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Biri Biri Jr

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Sobre Biri Biri Jr

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    Balão d'Ouro
  • Data de Nascimento 15-03-1990

Informação de perfil

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    Masculino
  • Origem
    Viana do Castelo

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  1. Volto a dizer: pessoal condicionado disciplinarmente e fisicamente era não jogar. E isso faz com que muitos fiquem de fora. Aqueles que precisam de ritmo deveriam de jogar, nem que fosse 45 minutos. Há 5 substituições, é usar. E não só, ao sermos o último grupo jogamos sempre mais tarde que as restantes seleções, tendo por isso menos tempo de descanso de jogo para jogo. Só se o objetivo é ganhar o grupo e acreditar que ganhámos fácil à Sérvia/Suíça, mesmo que historicamente já tenhamos tido bastantes problemas contra os mesmos. Porque o próximo jogo a eliminar é sempre o mais importante. De que vale poupar alguém nesse jogo se não passamos?
  2. Do crl era bater o record de 9 golos num só Mundial. Seja o Cristiano Ronaldo, o Bruno Fernandes ou o Bruno Costa.
  3. O Bruno tem um amarelo, é melhor não arriscar. O que arriscaria era jogar com o André Silva e o Ramos entres os Kim, nem que seja só na segunda parte. Não sei, não sei os relatórios médicos e da condição física de cada jogar. Mas acho que mais ou menos o pessoal concorda com a entrada do Dalot, do António Silva, Palhinha, Matheus, Leão ou Vitinha. Manter o Cancelo idem. Depois meter o Patrício, manter Pepe/Dias ou Ronaldo são pequenos detalhes, a ter em conta a condição física.
  4. Jogadores amarelados: Rubén Dias, Bruno Fernandes, Danilo Pereira, Rúben Neves, João Félix. Também temos de ver como está o Pepe fisicamente, mas acho que vamos ter um problema nos centrais, por isso é imperial gerir a condição física e disciplinar da melhor forma. Não creio que percamos o primeiro lugar, mas também depende em que lugar fique o Brasil. Os grupos estão iguais. Portugal e Brasil com 6 pontos com saldo de 3 golos positivos. Suíça e Gana com 3 pontos com 0 golos de diferença entre os marcados/sofridos. E 1º jogará contra o 3º e o 2º contra o 4º, segundo a diferença de golos, já que o 3º e 4º têm 1 ponto em ambos os grupos. Sendo assim, será difícil ambos não passarem em primeiro. E será o que será. Não prevejo que percamos muita qualidade. O importante será o primeiro jogo a eliminar, por isso é gerir. Na baliza Diogo Costa será bom. Não se vai cansar, e é bom para se habituar a estes palcos. Por falar em habituar, António Silva lá para dentro. Já chega de desculpas, assim estreia-se no Mundial sem muita pressão. Diogo Costa Dalot António Silva Pepe (se estiver em condições, é sempre bom para ganhar algum ritmo. Caso contrário não sei. Arriscar o segundo do Dias? Adaptar Dalot ou William? Socorro.) Cancelo (acho que joga melhor aqui do que na direita. O Guerreiro não sei se é falta de ritmo na posição ou na vida. Ele joga no meio-campo há anos, até podia ver se jogava alguma coisa no meio-campo) Palhão é óbvio. Matheus Nunes também mostrou merecer mais minutos. Metia o Ronaldo porque ele quer jogar e marcar, sempre. Mas colocava durante a segunda parte o Ramos ou o André Silva. Ou os dois. Sobram 3 posições. Horta deve ser carta fora do baralho, William também não colocaria. João Mario não me convence na Seleção. Leão apesar de parecer que não lhe apetece é grande craque, pode sempre resolver um jogo. Bernardo é Bernardo, e se não estiver cansado tem de jogar sempre. Gostava de ver o Vitinha. Ou até mesmo o Raphael no lugar do Bernardo.
