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[FM'10] Em busca do sucesso

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Podem reforçar-se, mas com a equipa que tens, vais continuar em grande :compinchas:

 

Espero que sim. :compinchas:

 

Continuas em forma...não há defesa que pare o Villa :compinchas: se eles se reforçarem bem, tu também reforças :lolada:

 

Não sei, enquanto eles podem comprar os reforços certos, nós podemos comprar os errados. Mas irá depender muito da qualidade dos reforços de cada equipa no mercado de Inverno.

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Valencia Club de Fútbol – 2015/2016:

 

  • Janeiro:
     
    Dando uma pequena abordagem ao mercado de transferências antes de falar do mês em si em termos de jogos, vendemos basicamente todos os jogadores que estavam descontentes no plantel principal, e em termos de
entradas, comprámos quatro reforços para o plantel principal (um por empréstimo, e três em definitivo). Quanto aos reforços, são eles: Habib Hosni, Sérgio Oliveira, Mário Morais, e Hugo Cunha. O primeiro esteve comigo no Bayern, é o emprestado de que falei, vem para ser mais uma opção no ataque. Os últimos três são portugueses, e desempenham as funções de trinco, médio centro, e extremo respectivamente. Sérgio vem para titular, e os outros dois para serem opções no banco. Quanto aos jovens e as saídas, não vou aprofundar, se tiverem perguntas sobre esses assuntos ou quiserem SS, digam.
 
 
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Começámos este novo ano, e este mês, com um jogo contra o Espanyol, que ainda não tínhamos defrontado esta época, se não me engano. Apesar de estarem no meio da tabela, tivemos o cuidado necessário na partida, não sofrendo assim qualquer golo. Moussa Sissoko fez o primeiro golo da partida, com um brilhante remate em arco a uma distância de quarenta metros, aos vinte e sete minutos de jogo. Chumillas, em menos de seis minutos, aumentou a nossa vantagem, finalizando com classe após uma excelente assistência de David Villa. Na segunda parte, colocámos um ponto final no resultado, quando David Silva finaliza da melhor maneira após uma grande assistência de Carlos Gárcia Sánchez, aos sessenta e seis minutos. Excelente partida.
 
Tendo em conta a última vez com que jogámos contra o R.Sociedad, no início do campeonato, esperava um jogo fácil. E estava certo nas minhas previsões. Melhoraram, já não são tão maus como quando levaram 6-1, mas pouco melhores estão. Maus em todos os sectores, e marcaram por mera sorte. Tenho pena do treinador deles, simplesmente não tem ponta por onde pegar naquela equipa. Acabámos por ganhar o jogo com um resultado expressivo de quatro bolas a uma. Os nossos marcadores foram Juan Manuel Mata, aos onze e aos cinquenta e cinco minutos de jogo; Roberto, aos vinte e sete minutos, e David Villa aos quarenta e cinco minutos. Mata acabou por ganhar o prémio de melhor jogador em campo.
 
Contra o Valladolid não esperava muitas dificuldades, e também não as tivemos. De qualquer maneira, podíamos ter feito mais golos pois tivemos oportunidades claro de golo mas nas quais falhámos. Não podemos num jogo dar 4-1, e no jogo seguinte falhar de maneiras ridículas. Ganhámos a partida, graças ao golo de Moussa Sissoko, aos dois minutos de jogo.
 
Segundo jogo contra a Real Socidead neste mês, para a segunda mão dos oitavos-de-final da Copa del Rey. Neste jogo estivemos pior que no anterior, é certo, apesar de termos feito uma boa exibição. Tivemos apenas menos eficácia à frente da baliza adversária. Valeu pelos golos de David Silva e Villa, que decidiram a partida.
 
