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Victarion

[Núcleo] Serie A

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Diziam o mesmo do Vidal no Verão passado...

 

Mas tens razão, SE ele quiser mesmo sair ninguém o vai impedir mesmo tendo contrato até 2019.

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Citação do jornal "Record" online

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Milionário tailandês assegura acordo para investir no Milan
BEE TAECHAUBOL QUER RECOLOCAR MILANESES NO TOPO

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O primeiro passo para o futuro do Milan foi dado este sábado com uma reunião entre Silvio Berlusconi e o empresário tailandês Bee Taechaubol, da qual saiu um entendimento, devendo ambos juntar-se para construir o novo Milan, com Berlusconi a ficar com 51 por cento das ações e a manter-se como presidente.

No final, Berlusconi elogiou o novo parceiro: “A minha preocupação é que o Milan volte a ser protagonista em Itália, na Europa e no Mundo. Encontrei em Mr. Bee [apesar de se ter enganado e ter referido Mr. Lee n.d.r.] uma pessoa séria que respeitou todos os detalhes para se chegar a acordo”. Já Mr. Bee diz-se orgulhoso: “Devo agradecer ao presidente a oportunidade. É uma grande honra fazer parte da família Milan, o maior clube do Mundo. Vou voltar à Tailândia e regressarei para fecharmos todos os pormenores.”

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por favor tragam o Milan de volta ao topo. Merecem :compinchas:

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Cheira-me que será um acordo para vender o Milan nos proximos anos ao Mr. Bee.

 

Para já fala-se que Mr. Bee entrará com 100M para reforços e ainda um par de emprestimos por parte da Doyen.

 

Fala-se em Falcão, Kondogbia, Guilavogui, Brahimi entre outros mais jovens como Gabriel Barbosa, que poderiam chegar por emprestimo bi-anual.

 

Este acordo, tem toda a pinta de ser uma tentativa de Berlusconi em tentar sair por cima. Com uma serie A e um lugar na champions entre os melhores. No entanto, algo assim custará a sacar depois do buraco em que nos fomos colocar

 

Para treinador fala-se com insistência em Emery, embora o CIty tb o tenha referenciado e ao que parece ''apalavrado''

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Tudo isso será em vão se não escolherem um treinador em condições. Até mesmo esta época até tinham equipa para mais. O Emery parece-me uma boa opção mas não o conheço a 100%.

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uma defesa toda nova é precisa para o Milan. Do meio campo para a frente dois ou três jogadores de qualidade inegável devem chegar.

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Sinceramente acho que o maior problema do Milan é o meio-campo. Apenas Bonaventura demonstrou ritmo para jogar em alta rotação. De Jong por muito bom que seja, falha na cosntrução. o resto venderia tudo pro 10 euros

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Poli, Montolivo, Honda e Ginkel por menos de 10€ era óptimo biggrin.gif

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Honda desde que chegou ao Milan pouco demonstrou. Marcou vários golos, mas de resto é pouco importante. Alem que joga numa posição mais avançada principalmente porque não tem capacidade vencer os meios-campos físicos que há por Italia. Para nao falar que na serie A, tens que ser muito rapido de raciocínio ou ter uns ''pés'' como Pirlo para segurar a bola de modo a triunfar. Honda, nem uma coisa, nem a outra. Montolivo como está pouco serviria ao Varese. Mas este ainda dou uma chance de recuperar da lesao e voltar a ser um jogador importante. Van Ginkel é do Chelsea, mas se o que ele vale é o que tem demonstrado em Milão, nunca chegará a calçar no Chelsea. Poli é um jogador jeitoso, para equipas do meio da tabela ou para jogar a espaços. É muito curto quando é necessario segurar a bola ou jogar um futebol de controlo de bola. Para andar a correr atras dela serve, e até aparece bem na área adversaria, mas nao faz a diferença. Os outros como Muntari e Essien é melhor nem comentar

Editado por George Kaplan

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O plantel do Milan precisa de uns ajustes, mas tem uma boa base de trabalho. Um treinador competente não terá dificuldades em colocá-los a lutar por um lugar na Champions, pelo menos...Jesus, Emery, Montella são tudo bons nomes.

