, no México, por um valor de €38.000. Outro destaque vai para o Olancho FC, que contratou dois jogadores do Marathón: Wilson Uceda, numa transferência de €42.000, e José Aguilera, que custou €42.500. Com estas saídas, o clube de San Pedro Sula conseguiu um total de €125.000, que poderá ser reinvestido na equipa ou usado para garantir a estabilidade financeira. A direção do Club Deportivo Marathón confirmou a saída de cinco jogadores que terminaram o seu vínculo contratual e abandonaram o clube a custo zero. As dispensas fazem parte da estratégia de gestão do plantel para a nova época. Os jogadores Ángel Tejeda, Axel Motiño e Carlos Arzu foram os primeiros a sair, no final de dezembro. Em janeiro, Yunny Dolmo e Cesar Samudio também se despediram dos "Monstros Verdes", tornando-se agentes livres. Com estas saídas, o clube terá agora espaço para gerir o seu teto salarial e a possibilidade de contratar novos jogadores para preencher as vagas deixadas em aberto. A preparação do Club Deportivo Marathón para a nova temporada foi de sinal positivo, com a equipa a mostrar solidez e capacidade ofensiva nos jogos amigáveis. Os "Monstros Verdes" somaram três vitórias em quatro jogos, com destaque para a vitória por 3-1 sobre o Alianza (SLV), a 28 de dezembro. Já em 2025, a equipa continuou a dar boas indicações. Venceu o Inter Miami II por 3-1 e o Houston 2 por 2-0. Os jogos amigáveis serviram para o treinador testar novas táticas e para os jogadores ganharem ritmo competitivo. A única derrota aconteceu frente ao St. Louis CITY (1-2), num jogo em que a equipa não esteve tão eficaz. Apesar do deslize, o saldo é bastante positivo e a equipa entra na nova temporada com moral elevado, pronta para enfrentar os desafios da Liga Nacional de Honduras.
  16. Taça da Moldávia Foi um pesadelo na Moldávia. O Zimbru Chisinau foi eliminado da Taça da Moldávia pelo Sheriff Tiraspol. A derrota por 3-1 em casa do Sheriff Tiraspol carimbou o destino da equipa, que não conseguiu dar a volta à desvantagem da primeira mão. Com o resultado agregado a 5-3, os golos de Bayala e Fernando ditaram que a equipa do Chisinau tivesse que correr atrás do resultado. A esperança morreu, de vez, com a expulsão de Josep Gayà que deixou a equipa a jogar com 10, e completamente desorganizada. Com a eliminação, o Zimbru tem de arrumar as botas e focar-se na próxima edição. É preciso fazer um balanço do que correu mal e, acima de tudo, procurar a solução para os problemas que têm vindo a assombrar a equipa. Uma coisa é certa: os adeptos estão desiludidos e querem mudanças. A esperança é a última a morrer. A época de 2026/27 da Taça da Moldávia chegou ao fim, e o Sheriff Tiraspol foi, sem surpresas, o grande vencedor. A equipa conquistou o título de campeã, e o seu caminho até à glória ficou marcado por grandes vitórias e atuações memoráveis. O Sheriff Tiraspol teve um percurso irrepreensível, e o seu triunfo foi construído com vitórias imponentes, como a goleada por 6-0 sobre o Spartanii Selement e a vitória por 2-1 sobre o FC Olimpia. No total, o clube recebeu um prémio de 75 mil euros. Apesar do domínio do Sheriff Tiraspol, a Taça da Moldávia teve alguns destaques. O Petrocub Hîncești chegou à final, mas não foi capaz de travar o campeão. O clube ficou com o título de vice-campeão. A grande surpresa desta época foi o CSCT Dacia-Buluicani, que teve um percurso notável e entusiasmou os adeptos com as suas exibições. Já a maior desilusão foi o FC Milsami Orhei, que teve uma participação para esquecer e que certamente quererá apagar da memória o seu percurso. A final da Taça da Moldávia foi um espetáculo de futebol, e o jogo entre o FC Bălți e o Tiraspol foi eleito o "melhor jogo", com o resultado de 2-2. A nível individual, o prémio de melhor marcador foi para Teodor Lungu, do Petrocub Hîncești, com 3 golos. O de "melhor assistente" foi para Cyrille Bayala, do Sheriff Tiraspol, que somou 5 assistências. Liga da Moldávia O Zimbru Chisinau tem vindo a ter excelentes resultados na Super Liga. A equipa conseguiu uma série de vitórias impressionantes, com destaque para a goleada de 5-1 sobre o Petrocub Hîncești e a vitória emocionante de 4-3 contra o Sheriff Tiraspol. O mês de março foi particularmente forte, com a equipa a somar vitórias e a demonstrar a sua força no ataque, com Guy Dahan a ser o grande destaque. Em abril, a equipa continuou a somar pontos com uma vitória por 1-0 sobre o Milsami Orhei. O Zimbru está em grande forma e a lutar pelas posições cimeiras da tabela. Final do campeonato à vista: Zimbru vs Sheriff, o confronto decisivo Prepare-se para um dos jogos mais emocionantes da Super Liga. Com apenas cinco jornadas a faltar, a corrida pelo título vai ser decidida no relvado. O Zimbru Chisinau e o Sheriff Tiraspol, separados por cinco pontos, enfrentam-se este sábado num jogo que pode definir o campeão. O Zimbru tem a vantagem, com um percurso perfeito até agora. O Sheriff, por sua vez, sabe que a vitória é a única forma de se manter na luta pelo título. O palco está montado para um embate inesquecível. Quem irá triunfar? O Zimbru Chisinau é o novo campeão da Super Liga, após uma reta final emocionante. Os resultados de abril e maio garantiram à equipa o título, com destaque para a goleada de 6-1 sobre o Milsami Orhei na última jornada. A equipa mostrou a sua força e consistência, com destaque para o empate crucial com o Sheriff Tiraspol, que manteve o Zimbru na frente da tabela até ao fim. Os números que confirmam o domínio do Zimbru Chisinau O Zimbru Chisinau não se limitou a vencer o campeonato: a equipa esmagou a concorrência e os números não mentem. Em 10 jogos, o Zimbru conquistou 28 pontos, com um impressionante registo de 9 vitórias e 1 empate. A superioridade da equipa campeã é evidente quando se analisam as estatísticas. Com 29 golos marcados, o Zimbru teve o ataque mais letal da Super Liga, e com apenas 9 golos sofridos, a sua defesa foi a mais sólida do campeonato. A distância para o segundo classificado, o Sheriff Tiraspol, de 9 pontos, prova que a equipa não teve adversários à sua altura. Zimbru Chisinau é o grande campeão da Super Liga! A direção do Zimbru Chisinau está em êxtase com a vitória na Super Liga. Os dirigentes do clube declararam a vitória como um momento “verdadeiramente memorável” e atribuíram o triunfo ao treinador Fabrizio Romano, que levou a equipa a um resultado "inesperado e notável". Com este título, o Zimbru volta a colocar-se no topo do futebol moldavo.
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