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    Vila Real / Bragança / Lamego

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  1. É ISTO. É ISTO! PARABÉNS, AMIGOS!
  2. Capítulo 18: Memories O mar que se enrolava em pequenas ondas, que por si batiam no extenso areal. Os penhascos onde se abrigara, noites a fio, da natureza e dos animais selvagens. Tudo estava como conhecia - ao mesmo tempo que lhe dava conforto, também lhe provocava ansiedade. Como é que estava em Gales? O que estava a acontecer? Estava imerso nos seus pensamentos, quando ouviu passos atrás de si. Virou-se e encarou com uma senhora, jovem, com um elegante vestido negro. O cabelo, de um branco puro, contrastava imenso com a sua roupa. Ao seu lado, uma criança pequena, de cabelo também branco, caminhava de mão dada a ela. Riku abanou a cabeça, sem perceber - estava a ver-se a si mesmo, enquanto criança. Conhecia aquelas roupas - usara-as até ao fatídico dia em que fora adoptado por Bernard. Mas então isso significava... "Mãe?" Sentiu os olhos humedecer - a imagem que tinha da mãe já se tinha eclipsado da sua memória. Mas, ao vê-la ali, à sua frente, tudo voltou à sua mente - a última memória que tinha era esta. Caminhando com a mãe no vasto areal de Three Cliffs Bay, e ela a evocar um feitiço que lhe selara as memórias até àquela data. Percebeu que estava a sonhar. Mas era tão real, tão verdadeiro - tão natural, que duvidava até disso. Bateu em si próprio, para se tentar acordar, quando a sua mãe falou. "Riku, estás aqui para saber a verdade?" Olhando para cima, confuso, viu a mulher olhar para si, directamente. "O que..." "Se está aqui a passar?" - acrescentou ela. Soltou uma risadinha, e olhou para ele nos olhos. "Está na hora, meu querido Riku." E tocou-lhe na face, deixando-o desconcertado. Acordou, reparando que estava na sua cama, ainda vestido, e todo suado. Levantou-se de rompante e, entrando na sala, gritou. Bernard apareceu quase instantaneamente, ainda com ar de sono, e Levi já se encontrava na cozinha a beber um café. "Que se passa, Riku?" - perguntou o seu pai. Sentando-se, explicou tudo que vivera durante o sonho. Conforme acrescentava pontos à história, Levi ia soltando um olhar na direcção de Bernard, a que este respondeu afirmativamente. Quando concluiu, o jovem esperou que algum deles falasse. E foi Levi quem começou. "Riku, já sabias, e já sabíamos, que te foi colocado um selo nas memórias. Para te proteger ou para proteger alguém, ou algo, o selo foi feito de maneira a ser impossível de o desfazer. Mas isto já tu sabias." Deu um gole no café, deixando ser Bernard a concluir o raciocínio. "Ou seja - o selo foi feito com tal maestria que, por qualquer motivo, te avisou, pela memória que tens da tua mãe, de que podes explorar o teu passado." Ainda um pouco confuso, o treinador manteve-se calado. A sua mãe fizera-lhe um selo mágico, e agora passados tantos anos ia poder finalmente reviver a sua memória? Levantou-se de um salto e dirigiu-se para a sua mesa de trabalho. Sabia que tinha a carta algures no meio de tanta papelada. Quando finalmente encontrou o envelope, pegou nele e disse, com confiança na voz - uma confiança que já não se via há mais de um ano - para Levi e Bernard: "Recebi esta proposta na semana passada. Não respondi, como é óbvio, mas as coincidências parecem alinhar-se." Estendeu o envelope a Bernard, que se riu. Estava na hora de procurar o seu passado.
