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Lip McBoatface

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Sobre Lip McBoatface

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  • Data de Nascimento 25-04-1974

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    Masculino
  • Origem
    São Jorge da Morronhanha

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  1. Tendo em conta os que se paga de imobiliário na Grande Lisboa faz sentido, tem de se fazer alguma coisa para baixar os preços.
  2. Para se poder comentar este assunto, que tentem perceber o que existe de leis humanitárias no contexto de guerra e porque isso foi escrito. https://www.icrc.org/en/document/wars-cities-protection-civilians-urban-settings Idealmente teríamos alguém na imprensa convidado para falar no assunto que percebe sobre o assunto mas assumo que dificilmente acontecerá.
  3. Lip McBoatface

    Empregos

    @Koper, será que tens capacidade de ajudar nisto? Ou outra pessoa
  4. Mesmo depois do Quenia dar uma lição na altura da invasão o pessoal não quer ouvir. Anyway adoro o trolling de Overseas Department of Brazil ahah
  5. Não estás a ter em conta o fluxo do lixo nesses países e como é que acabam nos oceanos, e esse lixo não tem só origem no próprio país, exatamente aquilo que te expliquei antes. E sim, já andei por certas zonas, foi um comentário preguiçoso da tua parte. Partilho essa noção do que é a vida, sim. Para te dar o exemplo das Filipinas: https://www.eco-business.com/news/if-the-philippines-banned-waste-imports-why-is-it-still-the-worlds-dumping-ground/ Tu referes-te aos problemas que existem na falta de gestão de resíduos locais, mas é uma história que não está completa sem o aparecimento do lixo importado, e sem perceber isso é fácil não perceber a história toda. Ou seja, nem todo o plástico que acaba nos oceanos começou ali. E novamente, olhar para os números per capita e para as provas das correlações entre altas taxas de urbanização, alto nível de vida da população e nível de desenvolvimento do país com as taxas per capita de resíduos técnicos de cada país conta uma história diferente. Até porque os países no Sudoeste Asiático / África / América Latina contribuem maior percentagem de resíduos orgânicos e não técnicos. Quanto ao último parágrafo, óbvio, mas isso é muito wishful thinking atribuir uma fatia considerável do usufruto do que é mais poluente aos países com menores taxas de industrialização ou de capacidade para ter coisas, caso seja o que queres implicar daí. Finalmente, quanto à frase em bold, nem estava a referir-me a ti no que toca a discutir o assunto de forma tóxica, portanto novamente não percebo a necessidade de responder a isso, mas se consideras uma visão diferente da tua (visão essa que até agora não vi ser um axioma) uma "palermice", ok. Há quem queira viver a vida e se sinta bem feliz a tentar virar a página (ou a querer ver) duma civilização que está com dificuldades em lidar com isso e com dar a possibilidade duma humanidade digna a uma fatia bem considerável da mesma. É uma palermice porreira, só para que saibas. Não diria porno, porno é Holanda onde tens uma das maiores densidades populacionais e de ciclistas e congestão não seria como definiria as coisas cá. No entanto, Londres é uma cidade onde de facto vês isto a acontecer em algumas junções. Vivi na 1a metade de 2018 lá a fazer a minha vida de bicla pública e faz-se bem melhor do que se pensa, só que tem essa consequência que vês no vídeo... é uma cidade que rapidamente se tem convertido numa cidade ciclável mas a passar pelas growing pains associadas de quando se trabalha para melhorar a situação actual. É softcore, vá.
  6. Quem vê documentários do Attenborough já terá visto que uma das maiores soluções dada, senão a maior, para dar a volta é exatamente esse: reduzir o número de pessoas a viver na pobreza para aumentarem a qualidade de vida, ou seja, a redução da inequalidade. E por isso são os países que têm os meios económicos e o legado de poluição que têm capacidade neste momento para atuar, porque são esses que determinam por exemplo se a tecnologia desenvolver para energia solar faz com que tenha neste momento um custo de produção mais barato que o combustível fóssil, e por aí fora. Não sei se estás a querer indicar que o facto da Europa não ter o nível de poluição que essas zonas têm significa que o impacto de mudar as coisas em Portugal não significar muito, mas isso é discutir batatas com alhos. A poluição é uma contribuição acumulada com consequências sem fronteiras. Anyway, cada um vive a vida como puder, só me faz confusão quem fica todo triggered com discutir o suicídio colectivo que vamos cometendo ou aqueles que andam aí a culpar o pessoal pelas escolhas de vida deles, como se não fosse um produto do ambiente em que nasceram. Para além disso não sei se estás com uma ideia errada das contribuições mundiais de CO2 mas basta ver uma fonte como esta e ver os valores totais e os per capita. Podes dar uma olhada a Países Baixos, e Nigéria por exemplo. E só para te dar o exemplo de geração de lixo municipal, se no futuro as projeções dão de facto predominância de quantidade de lixo no Sudeste Asiático e África, hoje em dia a história ainda se vira muito para os mesmos no topo dessa lista + UE. Só porque esse lixo é (ou era) exportado para Guatemalas, Nigérias, Filipinas da vida, não quer dizer que tenha sido criado lá. Pelo meio, não há aí ninguém que queira discutir estes assuntos de uma forma não tóxica, por favor? Quanto a transportes públicos, aqui vai uma entrevista com muita informação sobre o que é necessário considerar quando se discute sistemas de transporte em Portugal, isto já é de 2018 https://fumaca.pt/david-vale-sobre-mobilidade-e-dependencia-automovel/
  7. 1 - Tanto nunca na história da humanidade se tinha alcançado este nível de abundância e de globalização, portanto vamos ter calma a vaticinar o que nunca vai acontecer. 2 - Já há bastantes casos teóricos e práticos que mostram o caminho para a industrialização poder coexistir, ver o conceito e práticas de Ecologia Industrial.
  8. Manda aí a tua confirmação que o ponto de não retorno já passou.
  9. Tenho sérias dúvidas que a "parte mais pobre da população" consiga aguentar ter um carro, principalmente desde que começou a guerra. Por alguma razão o é. E as hipóteses aumentam quanto mais procura houver. Com isto não estou a dizer que Portugal proporciona boas condições de transporte público para os cidadãos.
  10. wtf, arragar numas tranças deve doer pa crl para quem as tem, qual é o problema com apanhar um molhe de cabelo?
  11. Eu percebo a vontade de querer fazer o trabalho bem e dar o litro ao ponto de aceitar por sua decisão trabalhar imensas horas por dia, mas a fazer isso é bom que ganhem bem e tenham boa noção que estão a perder a oportunidade de usar essa determinação para criar uma situação em que são o seu próprio chefe e recebem o valor total pelo seu trabalho.
  12. é a summer league, who gives a shit
  13. que roubo, como deixam sacar o Brogdon por tão pouco -.-
  14. Também seriamente desaconselho um workshop de leite creme, não vale a pena correr o risco de levar com a pá quente na cara
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