Apollion Publicado 19 Março 2015 (editado) Em Portugal, país tão dado a provérbios e ditados populares, serão poucos os que desconhecem as expressões «filho de peixe sabe nadar» e «quem sai aos seus não degenera». Pois bem, o levantamento que o zerozero.pt fez nas últimas semanas prova que estes mesmos aforismos podem ser bem aplicados ao tão amado mundo da bola: são inúmeros os exemplos registados no futebol nacional de pais e filhos que atua(ra)m na Primeira Liga e tornaram o desporto-rei o 'negócio da família'. Os nomes são muitos, mesmo. Alguns bem conhecidos, outros menos afamados. Por isso vamos seguir a lógica do 'agora' - porque o futebol é o momento -, e começar por quem está por cá, no ativo, por quem ainda treina no duro ao longo da semana e sente o prazer do esférico nos pés. Nesta altura, destaca-se no principal campeonato luso André André, médio e capitão do Vitória de Guimarães, filho de António André, antigo centrocampista de Varzim e FC Porto. O petiz, de 25 anos, conta 73 jogos na Liga, o pai fez 380. Gonçalo Paciência, de apenas 20 anos, é por estes dias o menino-bonito do Dragão. Até já se estreou a marcar com a principal camisola azul e branca, mas na Taça da Liga, somando apenas um jogo no campeonato. É uma promessa, claro está, e como facilmente se percebe é filho de Domingos Paciência, antigo ponta-de-lança do FC Porto que assinou 263 presenças no escalão maior. Tiago Pinto, lateral de 26 anos do Rio Ave, também não engana. Fisicamente, queremos dizer; até no cabelo comprido é parecido com o pai, João Vieira Pinto. Mas se o progenitor espalhava classe na zona mais adiantada dos relvados e realizou 476 partidas no principal campeonato, o descendente, menos ousado mas seguro a fechar o flanco esquerdo, conta para já 97 jogos. Curiosamente, o Rio Ave é a equipa que mais «ganha» em laços familiares, se olharmos apenas para a temporada atual: ainda em Vila do Conde estão o defesa de 23 anos Roderick Miranda (28*), o trinco Júlio Alves (13*), da mesma idade, e o médio de 22 Luís Gustavo (18*), filhos de Ademir Miranda (10*), Washigton Alves (137*) e Santos (137*), respetivamente. Um à parte aqui, já que há que salientar que Washington é também pai de Bruno Alves e Geraldo, que representaram Farense, Vitória SC, FC Porto em 159 ocasiões e Benfica, Gil Vicente, P. Ferreira em 92, respetivamente. A despontar no SC Braga está Fábio Martins. Figura da equipa B dos arsenalistas, já mereceu a confiança de Sérgio Conceição – estreou-se na Liga contra o Arouca, atuando sete minutos -, e pode agora seguir os passos do seu pai, o brasileiro Niromar, que entre Beira-Mar, FC Porto, Portimonense e Sp. Covilhã fez 92 jogos no Campeonato Nacional da I Divisão. Ainda no Norte do país, há que referir as presenças de Yazalde e Rui Caetano no Gil Vicente e Hélder Guedes no Penafiel. O jovem avançado, filho de Jaime Graça, já conta mais partidas que o progenitor (109 face a 65), enquanto o seu colega todo-o-terreno, filho de Caetano, está muito perto da centena de jogos na Liga mas ainda tem muito a correr para alcançar os dados do pai (226). O caso do ponta-de-lança do 25 de Abril, filho de Guedes, é semelhante, sendo também o mais velho a levar a melhor, com 63 partidas oficiais perante 28. Descendo no mapa, temos no Restelo Filipe Ferreira, defesa de 24 anos aposta do Belenenses em 43 jogos do campeonato e filho de José Carlos, que somou uns simpáticos 364 encontros na prova. Tiago Caeiro, avançado de 30 anos, é outro caso, mas este já tem muitas mais presenças que o pai, Caeiro (26 - 1*). No Estoril, há mais dois nomes com entrada nesta curiosa lista: o médio Afonso Taira (9*) tenta repetir os feitos do pai José Taira (101*), ao passo que o defesa Rúben Fernandes (66*) já ultrapassou as marcas do progenitor José