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cadete

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Tudo que cadete publicou

  1. Os "Socceroos" de Cadete Nascimento: Crónica de uma caminhada emotiva até aos oitavos! Malta, deixo-vos aqui o ponto de situação e o rescaldo completo da prestação da Austrália no Mundial de 2026. A nível estético, entrámos com tudo com a nova roupagem oficial da Football Australia fornecida pela Nike, com o tradicional amarelo e o alternativo azul-turquesa/coral a dar uma excelente réplica em campo. Depois da saída de Tony Popovic em maio, o mister Cadete Nascimento assumiu os comandos da seleção e as expectativas eram uma autêntica incógnita para esta nação histórica que vinha a perder algum fulgor desde a sua era dourada dos anos 2000. O mister Cadete Nascimento tem aqui uma base interessante, embora o valor de mercado de grande parte dos jogadores mostre que operámos um pequeno milagre: Baliza & Defesa: Mathew Ryan (Levante) continua a ser o dono e senhor da baliza aos 34 anos. Na frente dele, Alessandro Circati (Parma) destaca-se claramente como a joia da coroa deste plantel (avaliado entre 18.5M€ e 56M€), fazendo dupla com Harry Souttar (Leicester) ou Burgess (Swansea). Nota também para Jordan Bos (Feyenoord) a dar muita profundidade na esquerda. Meio-Campo: O carismático Jackson Irvine (St. Pauli) assumiu as despesas como sub-capitão, muito bem coadjuvado por homens como Keanu Baccus e o jovem Alex Robertson (Cardiff). No miolo há operários, mas falta um bocadinho de criatividade refinada. Ataque: Uma mistura de veterania como Mathew Leckie (35 anos) e Adam Taggart, com irreverência de malta como Mohamed Touré (Norwich) e Noah Botic (Austria Wien). O Contexto e a Preparação O arranque não foi fácil e o ranking mundial fixou-se no 33.º lugar. Nos amigáveis de preparação, deu para perceber que esta equipa tanto era capaz do melhor como do pior defensivamente: Perdemos 3-4 contra o Canadá num jogo louco. Fomos ao Egito perder por 4-2. Conseguimos finalmente estabilizar com um 2-0 caseiro frente à Jordânia para dar alguma moral antes do arranque do torneio. Campeonato do Mundo – Fase de Grupos (Grupo D) Calhámos num grupo perigosíssimo, mas a verdade é que demos espetáculo para os adeptos neutros! Turquia 4-4 Austrália: Que jogaço de loucos para abrir as hostilidades! Um autêntico festival ofensivo onde a nossa defesa tremeu, mas o ataque respondeu à letra. Estados Unidos 2-1 Austrália: Uma derrota tangencial e muito tremida, que nos deixou com a corda ao pescoço para a última jornada. Paraguai 0-4 Austrália: No momento das decisões, os Socceroos rubricaram uma exibição perfeita! Goleada categórica para carimbar o passaporte para a fase a eliminar. Segunda Eliminatória (Oitavos de Final) Bélgica 1-0 Austrália: Caímos de pé. Sabíamos do favoritismo dos belgas, batemo-nos muito bem taticamente, mas um pormenor acabou por ditar a nossa eliminação pela margem mínima. Fica um sentimento de orgulho pelo que jogámos. Para quem tiver curiosidade em saber como terminou o Mundial 2026, a França revalidou o título conquistado em 2018 (e a Argentina em 2022). Os gauleses cilindraram a concorrência pelo caminho (venceram a Alemanha por 4-2, a Argentina por 2-0 e o Canadá por 4-1). A grande surpresa do torneio foi a Noruega, que chegou à final e sagrou-se vice-campeã mundial, muito graças ao suspeito do costume: Erling Haaland, que foi o melhor marcador destacado com 12 golos! O prémio de melhor jogador e mais assistências foi para as mãos de Kylian Mbappé (6 assistências e nota média de 8.44).
  2. Reagiram bem às duas derrotas. Mas sabes (melhor que ninguém), como são estas divisões.
  3. Sem duvida. Obrigado. Argentina foi "easy". Escócia será uma me... quando os treinar, haha. Obrigado.
  4. O nível mantém-se. Excelente até ao momento.
  5. Sem VAR é complicado. De qualquer forma, desde as escolas que os treinadores dizem sempre para jogar ao apito do árbitro. Não apitou, segue jogo.
