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Doping

Publicações recomendadas

Deparei-me com uma entrevista bem interessante onde um dealer que jardou muitos atletas, fala com conhecimento de causa.

 

Angel Heredia on sports doping

 

A entrevista é de 2008 e não sendo novidade nenhuma, também não se alterou nada desde aí, por isso vale mais do que a pena ler.

 

Descobri também um artigo de um blog que compila 50 anos de testemunhos de doping no futebol.

 

Quantos campeões é que ganham limpinho, limpinho? O que é que se pode fazer? Qual desporto/competição está mais próximo de erradicar o doping?

E o Fuentes que se queria chibar-se todo mas ninguém o deixou? Messi/Ronaldo quem jarda mais? Nuno Assis, Casagrande, amarelinha, Rui Jorge?

 

Aquí está o tópico que faltava. Conspirem.

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Ronaldo jarda > Messi

Olha so praquele pernil...

 

Btw, so de futebol?

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Deparei-me com uma entrevista bem interessante onde um dealer que jardou muitos atletas, fala com conhecimento de causa.

 

Angel Heredia on sports doping

 

A entrevista é de 2008 e não sendo novidade nenhuma, também não se alterou nada desde aí, por isso vale mais do que a pena ler.

 

Descobri também um artigo de um blog que compila 50 anos de testemunhos de doping no futebol.

 

Quantos campeões é que ganham limpinho, limpinho? O que é que se pode fazer? Qual desporto/competição está mais próximo de erradicar o doping?

E o Fuentes que se queria chibar-se todo mas ninguém o deixou? Messi/Ronaldo quem jarda mais? Nuno Assis, Casagrande, amarelinha, Rui Jorge?

 

Aquí está o tópico que faltava. Conspirem.

Ninguém sabe, nem ninguém nunca vai saber toda a verdade, há muito jogo de bastidores, e vai ser sempre assim !

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Por acaso, já me tinham dito que muitas das micro-roturas que os jogadores tinham durante a época eram para tapar cenas de doping.

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O único desporto, onde não há doping é o ciclismo. Limpinho.

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O único desporto, onde não há doping é o ciclismo. Limpinho.

 

 

:lol: é isso.

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Eu sei que vocês estão a ser irónicos mas abordasse-se o doping em todos os desportos como ele é abordado no ciclismo e veria-se o ridículo que são metade das críticas que fazem ao desporto.

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Ninguém criticou, "it is what it is", se se encara o doping no ciclismo dessa forma é por alguma razão. O doping é um problema global, nao se limita ao ciclismo.

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Ouvi há uns 2/3 anos a quando o Jorge Andrade rebentou o tendão rotuliano o testemunho de um fisioterapeuta da selecção portuguesa que aquele tendão é quase impossível de rebentar a não ser que se ande metido em drogas. Não percebo nada disso mas sei que o mundo do futebol como o do ténis não interessa levar para a frente a cruzada de descobrir quem se dopa e que não o faz.

 

Mas é uma coisa que sempre me enojou muito e sempre me há de enojar.

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Há uma atleta portuguesa muito conhecida (Vanessa Fernandes) que ja ganhou muitas medalhas e tiatlo, e o pai dela foi a uma escola onde tive dar uma preleção e disse a uma stora minha que iam aumentar a caixa de ar com operações para ela aguentar mais.

Editado por Kid Facadas

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Eu sei que vocês estão a ser irónicos mas abordasse-se o doping em todos os desportos como ele é abordado no ciclismo e veria-se o ridículo que são metade das críticas que fazem ao desporto.

 

Não querendo passar por muito estúpido, acho que no ciclismo à caça ao doping é mais apertada porque os resultados da utilização dessas substâncias são mais evidentes.

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Ouvi há uns 2/3 anos a quando o Jorge Andrade rebentou o tendão rotuliano o testemunho de um fisioterapeuta da selecção portuguesa que aquele tendão é quase impossível de rebentar a não ser que se ande metido em drogas. Não percebo nada disso mas sei que o mundo do futebol como o do ténis não interessa levar para a frente a cruzada de descobrir quem se dopa e que não o faz.

 

Mas é uma coisa que sempre me enojou muito e sempre me há de enojar.

 

O Barton diz que em toda a carreira só lhe testaram a urina uma vez. Além de o tempo de detecção ser menor do que num exame ao sangue é possível fazer com que os rins não filtrem certas substâncias.