  3. Esquece. É uma ansiedade enorme. f*da-se, ganhem isto pf. Só peço isto. Nós merecemos. Ah, e o melhor. A pessoa que me passou o sportinguismo, a pessoa que me criou, que chegou a jogar no Sporting, que é completamente fanática pelo clube - é uma noite potencialmente épica para o meu avô. Já vai com 85 anos, e uma das grandes "amarguras" era não voltar a ver o Sporting campeão. E pode ser hoje
  4. Capítulo 17: Insomnia Acenando aos seus adjuntos, Riku dirigiu-se para casa. Tinha conseguido vencer a Liga dos Campeões, a maior competição de clubes do mundo, há apenas poucas horas, mas nem assim conseguia sentir-se 100% feliz. Desde a batalha que ocorrera no ano transacto que parecia estar em piloto automático - comia, dormia, treinava. E repetia este ciclo. Infindavelmente. Bernard, que o esperava na varanda da sua casa em Milão, pronto para o receber em festa, soltou um suspiro quando viu o jovem virar a esquina - o modo como vinha cabisbaixo mostrava que nem o futebol, a sua grande paixão, o conseguia fazer dar o passo em frente. Deu um murro na grade de metal e entrou na sala - Levi baixou o jornal e olhou para ele. "Na mesma?" "Tal e qual. Não sei o que mais fazer, Levi. Não sei mesmo." Atirou-se para cima do sofá. Riku estava perdido num labirinto que começara com o sentimento de frustração e perda após a morte de Jan - apesar de não serem muito chegados, para o jovem Braveheart foi um golpe demasiado duro não ter conseguido evitar o fatídico incidente. Além disso, sentia-se também responsável por ter demorado tanto a encontrar o escritório - sentia que se tivesse conseguido desempenhar bem a sua missão, mais cedo, podia ter evitado o rumo da história. Escada após escada, Riku tentava libertar a mente. Massajou ambas as bochechas, e abriu a porta de entrada. Forçou um sorriso para o seu pai adoptivo e para Levi. Antes de algum deles dizer algo, ele antecipou-se. "Foi um dia demasiado cansativo para mim, como imaginam. Estou cansado da viagem. Amanhã falamos, ok?" E seguiu para o quarto sem olhar para trás. Bernard pressionou o copo de whisky que tinha nas mãos, estilhaçando-o. Com um olhar reprovador, Levi nada disse. Não fazia ideia de como ajudar o jovem. Deitado na cama, ainda vestido, Riku tentou adormecer. No entanto, o sono não vinha. Mal fechava os olhos, via novamente o Adriático debaixo de si. Ainda ouvia a gargalhada estridente do mago terrorista que coordenara a tentativa de invasão. E, acima de tudo, ainda ouvia o gemido quase inaudível de Jan ao agarrar-se ao peito, tentando em vão tapar a ferida provocada pelo ataque. Mas, por outro lado, sentia também uma ponta de felicidade que não dava para esconder. Tinha vencido a Champions! O seu sonho de criança tinha-se concretizado! Ainda por cima, com uma equipa não favorita! O mais épico dos acontecimentos! Com este conflito de pensamentos, conseguiu adormecer por uns instantes - nos últimos meses os momentos de sono eram raros e escassos, sempre intercalados com pesadelos. Só que, nesta noite, talvez com o alívio do sucesso no seu emprego, conseguiu adormecer sem sobressaltos. Abriu os olhos muito depressa, assustado. Sentia o cheiro a mar. O vento frio fazia-o tremer. Endireitou-se, verificando que não estava na sua cama - estava rodeado de areia, numa praia deserta. Olhou em volta, confuso. O sol estava meio encoberto, dando a sensação inóspita de solidão que o aterrou. Levantou-se de um salto, tentando descobrir onde estava. Só mais uns passos à frente conseguiu ver bem onde estava. Era a praia onde tinha crescido. Era o local onde tinha sido encontrado por Bernard. Estava em Three Cliffs Bay.