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O Pro Vercelli venceu o Crotone e saiu dos lugares do Playout...era excelente não terem que jogar isso

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O Pro Vercelli venceu o Crotone e saiu dos lugares do Playout...era excelente não terem que jogar isso

 

Têm calendario lixado.

 

Duas saidas a concorrentes directos como o Ternana e o Trapani e em casa levam com o Bologna

 

Entretanto o Teramo junta-se à Salernitana na subida directa, faltando apenas uma subida directa que será uma entre Novara e Bassano. A quarta equipa sairá do PO

Editado por George Kaplan

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Pirlo disse que caso a Juve vença a Liga dos Campeões, sairá para ir jogar para fora de Itália.

 

Então que o faça, seria muito bom sinal tanto para a Juve que seria campeã europeia, como para ele que sairia por cima.

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Emiliano Mondonico

 

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Títulos? Pouquíssimos. Trabalhos nos gigantes italianos? Nenhum. E em clubes médios? Apenas três. Mesmo assim, o treinador Emiliano Mondonico foi um dos mais marcantes nas Séries A e B em mais de três décadas de actividade, nas quais construiu uma verdadeira relação de afecto com quase todos os adeptos dos clubes que representou – e não só: com a sua simpatia, é bem apreciado pelos amantes do futebol italiano e pelos que gostam de ver os milagres dos pequenos. Mondonico é, também, o recordista de subidas da Serie B à Serie A, com cinco.

 

Como jogador, Mondo, como é carinhosamente chamado, não teve uma carreira brilhante. Lateral de origem, ele construiu quase toda a sua carreira na Cremonese, clube da província em que nasceu, e teve curtas passagens por Torino, Monza e Atalanta – com excepção do Monza, equipas que viria a treinar com sucesso anos depois. Pela equipa de Cremona, conquistou um título da Serie D e outro da C. Na Serie A, jogou apenas 16 vezes, com as camisolas do Toro e da Atalanta. Sem problemas: ao longo da sua vida, Mondonico mostrou ser um homem perfeito para as divisões inferiores e para a superação de barreiras.

 

Depois de se retirar, aos 32 anos, o bigodudo Emiliano Mondonico assumiu instantaneamente o cargo de treinador dos juvenis da Cremonese, o qual ocupou até meados da temporada 1981-82, quando substituiu Guido Vincenzi, treinador da equipa principal, a seis jornadas do fim da Serie B. Na sua primeira experiência como treinador de uma equipa profissional, sucesso: conseguiu manter os grigiorossi na segunda divisão, à frente de oito equipas, mas apenas com um ponto de vantagem sobre o Rimini, que acabou por descer.

 

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O feito fez com que o presidente Domenico Luzzara – o maior dirigente do clube de Cremona, com 35 anos no cargo – efetivasse Mondonico como treinador da equipa principal. A aposta deu certo: Mondo conduziu a equipa a uma temporada muito boa, iluminada pela promessa Gianluca Vialli. Os grigiorossi ficaram com a terceira posição na Serie B, atrás de Milan e Lazio, e tiveram de decidir com Catania e Como, que terminaram empatados em pontos, quem subiria para a primeira divisão. Em três jogos-desempate, o Catania foi melhor, único que conseguiu vencer – a Cremonese ficou em dois 0-0. Na temporada seguinte, porém, veio a alegria: a equipa voltou a ficar com o terceiro lugar, mas desta vez conseguiu subir. A festa em Cremona foi enorme, afinal o clube não jogava a Serie A há 54 anos, desde os primórdios do torneio – a Cremonese foi um dos clubes fundadores da competição, em 1929.

