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Someone

[FM'10] Em busca do sucesso

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Vais para o rabo de Judas :mrgreen:

 

BS, aprecio a tua coragem ahah

 

Obrigado. ;)

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  • Les Bleus:
     
    Taça das Confederações:
     
    Fase de Grupos – Grupo A:
     
fasedegruposjogos.jpg


 
Estivemos bastante bem na Fase de Grupos. Começámos logo com uma excelente vitória sobre a Nova Zelândia, que foi humilhada com uma derrota de quatro golos sem resposta. Gostei bastante de Sakho, que esteve muito bem posicionado nos três golos que marcou, assim como gostei do golo de Benzema. Contra a Itália, apesar do aumento de dificuldade estivemos bastante bem, conseguindo uma vitória por duas bolas a zero. Giovinco fez um auto-golo, mas Benzema voltou a dar o gosto ao pé.
 
Na última partida, contra a Costa do Marfim, até começámos a perder, devido ao golo dos africanos, por Lacina Traoré. No entanto, a nossa resposta foi quase imediata. Quatro minutos depois do golo dos marfinenses, demos a volta com um golo de cabeça, de Sakho. Aos trinta e cinco minutos, voltámos a marcar, desta vez por Damien Le Tallec. Acabámos por colocar um ponto final na partida com o nosso terceiro golo, aos quarenta e sete minutos de jogo, por Moussa Sissoko.
 

classfasedegrupos.jpg


 
Acabámos no primeiro lugar do grupo. Lugar justíssimo, tendo em conta a maneira como jogámos nestas três partidas da fase de grupos. Fomos sem dúvida a melhor equipa deste grupo A. O nosso registo também é de louvar, pois marcámos nove golos, e sofremos apenas um, num total de três partidas.
 
Meia-Final:
 

meiafinal.jpg


 
Achei estranho após a fase de grupos, estarmos logo nas meias-finais mas pelo que parece, como não são muitas equipas, a Taça de Confederações não tem quartos-de-final, passando assim imediatamente para as Meias-Finais. De qualquer, quanto ao jogo, foi muito difícil. Não esperava que a equipa de futebol dos Estados Unidos da América fosse assim tão forte, mas mostraram ser uma grande equipa. O jogo em si foi muito, mas muito renhido, sendo que até os americanos marcaram primeiro, na primeira parte. Quanto à nossa resposta ao golo deles, surgiu já perto dos últimos dez minutos do jogo, por Yoann Gourcuff, que nos salvou de uma derrota quase certo.
 
No final dos noventa minutos, estávamos empatados, portanto fomos para prolongamento, no qual não conseguimos entrar na baliza dos americanos, mas pelo lado positivo, também não os deixamos entrar na nossa. Acabámos por ir parar à lotaria dos penáltis, na qual tivemos muita sorte, conseguindo a passagem para a Final.
 
Final:
 

final.jpg


 
Na final da Taça das Confederações, voltámos a enfrentar a Itália, selecção com a qual já tínhamos jogado na fase de grupos. Apesar de já termos jogado contra eles na competição, não esperava uma Itália tão fácil como a da última partida. E mostraram estar muito melhor, ao nosso nível, coisa que não haviam feito na última partida.
 
Chegámos primeiro à vantagem na partida, com um grande remate de Yoann Gourcuff de fora de área, aos sete minutos de jogo, num dos golos mais bonitos da competição. No entanto, o golo dos italianos surgiu passado alguns minutos, por Fernando Forestieri, excelente jogador cujo clube me viu recentemente partir. O jogo continuou empatado até ao intervalo, e do intervalo também assim continuou até quase aos sessenta minutos de jogo, quando Mario Balotelli, numa jogada individual espectacular, fez o segundo golo dos italianos, dando-lhes a vantagem. Felizmente a nossa resposta não tardou muito. Aos setenta e quatro minutos, Gignac marcou de cabeça, dando-nos o empate.
 