Fernandes (15*). Da Luz para o Restelo saiu Rui Fonte, de 24 anos, estreado na Liga em Setúbal e agora titular no Belenenses (19*). Irmão de José Fonte, capitão do Southampton (e com 51 partidas no campeonato luso), é filho de Artur Fonte, que entre Penafiel, V. Setúbal e Belenenses amealhou 285 encontros na maior montra do futebol luso. À beira-Sado é o central Frederico Venâncio quem dá nas vistas, estando perto das 50 partidas pelo clube do Bonfim, apenas no campeonato. Pedro Venâncio, seu pai, foi também em tempos idos um central de renome e ultrapassou as duzentas presenças com as cores de Sporting e Boavista. Por fim, no que diz respeito à atualidade, Rui Correia, defesa de 24 anos do Nacional, é o representante da ilha da Madeira nestas andanças. Aposta recente de Manuel Machado, tem 12 jogos na Liga e para já apenas sonha aproximar-se das estatísticas do seu progenitor, Manuel Correia, que ficou a um dos 300 encontros no campeonato nacional. Atualmente no Vasco da Gama de Sines, o extremo Márcio Madeira também assinalou na Liga Portuguesa uma caminhada familiar. Seis jogos ao serviço do Nacional da Madeira bastaram para aqui ser destacado juntamente com o seu pai, Vítor Madeira, que entre o final dos anos 70 e o início dos 90 marcou presença em 246 partidas da competição. Agora na Segunda Liga, ao serviço do Feirense, mas antes na Académica e no Penafiel, Paulo Grilo, filho de Sérgio Paulo (3*), já conseguiu com as suas 10 presenças superar os números do progenitor. Parecido, mas com números mais fortes, é o caso dos Targino: Tiago, hoje no Trofense, acumulou 124 partidas no maior campeonato português com as camisolas de Vitória de Guimarães, Vitória de Setúbal e Olhanense, ao passo que o seu pai Hilton realizou 25 pelo Portimonense de 76/77. Fábio Faria, que em 2013 se viu obrigado a pendurar definitivamente as chuteiras devido a problemas de saúde, também integra esta lista. Os seus 34 encontros no escalão maior permitem-lhe juntar-se na história a Chico Faria, avançado que realizou 186 jogos. Ricardo e António Sousa formam outra das duplas bem conhecidas do futebol luso, uma das mais famosas aliás: o mais novo atuou por 154 ocasiões no campeonato nacional, o antecessor em 484! Como é claro, temos aqui de falar também da dupla de avançados Rui e José Águas, apenas dois dos elementos de uma família de futebolistas e ambos figuras de recorte no panorama nacional. O filho dividiu 292 presenças entre Portimonense, Benfica, FC Porto e Estrela da Amadora; o pai vestiu apenas a camisola das águias por 281 vezes. Miguel e António Veloso são mais um caso flagrante neste levantamento familiar, sendo curioso que um tenha sido figura do Sporting e o outro ídolo do Benfica: o médio fez 97 jogos pelos leões na Liga, o defesa 436 entre os encarnados e o Beira-Mar. João Moutinho é o senhor que se segue nesta listagem: entre Sporting e FC Porto, o médio realizou 246 jogos na Liga Portuguesa, ao passo que o seu pai, Nélson Moutinho, teve 52 participações. Pereirinha é mais um dos apelidos bem conhecidos do nosso campeonato, com Joaquim Pereirinha, o mais velho, a ter 189 fichas de presença assinadas e Bruno, hoje na Lazio, a guardar memória de 97 encontros ligueiros por Sporting e Vitória SC. Marco e Raúl Caneira, por sua vez, estão bastantes próximos em termos de número de jogos: ambos defesas, jogaram em 126 e 151 ocasiões, respetivamente. Ainda em tempos recentes, temos a salientar as passagens na Liga de Djalma – Abel Campos (111/94*), Edinho – Arnaldo Silva (102/77*), Jorge Duarte – Manuel Duarte (142/79*), Ariza Makukula – Kuyangana Makukula (26/115*), Vasco Fernandes – Herculano (49/1*) e Ricardo Matos – Luís Matos (2/202*). Em anos mais remotos, devemos também destacar a marca de José Augusto, que realizou 343 jogos