Surpreendi-me com a exibição da equipa. O Albacete não é nenhum colosso, mas uma vitória como esta vai servir para aumentar e muito a confiança dos jogadores. A jogada que deu origem ao primeiro golo mostrou-nos muitas falhas na defesa do Albacete, que mais tarde viríamos a aproveitar novamente. A partir do primeiro golo, a equipa começou a explorar mais os erros da defesa do Albacete, mas sem sucesso por falta de eficácia até aos quarenta e um minutos, quando David Silva fez o segundo golo da partida. Nem cinco minutos depois, Moussa Sissoko aumentou a nosso vantagem, com um excelente remate à entrada da área. Na segunda parte, especialmente aos sessenta e seis minutos, viu-se verdadeiramente a qualidade da defesa do Albacete. No lance que deu ao golo de Mata, a defesa do Albacete viu-se em confusão tal que deixou a bola escapar para Mata. Basicamente, tudo aconteceu graças a um cruzamento de Chumillas, que o guarda-redes adversário não conseguiu agarrar, defendendo para a frente. Foi parar a um defesa, que passou para a baliza, onde estava outro defesa, mesmo perto do guarda-redes. Este voltou a passar ao tal defesa que falhou na recepção da bola, e Mata não teve qualquer problema em aproveitar o erro e finalizar. No último golo da partida, o Albacete voltou a estar mal. Villa recebeu a bola no meio-campo, correu até a grande área, passando por todos os defesas, e só acabou quando meteu a bola dentro da baliza. E já tem trinta e quatro anos!
 
Para os quartos-de-final da Copa Del Rey, apanhámos o Sevilla. Nesta primeira mão, fomos felizes, conseguindo uma vitória por quatro bolas a zero, mas isto não desculpa a má exibição do ataque que poucos remates acertou. Também esperava muitas dificuldades da parte deles, o que se pode verificar que não veio a acontecer. Quem está de parabéns nesta partida é Ricardo Almeida, o nosso central português. Marcou o único golo da primeira parte, de cabeça, marcando mais dois na segunda metade. O outro golo foi obra de Moussa Sissoko. De destacar também que Almeida esteve incansável defensivamente, fazendo assim uma excelente exibição.
 
Contra o Getafe em casa, podíamos ter estado melhor mas estou feliz por termos saído com a vitória. Acho que a defesa não devia ter errado no golo de Opare, errou infantilmente. Valeu pelos golos de David Villa e David Silva, aos quarenta e três e aos cinquenta e dois minutos de jogo, que nos valeram a vitória. O primeiro, Villa, foi considerado o melhor jogador em campo.
 
Para a segunda mão dos quartos-de-final da Copa del Rey, aliámos uma exibição medíocre ao azar que tivemos. O Sevilla marcou logo no início do jogo, com um grande remate de Alvaro Negredo. A defesa não teve culpa, sendo que ele rematou de longe, nem Akinfeev, pois a bola bateu no poste e entrou. A partir daí, o Sevilla fechou-se cá atrás, em vez de tentar marcar mais para conseguir a passagem para a próxima fase. Contentaram-se só com a vitória. De qualquer maneira, vamos marcar presença nas meias-finais da competição.
 
No último jogo do mês tivemos um jogo contra o Real Sociedad que em nada se parece com os anteriores contra eles. Estivemos muito fraquinhos a nível da finalização, merecíamos ter concretizado mais hipóteses do que as concretizámos. Valeu pelo golo de Juan Manuel Mata que nos garantiu os três pontos, aos cinquenta e nove minutos de jogo.
 

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Levamos nove pontos de vantagem sobre o segundo, o terceiro, e o quarto classificado, que curiosamente, tem os três o mesmo número de pontos, e o mesmo número de vitórias, empates e derrotas. De qualquer maneira, gostaria de continuar neste lugar da tabela mas sei que não é tarefa fácil. O Barcelona e as duas equipas madrilenas reforçaram-se bem e prometem luta nesta segunda volta do campeonato.
 
Este mês, das outras equipas do campeonato, destaco o Sevilla. Não tiveram um início de época muito agradável, mas desde a mudança de treinador, que ocorreu em Dezembro, que parecem uma equipa diferente, subindo assim do meio da tabela para o sexto lugar.
 
Fiquei satisfeito com a equipa este mês. A nível individual, não há muito que destacar. Os reforços para a equipa principal portaram-se bem nos jogos em que participaram, o que é bastante bom. De resto, os maiores destaques deste mês são David Villa, Juan Manuel Mata, e Ricardo Almeida. Os três estiveram bem, felizmente. O primeiro é o goleador de serviço, acrescentando a sua lista este mês mais uns quantos golos ao serviço do Valencia, e consolidando a sua posição como o melhor marcador da liga. O segundo esteve presente em muitas jogadas e também marcou, sendo importante em várias vitórias ao longo do mês. Quanto ao último, Almeida, decidiu-nos a eliminatória contra o Sevilla logo na primeira mão e esteve muito bem defensivamente durante o mês, destacando-se do resto da defesa. Merecem destaque, sem dúvida!

