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Lebohang

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Tudo que Lebohang publicou

  1. Fontes do Olivier a dar Almeida a fazer o Tour, não gosto.
  2. E é por isto que não se deve colaborar com o Pogacar quando se está na frente da corrida rapaziada.
  3. Cá está a parvoíce de colaborarem com o Pogacar quando estão na frente da corrida... 😑
  4. Não é Inteligência Artificial mas sim Burrice Humana
  5. Ainda se lembram do Fernando Tavares ter dito na AG todo orgulhoso que o objetivo era o 2º lugar para ter um lugar na Liga dos Campeões e ter sido gozado em todo o lado pela falta de ambição? Pois então ontem houve derrota por 28-40 contra um Sporting em ritmo de passeio à qual se junta uma de há duas semanas no Dragão Caixa por 32-42 contra o Porto que torna o 2º lugar virtualmente impossível.
  6. Carlos Alcaraz vai falhar Roland-Garros
  7. Adalberto Campos Fernandes escolhido pelo Seguro para coordenar Pacto para a Saúde. Recordar que saiu do Governo da Gerigonça por achar a Lei de Bases da Saúde muito à esquerda e do agrado de PCP e BE...
  8. A palavra história entra cedo na conversa. Mas não pesa. Não a fixa. Filipa sabia exatamente o que estava em causa. Nunca tinha existido uma Grande Mestre Feminina portuguesa. Ainda assim, este foi apenas mais um passo, um movimento lógico de um lance mais ambicioso. “Como os meus objetivos são mais altos, encarei este título como um passo intermédio. Fiquei feliz, mas não senti euforia. Quero mais”, sublinha a jogadora. O impacto chegou depois. Em ondas curtas: mensagens, chamadas, o seu nome espalhado nas notícias. Um ruído inesperado a entrar subitamente na rotina. “Quando cheguei, estava a receber dezenas de pedidos de entrevistas e não estava à espera de tanto impacto, honestamente”, admite. O tempo de digestão foi mínimo. Quase inexistente. Entre o regresso da Alemanha e a vida em Portugal não houve uma pausa real. “Gostava de ter tido uns dias para assimilar tudo, mas tive apenas um dia de descanso”, conta ao Expresso. “Depois tive de voltar logo a estudar, porque tinha exames e muita matéria para recuperar.” O xadrez raramente oferece intervalo. A vida de Filipa parece ter herdado essa mesma lógica. Avançar, ajustar, continuar. “Não houve tempo para celebrar” Em Karlsruhe, na Alemanha, o tabuleiro deixou de ser apenas jogo para se tornar cálculo em estado puro. Não havia espaço para dispersão. Nem para dúvidas prolongadas. Filipa conhecia o terreno. A sétima ronda alterou a geometria do torneio. As contas deixaram de ser abstratas, tornaram-se quase inevitáveis. “Quando ganhei a sétima ronda, percebi que, se um dos adversários das últimas duas rondas aparecesse ao jogo, já tinha feito a norma”, explica. Mas havia sempre mais do que um objetivo em simultâneo. O título feminino não era o limite. Era apenas uma das linhas em jogo. “Como também estava com uma performance acima de Mestre Internacional absoluto, queria tentar atingir essa norma.” Na manhã seguinte, bastava um resultado mínimo para fechar uma parte do percurso. “Acabei por ganhar logo o primeiro jogo da manhã”, recorda. O dia, porém, não terminou aí. O tabuleiro não conhece celebrações antecipadas, o corpo também não. “Ainda tinha outro jogo à tarde, por isso não houve muito tempo para celebrar.” O cansaço acumulado tornou-se presença constante. Um adversário invisível. “Como os meus objetivos são mais altos, encarei este título como um passo intermédio. Quero mais” Quando tudo terminou, a emoção apareceu tarde. Sem explosão. Mais próxima de um alívio. “Entre 2024 e o início de 2025 não estava a ter um balanço positivo”, reconhece Filipa Pipiras. “Conseguir finalmente fechar o título deixou-me feliz.” No xadrez internacional existem seis títulos principais, organizados em duas escalas paralelas — uma geral e outra feminina. Filipa Pipiras conquistou o mais alto título reservado às mulheres, o de Grande Mestre Feminina. Acima dele, na escala absoluta, existem ainda dois patamares: Mestre Internacional e Grande Mestre, o grau máximo da modalidade. O percurso no xadrez começou de forma quase inusitada. Jogava no clube da escola por influência de um amigo. Nada apontava para uma continuidade. Tudo mudou num momento de fragilidade familiar. “A minha mãe ficou doente e acharam que seria boa ideia dis­trair-me com alguma coisa”, recorda. Um e-mail da escola anunciou um torneio. O avô levou-a. E o jogo abriu-se. “Fiquei em segundo lugar e ganhei uma taça.” Tinha 9 anos. “A partir daí comecei a jogar mais e a gostar do jogo.” O acaso ganhou forma de destino lento. Sem rutura. Sem anúncio. “O xadrez reflete 
