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[FM '10] Uma memória que não parte

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Pfff... isso nem mete piada. :mrgreen: Só dá Benfica! Na CL foste enorme. Agora quero o triplete. :p

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Pés_de_Veludo
- Dá gosto ver e dá gosto saber que faço o melhor pelo clube do meu coração. Ser campeão europeu será complicado, mas depois de bater Juve, Real e Man Utd posso sonhar, não é? :compinchas:

 

Jsilveira
- Espero conseguir fazer a tripla, mas é difícil. Obrigado :compinchas:

 

Pedrovsky
- Incrivelmente o Grimi até é bom :mrgreen:

Obrigado :compinchas:

 

Estaca
- E a final da Taça de Portugal :compinchas:

 

T!kz™
- O JJ devia pôr os olhos nisto aqui :p

:compinchas:

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Sem-Ttulo-2-4.png

Benfica | Final da Liga dos Campeões

Noticia-Record.jpg

 

F
oi preciso esperar meio século para que o Benfica voltasse a ser campeão europeu. Bella Guttman, o último técnico que levou as águias à glória europeia, um dia disse que o Benfica jamais voltaria a ser campeão europeu, mas talvez não estivesse a prever que um treinador brilhante como Marco Villa chegasse ao clube. 55 anos depois, o Benfica volta a tocar o céu.

 

Em Nápoles, onde um dia Maradona encantou e levou uma cidade a amá-lo, foi a vez de uma equipa portuguesa apaixonar a cidade. Privado de seis elementos que tradicionalmente são opções seguras, onde o nome de Ramires é de maior realce, Marco Villa operou uma equipa de trabalho que queria primeiro de tudo construir um resultado e depois geri-lo a seu bel-prazer. Na baliza, como sempre vinha acontecendo, Moreira assumiu o comando das redes, tendo à sua frente uma linha defensiva composta por Rene Gartner, Sergiy Lyulka, Ismael Hernández e Leandro Grimi. Nota-se, claro está, a falta de soluções para este sector, em face da complicada situação de Gérson. No meio campo, sem Ramires, Pavel Mamaev alinhou a trinco, tendo à sua frente Martin Galván e Ricardo André, este último a assumir as despesas de ataque no miolo. Na direita estava o endiabrado Aubameyang, com Alexander Sánchez no meio a paupar jogo. Na frente, para fazer uso da velocidade, Villa colocou o búlgaro Georgi Yankov.

 

Do lado da equipa de Claude Puel, na máxima força, alinharam Hugo Lloris na baliza, guardado por Jan Pufal, Aly Cissokho, Younes Kaboul e Lino Marzorati na linha defensiva. Neste sector, as únicas baixas acabavam por ser Sergio Sánchez e Joel Vieira. No miolo, uma das zonas mais fortes, Puel apostou Mats Rits e Ceyhun Gülselam a trincos e Pjanic, Thiago e Kalou numa zona mais ofensiva. Na frente, solitário, estava Jozy Altidore. Face a este esquema, era claro que o jogo só podia ser ganho a meio campo, onde os gualeses tinham um buraco fácil de se aproveitar.

 

Champions-equipas.jpg

 

E foi nesse aspeto que Marco Villa assumiu desde logo interesse em controlar. Com Mamaev a prender os movimentos ofensivos de Thiago, os encarnados foram capazes de confluir o jogo para a lateral direita, onde Aubameyang se assumiu como um quebra-cabeças constante à defesa contrária. E foi logo desde cedo, ao terceiro minuto, que a equipa da Luz colocou em prática a sua filosofia, num livre lateral que mostrou excelente envolvência coletiva, culminou num golo oportuno de Mamaev. A bancada Sul do San Paolo explodiu e não era para menos, o Benfica podia quebrar a tal maldição de Bella Guttman. Dez minutos depois, praticamente num lance idêntico, foi a vez do esquerdino Leandro Grimi a fazer o gosto ao pé. Novamente com uma assistência de Sánchez, o argentino surgiu oportuno no coração da área para bater Lloris. Era o arranque perfeito, agora bastaria uma gestão inteligente.

