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CM.PT.85

[FM2011] Capítulo 43

Publicações recomendadas

IV

 

O MENINO QUE SOBREVIVEU

 

 

Lily, James e Harry estavam refugiados numa pequena vila nos arredores de Londres. Já tinham ouvido que Voldemort andava atrás deles e por isso, já nem à rua saiam. Entretanto, tinham conhecido um Muggle que morava naquela vila e era ele que lhes levava alimentos e outros bens necessários. O Unclouded podia ser Muggle mas sempre desconfiou da existência da feitiçaria. Sempre lhe pareceram estranhas aquelas luzes no céu em movimento, animais com comportamentos diferentes do habitual, a maneira como certas pessoas se vestiam...

 

Assim que soube onde ficava o esconderijo dos Potter, Voldemort não perdeu tempo e meteu-se a caminho acompanhado por Marte. Não demoraram muito tempo a chegar ao local. Era de madrugada e todos na vila já dormiam. Quando avistaram a casa dos Potter viram alguém a afastar-se da porta. Era Unclouded que tinha ido deixar alguns mantimentos à porta de casa. Voldemort pediu a Marte que fosse tratar do Muggle enquanto ele se dirigiu para a habitação. Com um feitiço simples destrancou a porta e entrou em casa. De varinha em punho foi vagueando pela sala em direcção aos quartos, não se ouvia nada. De repente ouve-se um "Quem está aí?" atrás de Voldemort que se vira e lança um feitiço de magia negra na direcção da voz. James cai imóvel no chão e o Senhor das Trevas esboça um sorriso rasgado quando percebe quem tinha acabado de assassinar. Entretanto, lá fora, Marte preparava-se para acabar com o pobre Unclouded. O servo de Voldemort lançou um feitiço contra o Muggle mas este foi desviado por uma luz muito forte vinda de outro lado. Era Fluke, um amigo de infância dos Potter que estava a proteger a casa há vários dias. Quando a luz se desvaneceu, Marte já lá não estava, tinha desaparecido.

 

Dentro de casa, Voldemort subiu as escadas procurando o quarto dos Potter. Quando o encontrou reparou que estava vazio e dirigiu-se à porta ao lado. Lá dentro estava Lily com o pequeno Potter ao colo. Apesar dos vários pedidos da jovem mãe, Voldemort lançou uma magia negra na direcção dos dois. A luz verde que saiu da varinha do vilão fez ricochete em Harry e voltou para trás atingindo Voldemort que desapareceu numa nuvem de fumo ficando apenas as suas vestes no chão. No outro lado do quarto, Lily encontrava-se estendida no soalho sem respirar. Apenas tinha restado Harry Potter que estava sentado ao lado do corpo imóvel da mãe. Depois dessa noite, ficou conhecido como o menino que sobreviveu.

 

 

 

CONTINUA

Editado por CM.PT.85

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:celebracao: o Marte é sempre o que estraga tudo pá :compinchas:

tou a gostar :D

ainda vais treinar os wizards

Ninguém gosta do Marte :laugh:

 

unclouded, fluke, marte hummm :compinchas:

tou a adorar:D

Melhor elenco que as novelas da TVi. Obrigado :compinchas:

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Quero direitos de autor sff :cadeirada:

Até agora estou a gostar, agora vamos lá ver no que isto vai dar...

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Estou a gostar da relação das personagens com users cá do fórum. (marte = Peter Pettigrew; fluke = Sirius)

Continua! :compinchas:

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Quero direitos de autor sff :cadeirada:

Até agora estou a gostar, agora vamos lá ver no que isto vai dar...

Como já disse, vai dar a um save de FM. Já está próximo :compinchas:

 

Estou a gostar da relação das personagens com users cá do fórum. (marte = Peter Pettigrew; fluke = Sirius)

Continua! :compinchas:

Obrigado! :compinchas:

 

a história está boa, quero ver onde o FM entra.