  5. Até pode ser o Marega a marcar autogolo. Quero é ganhar o mais rápido possível.
  6. 2023/2024: Avaliação da Época e Plantel Estatísticas do Plantel: O plantel mostrou-se equilibrado e mais do que competente para aquilo que fizemos esta época. Realço o ponto forte da nossa equipa - a linha defensiva está praticamente toda de parabéns! Nos guarda-redes - que miúdos espetaculares. O Plizzari acabou a roubar a titularidade ao Mazzini, mas as redes ficam bem entregues a qualquer um deles. Na defesa - é pena o Inter não querer ceder o Pirola definitivamente. Este, a par do Felix Uduokhai e do Bettella, e com o Rugani também a mostrar-se a bom nível, o eixo central da linha. Na lateral direita, Mustafi foi rei e senhor - e o Piccini fez uma época aquém do esperado, como seu suplente... A ala esquerda tem no Carlos Augusto o titular absoluto, se bem que o Murru também foi fraquinho... Talvez tenha de reforçar bem as laterais... No miolo do terreno, temos Barberis e Gagliardini como os nomes da temporada - o capitão mantém o nível de excelência, e o italiano foi bastante útil ao longo da longa época. Já o Arthur - que desilusão de todo o tamanho. Não conseguiu mostrar todo o seu potencial e, como tal, não irei activar a cláusula de opção de compra. O Viviani, apenas como suplente, nunca se impôs, mas não desisto dele - a qualquer momento vai explodir! Os extremos desta equipa foram absolutamente espectaculares - o Boschilia foi o nosso melhor assistente, mas o Trincão mostrou-se também a um excelente nível e estamos mais do que bem entregues no lado esquerdo. No lado direito o Melendo foi relativamente fraco esta época, pelo que devo tentar encaixar algum dinheiro com ele, mas o titular Hudson-Odoi fez uma época bastante positiva - pena as sucessivas lesões... A frente de ataque não vai mexer, em princípio - Borja quase apanhou o Fischer em golos, mas o destaque tem de ir para o dinamarquês - marca, mas também faz jogar! O Finotto mantém-se como suplente de luxo, assim como o Zaza - ambos corresponderam sempre bem quando foram chamados, e merecem por isso fazer a pré-época connosco! Confiança da Direcção: Desconfio que só não tenho 20 na confiança porque falhei a Taça de Itália. Ainda assim, sou completamente indispensável do Monza - esta direcção adora-me! Expectativas para 2024/2025: Mais uma vez a direcção considera que a presença da Fase de Grupos é boa por si só - discordo, mas pronto. Já em relação ao campeonato - campeão europeu, bicampeão italiano - e querem a meia tabela. Ok... O orçamento não é nada mau - mas suspeito que está assim tão baixo pois na época passada gastei muito sem fazer grandes vendas. E ainda não entrou para o balanço o que ganhei da Champions - aí devo conseguir aumentos! Mas mesmo assim já não é mau. Equipa do Ano da Serie A: Só dá Monza e Juventus - metemos 7 jogadores nos 11 do ano. Espectáculo! Vencemos também como era de esperar o prémio de equipa do ano! Mas, a nível individual, apenas o Uduokhai ganhou o prémio - Defesa do Ano. Não sei como é que, pelo menos, o Fischer não ganha o prémio de Avançado do Ano... Esta, sem ser sujeita a votações, não dá azo a dúvidas - mais golos, mais assistências que os "rivais" CR7 e Rashford. Que categoria, Viktor! Equipa do Ano da Champions League: Temos 6 jogadores no 11 ideal da UEFA - a linha defensiva, exceptuando o guarda-redes, é toda nossa! O Barberis continua rei no meio campo, e lá na frente está, obviamente, o nosso puto, Borja Garcés! Temos o melhor Defesa da Champions - Uduokhai, quem mais? - mas também temos o 3º melhor - Bettella é também uma máquina por si só. E, nos Avançados, temos o segundo melhor - o Borja, que nos carregou desde que deixámos a Fase de Grupos! Treinador do Ano: Aqui também não há surpresas - Treinador do Ano! Fácil! Próxima Actualização: Regresso à Ficção.
  7. Foi mesmo o jogo mais fácil. Dominámos completamente os acontecimentos. Não acho que tenha sido enganador - a Juventus apenas conseguiu rematar de longe (tudo bem que o Ronaldo mandou duas batatas ao poste), e o domínio esteve sempre sempre do nosso lado. Abraço e obrigado a ambos!