 

Golo-1-2.jpg Golo-2-2.jpg Golo-3-2.jpg

 

O Lyon, como se previa, respondeu à letra e dominou os instantes seguintes após aos dois golos encarnados. Primeiro por Pjanic, a passe de Thiago, e depois por Kalou, num momento brilhante. Em todas as situações, Moreira foi gigante e adiou aquilo que parecia inadiável. Aconteceu porém mais cedo do que os adeptos esperavam. Num lance em que a defensiva da equipa da Luz se deixou ludibriar por um movimento perfeito dos gauleses, Jozy Altidore reduziu o marcador aos 29'. O jogo estava relançado e os gauleses disponham de melhores armas para ir à caça do triunfo. Mas o principal problema para eles até nem era a falta de qualidade no ataque, mas sim o muro que encontraram na baliza encarnada. Moreira, de 35 anos, mostrou-se enorme, parando todas as bolas que seguiam para a sua baliza. Ora Altidore, ora Pjanic ou Thiago. Todas as bolas eram defendidas e por vezes com alta dificuldade.

 

A segunda parte foi dura, com os encarnados a tentarem limitar os ataques dos gauleses que agora jogavam no limite. Ao intervalo, Puel não foi de modas e retirou o central Lino Marzorati e colocou em campo o avançado Bafétimbi Gomis. Villa apercebeu-se da alteração do adversário mas não mexeu, limitando-se a adaptar a tática às circunstâncias, colocando Sánchez num meio campo de três homens em linha. O Lyon ia rematando e os encarnados, já cansados, precisavam de frescura. Foi então que Villa retirou Yankov e Galván para fazer entrar Cardozo e Luís Ferreira. O jovem, de apenas 16 anos, iria assumir as despesas do lugar de Galván, mas teria de ter um olho mais para o aspeto defensivo. Já em claro desespero de causa, Marco Villa retirou Ricardo André e colocou em campo Gérson para segurar a magra vantagem. Os minutos finais foram de sufoco, mas os encarnados seguraram a vantagem com unhas e dentes e estava assim terminada a maldição de Bella Guttman. Agora será possível quebrar a segunda parte da maldição e ser bicampeão?

 

Champions-Lyon.jpg

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Fantástico. Pena foi o Ramires não ter jogado, mas portaram-se todos muito bem. Parabéns! ;)

Editado por Jsilveira

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Comecei a acompanhar este save à pouco tempo mas notei que tens feito um optimo trabalho, primeiro no Carl Zeiss Jena e agora, devolvendo a gloria europeia ao Glorioso. :handclap:

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dioguinho 7
- Obrigado! :compinchas:

 

Jsilveira
- O Ramires merecia esta final por tudo aquilo que fez durante a época. Obrigado :compinchas:

 

Pedrovsky
- Ainda bem que o faz vestido de vermelho :mrgreen:

 

Pés_de_Veludo
- Obrigado! :)

O facto de estar a homenagear um jogador de quem gosto dá-me vontade para fazer mais e melhor :compinchas:

 

Luiggi
- Espero que continues a acompanhar :compinchas:

 

emanuel11
- Enorme mesmo ! :D

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Benfica | Taça de Portugal (Final)

TP---Porto.jpg

 

U
m velho ditado diz que a vingança se serve fria e o Benfica aplicou essa mesma
vengeance
na final da Taça de Portugal. A equipa azul e branca usava o último encontro da época como sendo uma tábua de salvação para juntar à Taça da Liga. Os encarnados viviam uma das mais bem sucedidas épocas de sempre, conquistando a Liga ZON Sagres e sagrando-se campeões europeus, mais de meia década depois. Ambas as equipas queriam vencer, mas só mostrou isso em campo: a formação vermelha, comandada por um alemão que entrou na história.

 

Dispostos na táctica que sempre imperou durante toda a temporada, a formação da Luz pegou cedo no encontro, usando a sua ala direita para levar perigo à área portista. Cardozo foi o que mais avisos fez, mas na maior parte das ocasiões a sua pontaria não era a melhor. Ricardo André no meio campo era o elemento mais esclarecido, acompanhado pela classe e velocidade de Aubameyang. Do FC Porto na primeira parte pouco se viu. Os dragões possuem uma equipa temível, mas, uma qualquer razão, em conjunto não funcionam. Kakuta, a grande referência da equipa, nunca conseguiu pegar no encontro e os lisboetas controlaram as operações.