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bom mês, continuas forte

 

;)

 

Mas já pensaste em perder? :mrgreen:

 

Por acaso para o campeonato ainda não perdemos, mas acho que contra o Sevilla aquilo foi uma derrota. :razz:

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Estas a ir espectacularmente e espero que o titulo venha para Valência!

Força!

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estas muito bem e um 1º lugar que te serve na perfeição...força! :cachecol: :torcida:

 

Obrigado. :compinchas:

 

Estas a ir espectacularmente e espero que o titulo venha para Valência!

Força!

 

Obrigado pelo apoio! Espero que o título venha também, mas vai ser difícil. :compinchas:

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Apenas me referia ao campeonato :)

 

Também achei que estarias a falar do campeonato e não da taça, mas lá acabei por dizer aquilo. :p

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Isto repetiu porque o fórum estava lento, desculpem. Fica em baixo.

Editado por Someone

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  • Valencia Club de Fútbol:
     
    2016 – Fevereiro a Maio:
     
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Copa del Rey:
 
Em Janeiro tínhamos ganho ao Sevilla nos quartos-de-final da Copa del Rey, o que nos deu acesso às meias-finais. Soubemos que iríamos defrontar o Real Madrid depois do sorteio, o pior adversário que nos poderia calhar. Tinham eliminado o Athletic nos quartos-de-final sem qualquer problema, por isso teríamos que ter cuidado. Alías, o primeiro jogo de Fevereiro, foi para a primeira mão das meias-finais, nas quais estivemos bastante bem. Conseguimos vencer a primeira mão em casa do Real, com um bis de David Villa, que marcou aos dezasseis e aos noventa minutos de jogo.
 
Na segunda mão, embora eu não seja um treinador que goste de jogar de maneira muito defensiva, tive de jogar dessa maneira, pois neste jogo o Real Madrid atacaria com tudo para ir à Final. No entanto, nem eles conseguiram facturar nem todos, muito devido à nossa excelente exibição defensiva. Iríamos defrontar outro clube madrileno, o Atlético de Madrid, na Final, após eles terem eliminado o Getafe, com um resultado conjunto de 5-3.
 
Na final da Copa del Rey, o último jogo da equipa durante a época, estivemos soberbos, espetando uma goleada aos “colchoneros”. Ricardo Almeida fez o primeiro golo da partida aos vinte e um minutos, de cabeça. Na primeira parte também Habib Hosni facturou, graças a uma excelente assistência de Carlos Gárcia Sánchez. Na segunda parte, foi mais do mesmo. Dominámos, mas os últimos dois golos só chegaram nos últimos dez minutos de jogo. Aos oitenta e um minutos, David Villa faz uma grande assistência para Mário Morais deixando-o sem qualquer marcação, e o médio português aproveitou bem a oportunidade e fez o seu segundo golo pelo Valencia. Já nos noventa minutos, David Villa, na cobrança de um livre, cruzou a bola para Habib Hosni, e o alemão, tal como o seu colega português havia feito há instantes, aproveitou muitíssimo bem a oportunidade, fechando o marcador.
 
Embora a conquista da Taça não estivesse nos planos desta época, não seria o troféu que mais me apeteceria ganhar no Valencia. De qualquer maneira, estivemos bem e merecemos ser os vencedores da prova.
 
