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rcoelho14

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  1. Bem...estou a ver que vou ter de rever isto depois. Amanhã é debate entre os partidos sem representação, não é?
  2. Chega alvo de ação de despejo na sede em Évora por falta de pagamento da renda
  3. A mim deu isto, o que não anda muito longe da verdade, apesar de tudo. Mas não é assim tão surpreendente um jornal de direita ter uma cena destas com bias de direita.
  4. ffs...está a bater-nos forte o Covid nesta fase, e sempre em jogadores essenciais
  5. É um bom ponto de vista, nunca tinha pensado nesse prisma concordo, obrigado. Nos EUA o problema é ainda pior. Votar num partido que não sejam os 2 de sempre não vale a pena. Em nenhum estado. Mas isso é um problema do First Past the Post em que o vencedor leva tudo, pode ter 10% dos votos, mas se todos os outros tiverem 9% então fica com a maioria na mesma. É um sistema horrível de escolha na minha opinião. Não estando a tentar defender o ponto de vista do post que referi (estou mais a tentar aprender um pouco e ter pontos de vista distintos), mas não acreditas que esta situação também contribui para um maior afastamento da política (e consequente subida da taxa de abstenção) da parte da população? É que pelo menos da minha parte, dos partidos em que me revejo ou que acho poderem contribuir positivamente com ideias, nenhum tem possibilidade de ser eleito no meu distrito (Aveiro), mas ainda assim tenho bastantes escolhas. Num distrito do interior (onde então se fala dos tais 28% dos votos sem representação - e não digo que o número esteja correto porque não fui fazer contas) isto tem um impacto ainda maior. Pelo menos é a minha forma de ver a cena: especialmente as populações mais jovens começam a rever-se em novas ideias que têm vindo a surgir (daí o aparecimento da IL e do Livre em 2019, e quem sabe um milagrezinho com o Volt este ano, o que duvido) e estes novos partidos só são eleitos em Lisboa atualmente.
  6. Sim, mas a nível nacional 15% dos votos não contarem para nada e em certas zonas 28% é muito voto. Só contando Portugal (nada de emigrantes) e assumindo uma população adulta de 8.3M de pessoas (pelos números de 2020 da PORDATA é algo por volta disso) em que todos votam (na realidade em 2019, 45.5% de pessoas abstiveram-se, ou 4 250 000 pessoas), falamos de cerca de 1.2M de votos que no final não têm representação parlamentar (ou 770 604 votantes se fiz bem as contas tendo em conta a abstenção). Estou a assumir, claro, que sejam realmente 15% de votos que não têm representação. Sobre o mínimo de 5%, por exemplo, na Nova Zelândia só se aplica se partidos com menos que 5% não consigam eleger ninguém. De qualquer forma não sei se teria impacto positivo ou negativo cá. Uma das distinções feita a este método vs Método D'Hont que usamos é que o D'Hont beneficia partidos maiores e este beneficia partidos menores. Ah ok, tinha percebi mal então. E que desvantagens haveria de ou acabar com círculos e aplicar o método atual à percentagem de votos total, ou então manter círculos e acabar com o Método D'Hont? Por acaso pesquisei a ver se encontrava algo e só me apareceu este artigo do Observador, escrito por um João Almeida em que pelas contas que ele apresenta, ao acabar com os círculos e manter o Método D'Hont, o parlamento seria: PS 91 deputados, PSD 70, BE 24, PCP 16, CDS 10, PAN 8, CH 3, IL 3, LIVRE 2, AL 1, MRPP 1, RIR 1
  7. Segundo isso perdemos IL e Livre é isso? Pelo menos em Lisboa. E não sei como me sentir em relação à exclusão de um círculo internacional. Em nível de constituição não sei se seria possível. Coincidência também, no Reddit alguém postou há bocado como seria o parlamento ao longo dos anos com círculo eleitoral único. https://old.reddit.com/r/portugal/comments/s4l2zt/e_se_houvesse_apenas_um_circulo_eleitoral_nacional/ Nos comentários também falaram no método de Webster/Sainte-Laguë, defendido pelo PAN que supostamente favorece mais partidos pequenos, usado na Suécia, Noruega, Nova Zelândia e a nível federal na Alemanha (e alguns países de Leste). De qualquer forma, acredito que chegamos a um ponto onde é importante defender o estudo de métodos eleitorais diferentes e o impacto que teriam cá. Segundo o post no Reddit, cerca de 15% dos votos vão para o lixo, com 28% no interior e 4% em Lisboa. Votar em partidos pequenos fora de Lisboa é meter voto fora em todos os distritos exceto talvez no Porto.