 

O Benfica ameaçou muito, andou sempre lá por perto da baliza e chegaria apenas à vantagem aos 48', por intermédio de Oscar Cardozo, a passe do jovem Ricardo André. Este golo, mais do que merecido, dava ainda mais ânimo aos encarnados, apesar de agora se remeterem um pouco à contra-ofensiva. Os portistas, ao contrário do esperado, não assumiram o jogo e tudo se tornou mais fácil para a equipa de Marco Villa. Até ao final houve ainda mais meia dúzia de ocasiões, e, já com Evandro em campo, a baliza portuense tremou com um portentoso remate de Ramires. Um triunfo da equipa que lutou mais e, acima de tudo, da única equipa em campo.

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Pedrovsky
- Ainda para mais no Benfica, sabe ainda melhor! :compinchas:

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Portugal | Qualificação Mundial'2018

Jogos.jpg

 

- Grupo 4, 4.ª Jornada
[Portugal x Irlanda do Norte,
]

A vida da equipa das quinas no apuramento para o Mundial'2018 continuava a ser marcada por passos dados em falso. Naquele que era um jogo que, à partida, seria para vencer com tranquilidade, a formação de Marco Villa perdeu dois pontos, num jogo em que só pode dizer mal da sua sorte. Com a maior promessa do futebol nacional em campo (
, de apenas 17 anos), a formação portuguesa entrou forte no jogo e seria mesmo o miúdo do Barcelona a marcar aos 11', estreando-se assim em grande na Seleção Nacional. Com a vantagem alcançada, a equipa portuguesa não deixou de atacar e por três ocasiões esteve perto do segundo golo ainda no primeiro. Ronaldo, Reis e Albuquerque foram os jogadores que tiveram o golo nos pés mas que permitiram a defesa ao guardião contrário. O segundo tempo trouxe uma Irlanda do Norte mais atrevida, mas Portugal controlava como sabia o jogo. Ronaldo ainda voltou a ter o golo nos pés, mas seria a formação norte-irlandesa a fazer o empate. Num lance atabalhoado na defensiva, O'Connor aproveitou uma falha de Miguel Vítor e bateu, isolado, o guarda-redes Moreira. Até final a equipa de Portugal ainda tentou reverter a situação, mas acabaria mesmo por sair do Jamor com apenas um ponto.

 

- Grupo 4, 5.ª Jornada
[Luxemburgo x Portugal,
]

As visitas ao Luxemburgo costumam ser tranquilas, mas numa fase de transição era importante não entrar no encontro a pensar que o jogo seria fácil. Marco Villa armou uma equipa de pendor claramente ofensivo, procurando rapidamente o golo para evitar problemas desnecessários. André Santos deu o mote ao quinto minuto de jogo, num portentoso remate à entrada da área. Estava feito o mais complicado. Onze minutos depois seria a vez do capitão Ronaldo, numa boa iniciativa individual a levar tudo à sua frente e bater inapelavelmente o guardião luxemburguês. Cinco minutos volvidos já a baliza da equipa da casa voltava a balançar, num golo bonito de Ricardo André, jovem do Benfica que Villa apostou e pelos vistos acertou. O marcador chegava então ao 3-0 ao cabo de apenas 21 minutos e havia já quem pensasse que ia haver goleada das antigas. Podia ter havido, mas não houve. A equipa das quinas continuou o seu "massacre" (Luxemburgo fez um remate), só que nas ocasiões seguintes a pontaria não seria a melhor. No total foram 23 remates feitos pelos jogadores lusos, com 11 deles a saírem enquadrados com a baliza contrária. Fica o resultado amplo e uma exibição de encher o olho.

