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Sincèire

Os 100 Melhores Futebolistas De Todos Os Tempos

Publicações recomendadas

Tenho dois dvds dele, um sobre a carreira, e esse do documentario. O da carreira saiu com "A Bola" senao me engano. Um senhor jogador.

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Guest diogoflip

Zidane :prayer:

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tclaro92, muito obrigado por teres partilhado aqui o documentário.

 

Não sabia da sua existência, vou ver :happy:

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tclaro92, muito obrigado por teres partilhado aqui o documentário.

 

Não sabia da sua existência, vou ver :happy:

Também não, mas o André disse o nome do documentário, foi só fazer uma pesquisa rápida e encontrei.

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zicolk.jpg

 

Nome: Arthur Antunes Coimbra ( Zico )

País: Brasil

Posição: Médio-ofensivo

Clubes: Flamengo (1971-83), Udinese (83-85), Flamengo (85-89), Kashima Antlers (91-94)

Internacionalizações/golos: 72/52

 

"Como os três mosqueteiros eram quatro, os três portugueses deste post - Eusébio, Figo e Cristiano Ronaldo - também são quatro. Arthur Antunes Coimbra, o D´Artagnan da história, com pinta de craque tropical, ginga brasileira no corpo, malandragem carioca na alma e samba no pé direito, não passa afinal de um produto português de origem demarcada. Embora a mãe já tenha nascido no Rio, filha de um casa de Oliveira de Azeméis, o pai, de Tondela, era um sportinguista inveterado convertido mais tarde ao flamenguismo.

Arthur ou Arthurzico ou apenas Zico ouvia os relatos do Sporting no futebol e no hóquei na sua casa de Quintino, o bairro onde cresceu, antes de mergulhar em horas e horas de futebol de rua ou salão. Com uma habilidade excecional, chegou ao Flamengo aos 14 anos. Estreou-se no escalão principal logo aos 17 e no ano seguinte, sagrou-se campeão estadual. Mas só com 20 assumiu o posto de titular. Era leve, levíssimo, condição que lhe valeu a alcunha de "Galinho de Quintino"; mas era também rápido, empolgante, fulminante, genial, condição que lhe valeu a sagrada camisa 10 nas costas. Com dribles, passes e golos ( a maioria de livres diretos ) de levantar estádios ajudou, de forma decisiva, o Mengo a ser campeão carioca, em 1974.

Já tricampeão do seu estado, partiu para o Brasileirão de 1980 como um dos maiores craques do país e correspondeu: ganhou o primeiro de quatro títulos nacionais que conquistaria com a camisola rubro-negra, e estabeleceu, com 245 golos, o recorde de um jogador pelo clube. Mais tarde tornar-se-ia o maior goleador de todos os tempos do Maracanã. Do Brasil para a América ( vitória na Libertadores sobre o Cobreloa ) e para o Mundo ( vitória na Intercontinental sobre o Liverpool ). Além do Fla, a que voltaria mais tarde, Zico jogou ainda na mediana Udinese, onde não conquistou títulos mas consolidou o seu prestígio também na Europa, e no Japão, onde foi considerado um semideus, mesmo já passando a fronteira dos 40.

Em paralelo, o "Pelé Branco", como também foi chamado, participou em três mundiais. No de 1978, conquistou o terceiro lugar, no de 1982 liderou uma das mais empolgantes seleções da história até à derrota traumática com a Itália de Rossi, e no de 1986 jogou lesionado e ainda falhou um penálti durante a eliminação frente à França. Na principal prova, Zico colheu mais frustrações do que glórias, mas mesmo assim tem o impressionante registo de 52 golos com a camisola do seu país. Que podia perfeitamente ser Portugal."

 

 

 

ZICO :prayer: :prayer: :prayer:

 

Ídolo máximo de qualquer flamenguista.

 

Lembrando que esse penalti que ele perdeu contra a França em 86 tem a seguinte história - e que ninguém se lembra -: Zico foi para a Copa lesionado, entrou no meio do jogo contra a França e, no primeiro lance dele em campo, deixou o Branco na cara do gol e o mesmo sofreu o penalti que seria perdido pelo Zico. O jogo foi para as disp*tas de penaltis e o Zico fez o dele.

 

Quando ele jogou na Udinese, virou ídolo lá. Foi vice-artilheiro do campeonato italiano logo em sua primeira época, marcando apenas 1 gol a menos que Platini. O detalhe é que Zico tinha 6 jogos a menos que o francês. É um dos maiores ídolos da Udinese, a torcida da Udinese leva uma bandeira com o rosto dele em todos os jogos. Saiu de lá por problemas com o presidente da Udinese, que prometeu um time competitivo e não cumpriu.

 

Na minha opinião, ele foi do mesmo nível que o Maradona. O que pesa a favor do Maradona é que ele venceu a Copa do Mundo e fazia jogadas mais plásticas.

