Eu se quiser vender a minha sardinha também faço um artigo todo pomposo com base em uma mão cheia de nada mas a realidade do Bayern são 18 jogadores que estiveram ou estão lesionados durante a época, 12 com ausências superiores a 2 jogos, 10 com ausências superiores a 4 jogos.
Curiosamente até tiveram uma taxa de lesões musculares fora dos números normais do futebol de competição que por norma se situa nos 50 a 60% (O Bayern teve 70% por problemas musculares).
Não venho cá desde sei lá quando mas faz-me uma confusão dos diabos a forma como se fala pela internet fora e se atiram m*rda ao ar só porque sim.
Sim, o Sporting tem um problema de lesões mas os dois problemas estão longe de serem o que se espera e diz e até vou dar uma novidade, os jogadores com o Amorim tinham praticamente a mesma incidência de lesões musculares que agora.
Os problemas do Sporting prendem-se com a comunicação e falta de transparência e tempos de recuperação (que está diretamente relacionado com o primeiro problema porque se não sabes a lesão e tipo de lesão, fazes uma suposição acerca da recuperação que depois sai furada).
Vi alguém aí atrás a falar de poder evitar lesões traumáticas, peço a essa pessoa que me envie o pdf de como o fazer para eu patentear, vender e aplicar quando for dar treinos.
Se descobriram a forma de evitar traumáticas como Hjulmand, Quenda, Luís Guilherme, Inácio, Quaresma, João Simões.
O Sporting tem e teve um número completamente anormal de lesões traumáticas que o treinador pode dar 50 voltas às UT's que a única forma de as evitar é... o jogador não jogar.
O Rui Borges tem muitos defeitos, seja a nível da gestão dos tempos de jogo ou não ser um às na comunicação mas estar a espetar-lhe em cima a responsabilidade de algo que ele não controla e não pode controlar só porque se quer aliviar a frustração é algo extremamente simplista.
Em relação às declarações de hoje, sim, os jogadores grande parte das vezes são os próprios médicos na medida em que são eles que conhecem o seu corpo, os seus limites de esforço, os seus limites de dor. O desporto de alta competição não é uma futebolada à terça-feira, é literalmente colocar o corpo todo num esforço constante em níveis para os quais não foi projetado. É treinar com dor, com picadas e ter esse conhecimento daquilo que é suportável ou não.
Isto acontece em qualquer CNS da vida quanto mais ao mais alto nível.
Não podemos andar aqui a bater p*nhetaas ao Neto quando faz meia-época de sacrifício com um pé desfeito para ser campeão com o Amorim e agora fingir que os jogadores estão lá para existir e que isto é fm, arrastar umas setinhas e meter a jogar ou enviar para o departamento médico, especialista ou jogar com equipamento de proteção.
Por incrível que pareça, a CI do Rui Borges hoje nos temas que realmente interessam, é a conferência de alguém minimamente honesto e que enquadrou as coisas como elas são.
@El Shafto antes que me chateies, deixa-me defender o homem da alheira e o João Simões sff.