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Victarion

[Núcleo] Serie A

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Onde viste isso?

 

 

A sério? :espanto:

 

Imprensa italiana. Fala-se num contrato com duração de 4 anos.

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Parece que o Yaya Touré vem mesmo.

Vi por aí que o Begovic ia também para o Inter, tem-se falado da saída do Handanovic por acaso?

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O Yaya na Serie A era muito interessante. Até mesmo para a própria "saúde" do campeonato. É sempre importante ter estrelas.

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Lazio vence Coppa Italia Primavera.

 

Sem duvida a melhor escola de formação em Italia.

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Vi por aí que o Begovic ia também para o Inter, tem-se falado da saída do Handanovic por acaso?

 

Ya, bastante até. E na saída do Kovacic também.

 

Gostava mais do Perin.

Editado por Trenza

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Pensei que a melhor escola de formação em Italia fosse da Juventus.

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Para o Mary é qualquer uma menos: Roma, Inter ou Milan. Como não pode ser a Juventus, é a Lázio.

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Guest trz

O Perin não é Gr de engate, trenza?

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O Perin não é Gr de engate, trenza?

É de engate tipo Navas, engata nos jogos quase todos.

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Não acho que seja. Até é bastante regular, como é óbvio, tem pontos fracos como todos.

Ainda é muito jovem e pode evoluir consideravelmente nesses pontos. Gosto muito dele, como gosto do Sepe ou do Leali.

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o ponto fraco do Perin é aquele cabelo de esfregona :lol: Mas também acho um excelente guarda-redes, é top 5 em Itália seguramente.

 

Mas claro que trocar o Handa por ele se perde sempre. Mas que vá para o Real pls.

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O Handanovic, vejo bem as coisas, só não "cabe" no Bayern e no Chelsea, mesmo assim já estou a esticar a corda porque não acho o Courtois superior ao esloveno.

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Perin é uma besta. ''Pena'' estarmos bem cobertos com o Diego Lopez.

"Coitado" do Diego Lopez. Veio do campeão europeu "escorraçado" para esta situação toda actual.

 

O Handanovic, vejo bem as coisas, só não "cabe" no Bayern e no Chelsea, mesmo assim já estou a esticar a corda porque não acho o Courtois superior ao esloveno.

E na Juventus... Editado por pedritsh

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David Beckham compie oggi 40 anni. Tanti auguri all'ex centrocampista dell'A.C. Milan che ha totalizzato 29 presenze e 2 gol in Serie A TIM.

Editado por pedritsh

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Aldo Serena

 

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Aldo Serena esteve longe de ser um craque. Mesmo longe. Porém, o avançado foi competente e conseguiu fazer parte de alguns selectos grupos do futebol italiano. É um dos poucos jogadores a ter jogado pelos dois clubes de Milão e também pelos dois clubes de Turim. É, ainda, um dos 10 únicos jogadores que vestiram as camisolas de Inter, Juventus e Milan. Para concluir, Serena é um dos cinco jogadores que venceram scudetti com três camisolas diferentes. Serena, inclusive, é o único jogador que já venceu três títulos italianos com a camisola dos grandes.

 

Nascido na pequena Montebelluna, na província de Treviso, Serena começou cedo no futebol. Deu os seus primeiros passos no clube homónimo da sua cidade natal, na Serie D, e desde cedo mostrou ao futebol da Bota a sua marca pessoal como jogador: a veia goleadora através de cabeçadas fortes e bem colocadas. Com nove golos marcados, logo chamou a atenção do Inter, que o levou para Milão com 18 anos. Serena foi suplente de Alessandro Altobelli e Carlo Muraro na sua primeira temporada, o que não lhe dava muito espaço – apesar disso, anotou o seu primeiro golo na primeira divisão contra a Lazio. Assim, passou dois anos emprestado a equipas da Serie B para ganhar experiência.