no campeonato nacional e ultrapassou grandemente os números de seu pai, Alexandre Almeida, que fez 22. Marinho, com 321 partidas efetuadas, foi nos 60 e 70 figura do Atlético, Sporting e Estoril e viu mais tarde os seus filhos Mário Tito e José Carlos estrearem-se na Primeira Liga, onde marcaram presença em 25 e 263 encontros, respetivamente. Mário Wilson, tão bem conhecido, realizou 286 jogos oficiais na maior competição de Portugal, para anos depois o seu filho, com o mesmo nome, participar em 147. Virgolino, que atuou no Sporting, deu assim a Jorge Jesus – esse mesmo, o treinador do Benfica -, a possibilidade de aqui ser chamado graças ainda aos seus 166 encontros de Primeira Liga entre Olhanense, Sporting, Belenenses, Rio Pele, União de Leiria, Vitória de Setúbal e Farense. Carlos Gomes, importante elemento dos leões nos anos 50, com 183 presenças oficiais na Liga, completa aqui o quadro depois do seu filho, Carlos Gomez, espanhol de nascimento, também ter integrado três partidas da prova como guarda-redes do V. Setúbal "Futebol, um negócio de família" (Parte II) Não constituirá qualquer surpresa para os leitores afirmar que nem só de pais e filhos é feita a árvore genealógica do futebol português. Na atualidade, chamam sobretudo à atenção os casos dos irmãos que entram em campo, a grande maioria com equipamentos diferentes, e por isso o zerozero.pt reuniu num único artigo os craques que partilham o sobrenome na parte de trás da camisola (… ou, vá, apenas no BI). A verdade é que quase poderíamos deixar a página em branco e esperar que fossem os adeptos, na secção de comentários, a dar conta do assunto. Todos conhecem os manos Martins ou os gémeos Lopes. Os mais atentos sabem identificar os gémeos Aurélio, os manos Rocha ou os irmãos Figueiredo. Podíamos começar a falar dos Fonte, dos Alves, dos Gomes ou até dos Horta. Por mero exemplo. Mas levámos este exercício a sério e por isso aqui destacamos as duplas – e, em alguns casos, triplas, além de um quinteto – que fazem ou fizeram história no futebol nacional. Podemos começar precisamente pelos Martins, Carlos e João. O mano mais velho, de 32 anos, defende hoje o emblema do Belenenses mas pode contar muito sobre o Sporting, o Campomaiorense, a Académica e o Benfica, pois soma 170 jogos no campeonato e isto só para falarmos do que se passa cá dentro. O irmão mais novo, de 26 anos, também médio, chegou agora à Primeira Liga com o Penafiel e não se tem dado nada mal – já entrou em 23 encontros. Mais curioso é o caso da família Lopes, que tem em Miguel e Nuno, de 28 anos, os expoentes do desporto-rei. Miguel está no Sporting mas já conheceu, também por cá, os cantos às casas de Rio Ave, FC Porto e SC Braga, dividindo por todos 69 partidas na Liga. Nuno, por sua vez, deixou em janeiro o clube vilacondense para se aventurar no estrangeiro (Apollon Limassol), mas entre o verde e branco e o amarelo e negro do Beira-Mar assinou na prova 51 presenças. E mais gira ainda é a situação da família Aurélio, já que João e Luís, também gémeos, estão atualmente a partilhar o balneário do Nacional. João é capitão, figura dos alvinegros e um elemento já mais do que experimentado no principal campeonato – 146 jogos -, ao passo que Luís, chegado do Moreirense, soma onze encontros mas promete muitos mais No Paços de Ferreira, são os irmãos Rocha quem dá nas vistas, apesar de menos parecidos. O trinco Romeu, de 28 anos, divide entre os castores e o Penafiel, a equipa de estreia na Liga, 25 presenças e o médio Vasco, ex-Aves, leva já 16. Entre a Académica e o Sporting está outra das ligações atuais, com Cristiano e Tobias Figueiredo a fazerem as honras. O guarda-redes de 24 anos leva 22 partidas oficiais na prova maior, o central de 21 começou recentemente a contar para Marco Silva e