No fim dos noventa minutos, as equipas encontravam-se empatadas, portanto partimos para o prolongamento. Resolvi fazer algumas mudanças tácticas que se mostraram ser acertadas, pois dez minutos depois do início do prolongamento, Gignac voltou a marcar, colocando-nos novamente em vantagem, graças a uma excelente jogada colectiva de toda a equipa! A partir deste golo, continuámos a atacar mas estivemos muito mais cuidadosos defensivamente, e conseguimos manter o resultado até ao fim da segunda parte do prolongamento.
 
Ganhámos a Taça das Confederações!
 
Os objectivos da selecção francesa continuam a ser os mesmos que estabeleci no fim do Euro 2016, ou seja, assegurar a presença da França no FIFA World Cup 2018, e ir construindo uma selecção de qualidade até lá. Falta praticamente um ano até lá, e apesar de termos ganho a Taça das Confederações, acho que vão ser necessárias melhorias se quisermos ir longe no Mundial do próximo ano.

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Taça das Confederações quase imaculada. Aqueles penalties :estrelas:

 

Agora a sério, parabéns por esta vitória que foi merecidíssima pelos resultados e abre boas prespectivas para o Mundial.

 

KG :compinchas:

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Parabéns por mais uma taça :compinchas:

 

Obrigado. ;)

 

Taça das Confederações quase imaculada. Aqueles penalties :estrelas:

 

Agora a sério, parabéns por esta vitória que foi merecidíssima pelos resultados e abre boas prespectivas para o Mundial.

 

KG :compinchas:

 

Obrigado. :)

 

KG? Não percebi. :p

 

Parabéns por mais uma taça!

 

Obrigado, Saka. :)

 

Parabens por mais um titulo

 

Obrigado. :compinchas:

 

Too easy. :cool:

 

Ou não. :p

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Voltrex[' date=31 Outubro 2010 - 11:17 ' timestamp='1288567051' post='6204724]

Fácil é a palavra de ordem. :D

 

Não acho que foi fácil. Obrigado. :)

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  • Íþróttafélagið Fylkir:
     
    Transferências:
     
transferencia.jpg


 
As transferências de que não tratei são as que estão com cor vermelha. As restantes tiveram todas a minha participação nelas. Quanto às entradas, precisávamos de bons jogadores, que nos servissem para o presente, e para o futuro. Para tal, teríamos de contratar jogadores jovens de qualidade, obviamente, que também se encontrassem livres, para poupar nas finanças do clube.
 
O mercado no qual tenho mais conhecimento é a França, logo optei por começar a procurar aí. Contratei alguns jogadores que já conhecia por se terem destacado nas camadas jovens, outros a procurar dispensados de vários clube franceses, e acho que graças a isso, fizemos uma equipa de boa qualidade para a divisão que temos. Não reforcei a baliza pois temos em mãos o que muitos consideram ser o guarda-redes titular da selecção islandesa no futuro, que é óptimo guarda-redes. De resto, só Milos Pepdjonovic não é francês. É um lateral direito que foi dispensado do Valur na época passada e que chegou só no fim do mês de Julho, não disputando assim ainda qualquer partida pelo clube. Deverá retirar a titularidade ao actual titular.
 
Quanto aos nossos jogadores, apenas me alongarei na sua descrição se assim mo pedirem. Caso queiram alguma SS, basta pedirem também. De resto, falarei apenas brevemente de cada jogador contratado, tirando Milos.
 
David Poey é um lateral esquerdo francês de vinte anos, internacional sub-21. Foi dispensado do Lyon. Théo Portier é um extremo direito que também pode jogar como ponta-de-lança, tem vinte anos, e foi dispensado do AS Saint-Etienne. Timothée Antoine é um trinco de raiz, que pode jogar também como central ou como médio centro. Tem vinte e um anos, e também um internacional pelos sub-21. Foi dispensado do Bordeaux.
 
Jean-Charles Soulard é um central de vinte e um anos, dispensado do Nice. Tarek Bem Zid é um médio-centro tunisino, mas que já jogou pelos sub-21 da França. Tem vinte anos e foi dispensado do Grenoble Foot 38. Alioum Messi é um trinco que também pode jogar a médio-centro, de vinte e um anos. É internacional sub-21 pelos Camarões, possuindo também a nacionalidade francesa. Foi dispensado do Bordeaux.
 