  6. LA ALBICELESTE: O BICAMPEONATO MUNDIAL SEGUIDO! Boas, pessoal! Venho partilhar convosco o desfecho de mais uma caminhada épica no FM, desta vez ao comando da seleção da Argentina. Depois do título histórico em 2022, o grande desafio era fazer a renovação geracional (gerir os últimos cartuchos do Rei Leo Messi, agora com 38 anos) e revalidar o título no Mundial de 2026. Conseguimos o tão desejado Bicampeonato Mundial (o 4.º título do palmarés da nação)! Deixo-vos aqui o resumo detalhado da nossa caminhada. O caminho não foi isento de drama. Em pleno ano de Mundial, a 11 de Maio de 2026, o lendário Lionel Scaloni deixou o comando técnico. Assumi a liderança imediatamente a seguir (Cadete Nascimento) com a enorme pressão de manter o estatuto de 1.º lugar no ranking mundial. Montámos uma convocatória muito equilibrada, avaliada em centenas de milhões de euros. Di María (já fora destas opções principais) deu lugar a uma nova fornada incrível. Dibu Martínez (33 anos, Aston Villa) continuou a ser o dono e senhor das redes (não está à venda!). Rulli e Musso fecharam o trio de guardiões. Defesa de Ferro: Cristian Romero (Tottenham, avaliado até 155M€) e Lisandro Martínez (Man Utd, até 142M€) formaram uma dupla central intransponível. Nas alas, Molina e a irreverência do jovem Valentín Barco (21 anos, Strasbourg). Meio-Campo de Luxo: Enzo Fernández (Chelsea, avaliado até 257M€!) e Alexis Mac Allister (Liverpool) ditaram o ritmo, com Nico Paz (21 anos, Como) a espreitar o espaço. Ataque Demolidor: Julián Álvarez (Atlético de Madrid, avaliado até 345M€!!), Lautaro Martínez (Inter), Alejandro Garnacho (Chelsea) e, claro, o eterno Lionel Messi (Inter Miami), que apesar dos 38 anos foi crucial a espalhar magia vindo do banco ou em momentos cirúrgicos. A preparação começou tremida com um nulo frente a Marrocos, mas a equipa focou-se logo a seguir nos amigáveis (3-1 à Turquia e 4-1 à Escócia — mal sabíamos que os íamos reencontrar...). Fase de Grupos (Grupo J): Entrámos a vencer a Argélia por 1-0. Apanhámos um valente susto ao perder com a Áustria (0-1), o que nos obrigou a vencer a Jordânia (2-0) para carimbar a passagem. A partir daí, o "chip" mudou. Fase a Eliminar (O Verdadeiro Teste de Fogo): Segunda Eliminatória: Um jogo de loucos contra a Espanha. Vitória épica por 5-3 num futebol espetáculo que motivou o plantel. Oitavos de Final: Jogo tenso de orgulho contra a rival Inglaterra. Valeu a nossa eficácia defensiva: 1-0 e os bifes foram para casa mais cedo. Quartos de Final: Nova batalha tática contra a Noruega de Haaland. Conseguimos anulá-lo e vencemos por 1-0. Meia-Final: O maior clássico do mundo. Argentina vs Brasil. Exibição imperial da nossa parte, gelámos os canarinhos com um 2-0 incontestável. A Grande Final (19 de Julho de 2026): Argentina 3 - 1 Escócia. A grande surpresa do torneio, a Escócia (que tinha o Robertson a carregar a equipa nas costas com 9 assistências no torneio), tentou fazer história. No entanto, a nossa estampa de campeão veio ao de cima. Dominámos o jogo, fomos letais e fechámos o resultado num esclarecedor 3-1. BI-CAMPEÕES DO MUNDO! Two in a row! Embora o título tenha ido para Buenos Aires, os prémios individuais individuais ficaram distribuídos: Melhor Marcador: Erling Haaland (Noruega) com uns impressionantes 14 golos (mesmo caindo nos quartos contra nós). Mais Assistências: Andrew Robertson (Escócia) com 9 assistências. Melhor Classificação Média: Kylian Mbappé (França) com uma nota estrondosa de 8.57. O que importa é que o caneco é nosso! A transição correu na perfeição e esta geração está pronta para dominar o futebol mundial por mais uns anos. O que acharam da convocatória e deste percurso na fase a eliminar? Deixem os vossos comentários abaixo! Vamos, vamos, Argentina!
