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Interstellar

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Tudo que Interstellar publicou

  1. Inferno: Noutra nota, reflete um pouco os tempos que vivemos: https://www.instagram.com/whitehouse/reel/DY3U5XEjg24/
  2. Não sei onde é que o foram desencantar, mas este Supermodel é bem capaz de ser o meu favorito deste ano.
  3. A peça no Observador descreve que ele foi informado no Domingo à noite de que andava a circular um screenshot da publicação. Com base nisto não sei até que ponto não circulava há já alguns dias. Quando é que a publicação ocorreu de facto, não sei.
  4. Também. Para além destas sondagens da Católica, que têm o valor que cada um lhes queira atribuir, o caso e as reações imediatas ao alegado assédio do Cotrim (que bem espremidas apontam como única explicação um qualquer "deep state" português) obrigam a enfrenter outro dado interessante, embora reconheça que ainda possa ser cedo para se tirar esta conclusão: A tal aura e impunidade de que goza o Ventura parece ter-se estendido a todo o restante espectro. Algo que, aliás, o caso da Spinumviva já permitia antever.
  5. Sinceramente não partilho do optimismo que grassa por aí de que o Ventura está condenado à derrota numa eventual 2ª volta, especialmente num cenário em que o seu adversário seja o Seguro. Já estou um bocado vacinado para esta era em que a realidade teima em ultrapassar a ficção, neste momento a minha fé na lucidez colectiva é nula. Neste cenário não estou tão certo que a máquina de propaganda não aumente de volume e que as 3 semanas de interregno não sejam suficientes para a conversa do "xuxalismo" e as patetices do costume convencerem parte de uma direita tradicional que ainda se julga moderada mas que só precisa de um empurrão.
  6. https://www.reuters.com/world/trump-signs-proclamation-withdrawing-international-organizations-white-house-2026-01-07/ https://www.whitehouse.gov/presidential-actions/2026/01/withdrawing-the-united-states-from-international-organizations-conventions-and-treaties-that-are-contrary-to-the-interests-of-the-united-states/
  7. Desde a queixa apresentada pela Ana Gomes que há quem diga que o Ministério Público tem andando a investigar. Falta saber se o discurso racista ou quem o denuncia.
  8. Tudo em ordem, a Janela de Overton continua gradualmente a deslocar-se para a direita.
  9. Vai um bocado neste sentido que o Burkina realça e num ponto que o Descartes tinha abordado. Apesar de tudo apontar para um acentuar da desigualdade, em traços gerais, todos estamos melhor do que há un bons anos atrás. E esse "tirar aos ricos para dar aos pobres" era chamativo num confronto entre classes que era bastante palpável nas sociedades: o dos operários e seus sindicatos contra os empresários na indústria. O contexto atual é-lhe desfavorável porque o maior poder está concentrado em quem detém os meios de produção digitais, nomeadamente a informação. Isto é muito pouco visível ao cidadão comum, que se torna dificil de mobilizar. Por outro lado, este é um terreno fértil para os populismos. Mas mesmo os populismos têm, invariavelmente, de ser racionalizados. E é muito mais fácil elaborar e apresentar gráficos com interpretações deturpadas para criar ódio pelo outro que é diferente, do que alimentar um ódio qualquer a uma empresa como a Meta ou a Google.
  10. Correcto, mas isto vai do entendimento e avaliação de cada um e é precisamente esse o ponto que rebato. O sucesso político é negativo, a avaliar pelos resultados eleitorais, mas não creio que este deva ser medido como se mede o sucesso de um comercial de vendas. Enquanto projecto político não me parece, de todo, que esteja a ser mal liderado. E não creio que a competência técnica seja de somenos neste contexto. Antes pelo contrário, é uma arma fundamental numa era de debates superficiais e em que é preciso saber educar eleitores e forçar adversários a focarem-se na substância. Apostar numa comunicação mais consensual (e menos numa de debate confrontacional) não seria uma evolução para o Bloco. Seria abdicar da sua identidade para ocupar um terreno que já tem dono: Livre. Que, aproveito, está praticamente tão alheado das redes como a CDU. Concordo com a parte de não se conseguir desligar principalmente, porque é algo que também podia ser utilizado para entricheirar ainda mais o seu eleitorado e em que não têm sabido capitalizar, ao contrário do Chega. De resto, já deixei o que penso na minha resposta agora ao Hans. Eu vejo nesse rumo algo com bastante potencial. Mas claro, posso estar completamente enganado.
  11. Não discordando de alguns problemas que apontas, discordo sobretudo da conclusão. Concordo com o ponto sobre as bases de apoio, no entanto convém não esquecer que o campo de batalha político mudou radicalmente. Vive-se hoje um contexto diferente: o do digital e o do imediatismo. É um contexto tendencialmente desfavorável para os partidos de esquerda que, como tinha colocado a certa altura o Happy King, nunca viveram de explicações simples. Isto é relevante porque aqui entendo que o BE tem clara vantagem sobre os restantes partidos do mesmo arco. É o partido com a 2ª maior presença nas redes sociais, depois do Chega, e em melhor posição para marcar agenda. É também o partido que atualmente parece recolher maior apoio da população imigrante, algo que obviamente só poderá refletir-se em resultados no futuro, à semelhança do que aconteceu com a liberalização do mercado imobiliário e os AL para os partidos de direita. Noutra nota, quanto à ideia de que precisam "de meter a Mortágua na prateleira". Mais do que um erro de análise, creio que isso seria ceder à narrativa adversária e que pouco resolverá o que quer que seja quando o estigma é meramente superficial e transferível. A Mortágua sempre foi uma das vozes mais bem preparadas no parlamento e metê-la de lado seria um erro crasso para toda a esquerda. O BE não tem é sabido capitalizar com esse estigma, mas é perfeitamente possível que o venham a fazer.
  12. https://actionnetwork.org/petitions/israel-prende-ativistas-da-flotilha-humanitaria-assina-agora-por-sancoes/
  13. Eu sou daqueles casos crónicos de quem sempre gostou de jogar quando era mais novo mas que vive há anos naquela esperança e ilusão vaga de voltar a encontrar um jogo que me desse vontade genuína de jogar do início ao fim. Foi esse jogo. Acho que o último que acabei foi o GoW em 2018 e ao lado disto não vale um crl. Nunca acabei nenhum Persona (nem Metaphor nem SMT), mas ainda iam sendo dos poucos jogos em que até ia tendo algum interesse (o mais longe que fui foram 40 horas no P4 Golden), nem que fosse por se notar um certo esforço para inovar ou ser um bocado diferente. E as OST são qualquer coisa. Mas com tudo de bom que representam, lamento, mas é que nem há comparação. O Clair Obscur é espectacular, absolutamente fantástico.
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