muito a vida” O xadrez deixou de ser ocupação. Tornou-se linguagem. Um sistema de pensamento. “O xadrez reflete muito a vida, porque estamos sempre a tomar decisões e a adaptar-nos a mudanças rápidas”, observa a Grande Mestre portuguesa. A lógica do tabuleiro não fica dentro do tabuleiro. “Temos de estar sempre a decidir e a reagir às posições que vão surgindo”, complementa. A aprendizagem mais constante vem do erro. “Nas vitórias nem sempre aprendemos tanto. Nas derrotas é preciso perceber onde errámos”, observa a xadrezista. Depois de cada partida, o processo continua. “Se não verificar os lances, fico sempre a pensar neles.” A exigência prolonga-se para fora do xadrez. Bifurca-se com outro percurso igualmente exigente: o curso de Medicina. “Não é fácil equilibrar tudo”, reconhece. “Houve semanas em que tive de estudar muitas horas para recuperar o tempo perdido durante torneios.” A vida organiza-se em blocos de esforço. Se pudesse escolher apenas um caminho, não hesita: “Escolheria o xadrez.” Mas a aluna do 3º ano de Medicina sabe que “não é possível viver apenas disso em Portugal”. Apesar do esforço hercúleo para conciliar o estudo e a competição, Filipa ainda encontra espaço para respiros curtos. Toca violoncelo e encontra na corrida uma fuga ao stresse. O xadrez feminino, aponta a jogadora, continua a viver com uma marca estrutural. “Há pessoas que acham que as mulheres não são capazes de jogar xadrez ao mesmo nível. Ou que não têm a agressividade necessária para o jogo”, refere a atleta, que tem Judit Polgár como principal referência na modalidade. “Foi a única mulher a atingir o topo absoluto do xadrez. Isso mostra que era possível chegar lá numa altura em que muitos achavam que não.” “Quando cheguei recebi dezenas de pedidos de entrevistas e não estava à espera de tanto impacto” No contexto português, as condições ainda são limitadas. “Faltam patrocínios e apoio institucional”, lamenta. “Noutros países há salários e estruturas mais fortes.” Todavia, isso não abala a ambição e já aponta para metas mais altas. “A curto prazo, gostava de chegar ao título de Mestre Internacional absoluto”, projeta a jogadora. Depois há o horizonte mais distante, o topo da montanha. “O meu sonho é ser Grande Mestre absoluto”, assume Filipa. Estado não leva 
o xadrez “tão a sério” A leitura institucional do feito reforça a sua dimensão. Dominic Cross, presidente da Federação Portuguesa de Xadrez (FPX), enquadra-o. “É algo extraordinário e muito importante para o xadrez português. Só há cerca de 500 pessoas com este título”, refere o responsável. No universo feminino a escala ganha outra dimensão. “A Filipa está entre as 130 melhores jogadoras do mundo, num universo de cerca de 174 mil atletas femininas no ranking.” Em Portugal, o xadrez cresce de forma constante. “O xadrez tem muita gente a praticar e há cada vez mais praticantes”, diz o dirigente. A estrutura acompanha essa evolução. “Existem cerca de 150 clubes distribuídos por todos os distritos”, indica. A base formativa também é extensa. “No desporto escolar estima-se que haja quase 20 mil alunos a jogar xadrez”, frisa o presidente da federação. O acesso ao topo exige tempo e método. “É preciso muita dedicação, gosto pela modalidade e muitos anos de treino”, enfatiza Dominic Cross. No caso de Filipa Pipiras, o esforço traduz-se em volume competitivo elevado. “Compete cerca de 70 a 80 dias por ano em torneios internacionais de alto nível”, realça o dirigente, para quem a jovem atleta “tem ainda uma grande margem de crescimento, havendo apoios e disponibilidade”. As condições, porém, são limitadas. “O apoio da federação é limitado e muitas vezes são os pais que suportam os custos”, reconhece Dominic Cross. E traça o diagnóstico estrutural: “O xadrez não é levado tão a sério pela tutela como outras modalidades.” Para o presidente da FPX, “é cada vez mais importante incentivar os jovens a pensar. Todos os anos há atletas a entrar em Medicina, Engenharia ou Aeronáutica.” E isso, defende, não é obra do acaso. “Os hábitos de treino e de leitura facilitam depois a aprendizagem noutras áreas”, remata.
  9. Tribunal diz explicitamente que os pagamentos foram duvidosos e as faturas ilegais mas que não é possível apurar se houve dolo ou não porque não há condições de seguir o dinheiro todavia Rui Costa faz uma declaração pública a dizer que o processo teve o desfecho que esperavam e desejavam. 65% votaram nisto, é desfrutar do Presidente ter dito com todas as letras que o clube foi roubado.
  10. Borges perdeu contra o Navone por 36 46
  11. Entretanto e a sensivelmente três semanas do ESC Portugal já aparece nas casas de apostas a pouca distância dos lugares de apuramento para a final. O habitual portanto
  12. Não por muito tempo, com camisola de flanela e chinelos muito provavelmente saí ao intervalo com hipotermia.
  13. Advogados italianos especializados em divórcios neste momento
  14. Impossível a Volta ser ProSeries na atual calendarização, daí que o Mozquera tenha dito que não queriam mexer muito nos primeiros anos para não serem acusados de serem "radicais". Talvez o plano a longo-prazo seja puxar a Volta para início/meio de Julho, onde tirando o Quinghai Lake Tour não há nada
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