Ao fim de um ano de Borges o que temos é que tirando o jogo em que trocou as voltar ao Lage com a alteração tática assim que chegou e a vitória ao Porto na Taça da Liga, o resgisto com equipas do nosso nível é muito fraco. Mesmo a Taça de Portugal foi um jogo muito mal jogado por nós e que ganhamos com o coração.
Ganhámos o ano passado o Bi contra dois rivais com baixo rendimento e mesmo assim ganhamos porque os jogadores insistiram com o treinador para voltar ao sistema antigo.
Este ano a equipa tem processos ofensivos interessantes mas só o faz quanto tem muito espaço e com equipas que pressionam em bloco baixo. Quando o adversário se iguala a nós na pressão e na presença do meio campo a equipa dá o berro.
Sobre o processo defensivo é melhor nem falar, é medonho. E mesmo com Fresnedas, Vagianidis e afins não se explica defendermos tão mal mesmo contra equipas de nível bastante inferior ao nosso.
Isto sem falar de jogadores como o Morten, o Inácio, o Quenda e o Geny que claramente sofrem com este sistema. Os dois primeiros então estão em subrendimento desde o ínicio e foram durante 2 ou mais anos bastiões do futebol do Sporting.
Sobre lesões, sim é fodido mas num clube como o Sporting quer ser tem que haver a capacidade de "inventar", de saber ultrapassar as dificuldades. Com este plantel (mesmo com as limitações), quando o Sporting tem os melhores 11 disponiveis qualquer treinador minimamente competente consegue ganhar a 85%, 90% dos adversários da Liga. Mesmo o 11 de hoje mais os 3 mais rodados do banco têm condições para ganhar a praticamente toda a Liga.
Dou-lhe crédito na CL porque ai o trabalho tem sido de facto muito bom para o nível do Sporting mas ai tem a vantagem de não ter os olhos dos outros treinadores sempre focados nele como acontece aqui na Liga.
O Sporting tem de ter um treinador que dê mais que isso. Isto era o bastante há 6 ou 7 anos atrás, agora não.
E por muito que peça reforços, também não sei se temos treinador para tirar o melhor deles.