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elielsantos

[Curiosidade] 9° planeta, o charlatão e o ceticismo como doença

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O ceticismo é um problema mental sério em muitos casos. Ele não somente impede o ser humano de enxergar a realidade ou o que está oculto mas logicamente alcançável por uma mente sadia, como faz a pessoa cometer injustiças contra os que não são céticos. Prova disso é a biografia de Zecharian Sitchin, o "Charlatão do seculo" segundo ateus, céticos, cientistas e jornalistas. Este judeu, formado em economia, arqueologo e tradutor, abalou a sociedade da decada de 60 e 70 com os livros 12° Planeta e Genesis Revisitado, que se tornaram Best Seller. Usando evidencias históricas e mitos da antiguidade, ele conseguiu chegar a uma conclusão negada pelos genios da ciencia: o sistema solar tinha um planeta "pária", cuja órbita alongada (Elíptica) impedia que fosse detectado. Imediatamente ateus, céticos, bem intencionados e cientistas se uniram para desmascara-lo e destruí-lo. O fato dele ter usado textos sumérios e biblicos para cimentar sua teoria do planeta extra no sistema solar era um insulto à ciencia, ao ceticismo doentio e ao ateismo. Resumindo: eles destruíram totalmente a credibilidade do autor, relegaram-no ao ostracismo, vilipendiaram sua biografia. Mesmo sob ataques sórdidos de seus inimigos, meses antes da sonda americana Voyage 1 e 2 fotografar os grandes planetas do sistema, ele, usando os textos sumérios, antecipou em textos para jornais ocidentais as principais características dos mesmos, tendo sido confirmado quando as principais fotografias foram reveladas pela Nasa. O que os céticos só viram confirmados através de fotografias, Zecharian já havia confirmado através dos Sumérios.

 

O que isso representa em termos de pensamento racional? Uma pessoa racional é alguém que consegue "enxergar" mais longe, com mais propriedade do que os outros. Ele consegue vislumbrar os fatos antes das outras pessoas comuns. O fato de Zecharian antecipar fatos só confirmados pela ciencia através de evidencias cientificas demonstrou claramente que a evidencia não supera a lógica bem aplicada. E uma pessoa que se considera racional, mas com uma mentalidade distorcida pelo evidencialismo, não consegue vislumbrar a realidade sem que a mesma seja mostrada claramente diante de seus olhos.

 

Mas não ficou somente aí o descalabro imposto pelo ceticismo doentio de muitos. Quando escreveu o livro 12° Planeta e Genesis revisitado, usando a Biblia como evidencia e textos sumérios para comprovar a existencia de mais um planeta em nosso sistema, ele antecipava em 40 anos uma descoberta que a ciencia somente agora vem comprovar. Mesmo tendo sofrido ainda mais achincalhe nas mãos de ateus, ceticos e cientistas, ele conseguiu popularizar uma ideia e antecipar uma descoberta cientifica em 40 anos usando simplesmente a biblia e textos sumérios com idade de 5000 anos. Tal qual o pai da arqueologia moderna (Heinrich Schliemann), que calou a boca de ateus e céticos de seu tempo, descobrindo cidades milenares usando livros considerados miticos, Zecharian também o fez, tendo suas previsôes sido confirmadas recentemente pela Nova Teoria do Planeta X. Isso comprova que o ateísmo e seu ceticismo doentio é um perigo para a sociedade, por cegar a comunidade cientifica aos fatos, e por impedir o ser humano de enxergar além de sua visão míope da realidade.

 

 

Planeta 9, um novo membro do sistema solar?

 

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O sistema solar parece estar guardando mais surpresas para nós. A descoberta de novos planetas orbitando nosso sol ficou mais difícil depois de Eris, Biden e Sedna, mas aparentemente a família solar continua crescendo e acaba de ganhar mais um planeta, o Planeta 9.

Ainda não se trata de uma descoberta confirmada, e mesmo o nome Planeta 9 é temporário. Então do que estamos falando?

 

Neta quarta feira, o astrônomo Mike Brown, do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech), nos EUA, que participou da descoberta de Eris e Sedna, em conjunto com seu colega Konstantin Batygin, publicaram um trabalho científico no The Astronomical Journal, relatando o que se parece com uma perturbação na órbita de vários corpos além de Netuno.

 

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Sozinhas, estas perturbações já são curiosas. Quando vistas em conjunto, elas parecem sugerir a presença de um novo planeta, um mini Netuno ou uma super-Terra, com 10 vezes a massa da Terra, consistindo de um núcleo rochoso envolto em uma atmosfera densa e com uma órbita de 32 bilhões de km (periélio) a 160 bilhões de km (afélio), com período de 10.000 a 20.000 anos.

 

Os primeiros indícios foram encontrados ao mesmo tempo do anúncio da descoberta de Biden, em 2014. Aparentemente, havia uma aglomeração de corpos em órbitas semelhantes, o que parecia sugerir a influência da gravidade de um planeta, atuando como um vaqueiro ao reunir gado, ou um pastor recolhendo ovelhas.

 

Mas por que este planeta até agora não foi isto? Scott Sheppard, do Carnegie Institution for Science, explica que para que possamos ver o planeta, a luz do sol tem que chegar até ele, refletir e então viajar de volta até nós.

 

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Mike Brown e Konstantin Batygin

 

Qualquer objeto que esteja duas vezes mais longe que outro objeto, será 16 vezes mais tênue. E quando a gente leva em consideração a distância dos objetos no cinturão de Kuiper, fica claro por que é tão difícil vê-los.

 

Agora é esperar a análise de outros astrônomos para confirmarmos a existência de tal planeta. Por enquanto, a comunidade científica está dividida, principalmente porque as evidências são circunstanciais. [NPR, NYTimes]

 

 

Fonte: Hypescience

Editado por elielsantos

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Link para o post

Genesis Revisitado, o livro que antecipou a Teoria do Planeta X atual

 

 

 

Em memória de Zecharian Sitchin, o escritor que por vários anos escreveu sobre a possibilidade de existir um planeta "pária" em nosso sistema. Não somente antecipou essa nova teoria de Mike Brown (descobridor do planeta Sedna), como também deu origem a teorias mais exóticas como a do "Astronauta Antigo", entre outras.

 

 

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GÊNESIS REVISITADO

 

As Provas Definitivas de que os Extraterrestres Estiveram Entre Nós

 

Zecharia Sitchin

 

1990

 

Editora Best Seller

 

Sumário

1. A Hoste do Céu

2. Veio do Espaço Exterior

3. No Princípio

4. Os Mensageiros do Gênesis

5. Gaia: O Planeta Partido

6. Testemunha do Gênesis

7. A Semente da Vida

8. Adão, Um Escravo Sob Medida.

9. A Mãe Chamada Eva

10. A Sabedoria que Veio do Céu

11. Uma Base Espacial em Marte

12. ******: Mau Funcionamento ou Incidente Guerra nas Estrelas?

13. Em Secreta Antecipação

 

À minha esposa Frieda (Rina), nascida Regenbaum, que me encorajou a “parar de falar” e "começar a

escrever" sobre os Nefilim.

 

Prefácio

 

As últimas décadas do século 20 testemunharam um avanço do conhecimento humano de difícil

compreensão. As conquistas em cada campo da ciência e da tecnologia já não são medidas em séculos ou

décadas, mas em anos ou meses, e parecem sobrepujar as realizações alcançadas pelo homem no passado.

Mas uma pergunta se faz necessária: A humanidade saiu da Idade Média, alcançou o Século das Luzes,

conheceu a Revolução Industrial e entrou na era da alta tecnologia, da engenharia genética e dos vôos

espaciais apenas para alcançar o antigo conhecimento?

 

Durante muitas gerações, a Bíblia e seus ensinamentos serviram como uma espécie de âncora para as

perguntas empreendidas pelo homem. Mas a ciência moderna nos desorientou particularmente no confronto

entre as teorias evolucionistas e a Criação. Neste livro, tento demonstrar que o conflito é infundado e que o

Gênesis e suas fontes refletem os mais altos níveis do conhecimento científico.

 

Será possível, então, que as mais recentes descobertas sobre o planeta Terra e nosso canto do Universo, o

céu, sejam apenas capítulos de um drama que pode ser intitulado de "Gênesis Revisitado", uma redescoberta

do que era o conhecimento de uma civilização bem anterior, na Terra ou em outro planeta?

 

Sem dúvida, não se trata de mera curiosidade científica; a questão chega ao cerne da existência humana, sua

origem e seu destino. Envolve o futuro da Terra como um planeta viável, pois trata de acontecimentos do

passado terrestre; refere-se para onde estamos indo porque revela de onde viemos. E as respostas, como

veremos, levam a conclusões inevitáveis que alguns consideram incríveis demais para aceitar, e outros

pavorosas demais para enfrentar.

 

1

A Hoste do Céu

 

No Princípio, Deus criou o Céu e a Terra.

 

O próprio conceito de um princípio para todas as coisas é básico na moderna astronomia e astrofísica. A

afirmação de que no estado anterior à Criação só existia o vazio e o caos está de acordo com as mais

recentes teorias de que o Universo é governado pelo caos e não pela estabilidade permanente. Segue-se o

relato sobre a separação da luz e das trevas, iniciando-se o processo da Criação.

 

Seria uma referência ao Big-Bang (bigue-bangue) ou Grande Explosão, a teoria de que o Universo foi criado

numa explosão primordial, um estouro de energia em forma de luz que arremessou em todas a direções a

matéria que formou as estrelas, os planetas, as rochas e os seres humanos, criando as maravilhas que vemos

no céu e na Terra?

 

Alguns cientistas, iluminados pelas revelações de nossa fonte mais inspiradora, acharam que sim. Mas como

o homem antigo conhecia há tanto tempo a teoria do Big-Bang? O relato bíblico descrevia acontecimentos

mais recentes, a formação de nosso pequeno planeta Terra e sua região no céu, o Firmamento, ou Cinturão

de Asteróides, o "Bracelete Partido"?

 

Na verdade, de que maneira o homem antigo adquiriu uma cosmogonia? O quanto sabia de fato e como

chegou a esse conhecimento?

 

Talvez fosse mais apropriado iniciar a busca dessas respostas no céu, onde os acontecimentos tiveram inicio.

Não foi no céu que o homem, desde tempos imemoriais, julgou estar sua origem, seus valores. Mais sublimes

e onde Deus, se assim desejarmos, pode ser encontrado? Tão emocionantes quanto as descobertas feitas

com o microscópio são as imagens obtidas através do telescópio, repletas de informações sobre a grandeza

da natureza e do Universo. De todos os avanços recentes, os mais impressionantes foram, sem dúvida,

descobertos no céu. E que abalo eles causaram! Em poucas décadas, n6s, os seres humanos, sobrevoamos

nosso planeta, nos afastamos a centenas de quilômetros de sua superfície, pousamos na Lua, nosso satélite

solitário, mandamos um esquadrão de naves não tripuladas para sondar nossos vizinhos celestes e

descobrimos mundos ativos, de cores brilhantes, com aspectos variados, satélites e anéis. Talvez, pela

primeira vez, possamos compreender o significado das palavras do salmista:

 

Os céus contam a glória de Deus, e o Firmamento proclama a obra de suas mãos.

 

Uma era fantástica de explorações interplanetárias chegou ao clímax em agosto de 1989, quando a nave

Voyager 2, não tripulada, passou por Netuno e enviou à Terra fotografias e dados diversos. Pesava apenas 1

tonelada, mas era engenhosamente aparelhada com câmeras de televisão, equipamentos e sensores de

medidas, uma fonte de energia à base de degradação nuclear, antenas transmissoras e minúsculos computadores.

Ela enviava pequenas vibrações que levavam mais de quatro horas para atingir a Terra, mesmo à

velocidade da luz. As vibrações eram recebidas por um conjunto de radiotelescópios que formam a Deep

Space Network (Rede do Espaço Profundo) da Administração Nacional de Aeronáutica e Espaço dos Estados

Unidos (NASA). Esses fracos sinais eram então traduzidos por "mágica" eletrônica e transformados em

mapas e outros dados com os equipamentos do JPL - Jet Propulsion Laboratory (Laboratório de Propulsão a

Jato) de Pasadena, Califórnia, encarregado do projeto da NASA.

 

Lançada em agosto de 1977, doze anos antes da missão final - a visita a Netuno -, Voyager 2 e sua

companheira Voyager 1 foram originalmente projetadas para alcançar e examinar apenas Júpiter e Saturno,

aumentando os dados fornecidos sobre esses dois planetas gigantes e gasosos pelas naves Pioneer 10 e

Pioneer 11, também não tripuladas. Mas com extraordinária engenhosidade e perícia, os cientistas do JPL

aproveitaram um raro alinhamento dos outros planetas e, usando suas forças gravitacionais como

“estilingues”, conseguiram impulsionar a Voyager 2 primeiro de Saturno e Urano e, depois, de Urano a

Netuno.

 

No final de agosto de 1989, durante vários dias, as manchetes dos jornais mundiais desviaram-se das notícias

habituais - conflitos armados, levantes políticos, jogos esportivos e informes financeiros - para dedicar seu

tempo à observação de um outro mundo: Netuno.

 

Ao descrever as imagens deslumbrantes de um globo cor de água-marinha transmitidas pela televisão, os

apresentadores repetiram várias vezes que pela primeira vez o homem tinha realmente a possibilidade de ver

o planeta Netuno, antes captado apenas pelos telescópios melhor localizados como um ponto brilhante na

escuridão do espaço, a mais de 4 bilhões de quilômetros de distância. Eles recordaram que Netuno só fora

descoberto em 1846, depois que certas perturbações na órbita do planeta mais próximo, Urano, indicaram a

existência de outro corpo celeste mais além. Lembraram ainda que ninguém antes - nem Sir Isaac Newton

nem Johannes Kepler, que juntos descobriram e estabeleceram as leis dos movimentos celestes nos séculos

17 e 18, nem Copérnico, que determinou no século 16 que o centro do sistema solar era o Sol e não a Terra,

nem Galileu, que um século depois usou o telescópio para anunciar que Júpiter tinha quatro luas - até meados

do século 19, sabia da existência de Netuno. Portanto, junto com telespectadores comuns, os próprios

astrônomos viram pela primeira vez as verdadeiras cores e o aspecto de Netuno.

