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Victarion

[Núcleo] Serie A

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Mas não era o AC Milan que tinha as finanças um bocado em baixo também? E agora de repente já têm dinheiro para a contrução de um estádio novo? :estrelas:

 

48.000 lugares, avaliado em cerca 335M de euros.

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A Salernitana está de regresso á Serie B.

 

Parabéns a este clube histórico que está a renascer das cinzas e que ainda há 4 anos andava na Serie D.

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Mas não era o AC Milan que tinha as finanças um bocado em baixo também? E agora de repente já têm dinheiro para a contrução de um estádio novo? :estrelas:

 

Bancarrota não digo, sem investimento e com um buraco de 91M eu diria que sim. O Berlusconi ja nao investe para reforços e este ano a Finivest que controla o Milan tapará o buraco criado pela ma gestao dos ultimos anos. No entanto, para o estadio estará disposto a entrar com parte do dinheiro, sendo que uma grande parcela (diria 2/3) virá de investidores que a Barbara Berlusconi conseguiu arranjar. Esta fez um grande trabalho para que o estadio seja possivel. Este foi o primeiro sim, e há ainda varias coisas a confirmar para que o estadio seja construido. Mas é o inicio.

 

O estadio tem 48000 lugares, com possibilidade de se construirem mais lugares de modo a que cumpra os requisitos para acolher uma final da champions. Quanto ao design, até gosto, mas realmente tem muitas areas extra-estadio que será para rentabilizar a zona com comercio entre outras coisas de modo a que o clube consiga gerar mais dinheiro. Um pouco, como fazem hoje em dia todos os clubes que constroem estadios novos e que tanto lucro tem dados por exemplo a clubes alemaes.

 

 

A Salernitana está de regresso á Serie B.

 

Parabéns a este clube histórico que está a renascer das cinzas e que ainda há 4 anos andava na Serie D.

 

Vamos Lolito, mais uma subida e terás duas equipas na Serie A

 

PS: Li por qualquer lado que se a Salernitana subir a Serie A, poderá haver conflito de interesses e que provavelmente Lolito terá que abdicar da Salernitana

Editado por George Kaplan

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Jose Mauri pode ser reforço do Atletico de Madrid por 20M. Boa ajuda para o Parma

 

 

Entretanto...Lopetegui apontado ao Milan....

Editado por George Kaplan

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Jose Mauri pode ser reforço do Atletico de Madrid por 20M. Boa ajuda para o Parma

Entretanto...Lopetegui apontado ao Milan....

Como conseguem vender o Jose Mauri por 20M estando na situação que se conhece?

Qual é a lotação ou requisitos mínimos para o futuro estádio receber uma final europeia?

 

Isso do Lopetegui é verdade? :lol:

 

Vi ontem uma notícia qualquer no maisfutebol que os jogadores tavam "fechados" em Milanello por tempo indeterminado.

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Como conseguem vender o Jose Mauri por 20M estando na situação que se conhece?

Qual é a lotação ou requisitos mínimos para o futuro estádio receber uma final europeia?

 

Isso do Lopetegui é verdade? :lol:

 

Vi ontem uma notícia qualquer no maisfutebol que os jogadores tavam "fechados" em Milanello por tempo indeterminado.

 

 

A noticia saiu em Espanha. Talvez nao saibam bem a situaçao do Parma por cá ou o Atletico quer antecipar-se a Juve e Milan que têm fechado o cerco ao jogador. Mas é estranho.

A lotaçao acho que é no minimo 50000 lugares, embora Platini tenha dito em entrevista que preferia capacidades bastante superiores

 

Lopetegui saiu hoje como possível treinador de Mr. Bee. Este está na linha da frente para comprar o clube e tem por trás de si o Doyen Sports. Lopetegui segundo dizem pertence ao fundo e por isso deverao ter lançado a noticia. Eu nao acredito que seja ele o futuro treinador

 

Quanto aos jogadores estarem em retiro é verdade. Inclusive muitos deles tentaram convencer o Milan a retirar o ''castigo'' ja que pouco há para salvar da temporada, mas foi rejeitada

Editado por George Kaplan

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Jose Mauri pode ser reforço do Atletico de Madrid por 20M. Boa ajuda para o Parma

 

 

Triste notícia, gosto muito dele.