Está para breve :wink:

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:compinchas: vais treinar os wizards :compinchas:

(acho eu)

Editado por PedroMiguel7

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V

 

HOGWARTS

 

 

Tinham passado 10 anos desde aquela noite trágica e Harry Potter estava a caminho do seu primeiro ano de aulas. A melhor escola de feitiçaria era a Escola de Hogwarts e era para lá que o pequeno feiticeiro ia. Depois da morte dos Potter, Fluke encarregou-se de criar o rapaz como se fosse seu filho. A viagem para Hogwarts era feita de comboio e durava algumas horas. Fluke despediu-se de Harry e desejou-lhe boa sorte. No comboio todos olhavam para o filho dos Potter com bastante atenção e ele sabia o porquê disso acontecer. Tinha sido ele o único a sobreviver a um feitiço de Voldemort, o maior feiticeiro de magia negra que alguma vez existiu e toda a gente no mundo da magia sabia como o reconhecer. Harry tinha ficado com uma espécie de marca, uma cicatriz na testa, no mesmo local onde tinha sido atingido pela maldição de Voldemort.

 

Durante a viagem, Harry conversou com muitas pessoas, a maior parte delas eram alunos curiosos mas também alguns professores que o iam cumprimentar assim que o viam. No entanto, houve uma pessoa em especial que lhe chamou a atenção. Harry reparou que o homem estava sempre a observá-lo mas tinha sido o único naquela carruagem que ainda não lhe tinha dirigido a palavra. Curioso, perguntou à Prayer, uma rapariga simpática que tinha conhecido há poucos minutos, se sabia quem era. Ela respondeu, lançando apenas um olhar rápido para o homem, como se tivesse receio de algo: "Chama-se Someone e vai ser nosso professor". Harry não sabia porque razão aquele homem lhe causava aquela sensação estranha mas naquele momento pouco lhe interessava. Estava bastante entusiasmado com os seus novos amigos e algo nervoso por estar a caminho da sua primeira escola.

 

Chegaram a Hogwarts precisamente à hora de jantar e guiados pelos professores dirigiram-se para uma grande sala no interior do castelo. À espera dos novos alunos estavam já alguns professores sentados e no meio deles destacava-se um velho homem barbudo. Harry veio a saber que se tratava do director da escola, Dumbledore. No centro da sala estavam quatro mesas enormes onde os alunos mais velhos já estavam sentados. Os que tinham chegado iam ser divididos por quatro turmas e depois de algumas palavras de boas-vindas por parte de Dumbledore, deu-se inicio a esse processo. Gryffindor, Hufflepuff, Ravenclaw e Slytherin eram as turmas. Harry foi escolhido para a turma dos Gryffindor como já tinha acontecido com os seus pais. Prayer, a rapariga que viajou ao seu lado teve o mesmo destino e ele não sabia porquê mas tinha ficado contente. Depois de todos os alunos terem sido seleccionados seguiu-se um enorme banquete que em poucos minutos desapareceu. Mais tarde, as turmas foram guiadas até aos respectivos dormitórios pois no dia seguinte iam ter que acordar cedo para o primeiro dia de aulas.

 

 

 

CONTINUA

Editado por CM.PT.85

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Epá, realmente, o mundo é mesmo pequeno. Tanta gente com nomes iguais ao de pessoas que já conheces, já viste isto. Só prova que a globalização é algo a ter em conta :mrgreen:

 

P.S- Eu sei que isto vai parar a um save, eu referia-me à história !

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o director da escola deveria ser o Silvares :mrgreen:

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Epá, realmente, o mundo é mesmo pequeno. Tanta gente com nomes iguais ao de pessoas que já conheces, já viste isto. Só prova que a globalização é algo a ter em conta :mrgreen:

 

P.S- Eu sei que isto vai parar a um save, eu referia-me à história !

A história nem eu sei onde vai parar.

 

Professor Someone :ideia:

Um Professor estranho...