  8. Final da Champions League 23/24: Juventus vs AC Monza Aqui estamos nós! Aqui estamos nós!!! A Final! A maior prova de clubes do mundo! O topo dos topos! O AC Monza conseguiu escalar o Everest! XI Inicial da Juventus: Szczęsny, Danilo, De Ligt, Bonucci, Botman, McKennie, Golovin, Cristiano Ronaldo, Olmo, Rashford, Dybala XI Inicial do AC Monza: Plizzari, Mustafi, Bettella, Udoukhai, Carlos Augusto, Barberis, Arthur, Hudson-Odoi, Francisco Trincão, Borja, Fischer Arranca a partida em Wembley! Uma noite chuvosa, mas com as bancadas repletas de italianos - a maior parte era, obviamente, adepta da Juventus. Foi por isso uma surpresa quando o Monza entrou em campo, dominador, expressivo e pressionante. Talvez por terem sido surpreendidos, a malta de Turim parecia atarantada em campo. Numa jogada que parecia normal, Plizzari chuta o esférico em direcção ao meio campo adversário. Bonucci, a marcar Borja, salta para cabecear. No entanto, cabeceia mal e a bola sai redondinha para as suas costas. O espanhol apercebe-se do erro e antecipa-se, correndo desenfreado em direcção à baliza da Juve - entra na área pelo lado direito. Szczęsny atira-se aos seus pés mas ele, com maestria, dá um toque para a direita desviando-se do guardião. Com a baliza aberta remata e.... GOLOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!!! GOLOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!!!! GOLOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!!!! BORJA GARCÉS!!!!! AOS 14 MINUTOS!!!!! É GOLOOOOOOOOOOOOO DO MONZAAAAAAAAA!!!! A partir daqui foi dada uma ordem clara para o campo - controlem a partida, jogando ofensivamente. E pressionámos. Encostámos a Juventus às cordas, sem querer fazer all in no ataque sob o risco de sofrer um contra-ataque que pudesse empatar a partida. A equipa de Turim pouco passava do meio campo e, quando o fazia, não conseguia criar qualquer perigo. Há quem jure que o Plizzari estava a ler um jornal na baliza do Monza! Chegou o intervalo connosco em vantagem - a equipa estava motivada, alegre. Sabíamos que podia ser nosso. Isto podia mesmo ser nosso. Fiz uma mexida - Arthur, que esteve até bastante apagado, saiu para entrar Gagliardini. Queria mais poder físico no meio campo - e quem melhor que o italiano para fazer isso mesmo? O recomeço da partida trouxe mais do mesmo filme, mas começavam a notar-se os efeitos de ter Gagliardini na equipa - ganhávamos mais vezes a bola, ainda mais adiantados, e a Juventus começou a fraquejar - não conseguiam travar a nossa onda de pressão. Foi já aos 64' que Barberis mete em Fischer, depois de Gagliardini ter recuperado o esférico. O avançado, de costas para De Ligt, dá para Borja. Este, de primeira, faz um passe entre Botman e Bonucci - Hudson-Odoi entra na área, completamente livre, e enche o pé. Szczęsny atira-se. MAS É GOLOOOOOOOOOOOOOO!!!! É GOLOOOOOOOOOOO!!!!! O MONZA AUMENTA A VANTAGEM!!!!!! GOLOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!!!!!! HUDSON!!!! ODOI!!!!! 2-0!!!!!! Dei ordens em campo para se concentrarem e para não relaxarem - entrou Boschilia para o lugar do Trincão, para aproveitar bem aqueles passes mágicos teleguiados que, agora que a Juventus estava fragmentada, podiam muito bem resultar. Já foi perto do final, aos 77', que Mustafi cobrou um lançamento lateral na direita. Meteu a bola para o meio da área, mas De Ligt cortou e aliviou como pôde. O esférico cai nos pés de Joelson Fernandes, mas Gagliardini rouba a bola e faz um passe magistral para a área. No lado esquerdo, Hudson-Odoi dá, de primeira, um efeito em curva ao remate. O dejá-vu do golo do Maniche frente à Holanda no Euro 2004 passa-me pela cabeça. A bola voa, curvando, curvando. Szczęsny tenta esticar-se, mas ela vai demasiado puxada. GOLOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!!!!! GOLOOOOOOOOOOOOOOOOOO!!!! É GOLOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!!!! HUDSON-ODOI A BISAR!!!!!!! GOLOOOOOOOO!!!! MONZA!!!!!! JÁ NÃO FOGE!!!!! ESTA É NOSSA!!!!! MONZA!!!!! MONZAAAAA!!!! MONZAAAAAA!!!! E não fugiu mesmo. Mesmo com a Juventus a tentar o tudo por tudo, e ainda mandando duas bolas ao ferro com remates de longe do inevitável CR7, não deu mais. Quando o árbitro apita todo o mundo se levanta em choque. Uma caminhada europeia completamente épica - algo do mais incrível que já fiz em termos de FM - uma coisa completamente fenomenal. Surreal - o Monza eliminou Barcelona, PSG, Liverpool e, na final, a Juventus. QUE CONQUISTA!!!! O jogo foi completamente nosso - foi das vitórias mais fáceis que tivemos frente ao conjunto de Turim. Que categoria!!!! Dá para ver, pelas classificações das duas equipas, que estivemos sempre completamente por cima. Homem do Jogo é o Hudson-Odoi, por ter bisado, mas não posso deixar de referir o Borja - que bicho estupendo de jogador! Próxima Actualização: Avaliação da Época
  9. Foi boa vitória em Inglaterra, sim, mas acho que o jogo chave foi virar a eliminatória em casa frente ao Barcelona. Aquela chapa 4... Sim, é isso mesmo. A Juventus não me assusta minimamente. Podemos é, com a pressão, ficar aquém. Apesar de tudo, temos muita menos experiência europeia. Obrigado a ambos!
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