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`Subbuteo` renasce em força

O «futebol na ponta dos dedos», slogan que marcou uma época, está de volta, numa onda retro e nostálgica que tomou Itália de assalto ao ponto de já se somarem 65 clubes e mais de um milhar de jogadores do ‘Subbuteo’, jogo que encantou gerações nos anos 70 e 80.

 

Três clubes em Roma, dois em Milão e outros tantos em Turim: não, não falamos da Serie A, mas de um jogo que seduziu (e ainda seduz) muitos, de todas as idades, como dá conta esta segunda-feira o diário desportivo italiano Gazzetta dello Sport.

 

«Temos praticantes com 7 e 8 anos, mas a maioria está entre os 40 e 50 anos. Há clubes também no Piemonte, Lombardia, Campania e Sicília. A nossa meta é chegar aos três mil membros», afirma o presidente da Federação Italiana de Jogos de Mesa, Giuseppe Battaglia, orgulhoso.

 

Depois de, no último Mundial deste popular jogo, disputado em seis diferentes escalões individuais e outros tantos coletivos, a Itália ter arrecadado 19 títulos, é no país da bota que terá lugar a próxima edição da grande prova, em San Benedetto del Tronto (Ascoli), de 11 a 13 de setembro.

 

«Esperamos a presença de 25 seleções, pelo menos. Além de Itália, Bélgica, Malta e Grécia estão assegurados, e quase estão também equipas nacionais dos Estados Unidos da América, Brasil, Austrália e Malásia», revelou Giuseppe Battaglia.

 

Importa referir que constituir uma equipa pode custar «entre 100 e 120 euros» e que o desportivismo é pilar das provas: «Há multas e desclassificações, no limite», concluiu.

 

Como tantos ícones e referências das décadas de 70 e 80, e numa altura em que a nostalgia e a onda retro se alargam em sinais dos mais variados quadrantes, o ‘Subbuteo’ está de volta. E em força. Se é que alguma vez saíra de moda ou caíra em desuso. «Tirámos muitos rapazes da má vida, dos salões e dos clubes de má-reputação», concluiu Giuseppe Battaglia.

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Citação do jornal "Record" online

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De Jong diz que Inzaghi não é digno de treinar o Milan
MÉDIO RESPONDE À LETRA A ACUSAÇÃO DO TÉCNICO

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O ambiente está de cortar à faca no Milan, com o foco agora no relacionamento entre o treinador e jogadores, que estão em rotura depois de acontecimentos no final do jogo em Udine, no sábado.

Segundo alguns meios de comunicação social italianos, em pleno autocarro, Filippo Inzaghi acusou os futebolistas de não serem dignos da camisola do Milan, obtendo resposta à altura.

O holandês Nigel de Jong, um dos que mais defendeu a continuidade do treinador do cargo apesar dos maus resultados, foi contundente. "Aqui, quem não é digno és tu. Tu é que não mereces ser treinador do Milan", terá respondido o médio, apoiado por vários companheiros de equipa.

Apesar da tensão, a situação ficou por ali, mas é dado adquirido que Inzaghi não continuará no cargo após final da temporada, até porque se incompatibilizou também com o administrador delegado Adraino Galliani, protagonizando um incidente com o homem de confiança de Silvio Berlusconi, também após a derrota diante da Udinese.

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Uishhh

 

 

Milan e Roma, casas a arder :carinhoso:

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Carpi subiu á Serie A.

 

Parabéns.

 

62 - Carpi will be the 62th team to play in the Italian SerieA. Promoted.

Editado por Mary

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Quem é o jogador ao lado direito do Di Gaudio?

 

È o Riccardo Gagliolo, lateral esquerdo.

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Depois de desprezar o futebol, o fascismo também interferiu no rumo dos clubes italianos

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Em 28 de abril de 1945, a Itália já tinha sido conquistada pelos Aliados. Um passo fundamental para a derrocada do Eixo na Segunda Guerra Mundial, que teve um acto bastante simbólico naquele dia: capturado na véspera, Benito Mussolini foi executado pelos partisans comunistas, segundo a história oficial, e teve o seu corpo exposto em praça pública. Há exactos 70 anos, os italianos definitivamente não precisavam mais temer a figura de Il Duce ou os anos de repressão e sangue impostos pelo fascismo.