 

o director da escola deveria ser o Silvares :mrgreen:

Pode ser que um dia substitua o velho barbudo :biggrin:

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VI

 

DO QUIDDITCH AO FUTEBOL

 

 

O primeiro ano em Hogwarts estava a correr muito bem para Harry. No primeiro mês de aulas já tinha arranjado namorada e tinha também conseguido entrar para a equipa de Quidditch da sua turma. Namorava com Prayer, a rapariga com que tinha simpatizado no primeiro dia em que chegou à escola. Quem não achava piada nenhuma a esta relação era Joaninha que sentia algo pelo jovem feiticeiro. Felizmente para o casal, eles apenas a encontravam em algumas disciplinas, pois a Joaninha pertencia aos Slytherin, no entanto, Harry tinha a sensação que ela os seguia fora das aulas pelo recinto do castelo.

 

Harry era o seeker dos Grynffindor, o jogador mais importante da equipa. O Quidditch era o desporto favorito dos feiticeiros e para eles o futebol dos Muggles não fazia qualquer sentido. O presidente da FIQ, Federação Internacional de Quidditch, era o Sir Kewl, um feiticeiro que sempre esteve ligado ao mundo do desporto. Era dos poucos que conseguia apreciar o futebol como um verdadeiro Muggle. Harry já tinha assistido a uns jogos pela televisão de gente não-mágica e tinha achado bastante aborrecido 22 homens correrem que nem malucos atrás de uma bola quando no Quidditch existiam quatro bolas diferentes.

 

Entretanto, Harry ainda não tinha descoberto a razão pela qual o professor Someone nutria tanto ódio por ele. A Prayer era da opinião de que ele era assim com todos os alunos mas o Harry sabia que havia ali algo de pessoal, só não sabia o quê.

 

 

14 ANOS DEPOIS

 

Com o passar dos anos já poucos se lembravam de Voldemort, no entanto, o feiticeiro que o servia já tinha sido avistado algumas vezes pela cidade e corriam rumores que Marte andava a ajudar o Quem Nós Sabemos para que este conseguisse regressar em grande.

 

Quando Harry completou os 18 anos foi viver com Prayer e dois anos depois casaram. Apenas completou a escolaridade obrigatória em Hogwarts e depois decidiu seguir uma carreira como jogador de Quidditch. Olhando para o sucesso que teve como jogador pode-se dizer que foi a melhor opção. Sete anos depois de se terem casado tiveram o primeiro filho. Prayer deu à luz no dia 27 de Janeiro de 2005 e deram o nome de 27th ao menino por ter nascido naquele dia. Harry preferia que o seu primeiro filho se chamasse Xande em homenagem a um antepassado seu mas Prayer detestou o nome.

 

Noutro lado da cidade, o ainda presidente da FIQ, o Sir Kewl, preparava-se para uma grande mudança no mundo do desporto. O que ele pretendia era juntar o futebol e o Quidditch num só desporto. Na sua opinião, seria o desporto do futuro.

 

 

 

CONTINUA

Editado por CM.PT.85

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"Harry preferia que o seu primeiro filho se chamasse Xande em homenagem a um antepassado seu" :lol:

 

Cada vez melhor isto. Quero lá saber do save, venham mais capítulos destes :mrgreen:

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Esta história está muito boa, estou a adorar, Professor Someone :mrgreen: .

Continua assim :compinchas:

:handclap:

Editado por speedfire

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Com esta história, estas-me a dar vontade de reler todos os livros do Harry Potter, para ai pela 5ª vez. :mrgreen:

Continua, estou a gostar muito! :compinchas:

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LOOOOOOOOOOOOOOOOOL

Marte andava a ajudar o Quem Nós Sabemos para que este conseguisse regressar em grande :badgrin:

Editado por marte

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lol grande homenagem a minha sister tenho que lhe dizer :mrgreen: vá boa sorte e continua com a história estou adorar =D

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"Harry preferia que o seu primeiro filho se chamasse Xande em homenagem a um antepassado seu" :lol:

 

Cada vez melhor isto. Quero lá saber do save, venham mais capítulos destes :mrgreen:

Está para breve o próximo :biggrin:

 

XANDE!!! LOOOOL a sério,tou-me a rir à brava XD

 

Continua!

