Ir para conteúdo

Rain Dog

Membro da Comunidade
  • Total de itens

    262
  • Registo em

  • Última visita

  • Pontos

    236 [ Doar pontos ]

Últimos Visitantes

O bloco dos últimos visitantes está desativado e não está a ser visualizado por outros utilizadores.

  1. https://open.spotify.com/episode/2AlqSOSZVQvCR3Lozx0xl7?si=guKShusBRaaF3GTMbJzRgw&utm_source=copy-link&dl_branch=1 https://www.instagram.com/tv/CUKD0PSpUFw/?utm_source=ig_embed&utm_campaign=loading mais uma da comentadora preferida do cmpt Joana Amaral Dias. Que vergonha alheia...
  2. era lindo se defendesse, o Marítimo não merece perder
  3. andas muito ao sol? Isso é normal. Eu já conto que a minha roupa escura só dure um verão
  4. estás a usar os resultados das presidenciais para estas previsões? Acho que o BE vai fazer melhor figura do que indicam os teus números
  5. curioso acerca da influência da morte do Almeida Henriques e do regresso do Ruas nestes números. Se bem me lembro antes de tudo isto o PS estava a aproximar-se e até chegaste a falar na possibilidade de ser este o ano da queda do Cavaquistão. Para Anadia tens alguma coisa?
  6. Não estou a perceber o que estás a tentar dizer. Todas as ciclovias urbanas são acessíveis para o average Joe. Se a rua não é acessível não é viável a construção da ciclovia, tão simples quanto isso. As ciclovias não são para "ciclistas", são para pessoas em bicicletas. Se o teu destino está a 200m no topo do monte e tu estás cá em baixo e não te queres cansar não vais subi-lo em linha recta, pois não? Se caminhares aos S percorres mais distância, claro, mas cansas-te menos. É o mesmo princípio... EDIT: já estamos bem off topic lol
  7. Sem dúvida a escolha politicamente acertada é remover passeio. Tirar estrada ou estacionamento para dar espaço a peões é um tiro nos pés, quanto mais para dar espaço a bicicletas. Esse tipo de coisas tem sempre de ser feito à rebelia do moradores, como aconteceu em muitos sítios em Lisboa. Na Av. António José de Almeida tiraram estacionamento e para os moradores e comerciantes parecia o fim do mundo. Aliás, cá para mim foi isso que levou a câmara a fazer o que fez na Rua Mendonça, queriam evitar outra história igual...e era dificil convencer os comerciantes e moradores que a mudança é boa quando aquele trecho de 50 metros de ciclovia esteve em construção durante literalmente 1 ano inteiro e ninguém teve a oportunidade de ver os positivos. Na Alberto Sampaio devia ter-se feito logo uma ciclovia de cada lado quando se fez a requalificação há uns anos mas também não houve interesse político. Baixar os limites de velocidade e incentivar a partilha da via é sempre bom, e em muitos casos até é a melhor opção, mas é desapontante quando isto é feito em ruas onde se podia fazer algo muito melhor. De qualquer maneira, antes 1000 sharrows do que 1 ciclovia no passeio. A bicicleta é um veículo, não é um peão. Não pode nunca existir conflito com peões. Grande parte do plano ciclável de Viseu são situações como a da Alberto Sampaio (sharrows) ou da Rua Mendonça (ciclopasseios). É uma parvoíce. não tem de ser, arranja-se alternativa. É isso que as pessoas no geral têm dificuldade em entender, ninguém quer pôr ciclovias nos montes. Há limites, há situações onde não é viável colocar ciclovias por causa da inclinação e nesses casos são criadas alternativas. Se quiseres ir do Cais até ao Rossio de bicicleta não precisas de ir pela Rua do Alecrim. Se morares na rua do Alecrim não vais para lá de bicicleta. Eu referi isso da inclinação de Lisboa só para mostrar que não é tão mau como as pessoas pensam mas é óbvio que é uma cidade construída no meio de colinas e tem muito piores condições para infraestrutura ciclável do que Amesterdão, nem se compara. Faz-se o que se pode, o meu ponto é que se pode fazer muito, muito, muito mais do que as pessoas pensam.