 

Mussolini permaneceu no topo do poder em Itália de 1922, quando assumiu como Primeiro Ministro, até 1943, destituído e preso pela monarquia. Durante estes 21 anos, o Duce interferiu em todos os sectores da sociedade italiana, inclusive no futebol. E se a história mais relembrada é sobre a forma como o líder se aproveitou do bi-campeonato mundial da Azzurra para promover o seu regime ditatorial ao mundo, antes disso ele tentou relegar o futebol em Itália à pequenez.

 

Mussolini desaprovava as raízes inglesas do futebol e tentou impor uma modalidade genuinamente nacional: a Volata, inspirada no medieval Calcio Fiorentino. Apesar da propaganda do regime e da filiação de mais de 100 clubes na liga nacional, a Volata deixou de ser apoiada pelos fascistas em 1933 e teve o seu campeonato extinto em 1939.

 

A origem de gigantes italianos no fascismo

 

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Ainda nos anos 1920, Mussolini percebeu que seria impossível acabar com a paixão dos italianos pelo futebol. E, por mais que não fosse exactamente um grande fã da modalidade, tentou usá-la a seu favor, obviamente. Durante o final da década, o regime lançou as suas mãos sobre a Prima Divisione. O seu projeto visava criar um campeonato verdadeiramente nacional, com clubes de várias regiões, e não concentrado em apenas algumas cidades do norte do país. Assim, as mensagens do fascismo poderiam espalhar-se com mais facilidade por toda a Itália.

 

Então, o regime passou a agir sobre os próprios clubes de cidades estratégicas. A fusão de Naples e Internazionale-Naples criou o actual Napoli em 1926, mesmo ano em que Firenze e Libertas deram origem à Fiorentina. Porém, o processo mais intenso aconteceu em Roma. Na época, a capital possuía quatro equipas competitivas, mas sem se aproximar do nível das principais forças nacionais. De início, pensou-se em unir todas elas, antes de manterem o dualismo comum em Milão ou Turim. Adepto e dirigente do clube, o general Giorgio Vaccaro ajudou a preservar a Lazio, clube romano mais popular da época. Já Alba Audace, Fortitudo e Roman fundiram-se para originar a Roma em 1927. Na foto que abre o texto, inclusive, Mussolini aparece nas bancadas a assistir ao segundo Dérbi da Capital da história.

 

Mesmo os clubes mais tradicionais sofreram com a interferência do fascismo. O Internazionale tinha dois títulos nacionais quando passou pelas mudanças. Primeiramente sobre o nome “estrangeiro”, transformado em Ambrosiana. Além disso, pela própria absorção da US Milanese, terceira força de Milão na época e primeira rival do Milan. Uma união abençoada pelo secretário do partido fascista e que rendeu o primeiro título logo na temporada seguinte. Em 1945, com o fim da Segunda Guerra, o Inter recuperou o seu nome original, enquanto a Milanese tentou ressurgir como uma equipa independente, sem sucesso. Já em Gênova, a rival do Genoa passou a ser a Dominante, reunindo Andrea Doria, Sampdierdarenese e Corniglianese – que depois se separaram e, as duas primeiras, criaram a Sampdoria em 1946.

 

A criação do campeonato nacional, a Serie A

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Depois da reestruturação dos clubes, o grande passo do regime de Mussolini no futebol aconteceu em 1929/30. Naquele ano, surgiu a Serie A: o Campeonato Italiano deixou de ser regionalizado (como era desde 1905, com diferentes formatos ao longo dos anos) para ganhar o formato actual, com uma primeira divisão nacional em pontos corridos. A deixa também para que vários clubes, especialmente do norte do país, desaparecessem. Ao longo de mais de três décadas, o futebol tinha-se disseminado por cidades industriais e portuárias, com diversas equipas locais – Milão já tinha sido representada por nove clubes no campeonato; Turim, por oito. Equipas reduzidas drasticamente a partir dos anos 1920, sob a influência dos fascistas.

 

Na década de 1930, somente Milão, Turim, Roma e Gênova contaram com mais de um clube na primeira divisão – e nenhuma cidade teve mais de dois representantes na elite durante o fascismo. Se em 1929/30 os únicos clubes do centro-sul eram Livorno, Roma, Lazio e Napoli, a partir de então outros clubes começaram a disputar a elite com frequência, como Palermo, Bari, Fiorentina e Lucchese. Por outro lado, a concentração de clubes nas regiões de Piemonte e Lombardia (de Turim e Milão) diminuiu de maneira significativa. Clubes como o Pro Vercelli (dono de sete títulos nacionais até 1922) e Casale nunca mais apareceram na Serie A.