  5. Comentários fora do comum acerca da Seleção no geral. Sem desculpas, falou de coração aberto, deu a sua opinião e deu uma palavra forte sobre os comentários do Marcelo, da FIFA e dos direitos humanos, em geral. É sempre bom ouvir essas coisas na televisão.
  6. E a atitude que caracteriza o Uruguai (e o jogador Uruguaio) é oposta ao típico português.
  7. Eu ando desligado do futebol em geral, mas o que se passa com o Dias? Ouvi dizer que andava no banco no City. E não está com aquela "pica" que conheço. Mas sim, ele e o Bruno são dois gajos que se chateiam, e isso faz falta. Vejo a Seleção a adormecer imensas vezes. Daí não curtir o João Mario quando o jogo está "resolvido", que nunca está.
  8. No próximo jogo entrava com Diogo Dalot, Pepe, António Silva e Nuno Mendes. Palhinha a médio defensivo também me parece bem. Depois para a frente logo se via. Mas se quisermos jogar com extremos é meter o Leão de um lado e o Cancelo do outro. O João era o melhor jogador ofensivo aquando da sua passagem pela Juventus. Saudades em rodar a equipa quase toda do primeiro para o segundo jogo, como em 2004.
  9. Obrigado! A Supercopa, pelo menos faltava... e ganhei. Ganhei tudo nesta época, até mesmo um erro. Consegui contratar o lendário Jorge Conchina e foi este atropelo. Somos a melhor equipa do mundo, mesmo perdendo 1-3 contra o Barcelona. Ao estarmos sempre em vantagem no campeonato ficamos sem pressão e mais folgados. Rodamos, enquanto que o Real ou Barcelona não sabem em que frente investir. Infelizmente não consigo transitar de época. Já tentei de tudo, e penso que seja a altura ideal para finalizar este save. Um muito obrigado a todos que participaram de forma direta, indireta, ativa ou menos ativa. Principalmente neste nosso cantinho.
  10. Eu queria a La Liga, admito. E sei que teríamos um hipótese na Supercopa. Mas não esperava tal coisa. O que fez a diferença é eu ser um treinador reputado com jogadores não tão reputados mas muito bons, com o segredo de ter vários jogadores que já me conheciam (e cujo eu fazia parte do pessoal favorito dos mesmos). O Real Madrid (e Barcelona), por muito que baixem a qualidade, terão sempre qualidade para me ferir e bem ferir. Tivemos bastante sorte no calendário, nas lesões, e até nos jogos chave. Apesar de ser possível ser campeão só com vitórias, nunca o fiz. Que me recorde. E sinto que, se calhar, é hora de sair do FM. Estive duas semanas sem lhe tocar e não me senti mal. Aliás, o FM se calhar ajudou-me a ter uma época de sucesso por não lhe tocar há muito. Quando somos regulares costumamos ter mais dissabores. Mas não sei, se continuar a jogar será no Celta. Até porque nem vejo assim outro projeto. Não estava à espera de conquistar o que conquistei, logo tenho algumas ligas desativas, admito. No final da época, que até em termos de calendário estava bem montado, foi quando as dúvidas começaram a aparecer. Com um final tão importante e sem ser contra um colosso. Por vezes podíamos ter tido o pico de forma bastante cedo, mas não foi o caso. Acho que nunca tive uma época tão descansada. Até pelas expectativas. Parece que quando não queremos saber tanto as coisas correm melhor. Quando queremos muito, como a supercopa, foi o que se viu. Os 95 pontos valem o que valem, este ano chegariam. Os outros dois baixaram muito de rendimento. Muito obrigado. Os outros dois também não mostraram muita coisa durante a época. Mas nos confrontos diretos são sempre A equipa.