  8. Não sejas assim, deixa-me acreditar na humanidade Mas isso é mais que óbvio. Se 2 partidos basicamente mandam nisto desde sempre, têm a grande maioria dos votos, e beneficiam do estado atual da coisa, é normal que nunca iriam procurar uma alternativa que lhes tirasse vantagem. É tipo o "First Past The Post" nos USA, que só beneficia os 2 partidos do poder, por isso nunca irão fazer alterações que promovam a inclusão de partidos extra no senado e diminua o seu poder.
  9. Fico à espera! Acho que está na hora de pensar numa reformulação do modelo eleitoral usado, para que o interior não se resuma a uma escolha entre PS e PSD e votos noutros partidos valham 0.
  10. Como funcionaria isso? Seria algo como temos hoje (mas em vez de 18 distritos a eleger tudo terias 7 circulos a eleger 100 ) + 131 deputados eleitos através da percentagem nacional direta desse 2º voto? (foi o que percebi, se estiver mal corrige-me)
  11. Obrigado pelo esclarecimento A única coisa que eu sabia era a partir de alguém militante do partido (peixe muito miúdo, e não está envolvido na política) que dizia que a Catarina Martins era uma pessoa querida e simpática, mas que achava a Mariana Mortágua demasiado extremista. De qualquer forma, "andam em círculos infestados de gajos do Chega, da IL e do CDS" deve ser a última coisa que imaginei gente do BE a fazer. De resto, o que o Ticampos acabou de dizer é algo que confirma um bocado a sensação que tenho tido de que o discurso do BE soava muito oco, muito à base de soundbytes bonitos, mas sem conteúdo. A Catarina Martins parece um robô a debater. É algo que notei e julgo ser fácil perceber quando falam em dar e subsidiar a tudo e todos, atirar dinheiro para cima dos problemas, mas não falam de onde vem o dinheiro para isso ser possível, pareceram-me muito alérgicos em realmente debater ideias contrárias sem as distorcer por completo. Aliás, a afirmação "custe o que custar" quando fala de financiar o SNS é uma das maiores idiotices que ouvi um partido dizer num país que tem uma economia anémica e feita à base de salários mínimos (ou pouco mais que isso). Sobre a CDU é algo que respeito neles. Não concordo com a sua ideologia ou ideias, mas sabes ao que veem. Defendem aquelas ideias desde sempre. Anyway, opiniões pessoais do que vou apanhando. Provavelmente até disse umas idiotices como leigo que sou, por isso corrijam-me se estiver com ideias erradas quanto a isto.
  12. Como alguém que está um bocado de fora deste tipo de cenas, em que sentido dizes isto? Num clássico hipocrisia de "fazem o que criticam" ou numa das pessoas e amizades que têm? Ou os 2, pode estar interligado ahahah Ou outra coisa qualquer que não tenho em mente.
  13. Sondagem: PS pode estar a três deputados da maioria absoluta. PSD volta a descer A quem interessar, sondagem da Católica
  14. Penso ser este o artigo para quem quiser ler: https://www.cmjornal.pt/opiniao/colunistas/andre-ventura/detalhe/os_refugiados_e_o_mar_da_morte
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