 

Felizmente para o ano a Uefa vai começar a fazer exames ao sangue. Não me admirava nada que houvesse um número anormal de jogadores a fazer épocas abaixo do esperado.

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Não querendo passar por muito estúpido, acho que no ciclismo à caça ao doping é mais apertada porque os resultados da utilização dessas substâncias são mais evidentes.

Só é uma caça mais apertada porque são mais sérios os responsáveis, mais nada.

 

Aliás, o fórum a que liga o primeiro post (Sherdog), é dedicado às artes marciais, sobretudo MMA. Não vou dizer que é onde mais se evidência mas quase. No MMA, os testes são feitos de forma muito branda e há muitos casos em que a utilização de produtos é feita às claras. Quem dera que lá se fizessem as coisas com a seriedade do ciclismo...

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Não querendo passar por muito estúpido, acho que no ciclismo à caça ao doping é mais apertada porque os resultados da utilização dessas substâncias são mais evidentes.

 

E acaba por ser verdade. A nível das modalidades de topo, ciclismo e atletismo, sem dúvida. Mas o desfasamento entre o nível de controlo do ciclismo e a esmagadora maioria dos restantes desportos de topo é demasiado grande e está longe de ser justificado pela diferença no impacto visível do doping.

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E acaba por ser verdade. A nível das modalidades de topo, ciclismo e atletismo, sem dúvida. Mas o desfasamento entre o nível de controlo do ciclismo e a esmagadora maioria dos restantes desportos de topo é demasiado grande e está longe de ser justificado pela diferença no impacto visível do doping.

 

Tens razão. Mas é compreensível que assim seja. Estamos a falar de desportos individuais, logo o resultado apenas depende de um atleta. Além disso, o atletismo e ciclismo são desportos muito físicos, em que o uso de substâncias dopantes tem um efeito brutal. E não é exequível fazer o mesmo tipo de controlo em todas as modalidades.

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Tens razão. Mas é compreensível que assim seja. Estamos a falar de desportos individuais, logo o resultado apenas depende de um atleta. Além disso, o atletismo e ciclismo são desportos muito físicos, em que o uso de substâncias dopantes tem um efeito brutal. E não é exequível fazer o mesmo tipo de controlo em todas as modalidades.

O ciclismo não é uma modalidade individual. Tens toda a razão que é um desporto mais físico mas, por muito bom que sejas, se não tiveres equipa, não vais a nenhum lado.

 

Mas lá está, o efeito de qualquer droga é o mesmo no ciclismo ou no futebol. Se no ciclismo a vertente física é mais importante do que no futebol, no futebol a vertente psicológica, de decisão por exemplo, é mais importante do que no ciclismo. E a esmagadora maioria das PEDs têm também grande influencia também essa vertente.

 

Qual é o tipo de controlo que não é exequível no futebol mas que é no ciclismo?

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O ciclismo não é uma modalidade individual. Tens toda a razão que é um desporto mais físico mas, por muito bom que sejas, se não tiveres equipa, não vais a nenhum lado.

 

Mas lá está, o efeito de qualquer droga é o mesmo no ciclismo ou no futebol. Se no ciclismo a vertente física é mais importante do que no futebol, no futebol a vertente psicológica, de decisão por exemplo, é mais importante do que no ciclismo. E a esmagadora maioria das PEDs têm também grande influencia também essa vertente.

 

Qual é o tipo de controlo que não é exequível no futebol mas que é no ciclismo?

 

A questão dos efeitos dessas substâncias é sempre muito discutivel. E o efeito não é igual em todas as modalidades. Por isso é que há substâncias proíbidas em certas modalidades e noutras não. E ninguém consegue quantificar a importância da vertente física, mental etc numa determinada modalidade.

 

Não poderias fazer um tipo de controlo igual no futebol e no ciclismo devido á dimensão que cada modalidade têm. Não estou muito dentro do ciclismo mas se for como no atletismo os agentes anti doping podem chegar a casa dos atletas de alta competição às 2h da manhã e exigir uma análise ao sangue/urina. Em campeonatos profissionais de futebol, futsal, andebol, basket e por aí fora não poderias fazer esse tipo de controlo, principalmente no nosso país.

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No futebol não seei como é. No rugby tenho uma noção.