 

- Grupo 4, 6.ª Jornada
[Portugal x Noruega,
]

Naquele que era o último jogo da temporada para a maioria dos jogadores, Portugal exibiu um futebol de qualidade mas já com evidências de todo o cansaço durante a época. O resultado e a forma como o marcador se mexeu são claras provas que esta equipa estava no fio da navalha em termos físicos. José Freitas, aos 16', abriu o marcador para a equipa nacional, num lance em que Ronaldo desbravou terreno para oferecer de bandeja o golo ao seu colega. Seis minutos depois seria a vez de Ricardo Reis fazer o gosto ao pé. Tudo parecia encaminhado para uma excelente e convincente vitória, mas o cenário final não foi esse. Em cima do descanso, o defesa central Nordtveit, na sequência de um canto, saltou mais alto que a defesa lusa e reduziu o marcador para a margem mínima. Ao ver a equipa em claro défice físico, Marco Villa preferiu no segundo tempo tentar segurar o marcador, mas Ola Lam, aos 61', recolocou o marcador num empate. Hugo Almeida ainda entrou para o ataque, e Nani bem tentou mudar o rumo dos acontecimentos, mas o empate seria o resultado final. Penalizador, mas no fundo justo. Ao cabo de seis jogos, a Seleção Nacional soma 11 pontos, os mesmos que Dinamarca. Com quatro jogos em falta, é obrigatório garantir triunfos nos próximos dois jogos para seguir o rumo até ao Mundial.

Class.jpg

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Manténs a liderança, mas os empates que somaste levam a que não possas facilitar daqui para a frente. Quero ver a nossa selecção no Europeu! :carinhoso:

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Pedrovsky
- Não podem haver facilitismos de ora avante. Espero chegar ao Mundial, mas será difícil se continuar a perder pontos :X

 

Yglini
- Espero que sim! :compinchas:

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Sport Lisboa e Benfica - As caras novas

 

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1 -
|
Guarda-redes

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6 -
|
Médio Ofensivo

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9 -
|
Ponta de Lança

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13 -
|
Defesa Central e Ponta de Lança

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15 -
|
Médio Defensivo e Médio Centro

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16 -
|
Médio Defensivo e Médio Centro

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20 -
|
Médio Ofensivo Direita, Esquerda e Centro

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24 -
|
Médio Ofensivo Esquerdo e Ponta de Lança

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28 -
|
Médio Esquerdo

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32 -
|
Defesa Direito e Esquerdo

esp.png

|
Guarda-redes

 

Depois da conquista da Liga dos Campeões, o Benfica tinha que se reforçar para conseguir manter o nível alto da temporada transata. Não por falta de qualidade, mas sim por falta de soluções. Bem cedo, Villa disse que o plantel era demasiado curto e que na zona intermediária havia falta de soluções. Foi esse o primeiro alvo, quer de compras, quer de vendas.
Axel Witsel
,
Pascal Dahmen
e
Lucas
entraram no plantel; saindo Burki, Everton e Zizov. A aposta era clara, fazer "desaparecer" elementos para o lado canhoto do ataque e garantir jogadores para o centro. O belga Witsel será claramente uma adição importante para a posição "10", preparando-se para fazer frente a Galván. Pascal Dahmen é um velho conhecido de Villa dos tempos de Carl Zeiss Jena. Foi o técnico alemão que o levou para a Alemanha e foi lá que o viu crescer. Agora em Lisboa, Dahmen deverá ser uma aposta regular. Por fim, Villa foi a Liverpool buscar um elemento para fazer dupla com Ramires no meio-campo, o também brasileiro Lucas. Titular indiscutível na canarinha, Lucas será certamente uma das peças fulcrais no xadrez de Villa. Em termos de investimento, Villa gastou 7,6 milhões de euros nos três elementos, sendo que Witsel foi garantido a custo zero. Recebendo uma verba de 14,4 milhões pela saída dos outros três jogadores supracitados.

 

Recuando agora no terreno de jogo, Villa foi até Almería buscar um dos melhores guarda-redes do Mundo para colmatar a saída de Espinoza. Trata-se do brasileiro
Diego Alves
, um valor mais do que seguro para garantir vitórias, ainda para mais sem custos de compras. Com custos foi a compra de
Enrique Alonso Basail
, proveniente do Sevilha. O jovem guardião, de 18 anos, chega à Luz a troco de 2,6 milhões de euros e vem rotulado de grande esperança para a baliza do Roja. Para a linha defensiva, os encarnados garantiram o empréstimo de
Lisandro Grondona
, um defesa central que curiosamente também pode alinhar a ponta de lança. Para o futuro, a equipa da Luz contratou o jovem
Francisco Javier Díaz García
, de apenas 16 anos. Pode alinhar tanto na direita como na esquerda da defesa e prevê-se que seja um dos melhores do Mundo na sua posição.