Quanto às saídas, eram todos jogadores desnecessários no clube, inferiores em qualidade aos contratados, e as suas vendas foram necessárias para não gastarmos tanto dinheiro em salários, e assim reforçar a equipa devidamente. Acho que fizemos um plantel com qualidade.
 
2017 – Junho e Julho:
 

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VISA-bikar:
 
Na VISA-bikar, a nossa participação não foi longa, mas mesmo assim deu bem para o que esperávamos. O primeiro jogo para a VISA-bikar foi no meu segundo jogo no leme do clube, e acabou por ser a minha primeira vitória ao serviço do Fylkir. Ganhámos por uma bola a zero, com um bonito golo de Tarek Ben Zid aos vinte e seis minutos da partida.
 
Na eliminatória seguinte, acabámos por ser eliminados pelo Valur, actual campeão islandês, clube ao qual tínhamos ganho no jogo anterior a este, a contar para o campeonato. Infelizmente a sorte não nos sorriu nesta competição e fomos eliminados.
 
Úrvalsdeild:
 
No primeiro jogo do campeonato, que foi também o meu primeiro jogo à frente do clube, defrontámos o Keflavík. O jogo acabou empatado a duas bolas mas para mim considerei uma excelente estreia, considerando o momento de forma da equipa até eu ter chegado aqui. Théo Portier e Soulard fizeram os dois golos pela nossa equipa na primeira parte, enquanto que Hjálmar pórarinsson bisou pelo Keflavík na segunda parte, empatando a partida. No jogo seguinte defrontámos o Valur, o campeão islandês da época passada. Sofremos um golo logo aos dois minutos, o que previa talvez um mau jogo da nossa parte, mas mostrámos ser uma equipa de boa qualidade ao empatar, cerca de vinte minutos depois, por Théo Portier. Aumentamos a vantagem um quarto-de-hora depois, por Óskarsson, e acabámos por conseguir manter o resultado até ao final da partida, conseguindo assim a primeira vitória para o campeonato.
 
Seguiram-se três jogos nos quais arrecadámos duas vitórias e um empate, contra o Grindavík, contra o Fimleikafélag Hafnarfjarðar e contra o Íþróttabandalag Vestmannaeyja. Contra o primeiro demos a nossa primeira goleada, se é que assim se pode considerar, comigo à frente do clube. Ganhámos por três bolas a zero, com golos de Eggert Sigmundsson, Théo Portier e Jean-Charles Soulard. No jogo seguinte, Albert Brynjar Ingason deu-nos os três pontos. No último jogo destes três, empatámos contra o Íþróttabandalag Vestmannaeyja, numa partida muito difícil. Chegámos primeiro a vantagem, logo aos dois minutos, com um golo de Ingason, mas dois do nosso adversário aos vinte e dois e cinquenta e cinco minutos colocaram-nos em risco de perdermos. Perto do final da partida, tivemos um golo mal anulado, que nos daria o empate. No entanto apesar desse golo mal anulado, conseguimos dar a volta no tempo de compensação, com um golo de cabeça de Soulard.
 
Seguiram-se três vitórias contra o Fram (ISL), o þróttur, e o ÍA. Contra o Fram (ISL), Ingason bisou e Sigmundsson fez o golo restante. No jogo seguinte, Sigmundsson voltou a marcar, enquanto que Portier fez o segundo. Para terminar, contra o ÍA, Sigmundsson marcou novamente, enquanto que Jóhannesson fez o último golo da partida, dando-nos a vitória.
 

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Em dois meses, levei uma equipa do último lugar da tabela classificativa, que era a candidatada mais provável à descida, ao terceiro lugar, não perdendo ainda para o campeonato desde que cheguei ao clube, vencendo todos os jogos excepto dois que terminaram em empate. Melhor começo para um clube com as condições deste é impossível. Acho que começámos muito bem, e ficarei contente se aqui permanecermos até ao fim desta época, que terminará no final do mês de Setembro.
 
No próximo mês de Agosto abrirá o mercado de transferências, para transferências entre clubes. Podem esperar algumas saídas e algumas caras novas. Quanto a jogos, teremos cinco para disputar no próximo mês. Dos clubes que iremos enfrentar, apenas irei mencionar dois, os que considero mais difíceis: o Fjölnir, que se encontra em segundo lugar do campeonato, e o ÍR, que se encontra no quinto lugar.