  11. 2039 Na segunda metade da época havia o objetivo de continuar com a excelente forma da primeira metade da época, iniciando novas competições, e estando da fase a eliminar na prova milionária. A Liga continuou a correr de feição. Ganhámos todos os jogos, marcámos imenso e sofremos poucos. Havia um competição que era um objetivo (escondido) para esta época: a Supercopa. E falhamos. Não merecíamos, mas o futebol não é feito de quem merece mas de quem marca mais vezes. O jogo contra o Real Madrid foi bastante fácil. O Zaragoza acabou por descer, e decidi rodar a equipa. Contra os aflitos não vale a pena levar os melhores para depois se perder pontos. Por isso os menos utilizados estavam cheios de vontade, se bem que já não competíamos há duas semanas. Mas foi um jogo que mostramos estar mais fortes (e principalmente frescos) do que o Real Madrid. Três dias volvidos e defrontamos o Barcelona. Desta vez o Barcelona é que estava mais fresco, visto ter jogar um dia mais cedo do que nós. Mas nos 90 minutos eles fizeram só um remate, que foi à baliza e que deu golo. Andamos atrás da vitória e tentamos de tudo. Tanto que no prolongamento, face à falta de oportunidades, arrisquei e quase que sofria. Nas grandes penalidades Franc é o único a falhar e perdemos o caneco. Para o ano haverá nova oportunidade. Mas aí que fiquei ressabiado e foquei na Liga. A Liga dos Campeões foi uma oportunidade para testar os menos utilizados. Há muito bom jogador que tem jogado pouco devido a problemas físicos. E assim é uma boa oportunidade para participarem em jogos (muito) competitivos. Nem queria muito saber da Copa do Rei e levei os menos utilizados contra o Real Madrid. Conseguimos um empate justo. Decidi rodar contra um dos últimos classificados (Osasuna) e aparecemos frescos e demos mais 3 ao Real Madrid. O Real Madrid tem um plantel muito curto, e para quem quer participar em todas as provas é importante. E o Barcelona tem uma ótima equipa com bom banco mas jogadores bastante veteranos. E ok, eu também tenho veteranos e é das melhores coisas neste FM. Os atributos físicos não caem a pique a partir dos 30 anos. Mas todos sabemos que não há muito trabalho físico em Barcelona. Muitos jogos importantes em abril. Na Liga defrontamos os últimos adversários do top 10 (Atlético e Betis) e fomos campeões contra o Espanhol. Disse que não ia parar de acelerar e contra a Juventus, na primeira mão, a equipa estava cansada mas marcamos nos descontos. Na segunda mão decidi os jogadores apareceram frescos devido a uma ligeira rotação contra o Betis. Despachamos os de Turim com muita facilidade. Na Copa del Rey os índices mentais não eram os melhores. Não estivemos num bom dia e o fantasma Barcelona é real. Marcamos antes do intervalo e tivemos muitas mais hipóteses, mas isso é o que tem sido habitual. O Barcelona já não sabe o que é o tiki-taka. Mas aos 95 eles empatam por um ex-jogador nosso (Korniienko) e estava a ver o filme a repetir-se. Desta vez falhamos o primeiro penalti, mas o Franc selou a vitória. Engelhardt (antigo jogador Celta) e Mercado falharam duas grandes penalidades e a Taça é outra vez nossa! Com o assunto Taça e Liga arrumado foquei-me na Liga dos Campeões e apanhamos o nosso "amigo" (esta época) Real Madrid. Mas perdemos. Fomos piores, é muito jogo e não merecíamos nada. Felizmente conseguimos reduzir a desvantagem de dois golos. Contra o Levante levei a equipa secundária e sofremos dois golos, uma raridade nesta época. Na segunda mão começamos a perder mas antes da primeira parte estávamos com a eliminatória empatada. Com naturalidade conseguimos marcar mais um e chegar à final. E não, aquelas duas derrotas para a Liga não estavam planeadas nem nos posemos a jeito. Após uma época longa e só com vitórias na Liga queria acabar em grande e levei os melhores para campo. Mas o foco