Liga BBVA:
 
O último jogo do campeonato antes desta série de jogos foi uma vitória razoável de uma bola a zero contra o Real Sociedad. Na primeira partida desta série de jogos para o campeonato, estivemos muito bem, conseguindo uma vitória expressiva de quatro golos sem resposta sobre o Villarreal, com golos de David Silva, Mata, Habib Hosni, e Moussa Sissoko. No jogo seguinte, marcámos pela primeira vez aos vinte e oito minutos, por Carlos Gárcia Sánchez. Roberto bisou, fazendo um excelente golo aos cinquenta e um minutos e convertendo um penalti aos sessenta e dois. Estávamos a ganhar por 3-0 quando chegámos aos oitenta minutos, e nada poderia prever o que viria a seguir. O Atlético de Madrid, no espaço de dez minutos, empatou a partida, perante o espanto dos adeptos. A nossa defesa foi comida em todos os lances de golo, fizeram erros tremendos, que nos custaram uma vitória que parecia quase certa. E a descida na moral dos jogadores foi evidente no jogo seguinte, no qual fomos derrotados pelo Barcelona, com um golo de Neymar aos dois minutos de jogo. Fizemos pouco na partida para dar a volta, logos merecemos perder.
 
A seguir ao jogo com o Barcelona, decidi fazer umas mudanças. Até ao momento, ao alternar entre duas tácticas diferentes (ambas com a mesma disposição posicional, mas com diferentes instruções e diferente estilo de jogo), ou goleávamos e fazíamos uma excelente exibição, ou fazíamos uma exibição medíocre nas quais nos custava muito a meter a bola na baliza, e lá marcávamos um golito, com sorte. Mudava desta maneira entre os dois esquemas pois queria usar extremos nas suas posições de raiz (tirando Silva), e apesar de jogarmos bem numa partida, na partida a seguir podíamos fazer uma exibição horrível. Portanto, necessitei de mudar o esquema táctico da equipa, tanto a nível de posições, como de instruções, como de estilo de jogo. Para isso, usei a táctica que usei na segunda época em que estive ao serviço do Porto, um 4-3-3, ou até se podendo dizer um 4-1-2-3, com um trinco, dois médios, e três pontas-de-lança. Adaptei Juan Manuel Mata e David Silva às posições mais ofensivas, e começou-se a ver a verdadeira qualidade do plantel a partir daí.
 
A partir dessa mudança táctica, mostrámos aos restantes clube da nossa Liga como jogar futebol. Logo no jogo seguinte ao do Barcelona, espetámos uma goleada ao Mallorca, e partir daí até ao fim da época, nunca mais perdemos, fazendo excelentes exibições durante o que faltava até ao último jogo da época, a final da Copa del Rey. Talvez a única equipa que não foi tão vítima do nosso ataque, foi o Sporting de Gíjon, que usou o célebre autocarro contra nós. Destaco ainda as vitórias contra o Real Madrid, por três bolas a uma, a vitória por quatro golos a zero ao Athletic de Bilbao, e a goleada por cinco golos sem resposta contra o Racing de Santander. A confirmação da conquista do título de campeão da Liga BBVA veio a seguir ao jogo contra o Bétis, que goleámos por quatro a zero. A equipa festejou pela noite dentro, e com razão. A vitória e o título foram dedicados também a David Silva, que se lesionou aos trinta e sete minutos do jogo contra o Athletic, e nunca mais pode jogar esta época, sendo que só deverá recuperar a meio de Junho.
 
Embora depois da derrota contra o Barcelona estivéssemos muito perto de perder a liderança para eles, sendo que estavam apenas a três pontos de nós, a mudança táctica revelou-se acertada e deu-nos o título de campeões. Totalmente merecido, embora a equipa do Barça tenha feito uma excelente época. De destacar que já não ganham o título desde 2010, pois a partir de 2011, foi Real Madrid sempre o campeão espanhol, enquanto que o Barça acabava sempre em segundo. Acabámos assim com a hegemonia dos madrilenos, portanto. De destacar que também já não ganhávamos o título desde 2004!
 

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Fizemos uma campanha muito boa ao longo da época, e merecemos ser campeões. Em trinta e oito jogos, ganhámos trinta e três, e apenas perdemos um, e empatámos um. Ficámos pela marca dos cento e três pontos conquistados, o que é um recorde para mim, pois nunca havia passado a marca dos cem desde o início da minha carreira. Fiquei muito perto da marca dos cem, primeiro pelo City, a dois pontos; e também no Bayern, por um ponto. No Futebol Clube do Porto, na segunda época, tinha ficado a dez pontos, embora tivesse ganho todos os jogos do campeonato, mas o campeonato português só tem trinta jogos ao longo da época. Gostei principalmente da qualidade ofensiva que a equipa mostrou durante a época, principalmente desde a derrota com o Barcelona. O ataque da equipa, composto, nos três esquemas tácticos utilizados, por Juan Manuel Mata, David Silva, e David Villa mostrou-se muito bem e mostraram os excelentes jogadores que são. Quanto à defesa, esteve muito bem para um campeonato ofensivo como o espanhol, embora não tenha sido a melhor.
 