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Bons meses

força

 

Tu fazes a diferença em cada clube que passas

Bons meses :handclap:

 

Campeão já este ano? :mrgreen:

 

Obrigado a todos. :compinchas:

 

Pedrovsky, pensava quando cheguei aqui que seria impossível mas de momento estamos muito perto. A continuar assim, talvez sejamos.

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  • Íþróttafélagið Fylkir:
     
    Transferências:
     
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Em Agosto abriu o mercado de transferências entre clubes, e aproveitámos e reforçámos novamente o plantel. Resolvi também procurar melhor e trouxemos vários jogadores sem clube, jovens, e com muita qualidade, que é exactamente o que queríamos. Não houve qualquer saída, no entanto, só estas entradas.
 
Começo por analisar os jogadores que contratámos a outros clubes. Daouda Diabaté é um trinco que também pode jogar como médio-centro. Ainda não tem qualidade para ser titular mas é sem dúvida um dos jogadores mais promissores do plantel. Tem dezanove anos, é costa-marfinense, e veio do US Montagnarde.
 
De seguida chegou Hüseyin Çiçek, vindo do Rupel Boom. É um ponta-de-lança francês, ainda jovem, com os seus vinte e dois anos. Não foi internacional pela França em nenhuma ocasião. Antes do Rupel Boom, foi jogador do Olympique Lyonnais. Falando já das oportunidades dele até ao final da época, fiquei desapontado com as exibições dele.
 
Quanto a Patrick Horzer, o único jogador contratado a um clube pelo qual gastámos dinheiro, embora uma quantia muito pequena, de cinquenta e cinco euros. É um defesa-central austríaco de vinte e seis anos, formado no GAK até se ter mudado para a equipa do Post. Foi titular várias vezes aqui no Fylkir até ao fim da época e jogou bem.
 
Falta falar então de Kouassi Koné, o último jogador a chegar no mercado de transferências de Agosto. É um central costa-marfinense, de vinte e dois anos, com qualidade e potencial. Deverá estar pronto para ser titular na próxima época.
 
Falando agora dos que chegaram sem clube, Mickaël Blanchard é um médio ofensivo, que também pode jogar como ponta-de-lança. Tem vinte anos, e é francês. Nunca foi internacional pelos sub-21 até ao momento mas foi titular nos sub-19, que foi aí onde dei conta dele. Foi formado no Grenoble.
 
Os outros dois jogadores, são ambos portugueses, jogadores de qualidade, e também tem ambos muito potencial. Miguel é um nº 10 de 21 anos, e internacional sub-21, que também pode jogar como médio centro, e é agora a estrela do plantel por assim dizer. Nascido no Brasil mas com pais portugueses, Miguel foi formado no Flamengo, e após se destacar lá, foi vendido ao Liverpool, por 1,8 milhões de euros. Acabou por ser dispensado do clube inglês e ficou alguns meses sem clube, até ter decidido assinar por nós.
 
Quanto ao outro português, o seu nome é António Fonseca. É um ponta-de-lança de dezanove anos e é internacional por Portugal, nos sub-19. É talvez o nosso melhor ponta-de-lança até ao momento, o que me agrada bastante. Foi formado no Leiria e passou por lá as últimas três épocas, até que foi dispensado. Já seguia este jogador à algum tempo, pois tinha-me sido recomendado por alguns olheiros, e aproveitei a sua dispensa para o contratar. Fica assim fechado o nosso plantel. Caso queiram alguma SS dos jogadores, avisem.
 
2017 – Agosto e Setembro:
 

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Úrvalsdeild:
 
No último jogo de Julho, tínhamos ganho por duas bolas a zero contra o Íþróttabandalag Akraness, mas infelizmente não conseguimos fazer o mesmo contra o Íþróttafélag Reykjavíkur, e o jogo acabou por acabar empatado a uma bola. Seguiu-se o Fjölnir, segundo classificado na tabela classificativa na altura do jogo, e fizemos uma exibição de grande qualidade, vencendo-os por dois bolas a zero. Guomundsson e Kristjánsson, os dois médios-centro titulares, fizeram os golos da vitória. No jogo seguinte defrontámos o Keflávik, que derrotámos com um único golo, de António Fonseca, aos setenta minutos da partida.
 