 

Dois meses antes do encontro de agosto, eu escrevera um artigo para várias publicações mensais dos

Estados Unidos, Europa e América do Sul, onde contradizia noções estabelecidas há muito tempo: Netuno

era conhecido na Antiguidade; as descobertas a serem feitas apenas confirmariam o conhecimento antigo. No

artigo, eu também afirmava que Netuno devia ser azul-esverdeado, líquido, e teria manchas cor de "vegetação

pantanosa".

 

Os sinais eletrônicos da Voyager 2 confirmaram tudo isso e foram além. Revelaram um belo planeta azulesverdeado,

cor de água-marinha, envolto em uma atmosfera de gases de hélio, hidrogênio e metano, varrida

por vendavais e redemoinhos velozes que tornam insignificantes os furacões terrestres. Abaixo dessa

atmosfera apareceram "borrões" gigantescos e misteriosos, às vezes com coloração azul mais escura, outras

em tom verde-amarelado, talvez devido ao ângulo de incidência da luz. Como era esperado, as temperaturas

da atmosfera e da superfície estavam abaixo do nível do congelamento. Ao contrário das previsões, que

consideravam Netuno um planeta "gasoso", a Voyager 2 mostrou que existia um núcleo rochoso e sobre ele,

flutuando, nas palavras dos cientistas do JPL, "uma mistura viscosa de gelo líquido". Essa camada de água

que cobria o planeta, girando à velocidade de seu dia de 16 horas, funciona como um dínamo que cria um

considerável campo magnético.

 

Esse belo planeta encontrava-se cercado de vários anéis de pedras, rochas e poeira, com pelo menos oito

satélites ou luas orbitando a sua volta. Tritão, o último e maior, mostrou-se tão espetacular quanto seu senhor

planetário. A Voyager 2 confirmou o movimento retrógrado desse pequeno corpo celeste (quase do tamanho

da Lua): sua órbita à volta de Netuno toma a direção oposta ao curso desse planeta e de todos os outros do

sistema solar. Não obedece o sentido anti-horário, como eles, mas o horário. Porém, os astrônomos nada

mais sabem sobre ele além de sua existência, seu tamanho aproximado e movimento retrógrado. A Voyager 2

revelou que Tritão é uma "lua azul", aparência resultante do metano na atmosfera. Sua superfície, por trás da

fina atmosfera, é rosa-acinzentada, rugosa e montanhosa de um lado, sendo lisa e quase sem crateras do

outro. Fotos detalhadas sugeriram atividade vulcânica recente, mas de um tipo estranho: o que o interior

quente e ativo expele não é lava derretida, mas jatos de gelo. Estudos preliminares indicaram a existência de

águas correntes no passado de Tritão, possivelmente com lagos na superfície até época recente em termos

geológicos. Os astrônomos não conseguiram uma explicação imediata para as "linhas duplas de sulcos como

trilhos" que percorrem retas centenas de quilômetros e que, em um ou dois pontos, cortam outras em

aparentes ângulos retos, sugerindo áreas retangulares.

 

As descobertas, portanto, confirmaram meu prognóstico: Netuno é realmente azul-esverdeado, é composto

em grande parte de água e tem manchas com uma coloração semelhante à "vegetação pantanosa". Este

último aspecto pode evidenciar mais que um código de cores se for levada em consideração a total implicação

das descobertas sobre Tritão: ali, as "manchas mais escuras com halos brilhantes" sugeriram aos cientistas

da NASA a existência de "poças profundas de sedimento orgânico". Bob Davis de Pasadena informou ao The

Wall Street Journal que Tritão, cuja atmosfera contém tanto nitrogênio quanto a Terra, pode expelir por meio

de seus vulcões ativos não apenas gases e água congelada, mas também "material orgânico", compostos

básicos de carbono que aparentemente cobrem partes do satélite.

 

Essa corroboração tão gratificante e completa de minha previsão não foi apenas o resultado de mera e feliz

suposição. É uma volta ao ano de 1976, quando foi publicado O 12º. Planeta, meu primeiro livro da série The

Earth Chronicles (Crônicas da Terra). Baseando minhas conclusões em textos sumérios milenares, perguntei

retoricamente: "Quando algum dia investigarmos Netuno, descobriremos que sua persistente associação com

as águas é devida aos pântanos aquosos antes avistados lá”?

 

A questão foi publicada e evidentemente escrita um ano antes do lançamento da Voyager 2 e reafirmada em

um artigo que escrevi dois meses à frente de sua aproximação de Netuno.

 

Como eu podia ter tanta certeza, na véspera do encontro da Voyager 2 com Netuno, que minha previsão de

1976 seria confirmada? Como ousei arriscar que essa previsão fosse desmentida poucas semanas depois de

publicar meu artigo? Minha certeza baseava-se no que aconteceu em janeiro de 1986, quando a Voyager 2

passou pelo planeta Urano.

 

Urano, apesar de estar um pouco mais próximo de nós - a "apenas" cerca de 3 bilhões de quilômetros de

distância -, fica tão além de Saturno que não pode ser visto da Terra a olho nu. Urano foi descoberto em 1781

por Frederick William Herschel, um músico que passou a ser astrônomo amador pouco depois do

aperfeiçoamento do telescópio. Da época de sua descoberta até hoje, Urano tem sido aclamado como o

primeiro planeta desconhecido na Antiguidade e descoberto nos tempos modernos. Isso porque os povos

antigos conheciam e veneravam o Sol, a Lua e apenas cinco planetas (Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e

Saturno), acreditando que se moviam à volta da Terra na "abóbada celeste"; nada podia ser visto ou

conhecido além de Saturno.

 

Mas a própria evidência obtida pela Voyager 2 em Urano provou o oposto: um certo povo antigo, em época

remota, sabia a respeito da existência de Urano, Netuno e até de P1utão, o mais distante!

 

Os cientistas ainda estão analisando as fotografias e os dados de Urano e suas luas espantosas, procurando

respostas para intermináveis enigmas. Por que Urano está inclinado de lado, como se tivesse sofrido uma

colisão com outro corpo celeste? Por que seus ventos sopram numa direção retrógrada, ao contrário da

norma no sistema solar? Por que sua temperatura do lado oculto do Sol é igual à do lado virado para ele? E o

que causou a aparência e formação incomuns de algumas luas de Urano? Especialmente intrigante é a lua

chamada Miranda, "um dos objetos mais enigmáticos do sistema solar", nas palavras dos astrônomos da

NASA, com escarpas de 150 quilômetros de comprimento que formam um ângulo reto (um aspecto batizado

"the Chevron" pelos astrônomos, ou uma divisa em V). Dos dois lados desse planalto aparecem formas

elípticas que parecem pistas aradas em sulcos concêntricos.

 

Contudo, dois fenômenos, entre as principais descobertas, distinguem Urano de outros planetas. Um é sua

cor. Com a ajuda de telescópios da Terra e aeronaves sem tripulantes, nos familiarizamos com o marromacinzentado

de Mercúrio, a neblina cor de enxofre que cerca Vênus, o tom avermelhado de Marte, a mistura

de vermelho, marrom e amarelo de Júpiter e Saturno. Mas, quando as imagens empolgantes de Urano

começaram a aparecer nas telas de televisão, em janeiro de 1986, seu aspecto mais surpreendente foi a cor

verde-azulada - totalmente diversa da de todos os planetas avistados antes.

 

Outro fenômeno importante e inesperado descoberto foi a composição de Urano. Contestando as previsões

anteriores dos astrônomos de que é um planeta totalmente "gasoso", como os gigantes Júpiter e Saturno, a

Voyager 2 descobriu que Urano era cercado de água em vez de gases. Realmente, foi encontrada uma

atmosfera gasosa envolvendo o planeta, mas abaixo dela agita-se uma imensa camada - de 9 mil quilômetros

de profundidade! - de "água superaquecida, com temperatura que alcança 4400 graus centígrados" (segundo

os analistas do JPL). Essa camada de água quente cerca o núcleo de rocha derretida onde elementos

radioativos (ou outros processos desconhecidos) produzem um imenso calor interno.

 

Quando as imagens de Urano cresceram nas telas de televisão com a aproximação da Voyager 2 do planeta,

o mediador do JPL chamou a atenção para sua rara cor verde-azulada. Não pude deixar de exclamar: "Oh,

meu Deus, é exatamente como os sumérios o descreveram”!

 

Corri ao meu escritório e apanhei um exemplar de O 12º. Planeta. Com as mãos trêmulas, achei a página, li e

reli as citações dos textos antigos. Sim, não havia dúvida: apesar de não possuírem telescópio, os sumérios

descreveram Urano como MASH.SIG, um termo que traduzi por "radiante vida esverdeada”.

 

Poucos dias depois chegaram os resultados da análise dos dados da Voyager 2 e a referência à água feita

pelos sumérios foi confirmada. Realmente, tudo parecia estar coberto de água: como foi noticiado em um

programa abrangente da série de televisão Nova ("O Planeta que Deus Golpeou de Lado"), "a Voyager 2

descobriu que todas a luas de Urano são feitas de rocha e água comum gelada". Essa abundância ou mesmo

a simples presença de água era totalmente inesperada em um suposto planeta "gasoso" e seus satélites, nas

bordas do sistema solar.

 

Mas ali estava a prova apresentada em O 12º. Planeta de que, em seus textos milenares, os antigos sumérios

conheciam a existência de Urano e ainda o descreveram corretamente como verde-azulado e aquoso!

O que significava aquilo tudo? Que em 1986 a ciência moderna não tinha descoberto algo desconhecido, mas

redescoberto um antigo conhecimento? Foi a confirmação, em 1986, do que eu escrevera em 1976 e a

veracidade dos textos sumérios que me deram confiança suficiente para predizer, nas vésperas do encontro

da Voyager 2 com Netuno, o que ali seria descoberto.

 

As passagens da Voyager 2 por Urano e Netuno confirmavam,assim, não apenas a veracidade do

conhecimento antigo sobre a existência desses dois planetas exteriores, como detalhes cruciais a seu

respeito. A passagem por Netuno, em 1989, confirmou ainda mais os textos antigos. Neles, Netuno era

arrolado antes de Urano, como seria esperado de alguém entrando no sistema solar e vendo primeiro Plutão,

depois Netuno e Urano. Nesses textos ou tabelas planetárias, Urano era chamado Kakkabshanamma

("planeta que é o duplo") de Netuno. Na verdade, Urano é semelhante a Netuno no tamanho, na cor e no

conteúdo aquoso; os dois planetas são cercados por anéis e orbitam em tomo deles muitos satélites, ou luas.

Uma rara similaridade foi descoberta a respeito de seus campos magnéticos: ambos têm extrema inclinação

em relação ao eixo dos planetas - 58 graus em Urano e 50 graus em Netuno. John Noble Wilford relatou no

The New York Times: "Netuno parece quase um gêmeo magnético de Urano". Os dois planetas também são

semelhantes na duração de seus dias, que é de 16-17 horas diárias.

 

Os ventos ferozes de Netuno e a camada aquosa fluida sobre sua superfície atestam o grande calor interno

que ele gera, como Urano. De fato, as primeiras notícias do JPL confirmaram as leituras iniciais que

indicavam que "a temperatura de Netuno é semelhante à de Urano, que está situado a mais de 1,5 bilhão de

quilômetros mais próximo do Sol". Sendo assim, os cientistas concluíram que, de algum modo, Netuno gera

mais calor interno que Urano, compensando de certa forma a distância maior do Sol para atingir a mesma

temperatura gerada por este, o que resulta na semelhança de calor em ambos. Somou-se, assim, mais um

aspecto ao "tamanho e outras características que fazem de Urano um gêmeo próximo de Netuno".

 

"Planeta que é o duplo", descreveram os sumérios comparando-o com Netuno. "Tamanho e outras

características fazem de Urano um gêmeo próximo de Netuno", disseram os cientistas da NASA. Não foram

apenas as características descritas, mas até a terminologia "planeta à imagem" e "gêmeo próximo de Netuno"

é semelhante. Mas a declaração suméria foi feita aproximadamente no ano 4 000 a.C. e a outra, da NASA,

em 1989, quase 6 mil anos depois...

 

No caso desses dois planetas distantes, a ciência moderna aparentemente só alcançou o conhecimento

antigo. Parece incrível, mas os fatos falam por si. Além disso, essa é apenas a primeira de uma série de descobertas

científicas realizadas nos anos seguintes à publicação de 12º. Planeta e que são comprovadas, uma

após outra.

 

Os que leram meus livros, The Stairway to Heaven, The Wars of Gods and Men e The Lost Realms, sabem

que são baseados, fundamentalmente, no conhecimento que nos foi transmitido pelos sumérios.

Aparecendo subitamente do nada há cerca de 6 mil anos, os sumérios têm a seu crédito todas as invenções

de uma grande civilização e as inovações, conceitos e crenças que formam a base da cultura ocidental. A

roda e os animais de tração, os barcos para os rios e navios para os mares, o forno e o tijolo, edifícios

elevados, a escrita, escolas e escribas, leis, juízes e jurados, reinado e conselhos de cidadãos, música, dança

e arte, medicina e química, tecelagem e têxteis, religião, sacerdócio e templos - tudo se iniciou na Suméria,

uma região ao sul do Iraque atual, localizada na antiga Mesopotâmia. Acima de tudo, começaram ali os

conhecimentos de matemática e astronomia.