 

Para a disputa da Serie A, em 1984, o clube não contaria com Vialli, negociado com a Sampdoria. Para tentar minimizar a saída da estrela da companhia, o presidente Luzzara deu a Mondonico as contratações do experiente central polaco Wladyslaw Zmuda e do avançado brasileiro Juary, mas não foi suficiente: a equipa foi a lanterna vermelha do campeonato, juntamente com a Lazio. Mondonico contava com o apoio da direcção e não foi demitido. Pelo contrário, permaneceu no clube por mais uma temporada, na qual não conseguiu a subida.

 

O Como, que voltava a aparecer na Serie A nos anos 1980, deu a Mondonico a oportunidade de comandar o plantel no seu terceiro ano consecutivo na elite. O treinador fez um bom trabalho pelos lariani, levando a equipa à 9ª posição, e a uma salvezza com alguma folga. A equipa marcava pouquíssimos golos (foram 16 em 30 jogos), mas também sofria pouco (20 em 30). Curiosamente, Mondo não permaneceu e muito menos acertou com um clube mais bem classificado na tabela: foi contratado pela Atalanta, que tinha sido rebaixada à Serie B, mas que, por ter sido finalista na Coppa Italia (ante o Napoli, que também foi campeão italiano), jogaria a Taça das Taças.

 

Em Bérgamo, Mondonico realizou um dos seus melhores trabalhos. O ano não começou bem para o clube nerazzurro, que foi eliminado da Coppa Italia, tropeçou na primeira mão da Taça das Taças frente ao Merthyr Tydfil, clube amador galês, e acumulou apenas três vitórias nas primeiras jornadas da Serie B. No entanto, o treinador foi mantido, a maré mudou, e se a Atalanta parecia uma equipa pouco confiável, agora brilhava.

 

Comandada pelo médio sueco Glenn Peter Strömberg, pelo médio Valter Bonacina e pelo avançado Oliviero Garlini, a equipa orobica subiu de produção e chegou às meias-finais da Taça das Taças, depois de bater o Sporting de Lisboa. A Atalanta caiu para a equipa que seria campeã: os belgas do Mechelen, do guarda-redes Michel Preud'homme, por critérios de desempate (cada um dos clubes venceu um jogo por 2-1). Após a queda na competição europeia, a Atalanta acabou por voltar à Serie A, graças ao quarto lugar.

 

Na segunda temporada no clube bergamasco, Mondo ganhou dois reforços de peso para a Serie A: chegaram o sueco Robert Prytz e o brasileiro Evair, que elevaram o patamar da equipa. Naquela temporada, Mondo levou a Dea ao 6º lugar, à frente de Fiorentina, Roma, Lazio e Torino, conquistando a vaga para a Taça UEFA, feito inédito para os orobici. Na mesma temporada, a Atalanta foi até as meias-finais na Coppa Italia, quando acabou eliminada pela futura campeã, a Sampdoria de Roberto Mancini, Gianluca Vialli e Toninho Cerezo. O ano seguinte também foi bom para a equipa, que contratou Claudio Cannigia e ficou com a 7ª posição, garantindo, outra vez, uma vaga na Taça UEFA.

 

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No fim da temporada 1989-90, Mondonico subiu mais um degrau na carreira. Assinou com o Torino, clube pelo qual também tinha jogado, e que acabara de ter vencido a Serie B, graças aos golos de Müller. Na temporada de volta à elite, o Toro não quis mais contar com Eugenio Fascetti, acusado de praticar um futebol tímido, e convidou Mondo. Deu certo: a equipa grená foi uma das surpresas do campeonato, ao lado do Genoa de Osvaldo Bagnoli. Com um plantel relativamente modesto – comparado a esquadrões como os de Sampdoria, Milan, Inter, Napoli e Juventus –, teve a terceira melhor defesa da competição, com 29 golos sofridos, e abocanhou a 5ª posição, classificando-se para a Taça UEFA.

 

No final da temporada, Mondonico garantiu o seu primeiro troféu como treinador. A Copa Mitropa (ou Copa da Europa Central) tinha-se tornado uma competição de tiro curto, disputada depois do término dos campeonatos locais, entre o campeão e vice da segunda divisão italiana e os campeões das segundas divisões de Áustria, Hungria e República Checa. O clube grená ganhou o reforço do veterano Júnior por uma semana e ficou com o título, batendo o Pisa.