Seguiram-se três jogos nos quais arrecadámos três vitórias, contra o Knattspyrnufélag Akureyrar, o Íþróttafélag Reykjavíkur, e contra o Grindavík. Contra os primeiros, ainda tivemos algumas dificuldades, mas uma grande exibição de Miguel da Silva deu-nos a vitória. Miguel fez o primeiro golo da partida com um grande remate de longe, aos quarenta e cinco minutos do jogo, mesmo antes do intervalo. Na segunda parte, Etogo cobrou um penalti e fez o golo do empate. Respondemos ao golo deles três minutos depois, com mais um grande golo de Miguel. Miguel completou um hat-trick quando cobrou um penalti aos oitenta minutos, mas o KA voltou a marcar alguns minutos depois. Felizmente, mantivemos a vantagem e ganhámos o jogo. Na partida seguinte, contra o ÍR, tivemos em grande forma, conseguindo uma vitória fácil por três bolas a zero. António Fonseca, Blanchard, e Helgason foram os autores dos golos. Na última partida destas três, contra o Grindavík, tivemos algumas dificuldades mas acabámos por ganhar. António Fonseca inaugurou o marcador aos quatro minutos de jogo, com um golo de cabeça, mas Guonasson empatou para o Grindávik vinte minutos depois. Théo Portier, nos minutos de desconto da primeira parte, fez o que viria a ser o último golo da partida, pois o resultado permaneceu inalterado até ao fim do jogo.
 
O jogo seguinte era praticamente o jogo do título. O clube que ganhasse este jogo, muito provavelmente, seria o campeão. Na altura deste jogo, estavamos em segundo lugar, com os mesmos pontos do Valur. Helgason, antes do jogo, tentou motivar a equipa e os adeptos, dizendo que teríamos de dar tudo por tudo, para vencer o Valur, e assim seríamos certamente campeões, apesar dos jogos que faltavam. Mas infelizmente, não fomos capazes de vencer o Valur. O jogo foi renhido, mostraram ser um pouco melhores que nós, e ganharam por uma bola a zero. O resultado desmotivou um bocado a equipa, pelo que se pode ver nos jogos seguintes.
 
Faltando três jogos para o fim do campeonato e estando ainda o campeão por decidir, apesar do tal jogo do título já ter acontecido, se ganhássemos ao ÍBV, ainda tínhamos hipóteses de sermos campeões. Até chegámos primeiro ao golo, por Blanchard, mas cinco minutos depois, eles empataram. E acabou aí o sonho. No jogo seguinte, perdemos pela segunda vez no campeonato desde que cheguei ao clube, perdendo o segundo lugar para o FH, sendo que tínhamos os mesmos pontos. No último jogo da época, tanto nós como o FH ganhámos, portanto, por terem mais sucesso nos jogos entre ambas as equipas, ficaram em primeiro lugar.
 

classfinal.jpg


 
Estou um pouco desapontado por não termos conseguido ser campeões, mas apesar da excelente época que fizemos desde a minha chegada, deu para ver que ainda não temos equipa para sermos campeões. É preciso trabalhar mais, reforçar a equipa talvez, tentar outra abordagem táctica. De qualquer maneira, isso fica para a próxima época pois esta já acabou. No geral, estou satisfeito. Assinei pelo Fylkir dia 4 de Junho de 2017, e em aproximadamente meio ano, levei uma equipa destinada à descida à ser uma das surpresa do campeonato, e a lutar pelo título. Portanto acho que fiz mais do que suficiente para provar que fui uma boa escolha do Fylkir para treinador.
 
Destaco também que com este terceiro lugar, consegui o apuramento para as eliminatórias da Liga Europa. Resta esperar que não nos calhe um adversário difícil logo na primeira eliminatória.
 
Quanto à equipa, toda ela está de parabéns, não era possível chegar aonde chegámos em tão pouco tempo e sem trabalho de pré-época, sem o esforço deles. Agora é trabalhar para que na próxima época estejamos melhores!

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