 

Em Portugal há "estrelas" que usam substâncias para crescerem, ficarem mais fortes, etc. Porquês? O controlo é zero. Em 8 anos nunca fui controlado. Nem na selecção. Como Portugal não compete nos circuitos profissionais de XV, acaba tudo por passar em claro. Aliás, não é só em Portugal. Lembro-me de uma selecção romena ter uma primeira linha em que qualquer um deles tinha mais de 120 kg mas corriam mais do que o Obikwelu.

 

No rugby profissional, há cada vez mais casos a serem descobertos. Em França rebentou um grande escândalo nos últimos tempos. Para quem não sabe, em França, o Rugby rivaliza com o futebol. Basta ver as manchetes do L'Equipe.

 

Para acrescentar mais informações ao debate.

 

 

Antigo talonador da França acusa pessoas de não quererem saber da verdade

 

O ex-talonador da França, Laurent Benezech, afirmou que as pessoas estão a fazer vista grossa para o doping no rugby, da mesma forma que tal foi a norma no ciclismo.

 

Em declarações ao jornal Le Monde, Benezech disse: «A prova [de doping no rugby] está à frente dos nossos olhos, mas ninguém está interessado.»

 

«O rugby é exactamente a mesma situação que o ciclismo era antes do caso Festina.»

 

O caso Festina foi um caso infame de 1998, em que o médico da equipe Festina foi parado por agentes aduaneiros na fronteira França-Bélgica com produtos dopantes.

 

Houve várias investigações de doping e várias internações de ciclistas e nos olhos de muitas pessoas foi o catalisador para um novo compromisso para combater o doping no desporto.

 

Os comentários de Benezech aparecem apenas uma semana após o ex-médio de formação da França, Jean-Pierre Elissalde, alegar que anfetaminas foram amplamente tomadas no desporto durante os anos 1970 e 1980.

 

Ele também admitiu o doping durante a sua carreira.

 

Apenas alguns dias antes, Françoise Lasne alegou que o rugby havia retornado a maior proporção de testes antidoping positivos na França em 2012.

 

E de acordo com Benezech, que foi internacional por 15 vezes de 1994 a 1995, basta olhar as estatísticas para ver a prova.

 

«Passamos de 20 minutos de acção efetiva para 30 minutos no final da década de 1990 que foi a evolução normal devido aos jogadores se tornarem profissionais», disse ele.

 

«Mas agora estamos a explicar que apesar de que já estarmos em 40 minutos, que podemos chegar a 50 e até, por que não, 60.»

 

«Isso é o que aconteceu no ciclismo, no final da década de 1990 quando a lógica nos viu a aumentar etapas do Tour de France e a aumentar as dificuldades, sem colocarem problemas físicos para os ciclistas.»

 

Benezech culpou os clubes por serem cúmplices, autorizando a utilização de substâncias proibidas por razões terapêuticas.

 

«Em determinados clubes há a legalização do uso de autorizações dadas pelos médicos, os famosos AUT [autorizações para uso terapêutico], caso contrário, os jogadores testavam positivo», disse.

 

«O uso de AUT tem-se desenvolvido no sentido de que o médico justifique o uso [de substâncias proibidas], por razões médicas, quando é claro que eles são usados para melhorar o desempenho.»

 

E Benezech disse que as autoridades de rugby têm que parar de enterrar a cabeça na areia ou o uso sistemático de doping irá continuar.

 

«Enquanto continuam no escuro e se recusam a ser transparentes, não serão capaz de evitar pôr em perigo a saúde dos desportistas.»

 

 

Destas declarações destaco este pedaço;

«Passamos de 20 minutos de acção efetiva para 30 minutos no final da década de 1990 que foi a evolução normal devido aos jogadores se tornarem profissionais», disse ele.

«Mas agora estamos a explicar que apesar de que já estarmos em 40 minutos, que podemos chegar a 50 e até, por que não, 60.»

 

«Isso é o que aconteceu no ciclismo, no final da década de 1990 quando a lógica nos viu a aumentar etapas do Tour de France e a aumentar as dificuldades, sem colocarem problemas físicos para os ciclistas.»

 

Mais;

 

Rugby francês chocado com alegações de doping

 

O sindicato dos jogadores franceses de rugby, reagiu com descrença às alegações de que o desporto teve a maior proporção de testes positivos de doping no país no ano passado.

 

Provale disse num comunicado que a afirmação feita pelo director da agência anti-dopagem francesa(AFLD) na quarta-feira era «tudo fica mais sério, uma vez que foi entregue no estabelecimento de uma investigação do Senado» e o tinha deixado «confuso».