 

De fato, todos os elementos básicos da astronomia moderna são de origem suméria: o conceito de uma

esfera celeste, de um horizonte e um zênite, da divisão do círculo em 360 graus, de uma faixa celeste em que

orbitam os planetas à volta do Sol, de agrupar as estrelas em constelações dando-lhes os nomes e as

imagens pictóricas que chamamos zodíaco, de aplicar o número doze a esse zodíaco e às divisões do tempo

e de organizar um calendário que tem sido a base de outros até hoje. Tudo isso e muito, muito mais, começou

na Suméria

 

Os sumérios registravam suas transações comerciais e legais, seus contos e histórias em tábulas de argila:

desenhavam suas ilustrações em selos cilíndricos em que a representação era gravada ao contrário, como

um negativo, e aparecia no positivo quando o selo era rolado na argila úmida. Nas ruínas das cidades

sumérias escavadas pelos arqueólogos há mais de 150 anos, foram encontrados centenas, senão milhares de

textos e ilustrações sobre astronomia. Entre eles existem listas de estrelas e constelações em suas corretas

posições no céu, além de manuais para observar o nascer e o ocaso de estrelas e planetas. Existem textos

específicos sobre o sistema solar. Algumas dessas tábulas de argila desenterradas apresentam a lista dos

planetas que çircu1avam à volta do Sol na ordem correta; uma delas chega a dar as distâncias

interplanetares. E existem desenhos em selos cilíndricos, representando o sistema solar, que tem pelo menos

4 500 anos de idade e que agora é conservado na Seção do Oriente Próximo do Museu Estatal de Berlim

Oriental, catalogado sob o número VA/243.

 

Veremos um completo sistema solar em que o Sol está no centro (e não a Terra!), orbitado por todos os

planetas que conhecemos hoje. Isso fica evidente quando desenhamos esses planetas à volta do Sol nos

tamanhos relativos e na ordem correta. A semelhança entre a ilustração antiga e a atual é notável, não

deixando dúvidas de que os gêmeos Urano e Netuno eram conhecidos na Antiguidade.

 

No entanto, a representação suméria revela algumas diferenças. Elas não são devidas a erros do artista ou a

desinformação; ao contrário, duas dessas diferenças são muito importantes.

 

A primeira diz respeito a Plutão. Ele tem uma órbita muito estranha - bem mais inclinada do que o plano

comum da órbita terrestre (chamado eclíptica) em que os planetas orbitam em volta do Sol e de maneira tão

elíptica que Plutão, às vezes (como no presente, até 1999), fica mais próximo do Sol do que Netuno, e não

mais afastado. Por essa razão, os astrônomos sugeriram desde sua descoberta, em 1930, que Plutão era

originalmente um satélite de outro planeta. A presunção era de que fosse uma lua de Netuno que "de algum

modo" - que ninguém calcula - foi afastado de sua ligação ao planeta e adquiriu órbita independente (apesar

de estranha) à volta do Sol.

 

Isso é confirmado pela antiga representação, mas com uma diferença marcante. Na figura suméria, Plutão

não é mostrado próximo a Netuno, mas entre Saturno e Urano. E os textos cosmológicos sumérios, tratados

com detalhes mais adiante, relatam que Plutão foi um satélite de Saturno e se afastou, adquirindo

eventualmente seu próprio "destino" - a órbita independente à volta do Sol.

 

A antiga explicação sobre a origem de Plutão revela não só o conhecimento factual, mas grande sofisticação

em assuntos celestes. Envolve a compreensão das forças complexas que moldaram o sistema solar e o

desenvolvimento de teorias astrofísicas de que luas podem se transformar em planetas ou os planetas em

formação falharem, passando a ser luas. Plutão, de acordo com a cosmogonia suméria, conseguiu isso, e

nossa Lua, que estava em processo de se tornar um planeta independente, foi impedida por eventos celestes

de conquistar sua independência.

 

Os astrônomos modernos só passaram da especulação à convicção de que esse processo realmente ocorreu

em nosso sistema solar a partir das observações das naves Pioneer e Voyager, que determinaram, na última

década, que Titã, a maior lua de Saturno, foi um planeta em formação que não completou seu afastamento.

As descobertas em Netuno reforçaram a especulação oposta sobre Tritão, a lua de Netuno que é 640

quilômetros menor em diâmetro que a lua terrestre. Sua órbita peculiar, seu vulcanismo e outros aspectos

inesperados, sugeriram aos cientistas do JPL, nas palavras de Edward. Stone, chefe do projeto, que "Tritão

pode ter sido um objeto que cruzou o sistema solar há muitos bilhões de anos e ao aproximar-se muito de

Netuno sofreu sua influência gravitacional, passando a orbitar à volta do planeta".

 

Em que medida essa hipótese se distancia da noção suméria de que as luas planetárias poderiam vir a ser

planetas, mudando posições celestes, ou falhar em obter suas órbitas independentes? De fato, ao

continuarmos expondo a cosmogonia suméria, parece tomar-se cada vez mais evidente que a descoberta

moderna é uma redescoberta do conhecimento antigo e que esse velho saber oferece explicações para

muitos fenômenos que a ciência moderna ainda não conseguiu compreender.

 

Desde o início, antes de serem apresentadas outras evidências que comprovam tal declaração, surge

inevitavelmente a pergunta: como os sumérios podiam conhecer tudo isso há tanto tempo, no alvorecer da

civilização?

 

A resposta encontra-se na segunda diferença entre a representação suméria do sistema solar e nosso

conhecimento presente a respeito. É a inclusão de um grande planeta no espaço vazio entre Marte e Júpiter.

Não temos conhecimento da existência de tal planeta, mas os textos cosmológicos, astronômicos e históricos

sumérios insistem em que existe, realmente, mais um planeta em nosso sistema solar - o décimo segundo

planeta. Os sumérios incluem o Sol, a Lua (que consideravam um corpo celeste independente por razões que

explicam nos textos) e dez planetas, não nove. Foi a compreensão de que o planeta que os textos sumérios

chamavam NIBIRU ("planeta da travessia") não era Marte e nem Júpiter, como discutiam alguns estudiosos,

mas um outro corpo celeste que passa entre eles a cada período de 3600 anos, que inspirou o título de meu

primeiro livro, O 12º. Planeta - o "décimo segundo membro" do sistema solar (apesar de ser tecnicamente o

décimo planeta).

 

"Os textos sumérios declaram repetidas vezes que os ANUNNAKI saíram de Nibiru para vir à Terra". O termo

Anunnaki significa literalmente "os que vieram do céu à Terra". São citados na Bíblia como os Anakim e no

Capítulo 6 do Gênesis também são chamados de Nefilim, que em hebreu significa a mesma coisa: "os que

desceram do céu à Terra".

 

Os sumérios explicam - como se antecipassem algumas de nossas perguntas - que aprenderam tudo o que

sabiam dos Anunnaki. O conhecimento avançado que encontramos nos textos sumérios é efetivamente o que

os Anunnaki possuíam quando vieram de Nibiru; sua civilização devia ser muito avançada, porque pelo que

depreendi dos textos sumérios, os Anunnaki chegaram à Terra há cerca de 445 mil anos. Nesse tempo

distante eles já sabiam viajar pelo espaço. Sua enorme órbita elíptica fazia um grande laço - esta é a tradução

exata do texto sumério - à volta de todos os planetas exteriores, atuando como um observatório em

movimento de onde eles podiam investigar todos os planetas. Assim, não é de admirar que o que estamos

descobrindo já fosse conhecido no tempo dos sumérios.

 

Por que alguém se incomodaria em vir até a Terra, não por acaso, mas repetidamente, a cada 3.600 anos?

Esta é uma questão respondida pelos textos sumérios. Em Nibiru, os Anunnaki/Nefilim enfrentavam uma

situação que logo também teremos de enfrentar na Terra: a deterioração tecnológica estava tornando a vida

impossível. Houve necessidade de proteger sua atmosfera, que escasseava, e a única solução parecia ser a

formação de uma camada de partículas de ouro, como uma capa, para resguardá-la. (As janelas das

espaçonaves americanas, por exemplo, recebem uma fina camada de ouro para proteger os astronautas da

radiação.) Esse metal raro foi descoberto pelos Anunnaki no que chamavam de Sétimo Planeta (contando do

exterior para dentro) e promoveram uma Missão Terra para obtê-lo. Primeiro tentaram consegui-lo sem

esforço nas águas do golfo Pérsico; ao falharem, iniciaram trabalhosas operações de mineração no sudeste

da África.

 

Aproximadamente há 300 mil anos, os Anunnaki designados para o trabalho nas minas africanas se

rebelaram. Foi quando o oficial que era médico-chefe dos Anunnaki empregou a manipulação genética e técnica

de fertilização em tubos de ensaios para criar “operários primitivos" - o primeiro Homo sapiens -

encarregados do trabalho pesado nas minas de ouro.

 

Os textos sumérios que descrevem todos esses acontecimentos e sua versão condensada no livro do

Gênesis foram extensivamente estudados em O 12º. Planeta. Os aspectos científicos desses processos e das

técnicas empregadas pelos Anunnaki são o assunto desse livro. A ciência moderna, como será demonstrado,

vem anunciando uma senda espantosa de avanços científicos - mas a estrada para o futuro está repleta de

avisos, conhecimento e avanços do passado. Os Anunnaki, como está demonstrado, já a percorreram, e, à

medida que mudavam suas relações com os seres que haviam criado e decidiam dar a civilização à

humanidade, concederam parte de seu conhecimento e a capacidade de fazermos nossos próprios avanços

científicos.

 

Entre as conquistas científicas que serão discutidas nos próximos capítulos também será evidenciada a

existência de Nibiru. Se não fosse O 12º. Planeta, a descoberta de Nibiru não seria considerada um grande

evento da astronomia, mas passaria a ter na atualidade a mesma importância da descoberta de Plutão, em

1930. Foi gratificante saber que o sistema solar tem mais um planeta "lá fora" e seria extraordinário,

igualmente, confirmar que o número de planetas é dez e não nove; os astrólogos ficariam especialmente

satisfeitos, já que precisam de doze corpos celestes para as casas do zodíaco, em vez de sete apenas.

Mas depois da publicação de O 12º. Planeta e das evidências apresentadas - não refutadas desde sua

primeira edição, em 1976 - e das comprovações dos avanços científicos, a descoberta de Nibiru não pode

continuar sendo apenas um assunto que envolve textos de astronomia. Se o que escrevi é verdade, se os

sumérios estavam certos em seus registros, a descoberta de Nibiru não revela apenas o conhecimento de

mais um planeta exterior, mas também a existência de vida nele. Além disso, pode ser a confirmação de que

lá existem seres inteligentes - um povo tão avançado que há meio milhão de anos já viajava pelo espaço;

seres que trafegavam entre seu planeta e a Terra a cada 3 600 anos.

 

Mas é quem está em Nibiru e não sua simples existência que sacudirá, com certeza, as ordens políticas,

religiosas, sociais, econômicas e militares da Terra. Quais serão as repercussões quando - e não se Nibiru for

encontrado?

 

Acredite ou não, esta é uma questão que já está sendo ponderada

 

 

 

 

 

 

Leitura complementar sobre a Nova Teoria do Planeta X

 

 

Sistema Solar pode ter um novo planeta

 

"Planeta X" seria de cinco a dez vezes mais massivo que a Terra

 

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Não é de hoje que astrônomos profissionais e amadores têm a suspeita de que existe um nono planeta em nosso Sistema Solar, muito além de Plutão. Boa parte dessa desconfiança vem da busca por explicações de anomalias nas órbitas de objetos próximos ao Cinturão de Kuiper, uma área misteriosa que se estende a partir da órbita de Netuno.

 

Em 2014, os estudiosos Scott Sheppard e Chad Trujillo escreveram um artigo sobre pequenos objetos com uma estranha discrepância em suas órbitas, que podem ser causadas por diversos fatores. Alguns estudiosos sugeriram, na ocasião, que a discrepância se dava por conta de "berçários estelares" próximos ao nosso Sistema Solar, ou algum outro objeto que saiu da órbita de sua estrela e tentou alcançar a nossa – mas, desde então, já se discutia que a causa mais possívei seria mesmo um novo planeta, desconhecido para nós, que mantivesse todas as estranhas órbitas atreladas à dele.

 

Agora, um time do Instituto de Tecnologia da Califórnia, o Caltech, parece realmente ter encontrado evidências de um planeta gigante e gélido orbitando nosso Sol a uma distância inimaginável até então. O artigo, que foi publicado por Konstantin Batygin and Mike Brown (um dos responsáveis por rebaixar Plutão a um planeta-anão em 2006), descreve esse novo mundo como sendo de cinco a dez vezes mais massivo que a Terra e de duas a quatro vezes mais largo. Essas proporções não são conhecidas em nenhum outro mundo, tornando-o o quinto maior planeta do Sistema Solar, próximo a Urano em termos de massa.

 

A existência de possíveis planetas próximos ao Cinturão não é exatamente uma novidade: até Plutão já havia sido considerado um "planeta novo" até sua descoberta, em 1930, e relegado ao título de planeta-anão muitos anos depois. Há também Makemake e Haumea, dois planetas-anões que ficam no Cinturão, e há também Eris, que é mais massivo que Plutão e orbita a Terra de uma longa distância. Mas todos esses exemplos contêm menos massa que o "nono planeta".

 

 

A órbita do novo planeta é imensa, nunca chegando mais perto do Sol do que 30,5 bilhões de quilômetros, que representa cinco vezes a distância da órbita média de Plutão. Em tese, esse planeta seria extremamente frio e escuro, o que justifica que nunca tenhamos tirado uma foto dele. A existência dele é tão controversa que os estudiosos do Caltech iniciaram sua pesquisa para provar que ele realmente não existia – mas após anos de estudos, Brown e Batygin realmente perceberam que o modelo das órbitas discrepantes que estudavam só seria possível se o "nono planeta" realmente existisse.

 

Para explicar como as órbitas se movimentam, Brown as comparou com um relógio. "É como se você tivesse seis ponteiros de relógios se movimentando em diferentes velocidades e, quando você olha para elas, estão todas no mesmo lugar", explicou. "Basicamente, isso não acontece de forma aleatória".