acrescenta oito. Também com os leões envolvidos e aliados ao mérito das suas escolas, temos a dupla João Mário e Wilson Eduardo. O médio de 22 anos estreou-se à beira Sado e é hoje figura de relevo no plantel principal dos verde e brancos – acumula 37 partidas na Liga -, enquanto o extremo de 24 anos, atualmente no ADO Den Haag, já conta 99 por Beira-Mar, Olhanense, Académica e Sporting. De referir, já agora, que há um outro mano ligado ao esférico, o caçula Hugo Eduardo, jogador de futsal do Belenenses. Rui Fonte, por seu lado, surgiu há pouco tempo como aposta de Jorge Jesus no Benfica e passou entretanto para o Belenenses para ganhar minutos no campeonato. Aos 24 anos está a conseguir juntá-los, de facto, e não esquecendo a sua breve passagem de 2010 pelo Bonfim falamos assim de 19 jogos. O seu mano José, aos 31 anos capitão dos ingleses do Southampton, dividiu 51 por Paços de Ferreira, Vitória de Setúbal e Estrela da Amadora. Num cenário idêntico de cá e lá, estão os Alves. Júlio Alves, o mais novo e menos experiente (13 jogos), integra o plantel do Rio Ave. Bruno, de 33 anos, provavelmente o mais conhecido, veste a camisola do Fenerbahçe depois de ter acumulado 159 presenças na Liga entre Farense, Vitória de Guimarães e sobretudo FC Porto. Geraldo, de 34 anos, é hoje elemento fulcral no Petrolul mas com Paços de Ferreira, Gil Vicente e Benfica fez 92 jogos no campeonato português. Similar é o caso dos Horta, já que o jovem André, de 18 anos, desponta no Vitória de Setúbal – cinco partidas -, enquanto o seu mano Ricardo, de 20 anos, ex-sadino e agora no Málaga, contabiliza 34. E aqui incluímos também a situação dos Ba: Mamadou, guarda-redes do Boavista com dois jogos na Liga, é irmão de Abdoulaye, que está hoje no Rayo Vallecano mas é um ex-FC Porto, V. Guimarães e Académica, pelos quais realizou 42 encontros. O regressado Markus Berger, 30 anos, central ex-Académica e agora reforço do Gil Vicente, junta-se a Hans-Peter Berger, 33 anos, antigo guarda-redes do Leixões nesta listagem: o primeiro soma 77 encontros no campeonato luso, o segundo apenas sete. Já sem atuar na (agora chamada) Liga NOS, há mais uma série de nomes bem conhecidos dos adeptos do futebol português que por afinidades sanguíneas têm o direito de integrar esta peça. Nabil Ghilas, avançado do FC Porto emprestado ao Córdoba, é outra das figuras aqui chamadas. Aos 24 anos, conta 46 participações no campeonato luso, enquanto o seu antecessor, Kamel Ghilas, médio de 30 anos ex-Vitória de Guimarães, não passou das 29. Maniche e Jorge Ribeiro são, provavelmente, dos casos mais famosos. O antigo médio, aos 37 anos treinador, vestiu por cá as camisolas de Alverca, Benfica, FC Porto e Sporting e realizou 177 jogos no campeonato. O seu mano, de 33 anos, atualmente no Desportivo das Aves, leva 118 encontros na principal liga por Benfica, Varzim, Gil Vicente, o próprio Aves, Boavista e Vitória de Guimarães. Zé Gomes, lateral que em 2013 pendurou as chuteiras, alcançou a simpática marca de 164 partidas na Liga Portuguesa, quase todas ao serviço do Rio Ave, com uma perninha no Marítimo. Talvez tenha sido a inspiração de Vítor Gomes, atualmente no Balikesirspor, para as 109 entre o mesmo Rio Ave e o Moreirense. Parecida é a história dos Gama. O mais velho, Augusto, é treinador-adjunto do Rio Ave, por quem fez boa parte das 206 partidas na Liga - as restantes foram ao serviço do SC Braga. O mais novo, Bruno, estrela do Dnipro, estreou-se precisamente pelos arsenalistas e prosseguiu a carreira ligueira de 129 encontros no FC Porto, Vitória de Setúbal e, claro, o Rio Ave. Carlos e Jorge Andrade trilharam caminhos e sucessos diferentes, mas aqui estão: o médio do Salgueiros alinhou em 27 encontros, o defesa central em 105 com as cores de Estrela da Amadora e FC