  7. Que jogaço de "tubarões" contra o Worcester. Ainda bem que foste tu a sorrir.
  8. Modo rolo compressor ativado e limpaste tudo quem te apareceu pela frente.
  9. Será que ainda vão a tempo de se salvar?
  10. pode parecer um pouco desespero, mas era ir buscar o Stones a custo zero...
  11. É a confusão linda do futebol. Até agora, passaram todas. Obrigado.
  12. Deve ter sido o Pickford, que pensa que é o Super Homem quando tem a camisola da seleção e com aquela arrogância britânica que tão bem conheço a dizer aos colegas, "deixa rematar que defendo tudo", hahaha. Quando lá vivi, levava sempre com o "It's coming home Cadete, haha" até às meias-finais, final...depois eu dizia "Well, it looks like it's NOT coming home", e ficavam ofendidos a dizer que era uma brincadeira e tal...olha, também eu estava a brincar, hahaha.
  13. Primeira fase muito boa mesmo e objetivo tem que ser a subida. Mas permite-me que diga, que bela temporada fez o clube da minha terrinha que representei nos juniores e veteranos, e onde vivo atualmente, o Ribeira Brava.
  14. Quando estava a viver em Jersey, vi um jogo ao vivo no Island Games entre Shetland e Falkland islands. Curiosamente, o melhor jogador das Falkland era argentino. https://www.international-football.net/country?team=Falkland Islands
  15. O dinheiro também "acabou" para o Liv Golf...o futebol não me surpreende.
  16. Pois foi. Mas o Amoura esteve muito bem. Obrigado.
  17. As Raposas do Deserto no Palco do Mundo: A Caminhada da Argélia no Mundial 2026 Boas, pessoal! Venho partilhar convosco o desfecho de mais uma aventura internacional no Football Manager, desta vez ao comando da vibrante seleção da Argélia. Assumimos o projeto após a saída de Vladimir Petkovic, com a nação confortavelmente instalada no 21º lugar do ranking mundial e embalada pelas recentes conquistas da Taça Árabe (2021 e 2025). O grande objetivo? Deixar uma marca profunda no Campeonato do Mundo de 2026. Fiquem com o balanço desta caminhada épica! O Plantel: Experiência e Sangue Novo Montámos uma convocatória muito equilibrada, misturando a criatividade de estrelas consagradas com uma nova geração cheia de fome de vencer: Segurança na Baliza: Comandada por nomes experientes como Anthony Mandréa e a irreverência de Luca Zidane. Muralha Defensiva: Uma linha fortíssima com Rayan Aït-Nouri (Man City) e Ramy Bensebaini (Dortmund) a darem garantias de topo mundial nas alas e na rotação central. Meio-Campo e Ataque: O génio eterno de Riyad Mahrez, o equilíbrio de Bennacer, a magia de Anis Hadj Moussa e, claro, a nossa grande arma letal na frente: Mohamed Amoura. A Campanha no Mundial: Show Ofensivo e Fim de Linha Traumático A fase de preparação deixou algumas dúvidas (derrota 5-2 com os Países Baixos), mas quando a bola rolou a sério no Grupo J, a equipa transfigurou-se por completo! Argentina 0 - 4 Argélia: Que tremenda entrada no Mundial! Destroçámos completamente a seleção das pampas com uma exibição perfeita. Jordânia 1 - 6 Argélia: Mais um festival ofensivo avassalador, sem dar quaisquer hipóteses ao adversário. Áustria 1 - 2 Argélia: Já com a rotação feita e o apuramento garantido, fechámos o grupo com uma vitória segura. Nos oitavos de final (Segunda Eliminatória), mantivemos o rolo compressor ligado e despachámos Cabo Verde por 4-1. O sonho parecia cada vez mais real, mas o choque estava guardado para os quartos de final... Turquia 4 - 2 Argélia: Num jogo impróprio para cardíacos, a eficácia turca acabou por ditar a nossa eliminação. Caímos de pé, a praticar um futebol ultra-ofensivo que encantou o mundo. Domínio Individual nos Prémios do Torneio O Mundial acabou por ser conquistado pela Alemanha, que bateu o Uruguai na final. No entanto, a análise do torneio feita pelo WhoScored.com não deixa margem para dúvidas: o futebol mais espetacular foi o nosso! Melhor Marcador: Mohamed Amoura levou a Bota de Ouro com uns impressionantes 10 golos marcados! Mais Assistências: Anis Hadj Moussa foi o rei dos passes para golo, somando 4 assistências. Melhor Classificação Média: Uma vez mais, Mohamed Amoura no topo do mundo com uma nota assustadora de 8,62. Saímos frustrados pelo resultado frente à Turquia, mas com a certeza absoluta de que esta Argélia jogou o futebol mais vistoso e letal de toda a competição.