 

Também num investimento para o futuro, o Benfica garantiu o concurso do médio esquerdo
David Reis
, da Académica. Este jovem, de apenas 16 anos, é fantástico em termos físicos, fazendo uso da sua incrível velocidade para impor o seu jogo. Mais caro acabaria por ser
Norberto
, que custou aos cofres da Luz um valor de 4,7 milhões de euros, vindo do Vitória de Guimarães. Uma quantia alta tendo em conta que se trata de um jogador de apenas 17 anos. Forte esperança espanhola para o futuro, Norberto pode alinhar em todas as posições do meio-campo ofensivo. Por fim os encarnados garantiram ainda
Michele Paolucci
, de 31 anos. Este avançado italiano, que chega do Atlético Madrid a custo zero, será um reforço importante para o ataque, onde irá ter a companhia de
Daniel Sturridge
, o mais caro reforço da equipa lisboeta. O inglês, proveniente do Chelsea, chega como estrela e deverá fazer uso desse rotulo.

 

Expetativas elevadas

 

Como seria de esperar, depois do tremendo sucesso da temporada passada, a direção da equipa da Luz não admite outro cenário além do triunfo na Liga ZON Sagres. Na Liga dos Campeões, apesar do triunfo no ano passado, Luís Filipe Vieira contenta-se com os oitavos de final. De resto, depois destas duas competições, os encarnados só aplicam um objetivo na Taça de Portugal, onde pretendem o triunfo. Taça da Liga, as Supertaças e o Mundial de clubes não merecem grande atenção por parte da direção. Quanto a perspetivas da temporada, os encarnados são os favoritos à conquista da Liga, com uma probabilidade de 6 para 4, seguidos pelo FC Porto que conta com uma odd de 5 para 2. Por fim, convém realçar que o triunfo na Liga dos Campeões fez a equipa da Luz subir para o 17.º lugar no Ranking da UEFA, 7 postos abaixo do melhor representante nacional, o FC Porto.

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Penso que o Witsel se pode tornar um elemento chave no plantel. Quanto às restantes contratações, gostei da aposta em juventude, não me estando a referir, como é óbvio, ao Paolucci! ;)

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rupinta
- Obrigado :D

 

Pedrovsky
- O Witsel será claramente um jogador que irá dar muito ao clube. Quanto à juventude, é algo que faço sempre. Tenho é pena que a partir do momento em que eu saio os jogadores acabam perdidos :S

 

manelm
- Reclama com a Cofina! Eles é que me obrigam a saber o acordo ...

 

 

Como devem reparar isto anda difícil de entrar nos eixos. Pois bem, parece que está tudo a compor-se para eu não acabar este save, mas eu não desisto. Agora que tenho horário mais fixos, e não me
autoescravizo
, o meu computador resolveu virar-me as costas. A gráfica parece ter dado as últimas, mas lá resolvi isto com uma formatação e a coisa vai andando aos poucos. Espero que agora seja para voltar em definitivo, mas sem prometer nada. Obrigado a todos :compinchas:

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Benfica | Pré-época

Jogos.jpg

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8 golos
- Georgi Yankov

4 golos
- Aubameyang

2 golos
- Aleksandar Kolarov, Ricardo André, Michele Paolucci, Cardozo e Evandro

1 golo
- Alexander Sánchez, Lucas, Martín Galván, Leandro Grimi, Mamaev, Zizov, Luis Ferreira e Daniel Sturridge

 

P
ré-época absolutamente imparável! O Benfica não parece ter entrado de férias e o regresso aos relvados foi marcado por oito vitórias em outros tantos encontros. Marco Villa conquista pela primeira vez a
Robert Enke Cup
, depois de bater na final o Atlético Madrid, equipa que curiosamente será adversária na Supertaça Europeia.