 

A obra-prima da carreira de Mondo, porém, foi o trabalho realizado na temporada 1991-92, em que o ponto "baixo" foi na Coppa Italia, competição em que os granata caíram para um fortíssimo Milan nos quartas de final. A equipa, que já tinha Luca Marchegiani, Roberto Cravero, Roberto Mussi, Rafael Martín Vázquez e Gianluigi Lentini como principais nomes, ganhou os reforços do médio Vincenzo Scifo e do atavançado Walter Casagrande. Com a dupla estrangeira, o Toro viveu uma das suas melhores temporadas após a década de 1940, marcada pelo Grande Torino. Mondonico conduziu o clube a um 3º lugar na Serie A, com a melhor defesa do torneio, e ainda colocou o Torino numa inédita final de competição europeia, na Taça UEFA.

 

No percurso europeu, o clube grená teve como ponto alto a eliminação do Real Madrid nas meias-finais. Após perder em Espanha, o Torino deu a volta sobre uma equipa que tinha Fernando Hierro, Ricardo Rocha, Robert Prosinecki, Luis Enrique, Gheorghe Hagi, Emilio Butragueño e Hugo Sánchez. Por pouco a final da Taça UEFA não foi italiana: o Ajax passou pelo Genoa e fez a final contra o Toro. Após o 2-2 no Delle Alpi – dois de Casagrande, em dupla reação grená –, o Torino precisava vencer ou empatar por três ou mais golos em Amsterdão. Porém, o 0-0 deu o troféu aos holandeses, que tinham no seu plantel vários jogadores que atuariam em Itália, como Dennis Bergkamp, Wim Jonk, Aron Winter, John van't Schip, Bryan Roy e os suplentes Edwin van der Sar e Marciano Vink.

 

Uma das imagens mais marcantes daquel jogo foi o protesto de Mondonico por um suposto pênalti sobre Cravero: ele levantou uma cadeira aos céus, num gesto que classificou como "um gesto de quem torce contra tudo e todos, de quem perde as estribeiras e reclama com o que há á disposição". Acabou por ser castigado por um jogo, cumprido na temporada seguinte. Uma temporada em que o Torino se desfez de Lentini, Cravero e Benedetti, negociados com Milan, Lazio e Roma, respectivamente, e contratou Carlos Aguilera, do Genoa, e Andrea Silenzi, do Napoli. Apesar do desempenho mediano na Serie A e na Taça UEFA, o Toro conquistou a Coppa Italia, deixando pelo caminho Lazio, a rival Juventus e batendo a Roma na final – vitória por 3-0 na e derrota por 5-2 na segunda mão.

 

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Ainda em 1992-93, o presidente do clube, Gian Mauro Borsano começou a ser investigado por fraudes nas suas empresas, o que fez com que o Torino vivesse um momento conturbado e perdesse parte da sua força – mesmo que Giovanni Galli, Robert Jarni e Enzo Francescoli tenham sido contratados, saíram Aguilera, Bruno, Casagrande, Marchegiani e Scifo. Após uma temporada apenas regular, o casamento entre Mondo e o Toro foi interrompido.

 

Dessa forma, o treinador lombardo regressou á Atalanta, que estava na Serie B após uma boa temporada, dois anos antes, sob o comando de Marcello Lippi. No seu regresso a Bérgamo, que durou mais quatro anos, Mondonico conseguiu mais uma subida à elite, na qual permaneceu por três anos, e também levou a Dea à final da Coppa Italia em 1996, perdida frente á Fiorentina – curiosamente, clube do qual Mondo é adepto. Em 1997-98, com a descida da equipa, acertou outra vez com o Torino, que também estava na Serie B. Os grenás já atravessavam um momento conturbado, com muitas dívidas, mas voltaram à elite com o vice-campeonato da Serie B e os golos de Marco Ferrante. A festa durou apenas uma temporada: em 2000, o Toro voltou a ser rebaixado e Mondonico deixou o clube.