  18. A Minha Odisseia no Deserto: Salto de Gigante com a Arábia Saudita! Na Arábia Saudita, assumi o cargo em maio de 2026, sucedendo ao Giorgos Donis, com o claro objetivo de dar uma nova identidade a uma nação que, apesar de ter 3 Asian Cups no museu, andava um bocado perdida pelo 52.º lugar do ranking mundial. A Minha Turma: Baseei a convocatória quase a 100% no campeonato local (Al-Hilal, Al-Nassr, Al-Ittihad, Al-Qadsiah), com a única exceção do Saud Abdulhamid que atua na Europa (Lens). Malta, como o guarda-redes Mohammed Al-Yami (avaliado em valores a rondar os 70M€-220M€) e o jovem Musab Al-Juwayr foram os pilares que aguentaram a nossa estrutura. A preparação correu sobre rodas com vitórias moralizadoras nos amigáveis contra a Escócia (3-2), Suécia (3-2) e uma goleada à Bolívia (5-0). Mas o verdadeiro teste de fogo era o Mundial... e que montanha-russa! A Fase de Grupos: Do Inferno ao Céu no Grupo H Sorteado no Grupo H, sabia que a tarefa ia ser hercúlea. A estreia confirmou os piores receios: defrontámos o Uruguai e fomos derrotados com um pragmático 0-2. Ficámos logo encostados às cordas. Na segunda jornada, veio o jogo mais louco da minha carreira de treinador virtual. Frente à poderosa Espanha, entrámos sem medo, de peito aberto, num jogo de parada e resposta absolutamente caótico. Contra todas as probabilidades, garantimos uma vitória heroica por 4-3! Com a motivação nos píncaros, fechámos as contas do grupo frente a Cabo Verde, cumprindo o favoritismo com um triunfo seguro por 1-3. Conseguimos uma qualificação histórica para a fase a eliminar! Segunda Eliminatória: O Fim do Sonho Perante os Inventores do Futebol Nos oitavos de final (Segunda Eliminatória), o sorteio bafejou-nos com a toda-poderosa Inglaterra. Montámos uma estratégia ultraconsolidada para tentar travar o favoritismo deles. Batemos-nos que nem leões, dividimos o jogo o mais que pudemos, mas a eficácia deles acabou por vir ao de cima. Caímos de pé com uma derrota tangencial por 1-0. Apesar da azia da eliminação, saio de cabeça bem erguida. Uma seleção cotada no 52.º lugar do ranking mundial a cair apenas por um golo contra a Inglaterra, depois de ter arrumado com a Espanha no grupo, é um feito fantástico. O Rolo Compressor Francês: Para os curiosos, o Mundial acabou por ser conquistado pela França (que revalidou o título após vencer o Mundial anterior), batendo precisamente a nossa carrasca Inglaterra na final. Pelo caminho, os franceses espalharam o terror com um 4-1 ao Brasil e um 5-1 ao Senegal. Destaques Individuais Mundiais: O melhor marcador da prova foi um "tal" de Luis Suárez (da Colômbia, com 7 golos) e o Bukayo Saka foi o rei das assistências com 8 passes para golo.
  19. Muito surpreendido com o Egito. E tem havido mais surpresas noutros saves. Obrigado.
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