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Menendez 9

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  1. Aqui é igual. Acho que dado os quase 250 mil inscritos, deveriam ter aberto hoje uma mesa de voto por escola, pelo menos nos concelhos mais populosos.
  2. Como diz o artigo da visão, surgiu um caso no final da campanha acerca de ela receber subvenções vitalícias que a prejudicou imenso.
  3. Não conheço o gajo, mas pelo estilo aposto que "você sabe quem é o pai dele".
  4. Ticampos, já respondi. Apesar de no geral estar bem construído, como um tipo que ganha a vida a fazer inquéritos, deixo-te algumas dicas para o futuro: Organiza as perguntas por grupos bem definidos - "Presidenciais 2021", "Legislativas", "Pandemia", etc... Deves introduzir cada um dos grupos com algo do género "vamos agora fazer-lhe umas perguntas sobre [inserir tema] para contextualizar o inquirido e as questões não surgirem de supetão. Para além disso, cada grupo deve incluir todas perguntas relativas a esse tema, para não saltares de uns temas para os outros. Eu percebo que deves ter feito assim por causa do cruzamento de variáveis, mas nem convém, para não sugerires aos inquiridos que variáveis vais cruzar com quais e assim poderes condicionar as respostas. O último grupo deve ser sempre aquele relativo aos dados sociodemográficos. Como estas perguntas aparecem em todos os inquéritos, colocá-las logo no início faz aumentar a taxa de não-resposta, por aborrecimento. Quem já investiu tempo a responder questões sobre o tema central estará mais inclinado a responder a estas quando aparecem no fim. A pergunta sobre a idade deve ser sempre deixada aberta, para os inquiridos colocarem lá o número. Se a variável é numérica deves mantê-la numérica e posteriormente, na análise, agregar nas categorias que quiseres. A única exceção a esta regra prende-se com variáveis relativas a salário ou rendimento, em que perguntar diretamente pode gerar um certo desconforto ou não-resposta. Devias abrir com as questões mais factuais, do género "em quem votou", "em quem vai votar" e depois então avançar para as mais ideológicas. Abrir o inquérito logo a perguntar se a pessoa é de esquerda ou de direita dá logo azo a que pessoas que não têm uma posição muito vincada adotem uma posição defensiva - e são esses que mais te devem interessar, porque o desafio é justamente perceber o sentido de voto destes. Este efeito é mais visível nos inquéritos presenciais, mas ainda assim acho que é algo que podes ter em conta. Não me estou a lembrar de mais nada, mas espero que possa servir de alguma ajuda. Lembra-te sempre que os resultados dependem também da forma como as questões são feitas e apresentadas. Abraço.
  5. Pois, pensei no mesmo, mas consegui ver a parte 1 de borla no site. Mas podem ter deixado o início como bait para esse serviço pago.
  6. Alguém me consegue arranjar a 2ª parte da grande reportagem da SIC sobre o partido do cabeça de geleia? No site da sic notícias já não está disponível
  7. E achas que a valorização da antiguidade não acontece nalgumas empresas também?
  8. Digam agora mal do Gilberto. Acabou de travar um contra-ataque perigoso atirando-se para o chão.
  9. Eu até penso que alguns movimentos progressistas têm um problema de comunicação, o que não ajuda a passar a sua mensagem ao cidadão comum, mas agora atribuir toda a culpa aos slogans vociferados nas manifestações é uma opinião ridícula.
  10. Não sei de onde foste desencantar esses números, porque nem mostras a fonte. Mas é normal que os brancos sejam mais atingidos a tiro em número absoluto, já que também são a maioria da população. Quando vês as coisas em termos de proporção, os dados mostram coisas bem diferentes: https://www.pnas.org/content/116/34/16793 "Risk is highest for black men, who (at current levels of risk) face about a 1 in 1,000 chance of being killed by police over the life course. The average lifetime odds of being killed by police are about 1 in 2,000 for men and about 1 in 33,000 for women. Risk peaks between the ages of 20 y and 35 y for all groups. For young men of color, police use of force is among the leading causes of death." Ou seja, um homem negro tem o dobro das probabilidades de ser morto a tiro que um homem branco na América Mas nem só de tiros se faz esta "caça ao negro" (palavras tuas). Se vires os dados relativos a idas para a prisão, repara quem está, por larga margem, mais predisposto a ir parar à cadeia. - https://www.bjs.gov/content/pub/pdf/Llgsfp.pdf E podia continuar a atirar-te dados relativos a rendimento, esperança média de vida e outros indicadores relativos à qualidade de vida que revelam que as experiências de vida são fortemente condicionadas pela cor de pele dos indivíduos. Mas temo que não vá adiantar de nada, por isso fico-me por aqui.
  11. https://interactive.aljazeera.com/aje/2020/know-their-names/index.html Tens aqui uma lista de afro-americanos desarmados mortos pela polícia nos últimos anos. Se leres a história de cada um, repararás que nenhum deles cometeu um crime da magnitude daqueles verificados ontem - aliás, muitos deles não estavam apenas nas suas vidas. A morte destes gerou, sobretudo neste Verão, vários protestos por parte da comunidade negra - alguns dos quais descambaram em motins. A resposta policial a essas situações foi muito mais rápida, repressiva e violenta do que a resposta ontem, é inegável. E as consequências das manifestações BLM centraram-se sobretudo em danos em propriedade privada e não numa invasão ao principal parlamento do país e o que isso representa para a democracia americana.
  12. Acho que ele se estava a referir ao facto de a malta ter supermercados preferidos onde faz as suas compras regularmente - o que evidencia a maturidade (leia-se idade) do utilizador médio.
  13. Em relação às velocidades que a malta falou, acho que se estão a esquecer de um pormenor: a chuva. Com piso seco, consigo compreender a malta que anda ali no limite ou até passa ligeiramente, dependendo do carro que tiverem. Agora a chover ou com o piso muito molhado (como tem estado nos últimos dias) para mim ultrapassar os 120 já é uma estupidez. Admiro este argumento. Dada a possibilidade que já tenhamos andado todos em excesso de velocidade em alguma altura das nossas vidas, então que se atirem as regras todas pelo cano abaixo. Torna muito mais fácil defender o indefensável. É claro que já andei a mais de 120 - não muito mais, porque não tenho carro para isso. E alguns users daqui também já admitiram isso. A questão é que destes últimos, 2 ou 3 já partilharam que, por causa disso, já tiveram acidentes mais ou menos graves e por isso passaram a ser mais cuidadosos. Aproveitem as experiências deles para retirarem as vossas conclusões.
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