Prémios: Lista
Reacções: Conquista da Liga | Reacção da Direcção | Reacção de lenda do clube | Nos trilhos do sucesso
Galeria de Honra: Melhor treinador português de sempre
 

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Normalmente não é meu costume analisar os jogadores individualmente no fim da época, mas a partir de agora vou fazê-lo.
 
Tendo em conta a qualidade dos guarda-redes antes da chegada dele, Igor Akinfeev foi um dos melhores reforços deste defeso. Foi soberbo e mostrou-se em grande forma durante toda a época, sendo considerado até como o terceiro melhor guarda-redes da época no campeonato espanhol. É sem dúvida um dos melhores guarda-redes do mundo. Quanto a Talevski, foi contratado para ser suplente e nada mais. Passou a época toda no banco.
 
A linha defensiva, teve em Santiago Chumillas, Carlos Henríquez e Ricardo Almeida, os seus principais titulares deste ano. Avi Biton e Dejan Lovren rodaram ao lado do português. E não me posso queixar de nada, pois tirando Chumillas, todos os jogadores titulares da defesa chegaram no início da época. Pode-se dizer que se adaptaram maravilhosamente. Quanto a Marcos Alonso e Lorenzo di Silvestri, foram tendo os seus momentos na equipa principal. O primeiro mostrou-se bem mas o segundo esteve um pouco aquém do que se esperava.
 
No meio-campo, nos três esquemas que usámos, houve durante a época, quatro jogadores que desempenharam o seu papel na equipa de uma forma espectacular. Esses quatro são Arturo Vidal, Moussa Sissoko, Carlos Gárcia Sánchez e Sérgio Oliveira. Os três primeiros foram titulares absolutos até ao mercado de Inverno, altura em que chegou Oliveira e retirou o lugar a Vidal por me oferecer mais segurança na altura. Golos, assistências, e segurança defensiva, foi o que este meio-campo nos ofereceu esta época. Quanto a Mário Morais, foi tendo as suas hipóteses, e não se mostrou mal para um jogador tão jovem que não estava habituado a uma liga como esta.
 
O ataque, composto por três simbolos do clube, Juan Manuel Mata, David Villa, e David Silva, esteve em grande forma. Os três foram usados em todos os esquemas tácticos utilizados ao longo da época, com sucesso. O primeiro esteve muito bem, fazendo a sua quota-parte de golos e assistências, e desequilibrando as defesas adversárias. O segundo, David Villa, mostrou ser um terror para as equipas adversárias. No total de quarenta e cinco jogos oficiais, marcou quarenta e oito golos, fez dezoito assistências, e foi considerado por onze vezes o melhor jogador da época. Para mim, foi sem margem para dúvida, o nosso melhor jogador este ano. E é preciso destacar, que Villa já não é nenhum jovem! Têm trinta e quatro anos e provou durante esta época ainda ser um dos melhores avançados do mundo, apesar da idade! Falando do último, David Silva, esteve muito bem até se lesionar. Foi o jogador que mais oportunidades de golo criou para a equipa, e também marcou bastantes golos, sendo o nosso segundo melhor marcador. Na minha opinião, foi o segundo melhor jogador desta época. Habib Hosni foi utilizado em vez de Silva quando este se lesionou, e esteve em grande forma, sendo uma surpresa muito agradável quando comparado com os restantes pontas-de-lança do plantel.
 
Quanto a Roberto e Hugo Cunha, enquanto usámos extremos, mostraram-se bem, especialmente o primeiro que apesar das poucas oportunidades esta época, mostrou-se decisivo e como sendo um excelente jogador em várias partidas. O segundo não teve tantas hipóteses, mas ainda deu para fazer duas assistências. Acabando por falar de Kadlec e de Albistegi, é certo que não tiveram muitas oportunidades, mas esperava mais deles.
 