 

O seu primeiro ano na Serie B não foi muito bom do ponto de vista pessoal, mas acabou com o título conquistado. Foram apenas 18 presenças e dois golos pelo Como, da Lombardia, na campanha que devolveu os lariani para a Serie A, o que não garantiu a sua continuidade no clube. Assim, Serena foi parar ao Bari, onde foi titular. Os 10 golos marcados pelo clube do sul da Itália fizeram o Inter apostar no jovem contratado dois anos antes. Assim, em 1981, Serena regressou ao Inter, e novamente não explodiu. Mesmo assim, foi importante na conquista da Coppa Italia: no jogo da primeira mao foi o autor do golo do 1-0 interista sobre o Torino. Na segunda mão, o empate por 1-1 garantiu o troféu para os nerazzurri.

 

Mesmo assim, Serena voltou a não ser aproveitado pela Beneamata. Porém, permaneceu em Milão: no negócio que levou o guarda-redes Fulvio Collovati para o lado nerazzurro, foi emprestado juntamente com o médio-defensivo Nazzareno Canuti ao rival Milan, que tinha sido rebaixado à Serie B pela segunda vez em três anos. A vestir rossonero, Serena foi um suplente importante na conquista do título da Serie B. O treinador Ilario Castagner tinha Joe Jordan, Giuseppe Incocciatti e Sergio Battistini como opções á sua frente, mas o Testina d'Oro – como era apelidado pela sua habilidade no jogo aéreo – não decepcionou. Marcou oito golos e regressou ao Inter pela segunda vez.

 

Na sua terceira passagem pela Milão nerazzurra, Serena reencontrou Altobelli e Muraro no ataque do Inter, mas dessa vez jogou mais vezes. A troca de propriedade – Ivanoe Fraizzoli vendeu a equipa a Ernesto Pellegrini – atrapalhou um pouco nos bastidores, e a equipa comandada por Luigi Radice, que tinha também jogadores como Walter Zenga, Giuseppe Bergomi, Giuseppe Baresi, Riccardo Ferri, Evaristo Beccalossi e Hansi Müller, padeceu no início da temporada, mas depois recuperou. Serena marcou oito golos na campanha e novamente mudou de equipa: seguiu o treinador Radice e assinou com o Torino.

 

O Toro faria uma surpreendente campanha em 1984-85. Serena juntou-se a Giuseppe Dossena e Walter Schachner como os maiores destaques da equipa que seria vice-campeã que ficou atrás apenas do histórico Verona de Osvaldo Bagnoli. Serena foi o goleador da campanha grená, com nove golos. Os mais importantes foram marcados contra o Napoli de Diego Maradona – uma doppietta –, Inter, Roma e, o principal: no dérbi contra a Juventus, o Testina d'Oro cabeceou para as redes a bola que deu a vitória por 2-1 ao Toro, aos 89 minutos, após um cruzamento de Júnior. Catarse e festa para os adeptos da Curva Maratona.

 

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O desempenho de Serena pelo Torino e o golo marcado no dérbi chamou a atenção de Enzo Bearzot, que o levou pela primeira vez à seleção italiana. Quem também prestou atenção nele foi a Juventus, recém-campeã europeia, que decidiu gastar bastante para tê-lo. A história da negociação é curiosa: Serena assistia a um concerto de Bruce Springsteen em San Siro, e foi avisado de que o presidente Pellegrini precisava falar com ele. Após o concerto, foi a pé até casa do dirigente, que lhe comunicou que seria negociado em definitivo.

 

No fim das contas, a Velha Senhora pagou 2,8 bilhões de liras e ainda cedeu o histórico médio Marco Tardelli (avaliado em 3,2 bilhões e com 10 anos de casa) para colocar as mãos sobre o avançado. O negócio fez de Serena o quarto jogador a jogar com as três maiores camisolas da Itália – os primeiros tinham sido Luigi Cevenini, Giuseppe Meazza e Enrico Candiani; e os que vieram depois foram Roberto Baggio, Edgar Davids, Christian Vieri, Patrick Vieira, Zlatan Ibrahimovic e Andrea Pirlo.

 

Pela primeira vez na sua carreira, Serena passaria mais de uma temporada num mesmo clube. Mas também não tanto tempo assim: foram dois anos a vestir bianconero, numa passagem positiva. Serena chegou para substituir Paolo Rossi, enquanto Michael Laudrup assumia o lugar de Zbigniew Boniek num ataque que ainda contava com um Michel Platini já veterano.