 

Aqui ficam uns vídeos do DEUS:

Flamengo 3x0 Liverpool - Completo

 

http://www.youtube.com/watch?v=FczC7HUwDII

 

highlights da partida

 

 

 

 

 

 

E aqui um golaço do Zico no Maracanã em um jogo festivo em 2007:

 

http://www.youtube.com/watch?v=IXqpXEvEq9M

 

Eu estava no Maracanã nesse jogo e realizei meu sonho: Ver o Zico marcar um golaço no Maracanã. Até chorei quando vi o Zico fazer este golaço. :lol:

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Zidane, muita classe mas a forma como acaba a carreira..

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Melhor de sempre(ZIDANE)

É o jogador que mais admiro no mundo do futebol.

Nunca vi ninguém como ele, sem dúvida o meu ídolo.

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zizinho.jpg

 

Nome: Thomaz Soares da Silva ( Zizinho )

País: Brasil

Posição: Médio

Clubes: Flamengo (1939-50), Bangu (50-57), São Paulo (57-58), Audax Italiano (58-62)

Internacionalizações/golos: 53/30

 

"Joseph Haydn foi o ídolo de Beethoven, James Maxwell foi o ídolo de Einstein, Lord Macaulay foi o ídolo de Churchill e Zizinho foi o ídolo de Pelé. Isto devia chegar como cartão-de-visita do melhor jogador brasileiro dos anos quarenta e cinquenta, a segunda grande estrela que o país produziu depois de Leônidas.

Conta-se que num jogo particular no Flamengo, em 1939, o treinador chamou Zizinho, então com 17 anos, para o lugar do cansado Leônidas. Entrou, marcou dois golos e assinou contrato profissional na hora. Passou seis anos no mais popular dos clubes de todo o mundo, ganhou quatro estaduais, três deles seguidos (1942, 1943 e 1944), até assinar pelo Bangu, importante no contexto do futebol do Rio de Janeiro à época, em 1950, meses antes do Mundial realizado no Brasil.

Na prova, marcou dois golos e foi encantando o resto do mundo, porque o Brasil já estava enfeitiçado há muito tempo pelo talento de driblador, de rematador, de hábil organizador de jogo de Mestre Ziza, como também era conhecido.

A seleção canarinha fez exibições de gala ao longo de todo o Mundial até à final com o Uruguai, que perdeu perante duzentas mil pessoas em estado de choque, por culpa de Varela, Ghiggia ou Schiaffino, as estrelas rivais.

Zizinho ficou conotado com o fracasso apesar de ter sido eleito melhor jogador do torneio e comparado a Leonardo da Vinci pelo La Gazzetta dello Sport "por pintar obras de arte com os pés na imensa tela do Maracanã".

Na prova continental de seleções, a Copa América, participou seis vezes, ganhou duas ( em 1942 e em 1949 ) e é ainda hoje o comelhor marcador da prova com 17 golos, e o correcordista de presenças, com 34 jogos.

De regresso ao Bangu após o Mundial de 1950, teve conflitos com os dirigentes, que lhe custaram a ida ao Mundial de 1954. Para 1958, embora já com 37 anos, foi pré-convocado, depois de uma época ao mais alto nível e um título estadual pelo São Paulo. Em época de renovação foi preterido para dar lugar a Pelé, então com 17 anos, o seu fã número um. "Jogava no meio-campo, no ataque, cruzava, marcava os adversários, fazia golos, cabeceava bem, era absolutamente completo, uma inspiração para os mais jovens", disse dele o Rei do Futebol.

E está completo o cartão-de-visita."

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Nome: Dino Zoff

País: Itália

Posição: Guarda-redes

Clubes: Udinese (1961-63), Mantova (63-67), Nápoles (67-72), Juventus (72-83)

Internacionalizações/golos: 112

 

"Não, Dino Zoff não teve uma carreira igual à de tantos outros que o precederam nesta lista. Não foi um talento precoce, não deixou boquiabertos olheiros e treinadores na adolescência, não foi internacional particularmente cedo, não chegou a um grande clube antes de completar 30 anos.

E não, não foi campeão do mundo aos 20 ou aos 30. Foi-o aos 40, ou seja, foi o mais velho jogador a conquistar a glória suprema do futebol. Zoff, no geral da carreira ou sossegadamente lá atrás durante os noventa minutos de cada jogo, foi acima de tudo um guarda-redes que soube esperar.

Podia ter desanimado quando foi recusado pelo Inter e Juventus, aos 14 anos, alegadamente por falta de altura para o cargo de guardião. Mas não: esperou uns anos e, 33 centímetros depois, já entrou pela porta da frente da Udinese, um clube mais modesto mas mais próximo de casa. Deu, mesmo assim, um aparente passo atrás ao trocar os friulanos pelo Mantova mas aos 25 anos chegou ao Nápoles e cinco anos depois, finalmente à Juventus, a principal força de Itália.