De qualquer maneira, o próximo treinador é que irá saber o que irá fazer com estes jogadores. Quanto a mim, dou o trabalho por terminado, visto que o objectivo está cumprido:
 

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Despeço-me assim do Valencia Club de Fútbol. Gostei especialmente da experiência no Valencia por ter treinado Villa, que me provou que não devo dispensar os jogadores mais velhos, algo que fiz quando cheguei ao City, por exemplo A experiência pode ser muito importante, e compreendo isso agora. Aproveito também para dizer que não quero ver nenhum destes treinadores a treinar o Valencia. Merecem continuar no topo de Espanha, e não voltarem para o meio da tabela. Espero que a direcção tenha mais ambição que isso.
 
A partir de agora vou-me concentrar no Europeu de 2016, que está quase a chegar, e nós queremos ganhar a competição, pois temos equipa para isso. Os detalhes da qualificação serão colocados mais tarde.

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Fizeste um trabalho enorme no Valencia, parabéns! :handclap:

 

Obrigado, Pedrovsky. :compinchas:

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Fizeste um bom trabalho ;)

 

BS no que se segue :compinchas:

 

fizeste um grande trabalho no Valencia

 

Obrigado a ambos. :compinchas:

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  • Les Bleus:
     
    Qualificação para o Europeu 2016:
     
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Em 2014, não tivemos qualquer problema para os três jogos de qualificação para o Europeu. Ganhámos as três partidas sem qualquer problema, e com muito boas exibições. Destaque para hat-trick de Benzema contra as Ilhas Feróes, e ainda para as exibições de Ribéry e Cissokho nestas partidas.
 

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No ano seguinte, 2015, foi mais do mesmo. Voltámos a ganhar todos os jogos da fase de grupos para a qualificação do Europeu. A única equipa que nos causou dificuldades na qualificação deste ano foi a Sérvia, que esteve muito próxima de conseguir o empate, mas felizmente não o fez. Novamente, destaque para Benzema, Ribéry, e Cissokho nas partidas, assim como para Moussa Sissoko, Gourcuff, e Gignac.
 

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Foi assim que terminámos a qualificação, em primeiros do grupo. A Irlanda do Norte também conseguiu passar para o Europeu de 2016, embora tudo fizesse prever que fosse a Sérvia a conseguir o segundo lugar do grupo. Merecida qualificação para os norte-irlandeses, estiveram bem.
 
Fase de Grupos do Europeu 2016:
 

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São estes os jogos que vamos disputar na fase de grupos, na prova a realizar na Dinamarca. Quanto ao grupo, vai ser difícil, pois os nossos adversários são selecções com qualidade.
 
A República Checa tem uma selecção bastante bom, com um ataque muito forte, uma defesa muito segura, e um meio-campo com muita qualidade. A Suécia será talvez a selecção mais fraca do grupo. Com o envelhecimento de Kim Kallstrom e de Zlatan Ibrahimovic, perderam as maiores estrelas da selecção, sendo uma selecção banal sem nenhum jogador nos clubes de topo europeu. No entanto, passaram em segundo num grupo difícil para eles, por isso temos de ter cuidado.
 
Quanto à Inglaterra, não há muito a dizer. A par de nós, são a selecção mais forte do grupo, e têm muita qualidade em todos os sectores, com quase todos os jogadores nos maiores clubes europeus. Vai ser necessário muito cuidado com os ingleses.

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fizeste uma grande fase de qualificação

 

boa sorte para o europeu :compinchas:

 

 

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Que grande trabalho em Espanha!

Qualificas te sem problemas!

Força pó Euro!

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fizeste uma grande fase de qualificação

 

boa sorte para o europeu :compinchas:

 

Boa Sorte na França :compinchas:

 

Que grande trabalho em Espanha!

Qualificas te sem problemas!

Força pó Euro!

 

Muito obrigado aos três. :compinchas:

 

Aproveito também para dizer aqui que depois de sair do Valencia, já encontrei clube. É um clube italiano. Curiosamente, contactaram-me após o treinador deles ter ido para o Valencia, substituir-me. O clube foi fundado na última década do século XIX.

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