 

A última temporada de Giovanni Trapattoni no comando da equipa após 10 anos foi vitoriosa. A Juventus venceu a Taça Intercontinental numa vitória sobre o Argentinos Juniors – tornando-se, assim, a primeira equipa a vencer todas as competições oficiais a nível internacional. Serena marcou um dos golos na disputa por penalties, e seguiu o seu percurso goleador também na Serie A. Ele foi o segundo melhor marcador bianconero na conquista do scudetto com 11 golos, um a menos que Platini, e deixou a sua marca contra a vice-campeã Roma, o Torino e no jogo decisivo frente ao Lecce. Acabou convocado para o Mundial de 1986, mas não entrou em campo na decepcionante campanha azzurra.

 

O ano seguinte foi novamente bom para o avançado, que foi o goleador da Juventus na Serie A e no geral, com 10 e 16 golos, respectivamente. Porém, a Velha Senhora não levantou nenhum título na última temporada de Platini como jogador. O mais perto de um troféu que a equipa treinada por Rino Marchesi, ex-Como, chegou foi no Campeonato Italiano: vice-campeã, perdendo para o Napoli de Maradona. No final de 1987, Serena voltaria a ser negociado. A pedido de Trapattoni transferiria-se para o Inter, e faria a sua quarta e última passagem pelo clube nerazzurro.

 

Novamente sob o comando de Trap, Serena teve uma primeira temporada difícil, novamente ofuscada por Altobelli, que tinha características similares às suas. Com a saída do Spillo e as chegadas de Lothar Matthäus, Ramón Díaz, Nicola Berti, Alessandro Bianchi e Andreas Brehme, Serena enfim brilhou de uma vez com a camisola azul e preta. No 3-5-2 de Trapattoni, o italiano fazia dupla de ataque com Díaz, e era frequentemente acionado pelos cruzamentos dos alas Bianchi e Brehme, e pelos lançamentos longos de Matthäus.

 

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Terminal ofensivo de uma equipa muito forte e que seria conhecida como o "Inter dos recordes", Serena foi um dos grandes nomes da conquista do scudetto, em 1989. A equipa marcou a época como a que mais fez pontos na história da Serie A em campeonatos de 18 equipas, quando as vitórias ainda valiam dois pontos: 58, no total. 30 desses pontos tiveram a marca do avançado, que foi o goleador da temporada, com 22 golos anotados na Serie A, da qual foi o melhor marcador, e 28 no geral. Ao todo, Serena marcou cinco doppiette, recorde até hoje numa única temporada da Serie A.

 

Foram golos de quase todos os jeitos, mas principalmente de cabeça, mostrando presença de área, ou apenas com um toque na bola, preferencialmente com a perna canhota. Serena ficou conhecido na sua carreira por ser um avançado que fazia valer a lei do ex, e nessa temporada fez golos a todas as suas ex-equipas: Milan, Juventus, Torino e Como – só o Bari, na Serie B, escapou.

 

A chegada de Jürgen Klinsmann para o lugar de Díaz novamente ofuscou Serena, já que o alemão tinha características muito similares às suas. No início do ano, o italiano esteve bem, e marcou um dos golos da vitória na Supercopa Italiana sobre a Sampdoria. Marcou um golo nos 16 avos de final da Taça dos Campeões, mas viu a sua equipa ser eliminada pelo Malmö de Roy Hodgson, na primeira fase da competição. Ao longo de 1989-90, caiu de rendimento, mas ainda assim fechou a temporada com 13 golos – 9 na Serie A, em que o Inter ficou na terceira posição.

 

Ao final da campanha, o avançado foi convocado por Azeglio Vicini para a disputa do Mundial de 1990, que acontecia na Itália. Serena era suplente de Salvatore Schillaci, e jogou em três jogos: contra o Uruguai, nos oitavos, fez o seu único golo, justo no dia do aniversário de 30 anos. A felicidade acabaria nas meias-finais, contra a Argentina. O interista desperdiçou a sua penalidade, a última da série de penalidades, e foi um dos responsáveis pela queda da Itália, que ficaria com o terceiro lugar.