Valeu a espera. Em onze épocas em Turim não falhou um único jogo na Série A. Conquistou-a, aliás, seis vezes de bianconero, a que somou uma Taça UEFA. Falharia, no último ano da carreira, em 1983, a vitória na Taça dos Campeões Europeus ao perder por 1-0 em Atenas com o Hamburgo.

Simultaneamente, Zoff também somou títulos na seleção. Em 1968, ainda não titular, venceu o Europeu de 1968, participando num único jogo, nos quatros-de-final, com a Bulgária. A partir de 1972, substituiu Albertosi para nunca mais perder o posto - entre 1972 e 1974 não sofreu golos, um recorde mundial a nível de seleções, fixado em 1143 minutos.

E em 1982, porque quem espera sempre alcança, atingiu aos 40 anos o momento mais alto da carreira. Em Espanha, capitaneou a seleção italiana que ganhou o tricampeonato mundial, depois de uma campanha atribulada mas com pontos altos, altíssimos. No final do famoso Itália 3-Brasil, 2 perdeu momentaneamente a descrição e beijou na face o técnico Enzo Bearzot. "Foi o momento mais intenso desse título", confidenciou o técnico mais tarde.

O guarda-redes esperou até aos 40 anos e ganhou. Um fenómeno de longevidade e paciência. Pode ter sido apenas por capricho do alfabeto mas que Zoff merecia fechar esta lista merecia."

 

http://www.youtube.com/watch?v=9q6zUglLA40

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E pronto, fica completa a lista dos "100 Melhores Futebolista De Todos os Tempos" de João Almeida Moreira.

 

Quero agradecer a todos os que acompanharam este tópico e que inclusivamente contribuíram para o enriquecimento do mesmo, com histórias, vídeos de documentários e afins.

Vale mesmo a pena ter todo este tópico em forma de livro na nossa estante para mais tarde mostrar-mos aos nossos filhos, aprendi que devemos mesmo apoiar aquilo que gostamos de forma a que nunca acabe.

 

Através deste tópico, tive a oportunidade de conhecer o João e de discutir algumas ideias do futebol actual, nomeadamente as próximas pérolas brasileiras, devido ao facto de ele viver actualmente no Brasil. Para os nossos irmãos brasileiros que viram este tópico, o livro está à venda também no Brasil, depois de muita luta ele conseguiu finalmente que o livro tivesse algum feedback positivo também nesse país.

 

Tenho um miminho para todos vocês mas antes queria lançar um desafio:

 

Quero que, tendo por base esta lista, divulguem o onze que escolheriam para a vossa equipa

 

Aqui fica o meu:

 

Yashin; Nilton Santos; Cafu; Beckenbauer e Baresi; Matthaus e Didi; Figo; Garrincha; Ronaldo e Roger Milla

 

E o do João:

 

Yashin; Cafu, Baresi, Beckenbauer e Maldini; Mathäus e Di Stéfano; Cruyff, Pelé e Maradona; Ronaldo Fenómeno.

 

Sinceire, não vais fazer uma outra lista? Tenho ideia de ver uns comentários teus a dizer isso. ;)

 

Vou Mario, é esse o miminho.

 

Mas vai ser uma coisa muito mais light e não vou numerar no primeiro post.

 

Algo para recordar :carinhoso:

Editado por Sincèire

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Yashin; Nilton Santos, Beckenbauer, Baresi, Carlos Alberto; Di Stefano, Bobby Charlton, Zico; Cruyff, Garrincha; Eusébio

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Eu estava a tentar, mas como não vi qualquer partida de grande parte dos jogadores, resolvi não o fazer. Contudo, se fizesse um onze, o Maldini, Buffon, Zidane, Cristiano Ronaldo, Messi e o Fenómeno estariam presentes.

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Yashin, Baresi, Beckanbauer, Maldini , Matthaus , Zidane , Maradona , Messi , Garrincha, Cruyff e Eusébio.

 

Sa f*da a defesa, pa frente é que é o caminho :mrgreen:

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Yashin, Baresi, Beckanbauer, Maldini , Matthaus , Zidane , Maradona , Messi , Garrincha, Cruyff e Eusébio.

 

Sa f*da a defesa, pa frente é que é o caminho :mrgreen:

 

3 Centrais e Matthaus à frente e o resto tudo lá ao fundo :celebracao:

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3 Centrais e Matthaus à frente e o resto tudo lá ao fundo :celebracao:

É que nem tocavam na chicha :mrgreen:

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É que com esses três Deuses os adversários não cheiravam mesmo. :mrgreen:

 

E eu estou como o Mário, também me é dificil fazer um onze destes. O único com lugar garantido é mesmo o Buffon. Já agora:

 

Sinceire, não vais fazer uma outra lista? Tenho ideia de ver uns comentários teus a dizer isso. ;)

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