 

E por que não percebemos antes? O próprio Brown explica: "nesse caso, estávamos com os rostos tão colados nos númeos e dados que nunca parávamos para dar um passo para trás e encarar o Sistema Solar de fora. Eu não acreditei que nunca tinha notado isso. É ridículo", contou ele à Scientific American.

 

Contudo, os estudos de Brown e Batygin não são definitivos – e ainda não comprovam a existência do planeta, que tem 60% de chance de ser real. Além dessa possibilidade, existia a chance de ser um objeto formado recentemente no Cinturão, uma compressão de cometas e pedras espaciais que se juntaram de alguma forma. Logo perceberam que isso realmente parece impossível, porque o Cinturão não contém massa suficiente. Já um planeta cinco vezes mais massivo que a Terra, que se formou junto com o Sistema Solar, se encaixa perfeitamente no modelo – e explica outros estranhos fenômenos descobertos no Cinturão recentemente.

 

A solução ideal, de fato, seria tirar uma foto do planeta e acabar com o a dúvida. Como é muito distante, os pesquisadores acreditam que alguns instrumentos potentes, como o telescópio japonês da Subaru, localizado hoje no Havaí, possa ser ideal para tirar a fotografia, quando o planeta estiver mais próximo do Sol – o que, bem, pode levar cerca de dez mil anos.

 

 

Fonte: Revista Galileu

 

(Via Wired)

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Link para o post

Genesis Revisitado, o livro que antecipou a Teoria do Planeta X atual

 

 

 

Em memória de Zecharian Sitchin, o escritor que por vários anos escreveu sobre a possibilidade de existir um planeta "pária" em nosso sistema. Não somente antecipou essa nova teoria de Mike Brown (descobridor do planeta Sedna), como também deu origem a teorias mais exóticas como a do "Astronauta Antigo", entre outras.

 

 

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GÊNESIS REVISITADO

 

As Provas Definitivas de que os Extraterrestres Estiveram Entre Nós

 

Zecharia Sitchin

 

1990

 

Editora Best Seller

 

Sumário

1. A Hoste do Céu

2. Veio do Espaço Exterior

3. No Princípio

4. Os Mensageiros do Gênesis

5. Gaia: O Planeta Partido

6. Testemunha do Gênesis

7. A Semente da Vida

8. Adão, Um Escravo Sob Medida.

9. A Mãe Chamada Eva

10. A Sabedoria que Veio do Céu

11. Uma Base Espacial em Marte

12. ******: Mau Funcionamento ou Incidente Guerra nas Estrelas?

13. Em Secreta Antecipação

 

À minha esposa Frieda (Rina), nascida Regenbaum, que me encorajou a “parar de falar” e "começar a

escrever" sobre os Nefilim.

 

Prefácio

 

As últimas décadas do século 20 testemunharam um avanço do conhecimento humano de difícil

compreensão. As conquistas em cada campo da ciência e da tecnologia já não são medidas em séculos ou

décadas, mas em anos ou meses, e parecem sobrepujar as realizações alcançadas pelo homem no passado.

Mas uma pergunta se faz necessária: A humanidade saiu da Idade Média, alcançou o Século das Luzes,

conheceu a Revolução Industrial e entrou na era da alta tecnologia, da engenharia genética e dos vôos

espaciais apenas para alcançar o antigo conhecimento?

 

Durante muitas gerações, a Bíblia e seus ensinamentos serviram como uma espécie de âncora para as

perguntas empreendidas pelo homem. Mas a ciência moderna nos desorientou particularmente no confronto

entre as teorias evolucionistas e a Criação. Neste livro, tento demonstrar que o conflito é infundado e que o

Gênesis e suas fontes refletem os mais altos níveis do conhecimento científico.

 

Será possível, então, que as mais recentes descobertas sobre o planeta Terra e nosso canto do Universo, o

céu, sejam apenas capítulos de um drama que pode ser intitulado de "Gênesis Revisitado", uma redescoberta

do que era o conhecimento de uma civilização bem anterior, na Terra ou em outro planeta?

 

Sem dúvida, não se trata de mera curiosidade científica; a questão chega ao cerne da existência humana, sua

origem e seu destino. Envolve o futuro da Terra como um planeta viável, pois trata de acontecimentos do

passado terrestre; refere-se para onde estamos indo porque revela de onde viemos. E as respostas, como

veremos, levam a conclusões inevitáveis que alguns consideram incríveis demais para aceitar, e outros

pavorosas demais para enfrentar.

 

1

A Hoste do Céu

 

No Princípio, Deus criou o Céu e a Terra.

 

O próprio conceito de um princípio para todas as coisas é básico na moderna astronomia e astrofísica. A

afirmação de que no estado anterior à Criação só existia o vazio e o caos está de acordo com as mais

recentes teorias de que o Universo é governado pelo caos e não pela estabilidade permanente. Segue-se o

relato sobre a separação da luz e das trevas, iniciando-se o processo da Criação.

 

Seria uma referência ao Big-Bang (bigue-bangue) ou Grande Explosão, a teoria de que o Universo foi criado

numa explosão primordial, um estouro de energia em forma de luz que arremessou em todas a direções a

matéria que formou as estrelas, os planetas, as rochas e os seres humanos, criando as maravilhas que vemos

no céu e na Terra?

 

Alguns cientistas, iluminados pelas revelações de nossa fonte mais inspiradora, acharam que sim. Mas como

o homem antigo conhecia há tanto tempo a teoria do Big-Bang? O relato bíblico descrevia acontecimentos

mais recentes, a formação de nosso pequeno planeta Terra e sua região no céu, o Firmamento, ou Cinturão

de Asteróides, o "Bracelete Partido"?

 

Na verdade, de que maneira o homem antigo adquiriu uma cosmogonia? O quanto sabia de fato e como

chegou a esse conhecimento?

 

Talvez fosse mais apropriado iniciar a busca dessas respostas no céu, onde os acontecimentos tiveram inicio.

Não foi no céu que o homem, desde tempos imemoriais, julgou estar sua origem, seus valores. Mais sublimes

e onde Deus, se assim desejarmos, pode ser encontrado? Tão emocionantes quanto as descobertas feitas

com o microscópio são as imagens obtidas através do telescópio, repletas de informações sobre a grandeza

da natureza e do Universo. De todos os avanços recentes, os mais impressionantes foram, sem dúvida,

descobertos no céu. E que abalo eles causaram! Em poucas décadas, n6s, os seres humanos, sobrevoamos

nosso planeta, nos afastamos a centenas de quilômetros de sua superfície, pousamos na Lua, nosso satélite

solitário, mandamos um esquadrão de naves não tripuladas para sondar nossos vizinhos celestes e

descobrimos mundos ativos, de cores brilhantes, com aspectos variados, satélites e anéis. Talvez, pela

primeira vez, possamos compreender o significado das palavras do salmista:

 

Os céus contam a glória de Deus, e o Firmamento proclama a obra de suas mãos.

 

Uma era fantástica de explorações interplanetárias chegou ao clímax em agosto de 1989, quando a nave

Voyager 2, não tripulada, passou por Netuno e enviou à Terra fotografias e dados diversos. Pesava apenas 1

tonelada, mas era engenhosamente aparelhada com câmeras de televisão, equipamentos e sensores de

medidas, uma fonte de energia à base de degradação nuclear, antenas transmissoras e minúsculos computadores.

Ela enviava pequenas vibrações que levavam mais de quatro horas para atingir a Terra, mesmo à

velocidade da luz. As vibrações eram recebidas por um conjunto de radiotelescópios que formam a Deep

Space Network (Rede do Espaço Profundo) da Administração Nacional de Aeronáutica e Espaço dos Estados

Unidos (NASA). Esses fracos sinais eram então traduzidos por "mágica" eletrônica e transformados em

mapas e outros dados com os equipamentos do JPL - Jet Propulsion Laboratory (Laboratório de Propulsão a

Jato) de Pasadena, Califórnia, encarregado do projeto da NASA.

 

Lançada em agosto de 1977, doze anos antes da missão final - a visita a Netuno -, Voyager 2 e sua

companheira Voyager 1 foram originalmente projetadas para alcançar e examinar apenas Júpiter e Saturno,

aumentando os dados fornecidos sobre esses dois planetas gigantes e gasosos pelas naves Pioneer 10 e

Pioneer 11, também não tripuladas. Mas com extraordinária engenhosidade e perícia, os cientistas do JPL

aproveitaram um raro alinhamento dos outros planetas e, usando suas forças gravitacionais como

“estilingues”, conseguiram impulsionar a Voyager 2 primeiro de Saturno e Urano e, depois, de Urano a

Netuno.

 

No final de agosto de 1989, durante vários dias, as manchetes dos jornais mundiais desviaram-se das notícias

habituais - conflitos armados, levantes políticos, jogos esportivos e informes financeiros - para dedicar seu

tempo à observação de um outro mundo: Netuno.

 

Ao descrever as imagens deslumbrantes de um globo cor de água-marinha transmitidas pela televisão, os

apresentadores repetiram várias vezes que pela primeira vez o homem tinha realmente a possibilidade de ver

o planeta Netuno, antes captado apenas pelos telescópios melhor localizados como um ponto brilhante na

escuridão do espaço, a mais de 4 bilhões de quilômetros de distância. Eles recordaram que Netuno só fora

descoberto em 1846, depois que certas perturbações na órbita do planeta mais próximo, Urano, indicaram a

existência de outro corpo celeste mais além. Lembraram ainda que ninguém antes - nem Sir Isaac Newton

nem Johannes Kepler, que juntos descobriram e estabeleceram as leis dos movimentos celestes nos séculos

17 e 18, nem Copérnico, que determinou no século 16 que o centro do sistema solar era o Sol e não a Terra,

nem Galileu, que um século depois usou o telescópio para anunciar que Júpiter tinha quatro luas - até meados

do século 19, sabia da existência de Netuno. Portanto, junto com telespectadores comuns, os próprios

astrônomos viram pela primeira vez as verdadeiras cores e o aspecto de Netuno.

 

Dois meses antes do encontro de agosto, eu escrevera um artigo para várias publicações mensais dos

Estados Unidos, Europa e América do Sul, onde contradizia noções estabelecidas há muito tempo: Netuno

era conhecido na Antiguidade; as descobertas a serem feitas apenas confirmariam o conhecimento antigo. No

artigo, eu também afirmava que Netuno devia ser azul-esverdeado, líquido, e teria manchas cor de "vegetação

pantanosa".

 

Os sinais eletrônicos da Voyager 2 confirmaram tudo isso e foram além. Revelaram um belo planeta azulesverdeado,

cor de água-marinha, envolto em uma atmosfera de gases de hélio, hidrogênio e metano, varrida

por vendavais e redemoinhos velozes que tornam insignificantes os furacões terrestres. Abaixo dessa

atmosfera apareceram "borrões" gigantescos e misteriosos, às vezes com coloração azul mais escura, outras

em tom verde-amarelado, talvez devido ao ângulo de incidência da luz. Como era esperado, as temperaturas

da atmosfera e da superfície estavam abaixo do nível do congelamento. Ao contrário das previsões, que

consideravam Netuno um planeta "gasoso", a Voyager 2 mostrou que existia um núcleo rochoso e sobre ele,

flutuando, nas palavras dos cientistas do JPL, "uma mistura viscosa de gelo líquido". Essa camada de água

que cobria o planeta, girando à velocidade de seu dia de 16 horas, funciona como um dínamo que cria um

considerável campo magnético.

 

Esse belo planeta encontrava-se cercado de vários anéis de pedras, rochas e poeira, com pelo menos oito

satélites ou luas orbitando a sua volta. Tritão, o último e maior, mostrou-se tão espetacular quanto seu senhor

planetário. A Voyager 2 confirmou o movimento retrógrado desse pequeno corpo celeste (quase do tamanho

da Lua): sua órbita à volta de Netuno toma a direção oposta ao curso desse planeta e de todos os outros do

sistema solar. Não obedece o sentido anti-horário, como eles, mas o horário. Porém, os astrônomos nada

mais sabem sobre ele além de sua existência, seu tamanho aproximado e movimento retrógrado. A Voyager 2

revelou que Tritão é uma "lua azul", aparência resultante do metano na atmosfera. Sua superfície, por trás da

fina atmosfera, é rosa-acinzentada, rugosa e montanhosa de um lado, sendo lisa e quase sem crateras do

outro. Fotos detalhadas sugeriram atividade vulcânica recente, mas de um tipo estranho: o que o interior

quente e ativo expele não é lava derretida, mas jatos de gelo. Estudos preliminares indicaram a existência de

águas correntes no passado de Tritão, possivelmente com lagos na superfície até época recente em termos

geológicos. Os astrônomos não conseguiram uma explicação imediata para as "linhas duplas de sulcos como

trilhos" que percorrem retas centenas de quilômetros e que, em um ou dois pontos, cortam outras em

aparentes ângulos retos, sugerindo áreas retangulares.

 

As descobertas, portanto, confirmaram meu prognóstico: Netuno é realmente azul-esverdeado, é composto

em grande parte de água e tem manchas com uma coloração semelhante à "vegetação pantanosa". Este

último aspecto pode evidenciar mais que um código de cores se for levada em consideração a total implicação

das descobertas sobre Tritão: ali, as "manchas mais escuras com halos brilhantes" sugeriram aos cientistas

da NASA a existência de "poças profundas de sedimento orgânico". Bob Davis de Pasadena informou ao The

Wall Street Journal que Tritão, cuja atmosfera contém tanto nitrogênio quanto a Terra, pode expelir por meio

de seus vulcões ativos não apenas gases e água congelada, mas também "material orgânico", compostos

básicos de carbono que aparentemente cobrem partes do satélite.