 

A primeira partida teria perto de 19 mil espetadores no Estádio da Luz e esses poucos adeptos devem ter adorado o que viram, diante de um
Tenerife
muito tenrinho. Cinco golos e uma exibição perfeita. O cenário era fantástico pena as lesões de Witsel (estiramento dos ligamentos do joelho) e de Martín Galván (micro rotura). Apesar disso, a forma como a equipa se apresentou no segundo tempo é assinalável. Na primeira apenas Cardozo mostrou alguma "coisa", com Mauro Milano a ajudar com um autogolo também. Na etapa complementar, Mamaev fez o 3-0, Yankov fez o quarto e Zizov, já em cima da hora, fechou as contas. Na final, diante do
Atlético Madrid
, foi um golo tardio a decidir tudo. Os colchoneros iam ser o adversário na Supertaça Europeia e este jogo era, acima de tudo, um grande teste para essa partida. Com mais de 65 mil espectadores nas bancadas, a equipa de Marco Villa foi sempre mais forte, mas só fez a Luz explodir ao terceiro minuto de descontos, por Michele Paolucci. Pela primeira vez na carreira, Marco Villa conquista a Robert Enke Cup.

 

De volta aos encontros a feijões as vitórias mantiveram-se. Frente ao
Olympique Lyon
, os pupilos de Marco Villa fizeram uma exibição para lá de perfeita. Evandro abriu as contas aos 36', com este resultado a manter-se até ao descanso. Já com uma segunda vaga em campo, seria a vez do jovem talento Luís Ferreira fazer das suas e ampliar aos 61'. Fernando Forestieri, aos 79', ainda devolveu esperança aos gauleses, mas Grimi, ao 3.º minuto de desconto, matou por completo a partida. Continuando com adversários franceses, o Benfica foi até
Cannes
para defrontar a equipa local. Georgi Yankov foi o grande herói do encontro, apontando a incrível soma de 4 golos em apenas 22 minutos. A formação da casa abriu a contagem aos 21' por Alpha Bah, um resultado que se manteria até ao descanso. Com uma verdadeira revolução na equipa, Villa operou uma mudança radical no jogo. Yankov empatou aos 55' e completou a reviravolta aos 63'. Kolarov fez o terceiro aos 67' e Yankov completou o poker com os golos apontados aos 72' e 77'. A fechar as contas, Kolarov bisou aos 90'+1. Uma exibição fenomenal nesta segunda parte...

 

Um dos encontros habituais na pré-temporada do Benfica passa por uma viagem à Búlgaria para defrontar o
CSKA Sofia
. Como seria de esperar, os encarnados foram donos e senhores do jogo e pouco tiveram de fazer para vencer. Sánchez abriu as contas, Djurdjevic ampliou, na própria baliza, e Cardozo fez o terceiro já em cima da hora. No último minuto de compensação, Dimitar Danchev fez o tento de honra da equipa da casa. De volta a casa, o Benfica foi até aos Olivais para defrontar a homónima equipa do
Sport Lisboa e Olivais
. Num jogo que se previa de sentido único, foi o gabonês Aubameyang a ser herói. 42 remates feitos e 10 golos é um número algo estranho de se ver no futebol atual, mas atesta claramente a diferença entre equipas. Aubameyang fez um poker, Yankov bisou, assim como Ricardo André. Lucas e Paolucci fecharam as contas num jogo que teve oito golos na primeira etapa.

 

De volta ao estrangeiro, a equipa da Luz foi até
Bolonha
vencer por 2-0 em novo encontro de sentido único. Georgi Yankov voltou a demonstrar a sua veia goleadora ao abrir o marcador aos 28'. Apesar do enorme caudal ofensivo, o marcador só voltaria a funcionar aos 57', pelos pés de Evandro. Para fechar a preparação, os encarnados visitaram o
Xérez
e venceram por 2-0, me mais um encontro só com uma equipa a querer vencer. Golos apenas na primeira parte com Galván e Sturridge e a fazerem o gosto ao pé. Se a pré-época serve para ver da real capacidade dos jogadores, é possível dizer que este Benfica tem tudo para continuar lá no topo da Europa.

 

 

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