É isso que a malta gosta! :compinchas:

 

Esta história está muito boa, estou a adorar, Professor Someone :mrgreen: .

Continua assim :compinchas:

:handclap:

Obrigado :wink:

 

Com esta história, estas-me a dar vontade de reler todos os livros do Harry Potter, para ai pela 5ª vez. :mrgreen:

Continua, estou a gostar muito! :compinchas:

Obrigado :compinchas:

 

LOOOOOOOOOOOOOOOOOL

Marte andava a ajudar o Quem Nós Sabemos para que este conseguisse regressar em grande :badgrin:

O Marte é mau! :medinho:

 

lol grande homenagem a minha sister tenho que lhe dizer :mrgreen: vá boa sorte e continua com a história estou adorar =D

Sim Sr! Vou continuar, obrigado! :grin:

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VII

 

A CARTA DE DUMBLEDORE

 

 

Com apenas três anos de idade, 27th já mostrava sinais de poder vir a ser um grande feiticeiro. É certo que os seus pais despendiam bastante tempo a tentar ensinar-lhe tudo o que sabiam mas o motivo era forte. Os Potter receavam que o regresso de Voldemort estivesse para muito perto. Tinham sido dados como desaparecidos alguns feiticeiros próximos da família e Harry não conseguia deixar de pensar que aquilo tinha a ver com o Quem Nós Sabemos, só podia ser uma maneira de voltar a ganhar poder. No terceiro aniversário de 27th, Harry convidou alguns dos seus amigos mais chegados para uma pequena comemoração em sua casa. Fluke e Unclouded não faltaram à festa.

 

A certa altura, a coruja entrou pela janela da sala onde todos estavam e largou uma carta no colo de Harry. Depois de ver quem a tinha enviado rasgou o envelope e leu a carta para si próprio.

 

 

 

 

De Albus Dumbledore

Escola de Feitiçaria de Hogwarts

Londres

Para Harry Potter

Cimo da Montanha

Arredores de Londres

 

Espero que esteja tudo bem com vocês. Sem perder mais tempo, vou directo ao assunto. Fui informado por um amigo meu que trabalha no Ministério que encontraram os corpos dos feiticeiros que estavam desaparecidos. Por coincidência ou não, foi perto da zona onde tinham avistado pela última vez o servo de Voldemort. Temos que redobrar as atenções nesta altura, já falei com uns amigos de longa data que me deviam uns favores e eles poderão proteger-te a ti e à tua família nos próximos tempos. Depois dou noticias.

 

Ah, já me ia esquecendo. Entrega um beijo à Prayer e desculpa por não poder estar ai neste dia importante.

 

 

 

Depois de a ler, Harry rasgou a carta e lançou-a para a lareira que a fez desaparecer rapidamente. Vendo que todos o olhavam fixamente, Harry improvisou: "Era apenas um amigo a pedir desculpa por não poder cá estar". O que ele menos queria naquele momento era ver a Prayer preocupada com aquele assunto.

 

Entretanto, na FIQ tinha acabado mais uma reunião entre Sir Kewl e restantes membros da Federação. Os planos do presidente no sentido de juntar o Quidditch com o futebol estavam a correr bem e já havia algum trabalho feito nesse sentido. O relvado, por exemplo, ia deixar de ter a forma oval para passar a ser rectangular e em vez dos sete jogadores habituais passariam a alinhar onze jogadores em cada equipa. No entanto, ainda faltava muito para se chegar onde Sir Kewl queria.

 

 

 

CONTINUA

Editado por CM.PT.85

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Fogo tu surpreendes-me, tens uma imaginação tremenda. Continua assim :compinchas:

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