 

Essa corroboração tão gratificante e completa de minha previsão não foi apenas o resultado de mera e feliz

suposição. É uma volta ao ano de 1976, quando foi publicado O 12º. Planeta, meu primeiro livro da série The

Earth Chronicles (Crônicas da Terra). Baseando minhas conclusões em textos sumérios milenares, perguntei

retoricamente: "Quando algum dia investigarmos Netuno, descobriremos que sua persistente associação com

as águas é devida aos pântanos aquosos antes avistados lá”?

 

A questão foi publicada e evidentemente escrita um ano antes do lançamento da Voyager 2 e reafirmada em

um artigo que escrevi dois meses à frente de sua aproximação de Netuno.

 

Como eu podia ter tanta certeza, na véspera do encontro da Voyager 2 com Netuno, que minha previsão de

1976 seria confirmada? Como ousei arriscar que essa previsão fosse desmentida poucas semanas depois de

publicar meu artigo? Minha certeza baseava-se no que aconteceu em janeiro de 1986, quando a Voyager 2

passou pelo planeta Urano.

 

Urano, apesar de estar um pouco mais próximo de nós - a "apenas" cerca de 3 bilhões de quilômetros de

distância -, fica tão além de Saturno que não pode ser visto da Terra a olho nu. Urano foi descoberto em 1781

por Frederick William Herschel, um músico que passou a ser astrônomo amador pouco depois do

aperfeiçoamento do telescópio. Da época de sua descoberta até hoje, Urano tem sido aclamado como o

primeiro planeta desconhecido na Antiguidade e descoberto nos tempos modernos. Isso porque os povos

antigos conheciam e veneravam o Sol, a Lua e apenas cinco planetas (Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e

Saturno), acreditando que se moviam à volta da Terra na "abóbada celeste"; nada podia ser visto ou

conhecido além de Saturno.

 

Mas a própria evidência obtida pela Voyager 2 em Urano provou o oposto: um certo povo antigo, em época

remota, sabia a respeito da existência de Urano, Netuno e até de P1utão, o mais distante!

 

Os cientistas ainda estão analisando as fotografias e os dados de Urano e suas luas espantosas, procurando

respostas para intermináveis enigmas. Por que Urano está inclinado de lado, como se tivesse sofrido uma

colisão com outro corpo celeste? Por que seus ventos sopram numa direção retrógrada, ao contrário da

norma no sistema solar? Por que sua temperatura do lado oculto do Sol é igual à do lado virado para ele? E o

que causou a aparência e formação incomuns de algumas luas de Urano? Especialmente intrigante é a lua

chamada Miranda, "um dos objetos mais enigmáticos do sistema solar", nas palavras dos astrônomos da

NASA, com escarpas de 150 quilômetros de comprimento que formam um ângulo reto (um aspecto batizado

"the Chevron" pelos astrônomos, ou uma divisa em V). Dos dois lados desse planalto aparecem formas

elípticas que parecem pistas aradas em sulcos concêntricos.

 

Contudo, dois fenômenos, entre as principais descobertas, distinguem Urano de outros planetas. Um é sua

cor. Com a ajuda de telescópios da Terra e aeronaves sem tripulantes, nos familiarizamos com o marromacinzentado

de Mercúrio, a neblina cor de enxofre que cerca Vênus, o tom avermelhado de Marte, a mistura

de vermelho, marrom e amarelo de Júpiter e Saturno. Mas, quando as imagens empolgantes de Urano

começaram a aparecer nas telas de televisão, em janeiro de 1986, seu aspecto mais surpreendente foi a cor

verde-azulada - totalmente diversa da de todos os planetas avistados antes.

 

Outro fenômeno importante e inesperado descoberto foi a composição de Urano. Contestando as previsões

anteriores dos astrônomos de que é um planeta totalmente "gasoso", como os gigantes Júpiter e Saturno, a

Voyager 2 descobriu que Urano era cercado de água em vez de gases. Realmente, foi encontrada uma

atmosfera gasosa envolvendo o planeta, mas abaixo dela agita-se uma imensa camada - de 9 mil quilômetros

de profundidade! - de "água superaquecida, com temperatura que alcança 4400 graus centígrados" (segundo

os analistas do JPL). Essa camada de água quente cerca o núcleo de rocha derretida onde elementos

radioativos (ou outros processos desconhecidos) produzem um imenso calor interno.

 

Quando as imagens de Urano cresceram nas telas de televisão com a aproximação da Voyager 2 do planeta,

o mediador do JPL chamou a atenção para sua rara cor verde-azulada. Não pude deixar de exclamar: "Oh,

meu Deus, é exatamente como os sumérios o descreveram”!

 

Corri ao meu escritório e apanhei um exemplar de O 12º. Planeta. Com as mãos trêmulas, achei a página, li e

reli as citações dos textos antigos. Sim, não havia dúvida: apesar de não possuírem telescópio, os sumérios

descreveram Urano como MASH.SIG, um termo que traduzi por "radiante vida esverdeada”.

 

Poucos dias depois chegaram os resultados da análise dos dados da Voyager 2 e a referência à água feita

pelos sumérios foi confirmada. Realmente, tudo parecia estar coberto de água: como foi noticiado em um

programa abrangente da série de televisão Nova ("O Planeta que Deus Golpeou de Lado"), "a Voyager 2

descobriu que todas a luas de Urano são feitas de rocha e água comum gelada". Essa abundância ou mesmo

a simples presença de água era totalmente inesperada em um suposto planeta "gasoso" e seus satélites, nas

bordas do sistema solar.

 

Mas ali estava a prova apresentada em O 12º. Planeta de que, em seus textos milenares, os antigos sumérios

conheciam a existência de Urano e ainda o descreveram corretamente como verde-azulado e aquoso!

O que significava aquilo tudo? Que em 1986 a ciência moderna não tinha descoberto algo desconhecido, mas

redescoberto um antigo conhecimento? Foi a confirmação, em 1986, do que eu escrevera em 1976 e a

veracidade dos textos sumérios que me deram confiança suficiente para predizer, nas vésperas do encontro

da Voyager 2 com Netuno, o que ali seria descoberto.

 

As passagens da Voyager 2 por Urano e Netuno confirmavam,assim, não apenas a veracidade do

conhecimento antigo sobre a existência desses dois planetas exteriores, como detalhes cruciais a seu

respeito. A passagem por Netuno, em 1989, confirmou ainda mais os textos antigos. Neles, Netuno era

arrolado antes de Urano, como seria esperado de alguém entrando no sistema solar e vendo primeiro Plutão,

depois Netuno e Urano. Nesses textos ou tabelas planetárias, Urano era chamado Kakkabshanamma

("planeta que é o duplo") de Netuno. Na verdade, Urano é semelhante a Netuno no tamanho, na cor e no

conteúdo aquoso; os dois planetas são cercados por anéis e orbitam em tomo deles muitos satélites, ou luas.

Uma rara similaridade foi descoberta a respeito de seus campos magnéticos: ambos têm extrema inclinação

em relação ao eixo dos planetas - 58 graus em Urano e 50 graus em Netuno. John Noble Wilford relatou no

The New York Times: "Netuno parece quase um gêmeo magnético de Urano". Os dois planetas também são

semelhantes na duração de seus dias, que é de 16-17 horas diárias.

 

Os ventos ferozes de Netuno e a camada aquosa fluida sobre sua superfície atestam o grande calor interno

que ele gera, como Urano. De fato, as primeiras notícias do JPL confirmaram as leituras iniciais que

indicavam que "a temperatura de Netuno é semelhante à de Urano, que está situado a mais de 1,5 bilhão de

quilômetros mais próximo do Sol". Sendo assim, os cientistas concluíram que, de algum modo, Netuno gera

mais calor interno que Urano, compensando de certa forma a distância maior do Sol para atingir a mesma

temperatura gerada por este, o que resulta na semelhança de calor em ambos. Somou-se, assim, mais um

aspecto ao "tamanho e outras características que fazem de Urano um gêmeo próximo de Netuno".

 

"Planeta que é o duplo", descreveram os sumérios comparando-o com Netuno. "Tamanho e outras

características fazem de Urano um gêmeo próximo de Netuno", disseram os cientistas da NASA. Não foram

apenas as características descritas, mas até a terminologia "planeta à imagem" e "gêmeo próximo de Netuno"

é semelhante. Mas a declaração suméria foi feita aproximadamente no ano 4 000 a.C. e a outra, da NASA,

em 1989, quase 6 mil anos depois...

 

No caso desses dois planetas distantes, a ciência moderna aparentemente só alcançou o conhecimento

antigo. Parece incrível, mas os fatos falam por si. Além disso, essa é apenas a primeira de uma série de descobertas

científicas realizadas nos anos seguintes à publicação de 12º. Planeta e que são comprovadas, uma

após outra.

 

Os que leram meus livros, The Stairway to Heaven, The Wars of Gods and Men e The Lost Realms, sabem

que são baseados, fundamentalmente, no conhecimento que nos foi transmitido pelos sumérios.

Aparecendo subitamente do nada há cerca de 6 mil anos, os sumérios têm a seu crédito todas as invenções

de uma grande civilização e as inovações, conceitos e crenças que formam a base da cultura ocidental. A

roda e os animais de tração, os barcos para os rios e navios para os mares, o forno e o tijolo, edifícios

elevados, a escrita, escolas e escribas, leis, juízes e jurados, reinado e conselhos de cidadãos, música, dança

e arte, medicina e química, tecelagem e têxteis, religião, sacerdócio e templos - tudo se iniciou na Suméria,

uma região ao sul do Iraque atual, localizada na antiga Mesopotâmia. Acima de tudo, começaram ali os

conhecimentos de matemática e astronomia.

 

De fato, todos os elementos básicos da astronomia moderna são de origem suméria: o conceito de uma

esfera celeste, de um horizonte e um zênite, da divisão do círculo em 360 graus, de uma faixa celeste em que

orbitam os planetas à volta do Sol, de agrupar as estrelas em constelações dando-lhes os nomes e as

imagens pictóricas que chamamos zodíaco, de aplicar o número doze a esse zodíaco e às divisões do tempo

e de organizar um calendário que tem sido a base de outros até hoje. Tudo isso e muito, muito mais, começou

na Suméria

 

Os sumérios registravam suas transações comerciais e legais, seus contos e histórias em tábulas de argila:

desenhavam suas ilustrações em selos cilíndricos em que a representação era gravada ao contrário, como

um negativo, e aparecia no positivo quando o selo era rolado na argila úmida. Nas ruínas das cidades

sumérias escavadas pelos arqueólogos há mais de 150 anos, foram encontrados centenas, senão milhares de

textos e ilustrações sobre astronomia. Entre eles existem listas de estrelas e constelações em suas corretas

posições no céu, além de manuais para observar o nascer e o ocaso de estrelas e planetas. Existem textos

específicos sobre o sistema solar. Algumas dessas tábulas de argila desenterradas apresentam a lista dos

planetas que çircu1avam à volta do Sol na ordem correta; uma delas chega a dar as distâncias

interplanetares. E existem desenhos em selos cilíndricos, representando o sistema solar, que tem pelo menos

4 500 anos de idade e que agora é conservado na Seção do Oriente Próximo do Museu Estatal de Berlim

Oriental, catalogado sob o número VA/243.

 

Veremos um completo sistema solar em que o Sol está no centro (e não a Terra!), orbitado por todos os

planetas que conhecemos hoje. Isso fica evidente quando desenhamos esses planetas à volta do Sol nos

tamanhos relativos e na ordem correta. A semelhança entre a ilustração antiga e a atual é notável, não

deixando dúvidas de que os gêmeos Urano e Netuno eram conhecidos na Antiguidade.

 

No entanto, a representação suméria revela algumas diferenças. Elas não são devidas a erros do artista ou a

desinformação; ao contrário, duas dessas diferenças são muito importantes.

 

A primeira diz respeito a Plutão. Ele tem uma órbita muito estranha - bem mais inclinada do que o plano

comum da órbita terrestre (chamado eclíptica) em que os planetas orbitam em volta do Sol e de maneira tão

elíptica que Plutão, às vezes (como no presente, até 1999), fica mais próximo do Sol do que Netuno, e não

mais afastado. Por essa razão, os astrônomos sugeriram desde sua descoberta, em 1930, que Plutão era

originalmente um satélite de outro planeta. A presunção era de que fosse uma lua de Netuno que "de algum

modo" - que ninguém calcula - foi afastado de sua ligação ao planeta e adquiriu órbita independente (apesar

de estranha) à volta do Sol.

 

Isso é confirmado pela antiga representação, mas com uma diferença marcante. Na figura suméria, Plutão

não é mostrado próximo a Netuno, mas entre Saturno e Urano. E os textos cosmológicos sumérios, tratados

com detalhes mais adiante, relatam que Plutão foi um satélite de Saturno e se afastou, adquirindo

eventualmente seu próprio "destino" - a órbita independente à volta do Sol.

 

A antiga explicação sobre a origem de Plutão revela não só o conhecimento factual, mas grande sofisticação

em assuntos celestes. Envolve a compreensão das forças complexas que moldaram o sistema solar e o

desenvolvimento de teorias astrofísicas de que luas podem se transformar em planetas ou os planetas em

formação falharem, passando a ser luas. Plutão, de acordo com a cosmogonia suméria, conseguiu isso, e

nossa Lua, que estava em processo de se tornar um planeta independente, foi impedida por eventos celestes

de conquistar sua independência.

 

Os astrônomos modernos só passaram da especulação à convicção de que esse processo realmente ocorreu

em nosso sistema solar a partir das observações das naves Pioneer e Voyager, que determinaram, na última

década, que Titã, a maior lua de Saturno, foi um planeta em formação que não completou seu afastamento.

As descobertas em Netuno reforçaram a especulação oposta sobre Tritão, a lua de Netuno que é 640

quilômetros menor em diâmetro que a lua terrestre. Sua órbita peculiar, seu vulcanismo e outros aspectos

inesperados, sugeriram aos cientistas do JPL, nas palavras de Edward. Stone, chefe do projeto, que "Tritão

pode ter sido um objeto que cruzou o sistema solar há muitos bilhões de anos e ao aproximar-se muito de

Netuno sofreu sua influência gravitacional, passando a orbitar à volta do planeta".