 

O novo campeonato também facilitava o projeto do regime de Mussolini em relação à Azzurra. O fascismo tentava sediar o Campeonato do Mundo desde 1930, boicotando a primeira edição pela nega da FIFA e recebendo o torneio quatro anos depois. A Serie A nacional dava a sua contribuição na formação da seleção, com uma elite de jogadores mais concentrada e baseada em poucos clubes. Além disso, a abertura de portas aos oriundi (jogadores nascidos em outros países, mas com ascendência italiana) tornou a equipe de Vittorio Pozzo ainda mais forte.

 

O futebol italiano chega ao topo do mundo

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Em 1934, com atletas cedidos por oito clubes da Serie A, em especial da Juventus, a Azzurra conquistou o Mundial. Uma campanha que recebeu atenção especial de Mussolini. Já em novembro daquele ano, Il Duce desprendeu atenção especial sobre o amigável contra a Inglaterra, que definiria o “verdadeiro campeão do mundo”. O ditador ofereceu um Alfa Romeu a cada jogador pela vitória e pediu informações constantes sobre o jogo durante a sua viagem à Suíça. Contudo, os italianos por muito pouco perderam a oportunidade da vitória inédita sobre os “pais do futebol”: numa partida violentíssima que ficou conhecida como a Batalha de Highbury, a Azzurra perdeu por 3-2, após sofrer três golos em 12 minutos.

 

Àquela altura, o futebol já atendia as demandas de Mussolini. E a consolidação aconteceu em 1938, com o bi-campeonato mundial em França – quando o ditador enviou o seu famoso telegrama “Vincere o morire!” ao capitão Giuseppe Meazza, antes da final contra a Hungria. Com a iminência da Segunda Guerra Mundial, o Duce passou a preocupar-se mais com os assuntos militares. Mesmo assim, o seu regime teria interferido por uma última vez no futebol, no penúltimo Scudetto antes que a Serie A fosse interrompida pela guerra. Existem rumores de que a ditadura teria beneficiado a Roma no seu primeiro título nacional, em 1941/42, através das arbitragens. Por mais que Mussolini tivesse a sua imagem ligada à Lazio, da qual se tornou sócio em 1929, a vitória da Roma seria importante num momento no qual a Itália definhava na guerra: evocaria o mito do Império Romano. Em vão.

 

A derrocada de Mussolini e da Itália fascista na Segunda Guerra, indiretamente, influenciou o surgimento de duas potências do Leste Europeu. Algumas das principais derrotas italianas aconteceram na futura Iugoslávia, onde a resistência era comandada por Josip Broz Tito. Duas importantes organizações militares locais deram origem ao Partizan Belgrado e ao Estrela Vermelha no pós-guerra. Já em Itália, o fim do fascismo significou maiores liberdades para os clubes locais, que desfrutaram de uma significativa abertura de fronteiras a partir da década de 1950, longe das amarras do nacionalismo. Ainda que a estrutura dos clubes em si e a distribuição de forças pelas cidades do próprio país, ainda continuem a corresponder às determinações do Duce durante o seu poder.

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Ist vai dar Bologna e Frosinone/ Vicenza

Acreditas que o Milan chega à Europa? Podiam ganhar hoje

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Acreditas que o Milan chega à Europa? Podiam ganhar hoje

 

Nao acredito. Pouco futebol para ganhar e o calendario nao é facil. Por outro lado, melhor outra epoca fora das competiçoes europeias para nao ter que levar com o Inzaghi mais um ano. Nao vá o diabo tecê-las... :mrgreen:

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Nao acredito. Pouco futebol para ganhar e o calendario nao é facil. Por outro lado, melhor outra epoca fora das competiçoes europeias para nao ter que levar com o Inzaghi mais um ano. Nao vá o diabo tecê-las... :mrgreen:

Visto por esse prisma, é melhor como dizes :mrgreen:

Cheira-me que o próximo treinador será na senda do Inzaghi e Seedorf. Ex jogadores e com pouca experiência. Espero estar redondamente enganado.

 

O Milan precisa de um investimento como fez no primeiro ano do Conte na Juventus.

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