 

Lasne disse na audiência sobre a eficácia da luta contra a substâncias proibidas no desporto, que o rugby liderou as tabelas na frente do futebol, atletismo, triatlo, basquetebol, andebol e natação.

 

«Estou interessado em todas as modalidades que nos deram pelo menos 400 amostras em 2012, a fim de chegar a um conjunto de estatísticas confiáveis», disse.

 

«Oito modalidades correspondem a esses critérios», afirmou.

 

«Se levarmos em conta todas as substâncias proibidas presentes na lista da Agência Mundial Anti-Doping (WADA) o desporto que regista a maior percentagem(de testes positivos) é o rugby.»

 

Mas Provale apontou para os valores fornecidos à AFP pela Federação Francesa de Rugby (FFR) que havia 22 controlos anormais em 2012, dos quais apenas dois resultaram em castigos longos.

 

O Sindicato dos jogadores concluiu: «Se com dois jogadores dopados o rugby é a modalidade mais afectada por doping, então é uma boa notícia para o desporto em França.»

 

Em seu depoimento, Lasne disse aos senadores que, mesmo se descontar as substâncias que não melhoram o desempenho, como a cannabis, o rugby ainda era a modalidade mais afectada.

 

O director da AFLD, Bruno Genevois, no entanto, disse à comissão que, embora a acusação de Lasne esteja correcta, ela tem de ser colocada no contexto.

 

«Nós sabemos, por exemplo, se olharmos para os números da AMA para 2011 em relação ao número de concorrentes, o levantamento de peso surge como a modalidade mais preocupante(por testes positivos).»

 

«Além disso, em 2012, como em 2011, o ciclismo e o atletismo foram agrupados e (este grupo) foram responsáveis pelos testes mais anormais encontrados pela AFLD.»

 

De acordo com números oficiais da AFLD, o ciclismo foi, de longe, a modalidade mais testado em França em 2012.

 

Em todas as 1812 amostras testadas, resultaram 14,5% de exames positivos à frente do atletismo(12,6%), rugby(10,4%), futebol(6,8%) e triatlo(4,5%).

 

Depois do ciclismo, o atletismo foi a modalidade mais controlada, com 1164 amostras, seguida do rugby(588), futebol(548) e andebol (452).

 

Genevois disse à audiência no Senado: «O que é interessante é que, em 2012, como em 2011, encontramos uma proporção muito elevada de cannabis e (o esteróide) glicocorticóides.»

 

Tal como Provale, a FFR desafiou a afirmação de Lasne.

 

«Estou surpreso com a forma como foram apresentados» disse Christian Bagate à AFP.

 

 

É impossível erradicar o doping sem testes após todos os jogos a todos os jogadores. E mesmo assim haveria muita gente a burlar amostras.

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No futebol não seei como é. No rugby tenho uma noção.

 

Em Portugal há "estrelas" que usam substâncias para crescerem, ficarem mais fortes, etc. Porquês? O controlo é zero. Em 8 anos nunca fui controlado. Nem na selecção. Como Portugal não compete nos circuitos profissionais de XV, acaba tudo por passar em claro. Aliás, não é só em Portugal. Lembro-me de uma selecção romena ter uma primeira linha em que qualquer um deles tinha mais de 120 kg mas corriam mais do que o Obikwelu.

 

No rugby profissional, há cada vez mais casos a serem descobertos. Em França rebentou um grande escândalo nos últimos tempos. Para quem não sabe, em França, o Rugby rivaliza com o futebol. Basta ver as manchetes do L'Equipe.

 

Para acrescentar mais informações ao debate.

 

 

 

 

 

Destas declarações destaco este pedaço;

 

 

Mais;

 

 

 

 

É impossível erradicar o doping sem testes após todos os jogos a todos os jogadores. E mesmo assim haveria muita gente a burlar amostras.

 

Pois, é isso, infelizmente. Se no estrangeiro não é exequível fazer um controlo mais apertado muito menos aqui em Portugal. As autoridades anti-doping não são proporcionais à quantidade e dimensão de todas as modalidades. Simplesmente não dá. E por vezes nem querem, como está aí no texto que puseste. Lembro-me também de casos desse tipo em Espanha e EUA.

 

O doping está e sempre esteve 10 anos à frente do anti doping; muitas vezes alguns casos só se sabem muito tempo depois...

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