  8. Não tenho acompanhado o que se tem feito no Porto de perto mas pelo que vejo também é muito à base de ciclovias pop-up, sharrows e afins com pouca infraestrutura séria. Enquanto for só isso, menos mal. São coisas que dão para melhorar facilmente no futuro. O que lixa a sério é quando se fazem grandes alterações a todo o traçado urbano para construir ciclovias que vão contra todos os princípios de urbanismo ciclável, que é o caso da nossa cidade (acho que não te estou a confundir). O que fizeram na Rua Mendonça é revoltante, por exemplo. Aquele espaço todo e foram retirar...o espaço dos peões. Na mouche. É um problema sobretudo geracional e acredito que esteja para mudar. fun fact, 85% da cidade de Lisboa tem uma inclinação de menos de 5%. Outro fun fact, uma viagem de bicicleta contra os típicos ventos de Amesterdão é equivalente a subir uma inclinação de 8%. Esse é um dos mitos mais difíceis de quebrar.
  9. Resposta curta: não. Lisboa é das cidades que mais e melhor trabalhou nos últimos anos no que toca a desenvolvimento de infraestrutura ciclável fora da Holanda/Dinamarca. E isto aconteceu precisamente porque a Câmara (e o Medina em particular, que se parece genuinamente interessar pelo tema) se aconselhou e colaborou com empresas e organizações desses países que realmente percebem da poda e andam nisto há décadas. O que o Moedas gosta de criticar são, por um lado, as soluções por cima do joelho que têm aparecido ultimamente, em especial depois da quarentena, onde as ciclovias não são feitas como mandam as "best practices" - por exemplo ciclovias em passeios, ciclovias onde existe conflito com paragens de autocarro, ciclovias bidirecionais que ligam a ciclovias unidirecionais - em suma, alguém leu uns artigos sobre infraestrutura ciclável e disse-lhe "olha, fala disto" e ele falou. Isto são coisas que às vezes se explicam pela geografia dos locais, pela oportunidade que se apresentou durante a quarentena de efetuar ligações rápidas (as chamadas ciclovias pop-up - ver a Almirante Reis, que sem a quarentena provavelmente ainda estaria por fazer) à rede ciclável de Lisboa ou, também não duvido, para cumprir promessas eleitorais e poderem dizer que construiram X km de ciclovias. Por outro lado, também gosta de apresentar não-argumentos sobre ciclovias vazias, ciclovias que não são precisas, ciclovias que tiram espaço a carros, que tiram estacionamento, etc. É tudo PR - sejam argumentos válidos (e em má fé) ou inválidos, a verdade é que a maior parte dos votantes são condutores e aprovam essa mensagem de que os ciclistas são os maus da fita e querem é impedir que as pessoas normais vão para o trabalho. Toda esta postura sobre as ciclovias do Moedas ("Eu sou a favor das ciclovias mas") só prejudica o desenvolvimento ciclável não só em Lisboa mas no país inteiro. E a postura dele não foi sempre esta, lembro que estamos a falar de um gajo que endossa a expressão "terroristas das bicicletas", que decidiu escolher como um dos lemas de campanha "Um silo automóvel por cada bairro" e que sugere arrancar ciclovias já feitas para voltar a meter carros na estrada. Provavelmente alguém lhe disse que essas ideias fazem com que perca o voto jovem urbano e por isso é que se parece debruçar tanto sobre as ciclovias agora, como se estivesse a tentar minimizar danos. EDIT: E é engraçado falares em Coimbra porque aí há um problema bem distinto - desenvolvimento rápido de uma rede ciclável...má. Não duvido que haja boas intenções (se bem que do Sr. Machado espero tudo) mas a execução é de quem nunca leu um único livro sobre o tema e de quem certamente nunca utilizou a bicicleta como meio de transporte na cidade.
  10. este jogo é o mote para o regresso do verdadeiro sporting 3° lugar aqui vamos nós
  11. Estás a ver o site da região norte-americana, as coisas que não estão disponíveis nem sequer te deviam aparecer.
  12. deves estar a ver o site de outra região. Muda a localização para Portugal
×
×
  • Criar Novo...