 

Em que medida essa hipótese se distancia da noção suméria de que as luas planetárias poderiam vir a ser

planetas, mudando posições celestes, ou falhar em obter suas órbitas independentes? De fato, ao

continuarmos expondo a cosmogonia suméria, parece tomar-se cada vez mais evidente que a descoberta

moderna é uma redescoberta do conhecimento antigo e que esse velho saber oferece explicações para

muitos fenômenos que a ciência moderna ainda não conseguiu compreender.

 

Desde o início, antes de serem apresentadas outras evidências que comprovam tal declaração, surge

inevitavelmente a pergunta: como os sumérios podiam conhecer tudo isso há tanto tempo, no alvorecer da

civilização?

 

A resposta encontra-se na segunda diferença entre a representação suméria do sistema solar e nosso

conhecimento presente a respeito. É a inclusão de um grande planeta no espaço vazio entre Marte e Júpiter.

Não temos conhecimento da existência de tal planeta, mas os textos cosmológicos, astronômicos e históricos

sumérios insistem em que existe, realmente, mais um planeta em nosso sistema solar - o décimo segundo

planeta. Os sumérios incluem o Sol, a Lua (que consideravam um corpo celeste independente por razões que

explicam nos textos) e dez planetas, não nove. Foi a compreensão de que o planeta que os textos sumérios

chamavam NIBIRU ("planeta da travessia") não era Marte e nem Júpiter, como discutiam alguns estudiosos,

mas um outro corpo celeste que passa entre eles a cada período de 3600 anos, que inspirou o título de meu

primeiro livro, O 12º. Planeta - o "décimo segundo membro" do sistema solar (apesar de ser tecnicamente o

décimo planeta).

 

"Os textos sumérios declaram repetidas vezes que os ANUNNAKI saíram de Nibiru para vir à Terra". O termo

Anunnaki significa literalmente "os que vieram do céu à Terra". São citados na Bíblia como os Anakim e no

Capítulo 6 do Gênesis também são chamados de Nefilim, que em hebreu significa a mesma coisa: "os que

desceram do céu à Terra".

 

Os sumérios explicam - como se antecipassem algumas de nossas perguntas - que aprenderam tudo o que

sabiam dos Anunnaki. O conhecimento avançado que encontramos nos textos sumérios é efetivamente o que

os Anunnaki possuíam quando vieram de Nibiru; sua civilização devia ser muito avançada, porque pelo que

depreendi dos textos sumérios, os Anunnaki chegaram à Terra há cerca de 445 mil anos. Nesse tempo

distante eles já sabiam viajar pelo espaço. Sua enorme órbita elíptica fazia um grande laço - esta é a tradução

exata do texto sumério - à volta de todos os planetas exteriores, atuando como um observatório em

movimento de onde eles podiam investigar todos os planetas. Assim, não é de admirar que o que estamos

descobrindo já fosse conhecido no tempo dos sumérios.

 

Por que alguém se incomodaria em vir até a Terra, não por acaso, mas repetidamente, a cada 3.600 anos?

Esta é uma questão respondida pelos textos sumérios. Em Nibiru, os Anunnaki/Nefilim enfrentavam uma

situação que logo também teremos de enfrentar na Terra: a deterioração tecnológica estava tornando a vida

impossível. Houve necessidade de proteger sua atmosfera, que escasseava, e a única solução parecia ser a

formação de uma camada de partículas de ouro, como uma capa, para resguardá-la. (As janelas das

espaçonaves americanas, por exemplo, recebem uma fina camada de ouro para proteger os astronautas da

radiação.) Esse metal raro foi descoberto pelos Anunnaki no que chamavam de Sétimo Planeta (contando do

exterior para dentro) e promoveram uma Missão Terra para obtê-lo. Primeiro tentaram consegui-lo sem

esforço nas águas do golfo Pérsico; ao falharem, iniciaram trabalhosas operações de mineração no sudeste

da África.

 

Aproximadamente há 300 mil anos, os Anunnaki designados para o trabalho nas minas africanas se

rebelaram. Foi quando o oficial que era médico-chefe dos Anunnaki empregou a manipulação genética e técnica

de fertilização em tubos de ensaios para criar “operários primitivos" - o primeiro Homo sapiens -

encarregados do trabalho pesado nas minas de ouro.

 

Os textos sumérios que descrevem todos esses acontecimentos e sua versão condensada no livro do

Gênesis foram extensivamente estudados em O 12º. Planeta. Os aspectos científicos desses processos e das

técnicas empregadas pelos Anunnaki são o assunto desse livro. A ciência moderna, como será demonstrado,

vem anunciando uma senda espantosa de avanços científicos - mas a estrada para o futuro está repleta de

avisos, conhecimento e avanços do passado. Os Anunnaki, como está demonstrado, já a percorreram, e, à

medida que mudavam suas relações com os seres que haviam criado e decidiam dar a civilização à

humanidade, concederam parte de seu conhecimento e a capacidade de fazermos nossos próprios avanços

científicos.

 

Entre as conquistas científicas que serão discutidas nos próximos capítulos também será evidenciada a

existência de Nibiru. Se não fosse O 12º. Planeta, a descoberta de Nibiru não seria considerada um grande

evento da astronomia, mas passaria a ter na atualidade a mesma importância da descoberta de Plutão, em

1930. Foi gratificante saber que o sistema solar tem mais um planeta "lá fora" e seria extraordinário,

igualmente, confirmar que o número de planetas é dez e não nove; os astrólogos ficariam especialmente

satisfeitos, já que precisam de doze corpos celestes para as casas do zodíaco, em vez de sete apenas.

Mas depois da publicação de O 12º. Planeta e das evidências apresentadas - não refutadas desde sua

primeira edição, em 1976 - e das comprovações dos avanços científicos, a descoberta de Nibiru não pode

continuar sendo apenas um assunto que envolve textos de astronomia. Se o que escrevi é verdade, se os

sumérios estavam certos em seus registros, a descoberta de Nibiru não revela apenas o conhecimento de

mais um planeta exterior, mas também a existência de vida nele. Além disso, pode ser a confirmação de que

lá existem seres inteligentes - um povo tão avançado que há meio milhão de anos já viajava pelo espaço;

seres que trafegavam entre seu planeta e a Terra a cada 3 600 anos.

 

Mas é quem está em Nibiru e não sua simples existência que sacudirá, com certeza, as ordens políticas,

religiosas, sociais, econômicas e militares da Terra. Quais serão as repercussões quando - e não se Nibiru for

encontrado?

 

Acredite ou não, esta é uma questão que já está sendo ponderada

 

 

 

 

 

 

Leitura complementar sobre a Nova Teoria do Planeta X

 

 

Sistema Solar pode ter um novo planeta

 

"Planeta X" seria de cinco a dez vezes mais massivo que a Terra

 

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Não é de hoje que astrônomos profissionais e amadores têm a suspeita de que existe um nono planeta em nosso Sistema Solar, muito além de Plutão. Boa parte dessa desconfiança vem da busca por explicações de anomalias nas órbitas de objetos próximos ao Cinturão de Kuiper, uma área misteriosa que se estende a partir da órbita de Netuno.

 

Em 2014, os estudiosos Scott Sheppard e Chad Trujillo escreveram um artigo sobre pequenos objetos com uma estranha discrepância em suas órbitas, que podem ser causadas por diversos fatores. Alguns estudiosos sugeriram, na ocasião, que a discrepância se dava por conta de "berçários estelares" próximos ao nosso Sistema Solar, ou algum outro objeto que saiu da órbita de sua estrela e tentou alcançar a nossa – mas, desde então, já se discutia que a causa mais possívei seria mesmo um novo planeta, desconhecido para nós, que mantivesse todas as estranhas órbitas atreladas à dele.

 

Agora, um time do Instituto de Tecnologia da Califórnia, o Caltech, parece realmente ter encontrado evidências de um planeta gigante e gélido orbitando nosso Sol a uma distância inimaginável até então. O artigo, que foi publicado por Konstantin Batygin and Mike Brown (um dos responsáveis por rebaixar Plutão a um planeta-anão em 2006), descreve esse novo mundo como sendo de cinco a dez vezes mais massivo que a Terra e de duas a quatro vezes mais largo. Essas proporções não são conhecidas em nenhum outro mundo, tornando-o o quinto maior planeta do Sistema Solar, próximo a Urano em termos de massa.

 

A existência de possíveis planetas próximos ao Cinturão não é exatamente uma novidade: até Plutão já havia sido considerado um "planeta novo" até sua descoberta, em 1930, e relegado ao título de planeta-anão muitos anos depois. Há também Makemake e Haumea, dois planetas-anões que ficam no Cinturão, e há também Eris, que é mais massivo que Plutão e orbita a Terra de uma longa distância. Mas todos esses exemplos contêm menos massa que o "nono planeta".

 

 

A órbita do novo planeta é imensa, nunca chegando mais perto do Sol do que 30,5 bilhões de quilômetros, que representa cinco vezes a distância da órbita média de Plutão. Em tese, esse planeta seria extremamente frio e escuro, o que justifica que nunca tenhamos tirado uma foto dele. A existência dele é tão controversa que os estudiosos do Caltech iniciaram sua pesquisa para provar que ele realmente não existia – mas após anos de estudos, Brown e Batygin realmente perceberam que o modelo das órbitas discrepantes que estudavam só seria possível se o "nono planeta" realmente existisse.

 

Para explicar como as órbitas se movimentam, Brown as comparou com um relógio. "É como se você tivesse seis ponteiros de relógios se movimentando em diferentes velocidades e, quando você olha para elas, estão todas no mesmo lugar", explicou. "Basicamente, isso não acontece de forma aleatória".

 

E por que não percebemos antes? O próprio Brown explica: "nesse caso, estávamos com os rostos tão colados nos númeos e dados que nunca parávamos para dar um passo para trás e encarar o Sistema Solar de fora. Eu não acreditei que nunca tinha notado isso. É ridículo", contou ele à Scientific American.

 

Contudo, os estudos de Brown e Batygin não são definitivos – e ainda não comprovam a existência do planeta, que tem 60% de chance de ser real. Além dessa possibilidade, existia a chance de ser um objeto formado recentemente no Cinturão, uma compressão de cometas e pedras espaciais que se juntaram de alguma forma. Logo perceberam que isso realmente parece impossível, porque o Cinturão não contém massa suficiente. Já um planeta cinco vezes mais massivo que a Terra, que se formou junto com o Sistema Solar, se encaixa perfeitamente no modelo – e explica outros estranhos fenômenos descobertos no Cinturão recentemente.

 

A solução ideal, de fato, seria tirar uma foto do planeta e acabar com o a dúvida. Como é muito distante, os pesquisadores acreditam que alguns instrumentos potentes, como o telescópio japonês da Subaru, localizado hoje no Havaí, possa ser ideal para tirar a fotografia, quando o planeta estiver mais próximo do Sol – o que, bem, pode levar cerca de dez mil anos.

 

 

Fonte: Revista Galileu

 

(Via Wired)

 

Já leio.

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eu às vezes pergunto-me como é que, com tantos recursos e potencialidade economica, o Brasil não é uma potência importante. depois venho a estes tópicos e percebo porquê

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eu às vezes pergunto-me como é que, com tantos recursos e potencialidade economica, o Brasil não é uma potência importante. depois venho a estes tópicos e percebo porquê

Interessante o fato da pessoa ter o direito e a oportunidade de ser racional, mas renega-los apenas para ficar de mi mi mi, com raivinha.

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Genesis Revisitado: MINERAÇÃO DO OURO - HÁ QUANTO TEMPO?

 

Em memória de Zecharian Sitchin, o escritor que por vários anos escreveu sobre a possibilidade de existir um planeta "pária" em nosso sistema. Não somente antecipou essa Nova Teoria do Planeta X, de Mike Brown (descobridor do planeta Sedna), como também deu origem a teorias mais exóticas como a do "Astronauta Antigo", entre outras.

 

 

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MINERAÇÃO DO OURO - HÁ QUANTO TEMPO?

 

Existem provas de que houve mineração no sudeste da África durante a Idade da Pedra? Estudos

arqueológicos indicam que sim.

 

Percebendo que os locais de antigas minas abandonadas podiam indicar que o ouro seria encontrado a

Anglo-American Corporation, principal empresa de mineração da África do Sul, contratou arqueólogos

nos anos 70 para procurá-las. Relatórios publicados no Optima, jornal da empresa, detalham a descoberta em

Suazilândia e outros locais da África do Sul de extensas áreas de mineração com poços de mais de 15 metros

de profundidade. Restos de objetos de pedra e carvão vegetal estabeleceram datas de 35.000, 46.000 e

60.000 a.C. nesses locais. Os arqueólogos e antropólogos que trabalharam para datar os achados acreditam

que a tecnologia de mineração foi empregada na África do Sul "durante grande parte do período seguinte a

100.000 a.C.”.

 

Em setembro de 1988, uma equipe de físicos internacionais chegou à África do Sul para verificar a idade dos

habitantes de Suazilândia e Zululândia. As técnicas mais modernas indicaram uma idade entre 80 mil a 115

mil anos.

 

A respeito das minas mais antigas de Monotapa, ao sul de Zimbábue, as lendas zulus afirmam que foram

trabalhadas por "escravos artificiais de carne e sangue, criados pelo Primeiro Povo".

Contam as lendas zulus que esses escravos "entraram na batalha com os trogloditas" quando "a grande

estrela da guerra apareceu no céu". (Ver Indaba My Children, do Credo Vusamazulu Mutwa, pelo médico

zulu.)

 

 

Leitura complementar

 

Há muito tempo escavações arqueológicas têm trazido à luz artefatos, ferramentas, máquinas e registros que, por suas sofesticações, surpreendem estudiosos e cientistas. São objetos inexplicáveis para a ciência histórica e acadêmica a exemplo de: No deserto do Iraque foram encontradas baterias de argila com eletrodos datadas em 2 mil e 500 anos antes de Cristo; em uma pirâmide funerária, havia um modelo de aeroplano perfeitamente funcional.