não estava nesses jogos, e fisicamente havia algum desgaste. Tivemos muitas lesões nesta última fase da época. Ao contrário do resto da época que contei quase sempre com o plantel quase todo (por mais ou menos ritmos de jogo que houvesse). Nos últimos dois jogos, já com duas derrotas no bucho, tentei dar tempo para os jogadores ganharem ritmo de jogo para a final, e para não se cansarem totalmente. A primeira parte da final foi na expectativa, mas na segunda ambas equipas arriscaram um pouco mais e acabamos por vencer. De lembrar que no início da época fui buscar dois rapazes ao Leipzig. Gastaram o dinheiro sabiamente. Nem houve hipótese! Pena por perder aquelas dois jogos. E a sorte sorriu-nos nas competições que não eram o foco principal, e na Supercopa, que era o que mais queríamos, não tivemos. Fiquei triste, mas numa época onde fazemos o triplete só posso estar orgulhoso. Para o ano haverá mais. Dizem que vencemos a Liga porque o Barcelona tem veteranos e o Real Madrid não tem profundidade. A ver vamos. Eu quero dar o salto, espero que os rapazes da minha confiança mantenham os níveis, apesar da idade. E que os novos se mantenham no seu lugar. Foi uma época de harmonia, nunca vi igual. Os rapazes que me conhecem tiveram um aproveitamos maior, relativamente à sua qualidade real. E ajudaram-me imenso em manter ordem no balneário. Podia confiar em todos, seja dentro ou fora do campo. Havia sintonia e todos estavam felizes. Sesko, que foi o único jogador dispensado que não arranjei clube, foi bastante útil aquando da lesões e problemas físicos nos ponta-de-lança. Peterson Cruz foi o jogador do ano. Capitão de equipa, também marcou o golo do ano ou o jogador com melhor classificação média. Timo Altmannshofer foi uma enorme contratação. Melhor marcador (geral, na Liga), bate o record de golos no campeonato pelo clube (37) e mais golos num encontro (5). Renyer Luan foi o melhor jovem e nem aparece na lista. Foi o nosso 12º jogador e jogou em várias posições. Foi o nosso ponta-de-lança quando não havia mais disponíveis. E foi 10 vezes o melhor em campo, record do clube. A troca de guarda-redes foi muito boa. Sofremos menos golos (22 jogos sem sofrer golos para a Liga), guarda-redes do ano na La Liga e do Mundo. Um casamento perfeito com os rapazes que já cá estavam na defesa. Por falar em contratações, houve um investimento aveludado no Moses, e não falhou. Fez 28 assistências ao longo da época e foi considerado o melhor jogador africano do ano. Também africano, e ausente em janeiro, o Acquah foi o melhor defesa africano do ano passado. Na Liga dos Campeões tivemos o melhor médio (Franc) e o melhor defesa (Noriega). Thomas foi o melhor jogador francês do ano, assim como da La Liga. Da minha parte ganhei todos os meses o prémio de melhor do mês, excepto em maio. Ganhei o do treinador do ano. Na próxima época quero colecionar supertaças. Sei que vale o que vale, mas é algo que me falta na Europa e em Espanha.
  12. Se o campeonato me continuar a correr bem e se vir que há capacidade para brilhar na Europa, será aposta certamente. Na primeira meia época deu para ver que em Espanha se passeia um bocado, ao contrário de Inglaterra. Mas os dois gigantes lixaram-me as contas. Acho que com os novos rapazes conseguimos bater de igual para igual. E ainda não apostei. O grupo, à excepção do Bayern, era acessível. Mas tivemos uma vitória muito importante contra eles. E jogaram mais do que nós, mas tivemos a ponta de sorte que por vezes nos falta. O ano passado fizemos 95 pontos, o que é muito ponto. A diferença é tentar fazer alguns pontos contra os adversários diretos, ao contrário da época anterior que fizemos zero. Em dois jogos contra Real e Barcelona fizemos 6 pontos, isso dá uma margem, e um crescimento de confiança, elevada.
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