 

Em 1990-91, Serena já não tinha o mesmo prestígio em Milão: não era mais um titular indiscutível e começou vários jogos no banco do Internazionale, que tinha em Matthäus e Klinsmann os seus grandes nomes. A Beneamata lutou pelo título com Milan (vice) e Sampdoria (campeã), mas acabou por ficar na terceira posição da Serie A outra vez. No torneio, fez apenas 20 jogos e marcou oito golos: um importante, diante do Parma, três nos dois jogos contra o Bari – única ex-equipa que ainda não havia provado do seu veneno –, além de uma tripletta contra o rebaixado Pisa e um tento na goleada sobre o também condenado Cesena.

 

A equipe nerazzurra, por sua vez, teve vida melhor na Taça UEFA, na qual Serena marcou apenas um golo: na segunda mão dos quartos de final contra a Atalanta, facilitou uma partida que estava difícil, aos 15 do segundo tempo. A primeira mão tinha acabado empatada por 0-0 e o golo do avançado, seguido ao de Matthäus, levou os milaneses à final italiana com a Roma. Serena entrou no jogo da primeira mão, e das tribunas na segunda mão, viu a equipa levantar o troféu.

 

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Aos 31 anos, Serena trocou pela última vez de casa, mas continuou a viver em Milão. Outra vez contratado pelo Milan, assumiu sem reclamar o papel de suplente de uma equipa histórica, treinada por Fabio Capello. Na sua segunda passagem pelo Diavolo, que durou dois anos, Serena entrou em campo poucas vezes: 17, no total – apenas duas na segunda temporada –, sem marcar golos. Afinal, concorrer com Marco van Basten, Ruud Gullit, Jean-Pierre Papin, Daniele Massaro e um jovem Marco Simone não era fácil – principalmente quando ele já era um veterano.

 

Nestes anos vestindo a camisola do Milan, conquistou os seus últimos títulos da Serie A, em 1992 e 1993. Assim, ele juntou-se a Giovanni Ferrari, Sergio Gori e Pietro Fanna como únicos a terem ganhado scudetti com três equipas diferentes – Attilio Lombardo entraria nesse selecto grupo alguns anos depois. Somente Serena, porém, chegou a estes títulos com as camisolas do trio de gigantes italianos – Ibrahimovic e Vieira também poderiam ter as duas honrarias citadas, mas os títulos da Juventus em 2005 e 2006 foram revogados pela federação.

 

Depois dos títulos, Serena anunciou a sua reforma, pouco antes de completar 33 anos. Poderia procurar contratos em equipas menores, mas preferiu fechar uma vitoriosa carreira por cima, de cabeça erguida. Depois de deixar o futebol, o ex-avançado passou a ser comentador nas TV italianas, estando actualmente na Mediaset.

 

Aldo Serena

Nascimento: 25 de junho de 1960, em Montebelluna, Itália

Posição: avançado

Clubes: Montebelluna (1977-78), Inter (1978-79, 1981-82, 1983-84 e 1987-91), Como (1979-80), Bari (1980-81), Milan (1982-83 e 1991-93), Torino (1984-85) e Juventus (1985-87).

Títulos: Serie A (1986, 1989, 1992 e 1993), Taça Intercontinental (1985), Taça UEFA (1991), Coppa Italia (1982), Supertaça Italiana (1989 e 1992) Serie B (1980 e 1983)

Seleção italiana: 23 jogos e 5 golos

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Frosinone 2-1 Bologna

 

Fantástica vitória do Frosinone, que fica assim a um passo de seguir o exemplo do Carpi e subir á Serie A.

 

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4 - Juventus is the first club to win the Scudetto for 4+ seasons in a row twice in the Serie A history. Olympus.

 

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4 - Juventus have won the Scudetto with 4 match-days to go for the 1st time since the 3 points are awarded for a win in Serie A. Heroes

Editado por Mary

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O Marotta disse que o objectivo é elevar a fasquia sem vender os melhores jogadores quando lhe perguntaram sobre o interesse doutros clubes pelo Pogba. Espero que, à semelhança do que aconteceu o Verão passado, esta estratégia se confirme. I mean, neste momento o Pogba faz muito mais falta ao clube do que 80M por gastar. Mas muito mais. Em termos desportivos e em termos de imagem. Já para não falar que o Europeu é daqui a um ano onde ele vai ser o porta-estandarte da equipa da casa. No brainer.

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Falta é saber se ele quer ficar mais um ano, se já tiver a cabeça feita de ir para outro lado...

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