 

A saída de Turim foi como uma divisão de águas na carreira do treinador. Depois disso, Mondo desceu de divisão com o Napoli e com o Cosenza (na Serie B), e acabou substituindo Alberto Cavasin na sua Fiorentina, a meio da Serie B . Da 27ª jornada em diante, o treinador guiou os florentinos até ao 6º lugar, que dava direito ao play-off de subida contra o 15º colocado da Serie A – no caso, o Perugia. Com a vitória no spareggio, Mondonico conquistou a sua quinta e última subida à Serie A, estabelecendo um recorde até hoje não igualado.

 

Mondonico permaneceu na Fiorentina por apenas sete jogos da Serie A, e acabou por pedir a demissão por atritos com a direcção. O lombardo passou um ano e meio como comentador de uma rede de televisão italiana e voltou à actividade treinando o AlbinoLeffe, da província de Bérgamo.

 

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Após um ano pelo clube celeste, Mondo regressou á Cremonese, 21 anos depois. Entre idas e vindas, ficou quase dois anos no cargo, sem grandes resultados na Serie C1. Regressou ao Leffe, onde ficou por dois anos. Em 2011, o treinador guiava a sua equipa rumo a uma fuga tranquila da descida, até pedir um afastamento, por causa de um tumor que já pesava 5kg. Operado, ficou fora de acção por quinze dias, voltando a comandar a equipa rumo à salvezza, após os play-outs. Com o final da temporada, Mondo afastou-se novamente do futebol para concluir o tratamento. Em novembro, estava curado.

 

Em janeiro de 2012, Mondonico teve a sua última oportunidade na primeira divisão. Foi chamado à pressa para apagar um incêndio no pequeno Novara, lanterna vermelha da Serie A. Substituindo Attilio Tesser, Mondonico ficou apenas seis jogos no cargo, vencendo apenas um, diante do Inter, em pleno San Siro.

Foi a última façanha de um treinador que conseguiu tantos milagres dentro e fora dos relvados. Assim, com mais de 1000 jogos como treinador, Mondonico reformou-se, aos 65 anos. Desde 2011, é comentador do célebre programa La Domenica Sportiva, da Rai, onde dá seus os seus palpites sobre o futebol do Belpaese.

 

Emiliano Mondonico

Nascimento: 9 de dezembro de 1947, em Rivolta d'Adda, Itália

Posição: ala

Clubes como jogador: Cremonese (1966-68 e 1972-79), Torino (1968-70), Monza (1970-71) e Atalanta (1971-72)

Títulos como jogador: Serie D (1968) e Serie C (1977)

Clubes como treinador: Cremonese (1982-86 e 2007-09), Como (1986-87), Atalanta (1987-90 e 1994-98), Torino (1990-94 e 1998-2000), Napoli (2000-01), Cosenza (2001-03), Fiorentina (2003-04), AlbinoLeffe (2006-07 e 2009-11) e Novara (2012)

Títulos como treinador: Taça Mitropa (1991) e Coppa Italia (1993)

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As notícias que avançam que o Inter está à espera de receber uma proposta do Chelsea para adquirir o Icardi têm alguma credibilidade?

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Não, está a um passo de renovar. Confirmado pelo Zanetti.

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Vinha cá por isso.

 

Uma excelente temporada para o ranking italiano.

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There is a long list of clubs interested in Pogba- Barcelona and Chelsea to name two of them. But there are more including PSG and now Real Madrid, the French club have offered the midfielder €15 million a season after taxes (3 times what amuse currently pays him) but Pogba has turned down the offer. Real Madrid has taken advantage of the Champions League semifinal to try to sign Pogba, they had Zidane help in their efforts so far. It's possible Real Madrid's pursuit continues in coming weeks: the race for Pogba has started.

@DiMarzio

 

Será?

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