Porto. O ativo do Málaga Flávio Ferreira, em 43 ocasiões utilizado no onze da Académica, e Tomané, uma vez lançado pelo Sporting, constituem outro dos pares recentes de irmãos na história lusa. Miguelito, agora atleta do Chaves, e Sérgio Organista, do Varzim, são mais uma das grandes duplas: o primeiro assinou 220 presenças por Rio Ave, Nacional, Benfica, SC Braga, Marítimo, Belenenses e Vitória de Setúbal; o segundo rubricou sete pela equipa do Restelo. Aqui temos também de falar dos manos Stojkovic: provavelmente todos se lembram do guarda-redes Vladimir, que em 2007 aterrou nas redes do Sporting (nove jogos), mas quem se recorda que o seu irmão mais velho, Vladan, já tinha dado cartas no Leça do final dos anos 90? E chegou aos 91. Albertino e Nélson tiveram igualmente um clube partilhado ao longo da carreira e são dos mais experientes desta listagem: tanto o defesa do Salgueiros e do Marítimo como o lateral do Salgueiros, Sporting, FC Porto e Vitória de Setúbal ultrapassaram os 200 jogos na Liga Portuguesa - 204 e 202, respetivamente. Os brasileiros Rubens e Fábio Júnior são outra das duplas em questão: o primeiro por causa das 66 atuações entre FC Porto e Vitória de Guimarães, o segundo à custa das quatro vezes em que vestiu também a malha vimaranense. Já de Marrocos chegaram ao nosso país Youssef e Hassan Nader: o caçula realizou somente 13 partidas no campeonato luso pelo Farense, mas o mano mais velho, ídolo da equipa algarvia, participou em 219, algumas também pelo Benfica. Miguel Fidalgo, hoje avançado do União da Madeira, partilha o destaque com o mano João Fidalgo, defesa ex-Nacional. O mais novo guarda no currículo 82 presenças no palco maior do futebol nacional, o mais velho 58. Os uruguaios Luís e Carlos Aguiar são outros que tais. O médio ex-FC Porto, Estrela da Amadora, Académica, SC Braga e Sporting fez 73 jogos no campeonato português, ao passo que o seu irmão mais velho alinhou seis vezes pela briosa. Situação idêntica viveram os senegaleses N'Doye: o médio Ousmane dividiu 62 participações entre Estoril, Penafiel e Académica, enquanto o avançado Dame se destacou em 25 ocasiões também pelos estudantes. E naturalmente, não podíamos aqui deixar de falar dos irmãos Vidigal, que não são dois, mas cinco! O mais em voga é o agora ex-treinador do Belenenses, Lito, antigo médio que realizou 130 jogos no nosso campeonato. Seguem-se Luís, o internacional português que rubriou 125 presenças na liga, Beto, com 56 encontros, Toni, com 45, e Jorge, com 11. Já aqui foram referidos os nomes mais conhecidos dos últimos anos, mas esta é obviamente uma situação curiosa que se repete há décadas. Nomes como Fernando e António Caiado (268/196*), Matateu e Vicente Lucas (291/286*), Jaime e Emídio Graça (303/175*), Carlos e Alexandre Alhinho (337/232*), António e Alberto Bastos Lopes (269/149*), os irmãos António Lima Pereira (224/33*), Frasco e Constantino Vieira (322/62*), António e Mário André (380/57*), Carlos e Pedro Xavier (274/223*) ou Rui e Jorge Neves (318/85*) são mais alguns dos maiores e melhores exemplos de elementos com ligação sanguínea e que vingaram na Primeira Liga Portuguesa. Editado 19 Março 2015 por Apollion Compartilhar este post Link para o post
infinito Publicado 19 Março 2015 eh crl... ja leio... Podias introduzir a cena só para um gajo saber se quer ou não ler... É sobre o quê? Compartilhar este post Link para o post
El Shafto Publicado 19 Março 2015 basta leres a 1ª frase e percebes logo Em Portugal, país tão dado a provérbios e ditados populares, serão poucos os que desconhecem as expressões «filho de peixe sabe nadar» e «quem sai aos seus não degenera». Compartilhar este post Link para o post
John Bonifácio Publicado 19 Março 2015 É sobre o Luís e o Fábio. Compartilhar este post Link para o post