 

 

Mais recentemente, a redescobeta de ouro monatômico em sítios arqueológicos do Oriente Médio veio reforçar a crença em civilizações do passado altamente sofisticadas. As substâncias monatômicas são supercondutoras de energia em temperatura ambiente e possuem propriedades anti-gravitacionais. Somente nos últimos anos o ouro monatômico tem sido investigado pela física. Arqueologicamente, entretanto, o ouro monatômico mesopotâmico é conhecido desde 1889, quando sir Flinders Petrie demonstrou que o material foi produzido há 3 mil anos atrás.

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Genesis Revisitado: Veio do Espaço Exterior

 

Em memória de Zecharian Sitchin, o escritor que por vários anos escreveu sobre a possibilidade de existir um planeta "pária" em nosso sistema. Não somente antecipou essa Nova Teoria do Planeta X, de Mike Brown (descobridor do planeta Sedna), como também deu origem a teorias mais exóticas como a do "Astronauta Antigo", entre outras.

 

 

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Veio do Espaço Exterior

 

"Foi a Voyager que despertou nossa atenção para a importância das colisões", declarou o cientista Edward

Stone, do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech), chefe de programa Voyager. "Os choques cósmicos

foram os potentes escultores do sistema solar.”

 

Os sumérios esclareceram esse fato há 6 mil anos. O ponto central de sua cosmogonia, visão de mundo e

religião foi o cataclismo, chamado de Batalha Celeste. Existem referências numa miscelânea de textos, hinos

e provérbios sumérios a esse acontecimento - como encontramos na Bíblia, nos Livro dos Salmos,

Provérbios, Jó e vários outros. Mas os sumérios também descreveram esse evento detalhadamente, em um

texto longo que ocupou sete tábulas. Só foram encontrados fragmentos e citações do original sumério; o texto

mais completo chegou até nós na linguagem acadiana, o idioma dos assírios e babilônios que ocuparam a

Mesopotâmia após os sumérios. O texto trata da formação do sistema solar antes da Batalha Celeste e ainda

da natureza, das causas e resultados dessa espantosa colisão. E com uma única premissa cosmogônica,

explica enigmas que ainda preocupam nossos astrônomos e astrofísicos.

 

E o que é mais importante: sempre que esses modernos cientistas chegam a uma resposta satisfatória, ela se

adapta à suméria e a corrobora.

 

Até as descobertas da Voyager, o ponto de vista prevalecente considerava o sistema solar que vemos hoje

como surgira desde o início, formado por imutáveis leis celestes e pela força gravitacional. Existiam pequenos

corpos estranhos, com certeza - os meteoritos, que surgem de algum lugar e colidem com os membros

estáveis do sistema solar, marcando-os com crateras, e os cometas em suas órbitas muito alongadas,

aparecendo e desaparecendo do nada, aparentemente. Mas presumia-se que esses fragmentos cósmicos

ocorressem desde o início do sistema solar, há cerca de 4,5 bilhões de anos, sendo pedaços de matéria

planetária que não se incorporaram aos planetas, seus satélites ou anéis. Um pouco mais instável tem sido o

Cinturão de Asteróides, uma faixa de rochas que orbita em cadeia entre Marte e Júpiter. Seguindo a lei de

Bode, uma regra empírica que explica por que os planetas se formaram onde se encontram, devia haver um

corpo celeste pelo menos duas vezes maior que a Terra entre Marte e Júpiter. Esses fragmentos orbitais que

formam o Cinturão de Asteróides seriam os restos desse planeta? A resposta afirmativa é abalada por dois

problemas: a soma total da matéria desse cinturão não se constituiria em massa suficiente para formar tal

planeta e não existe uma explicação plausível para a causa do colapso desse astro hipotético; se ocorreu uma

colisão celeste - foi quando e por quê? Os cientistas não encontraram respostas.

 

A compreensão de que uma ou mais colisões de vulto mudaram o sistema solar em sua forma inicial foi

evidenciada após a passagem da nave por Urano em 1986, como admitiu o Dr. Stone. Já se sabia por

observação telescópica e com o uso de outros instrumentos, antes da passagem da Voyager, que Urano tinha

se deslocado de lado. Mas teria sido formado assim desde o início ou alguma força externa - uma forte colisão

ou um choque com outro grande corpo celeste - teria causado essa inclinação?

 

A resposta só foi fornecida quando a Voyager examinou de perto as luas de Urano. O fato de girarem à volta

do equador de Urano em posição inclinada - formando, juntas, um tipo de olho-de-boi náutico voltado para o

Sol - fez os cientistas imaginarem se estariam ali quando ocorreu a inclinação do planeta ou foram concebidos

depois, talvez da matéria desprendida pela força da colisão que tombou Urano.

 

A base teórica dessa resposta foi enunciada antes do encontro com Urano, entre outros pelo Dr. Christian

Veillet, do Centro de Estudos e Pesquisas Geodinâmicos da França. Se as luas se formaram na criação de

Urano, a "matéria-prima" celeste que elas aglomeraram devia ter condensado a massa mais pesada próxima

ao planeta; haveria material rochoso mais pesado e camadas mais finas de gelo nas luas internas e uma

mistura mais leve de materiais (mais água gelada e menos rochas) nas luas externas. Seguindo o mesmo

princípio de distribuição de material no sistema solar - uma proporção maior de matéria mais pesada próxima

ao Sol e matéria mais leve (em estado "gasoso") mais distante -, as luas de Urano deviam ser

proporcionalmente mais leves que as de Saturno, que fica mais próximo.

 

Mas as descobertas revelaram uma situação contrária às expectativas. Nos relatórios abrangentes sobre o

encontro com Urano publicados em Science de 4 de julho de 1986, uma equipe de quarenta cientistas concluiu

que as densidades das luas de Urano, exceto Miranda, "são bem maiores que os satélites de gelo de

Saturno". Do mesmo modo, os dados da Voyager mostraram - novamente, ao contrário do "que devia ter sido"

- que as duas grandes luas interiores de Urano, Ariel e Umbriel, são de composição mais leve (grossas

camadas de gelo e núcleos rochosos) que as exteriores, Titânia e Oberon, feitas principalmente de pesado

material rochoso e com finas camadas de gelo, como se descobriu.

 

Essas descobertas da Voyager foram mais que simples sugestões de que as luas de Urano não tinham se

formado com o próprio planeta, mas algum tempo depois e em circunstâncias anormais. Outra descoberta que

confundiu os cientistas foi a de que os anéis de Urano eram negros como azeviche, "mais negros que o

carvão", presumivelmente compostos de "material rico em carbono, um tipo de piche primordial varrido do

espaço exterior" (a ênfase é minha). Esses anéis escuros, deformados, inclinados e "estranhamente elípticos"

eram muito diferentes dos braceletes simétricos de partículas de gelo que circundam Saturno. Negras como

azeviche também eram seis das luazinhas descobertas em Urano, algumas das quais atuam como "pastoras"

dos anéis. A conclusão óbvia foi de que os anéis e as luazinhas foram constituídos com os mesmos

fragmentos de "um abalo violento ocorrido no passado de Urano". O cientista Ellis Miner, assistente do projeto

do JPL, declarou em palavras mais simples: "Uma possibilidade plausível é a de que um intruso tenha

chegado de fora do sistema de Urano e colidido numa lua antes maior, com força suficiente para parti-la".

A teoria de uma catastrófica colisão terrestre, para explicar todos os fenômenos estranhos de Urano, suas

luas e anéis, foi reforçada com a descoberta de fragmentos semelhantes a seixos negros que formam os

anéis e circulam à volta do planeta a cada oito horas - o dobro da velocidade de revolução do próprio planeta

sobre seu eixo. Isto provoca uma nova questão: como esses fragmentos dos anéis foram impulsionados a

essa velocidade maior?

 

Baseada nos dados precedentes, a probabilidade de uma colisão celeste surgiu como a única resposta

plausível. "Precisamos levar em conta a grande possibilidade de que as condições de formação dos satélites

tenham sido afetadas pelo evento que criou a grande ubiqüidade de Urano", declarou a equipe de quarenta

cientistas. Em palavras mais simples, isso significa que, provavelmente, essas luas foram criadas como

resultado de uma colisão que virou Urano de lado. Nas entrevistas à imprensa, os cientistas da NASA foram

mais audaciosos. "Uma colisão com algo do tamanho da Terra, viajando a mais de 60 mil quilômetros por

hora, poderia ter causado isso", declararam, sugerindo que provavelmente isso aconteceu há cerca de 4

bilhões de anos.

 

O astrônomo Garry Hunt, do Imperial College de Londres, resumiu em sete palavras: "Urano recebeu um

grande golpe de início".

 

Mas nas sínteses verbais ou nos longos relatórios escritos não se tentou sugerir o que era esse "algo", de

onde vinha e como colidiu com Urano ou o golpeou.

 

Para essas respostas teremos de voltar aos sumérios...

 

Antes de retornar do conhecimento adquirido no final da década de 70 e na de 80 ao que era sabido 6 mil

anos antes, devemos examinar mais um aspecto do enigma. As estranhezas de Netuno são resultantes de

colisões ou "golpes" sem relação com os de Urano - ou ambos resultaram de um único acontecimento

catastrófico que afetou todos os planetas exteriores? Antes da passagem da Voyager 2 por Netuno, sabia-se

que o planeta tinha apenas dois satélites, Nereida e Tritão. Descobriu-se que Nereida tinha uma órbita

peculiar: era anormalmente inclinada (chegando a 28 graus) e muito excêntrica, orbitando o planeta de forma

muito alongada em vez de circundá-lo mais próxima, o que a afasta até 9 milhões de quilômetros e a

aproxima a 1,5 milhão de quilômetros de Netuno. Apesar de ser de um tamanho que pelas regras da

formação planetária devia ser esférico, Nereida tem o formato estranho de uma rosquinha torcida. Também

tem um lado muito brilhante e outro preto como azeviche. Todas essas peculiaridades levaram Martha W.

Schaefer e Bradly E. Schaeter, no grande estudo sobre o assunto publicado na revista Nature (de 2 de junho

de 1987), a concluir que "Nereida uniu-se a uma lua que orbitava à volta de Netuno ou outro planeta e que ela

e Tritão foram impulsionados a suas órbitas peculiares por algum grande corpo ou planeta". Brad Schaefer

comentou: "Imagine que em certa época Netuno possuía um sistema comum de satélites como Júpiter ou

Saturno; surge então um corpo maciço no sistema e perturba muito as coisas".

 

O material escuro que aparece de um lado de Nereida poderia ser explicado de duas maneiras, mas em

ambas é necessária uma cena de colisão. Um impacto de um lado do satélite varreu uma camada mais

escura ali existente, descobrindo um material mais leve abaixo da superfície, ou o material escuro pertencia

ao corpo que bateu e "espatifou-se de um lado de Nereida". Essa última possibilidade foi sugerida com a

descoberta anunciada pela equipe do JPL, em 29 de agosto de 1989, de que todos os novos satélites (mais

seis) descobertos pela Voyager 2 em Netuno "são muitos escuros" e "todos têm formatos irregulares", até

mesmo a lua designada por 1989Nl (cujo tamanho normalmente deveria ser esférico).

 

As teorias a respeito de Tritão e sua órbita alongada e retrógrada (no sentido horário) à volta de Netuno

também sugere uma colisão.

 

Escrevendo na famosa revista Science, às vésperas do encontro da Voyager 2 com Netuno, uma equipe de

cientistas do Caltech (P. Goldberg, N. Murray, P. Y. Longaretti e D. Banfield) postulou que "Tritão foi

capturado de uma órbita heliocêntrica" - órbita à volta do Sol como "resultado de uma colisão com um dos

satélites regulares de Netuno até então". Nesse cenário, o pequeno satélite original de Netuno "teria sido

devorado por Tritão". Mas a força do choque provavelmente foi tão grande que dissipou a energia orbital de

Tritão o suficiente para diminuir sua velocidade e permitir que fosse capturado pela gravidade de Netuno.

Outra teoria, segundo a qual Tritão era um satélite inicial de Netuno, mostrou-se falha nesse estudo, não

resistindo a uma análise crítica.

 

Os dados coligidos pela Voyager 2 sobre o atual percurso de Tritão apoiaram essa conclusão teórica.

Também estavam de acordo com outros estudos (como o de David Stevenson, do Caltech), que demonstraram

que o calor intenso e o aspecto da superfície de Tritão só podem ser explicados nos termos de uma

colisão em que o satélite foi capturado na órbita à volta de Netuno.

 

"De onde vieram esses corpos de impacto?", perguntou Gene Shoemaker, um dos cientistas da NASA, na

série de televisão Nova. Mas ficou sem resposta. Também não foi respondida a questão sobre os cataclismos

de Urano e Netuno, se eram aspectos de um mesmo acontecimento ou incidentes sem ligação.

É gratificante descobrir que as respostas a todos esses enigmas foram dadas em antigos textos sumérios, e

que todos os dados descobertos ou confirmados pelos vôos da Voyager 2 reforçam e corroboram a documentação

suméria, assim como minha apresentação e interpretação em O 12º. Planeta.

 

Os sumérios falam de um único acontecimento global e seus textos são mais esclarecedores do que os

astrônomos modernos, quando tentam explicar os planetas exteriores. Os documentos antigos também explicam

assuntos mais próximos de nós, como a origem da Terra e da Lua, do Cinturão de Asteróides e dos

cometas. Eles relatam uma história que concilia o credo dos criacionistas com a teoria da evolução e

oferecem uma explicação mais satisfatória que a concepção moderna para o que aconteceu na Terra e como

surgiram nela o homem e sua civilização.

 

Os textos suméricos relatam que tudo começou quando o sistema solar ainda era jovem. O Sol (APSU nos

textos sumérios, significando “o que nasceu", nosso Mercúrio) e TI.AMAT ("a donzela da vida") foram os

primeiros membros do sistema solar; ele gradualmente foi-se expandindo com o "nascimento" de três pares

planetários, os planetas que chamamos Vênus e Marte entre Mummu e Tiamat, o par de gigantes Júpiter e

Saturno (usando seus nomes modernos) além de Tiamat, e Urano e Netuno mais afastados ainda.

Nesse sistema solar inicial, ainda instável logo após a formação (calculei o tempo em cerca de 4 bilhões de

anos), surgiu um invasor. Os sumérios o chamavam Nibiru; os babilônios o rebatizaram de Marduk em homenagem

a seu deus nacional. Ele surgiu do espaço exterior vindo do "Abismo" (nos termos do texto antigo),

mas ao aproximar-se dos planetas exteriores do sistema solar, começou a ser atraído para dentro dele. Como

seria esperado, o primeiro planeta exterior a atrair Nibiru com sua força gravitacional foi Netuno - E.A. ("Ele

que tem a casa de água") em sumério. "Quem o gerou foi Ea", explicou o texto antigo.

 

Nibiru/Marduk era fascinante, cintilante, imponente, senhorial, segundo alguns dos adjetivos usados para

descrevê-lo. Faíscas e raios foram arremessados por ele quando passou por Netuno e Urano. Pode ter

chegado com seus próprios satélites orbitando a sua volta ou adquiriu alguns pela força gravitacional dos

planetas exteriores. Os textos antigos falam de seus "membros perfeitos... difíceis de distinguir" "quatro eram

seus olhos, quatro seus ouvidos".

 

Quando passou próximo de Ea/Netuno, um lado de Nibiru/Marduk começou a crescer "como se ele tivesse

uma segunda cabeça". Foi então que essa saliência soltou-se e se transformou em Tritão, a lua de Netuno?

Um aspecto que reforça essa possibilidade é que Nibiru/Marduk entrou no sistema solar numa órbita

retrógrada (no sentido horário), ao contrário do movimento dos outros planetas. Apenas esse detalhe sumério

de que o planeta invasor tinha um movimento orbital contrário aos dos outros planetas pode explicar o

movimento retrógrado de Tritão, as órbitas muito elípticas dos outros satélites e cometas e outros eventos

mais importantes que trataremos.

 

Outros satélites foram criados quando Nibiru/Marduk passou por Anu/Urano. Descrevendo essa passagem o

texto sumério declara que “Anu gerou e produziu os quatro centos" - uma clara referência, como era de se

esperar, à formação das quatro luas principais de Urano que, como vemos agora, aconteceu durante a colisão

que inclinou esse planeta. Ao mesmo tempo, ficamos sabendo, em uma passagem posterior do antigo texto,

que o próprio Nibiru/Marduk ganhou mais três satélites como resultado desse encontro.

 

Apesar de os textos sumérios descreverem, depois dessa captura eventual na órbita solar, como

Nibiru/Marduk tornou a passar pelos planetas exteriores moldando-os finalmente no sistema atual, esse

primeiro encontro já explica os vários enigmas que a astronomia moderna tem enfrentado e ainda enfrenta

sobre Netuno, Urano, suas luas e anéis.

 

Passando por Netuno e Urano, Nibiru/Marduk penetrou ainda mais no sistema solar quando alcançou a

imensa força gravitacional de Saturno (AN.SHAR, "o primeiro nos céus") e Júpiter (KI.SHAR, "o primeiro em

terra firme"). Quando Nibiru/Marduk "aproximou-se e postou-se para o combate", próximo de Anshar/Saturno,

os dois planetas "se beijaram". Foi quando mudou para sempre o "destino" ou a órbita de Nibiru/Marduk. Foi

também quando GA.GA (o eventual Plutão), o principal satélite de Saturno, foi afastado na direção de Marte e

Vênus - uma direção possível apenas pela força retrógrada de Nibiru/Marduk. Fazendo uma vasta órbita

elíptica, Gaga finalmente retornou para os confins do sistema solar. Ali, ao cruzar suas órbitas no retorno, ele

"saudou" Netuno e Urano. Era o início do processo que transformou Gaga em Plutão, com sua órbita inclinada

peculiar, que às vezes passa entre Netuno e Urano.

 

O novo "destino", ou trajeto orbital, de Nibiru/Marduk estava irrevogavelmente estabelecido na direção do

velho planeta Tiamat. Essa época relativamente inicial do sistema solar foi marcada pela instabilidade,

especialmente (como vemos nos textos) na região de Tiamat. Enquanto outros planetas próximos ainda

oscilavam em suas órbitas, Tiamat foi impulsionado em várias direções pelos dois gigantes posteriores e os

dois planetas menores que ficavam entre ela e o Sol. Como resultado, ficou rodeada de uma "hoste" de

satélites "furiosos de ódio", na linguagem poética do texto (chamado pelos estudiosos Epopéia da Criação).

Esses satélites, "monstros clamorosos", estavam "vestidos de terror” e "coroados com halos", girando

furiosamente e orbitando como se fossem "deuses celestes" - planetas.

 

O mais perigoso à estabilidade e segurança dos outros planetas era o "chefe da hoste" de Tiamat, um grande

satélite que quase alcançou o tamanho planetário para obter seu "destino" independente - sua órbita à volta

do Sol. Tiamat "lançou-lhe um encantamento, exaltando-o a assentar-se entre os deuses celestiais". Em

sumério, chamava-se KIN.GU ("grande emissário").

 

Nesse ponto, o texto ergue a cortina e o drama se desenrola. Detalhei-o passo a passo em O 12º. Planeta.

Como na tragédia grega, a Batalha Celeste que se seguiu era inevitável e as forças magnéticas agiram

inexoravelmente levando à colisão de Nibiru/Marduk, com seus sete satélites ("ventos", no texto antigo) e

Tiamat, com sua "hoste" de onze satélites liderados por Kingu.

 

Apesar de estarem em processo de colisão, Tiamat orbitando em sentido anti-horário e Nibiru/Marduk em

sentido horário, os dois planetas não colidiram - fato de importância astronômica fundamental. Foram os

satélites ou "ventos" (significado literal sumério: "os que estão ao lado") de Nibiru/Marduk que golpearam

Tiamat e colidiram com seus satélites.

 

Nesse primeiro encontro, na primeira fase da Batalha Celeste,

Os quatro ventos ele estacionou,

porque nada podia escapar dela.

O Vento Sul, o Vento Norte,

o Vento Leste, o Vento Oeste.

A seu lado ele alçou a rede,

o presente que seu avô Anu criou.

O Vento Vil, o Vento Remoinho e o Furacão...

Ele disparou os ventos que tinha criado,

os sete deles; para perturbar as entranhas de Tiamat

eles ergueram-se atrás dele.

 

Esses "ventos" ou satélites de Nibiru/Marduk, os "sete deles", eram suas principais armas de ataque a Tiamat

na primeira fase da Batalha Celeste . Mas o planeta invasor também tinha outras:

 

À frente ele disparou o relâmpago,

com uma flama fulgurante ele encheu seu corpo;

Fez então uma rede para envolver Tiamat...

Um halo medonho cingiu a cabeça dele,

Estava envolto em terror como um manto.

 

Quando os dois planetas e suas hostes de satélites se aproximaram o suficiente para Nibiru/Marduk

"esquadrinhar a face interior de Tiamat" e "se aperceber do esquema de Kingu", ele a atacou com sua "rede"

(campo magnético?) para "envolvê-la" e atirou no velho planeta faíscas imensas de eletricidade ("raios

divinos"). Tiamat "encheu-se de luminosidade", diminuiu a velocidade e aqueceu-se, "ficando distendida". Sua

crosta fendeu-se em grandes rachaduras, talvez emitindo vapor e matéria vulcânica. De uma rachadura mais

larga, Nibiru/Marduk arremeteu um de seus satélites principais, o "Vento Vil". Ele abriu o "ventre, atravessou

as entranhas e o coração" de Tiamat.

 

Além de trucidar Tiamat e "extinguir sua vida", o primeiro encontro selou o destino das luazinhas que a

orbitavam - todas, exceto Kingu, que se parecia com um planeta. Presos na "rede" - a força magnética e

gravitacional - de Nibiru/Marduk, os membros "despedaçados" do "grupo de Tiamat" foram desviados de seus

cursos anteriores e forçados a percorrer novas rotas orbitais na direção oposta, "tremendo de medo, voltaram

suas costas".

 

Assim foram criados os cometas. Dessa forma, como aprendemos em um texto de 6 mil anos, eles adquiriram

suas órbitas elípticas e retrógradas. Quanto a Kingu, principal satélite de Tiamat, o documento sumério nos

informa que nessa primeira fase de colisão celeste ele apenas perdeu sua órbita quase independente.

Nibiru/Marduk tirou seu "destino" e transformou Kingu em DUG.GA.E ("uma massa de argila sem vida"), sem

atmosfera, água ou matéria radioativa, encolhendo seu tamanho; e com "grilhões o prendeu" para que permanecesse

na órbita à volta da derrotada Tiamat.

 

Tendo vencido Tiamat, Nibiru/Marduk seguiu seu novo "destino". O texto sumério não deixa dúvidas de que o

antigo invasor passou a orbitar à volta do Sol.

 

Ele cruzou os céus e avaliou as regiões,

e mediu a região de Apsu;

O Senhor mediu as dimensões de Apsu.

 

Circulando à volta do sol (Apsu), Nibiru/Marduk continuou seu trajeto pelo espaço distante. Mas estava preso

para sempre na órbita solar, tinha de voltar. Em seu retomo, Ea/Netuno estava lá para saudá-lo e

Anshar/Saturno aclamou sua vitória. O novo trajeto orbital levou-o, então, novamente à cena da Batalha

Celeste; "voltou a Tiamat, a quem subjugara".

 

O Senhor fez então uma pausa para

apreciar seu corpo sem vida.

Então, engenhosamente, planejou dividir o monstro.

Depois, ele separou-a em duas partes.

 

Com isso, o ato de criação "dos céus" atingiu seu estágio final e iniciou-se a criação da Terra e de sua Lua.

Primeiro, os novos impactos partiram completamente Tiamat ao meio. A parte superior, seu “crânio", foi

golpeada pelo satélite de Nibiru/Marduk, chamado Vento Norte; este a levou, com Kingu, a "locais antes

desconhecidos" - a uma órbita inteiramente nova onde antes não havia nenhum planeta. A Terra e a Lua

estavam criadas!

 

A outra metade de Tiamat partiu-se com os impactos em pequenos pedaços. Essa parte inferior, sua "cauda"

e fragmentos foram "batidos juntos" para formar um bracelete no céu:

 

Fechando-os juntos,

como vigilantes ele os estacionou...

Inclinou a cauda de Tiamat para

formar com o Grande Grupo um bracelete.

 

Assim foi formado o "Grande Grupo", o Cinturão de Asteróides. Depois de subjugar Tiamat e Kingu,

Nibiru/Marduk novamente "cruzou os céus e avaliou as regiões". Dessa vez focalizou sua atenção na "morada

de Ea" (Netuno), criando a feição final desse planeta e seu gêmeo Urano. Segundo o texto antigo,

Nibiru/Marduk também deu a Gaga/Plutão seu "destino" final, designando-lhe um "lugar oculto” - uma parte

ainda desconhecida do céu. Era além da posição de Netuno; pelo que nos dizem, era "no abismo" - distante

no espaço. Alinhado em sua nova posição de planeta mais distante, ele recebeu um novo nome: US.MI ("ele

que indica o caminho"), o primeiro planeta encontrado ao entrar no sistema solar, isto é, vindo do espaço

exterior em direção ao Sol.

 

Desse modo Plutão foi criado e localizado na órbita que hoje ocupa.

 

Ao "construir as estações" para os planetas, Nibiru/Marduk fez para

si duas "moradas": uma ficava no

"Firmamento", como também é chamado o Cinturão de Asteróides nos textos antigos; a outra distante, "no

abismo", era chamada "a grande distante morada", isto é, E. SHARRA ("morada/lar do soberano/príncipe").

Os astrônomos modernos chamam essas duas posições planetárias de perigeu - o ponto orbital mais próximo

do Sol - e apogeu - o ponto mais distante. Como se conclui da evidência reunida em O 12º. Planeta, é uma

órbita que leva 3 600 anos terrenos para se completar.

 

Assim chegou o Invasor do espaço exterior para se transformar no décimo segundo membro do sistema solar,

um sistema composto pelo Sol, no centro, com seu antigo companheiro Mercúrio; os três pares mais antigos

(Vênus e Marte, Júpiter e Saturno, Urano e Netuno); a Terra, a Lua e os restos da grande Tiamat, apesar de

estarem em nova posição; Plutão, recentemente independente, e o planeta que deu a todos sua forma final,

Nibiru/Marduk.

 

A astronomia moderna e as descobertas recentes apóiam e corroboram esse relato milenar.

 

 

 

Leitura complementar:

 

Foi detectado um nono planeta no Sistema Solar, afirmam pesquisadores

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O tão falado Planeta X realmente existe? Parece que sim!

 

Konstantin Batygin e Mike Brown, dois cientistas da CalTech, dizem que um novo planeta foi encontrado no Sistema Solar ,e tem cerca de 10 vezes a massa da Terra, com uma atmosfera de hidrogênio e hélio. Segundo a Revista Science, o misterioso "Planeta X" se move em uma órbita muito distante e alongada além de Netuno, a cerca de 200 UA (1 Unidade Astronômica equivale a distância média entre o Sol e a Terra). Ela estaria tão distante que sua órbita ao redor da nossa estrela seria de aproximadamente (pasmem!) 20.000 anos!

 

Os pesquisadores não observaram o Planeta X em si, mas acreditam que ele está lá por conta da turbulência observada, que causa uma configuração única de seis objetos quando eles passam mais próximos do Sol.

 

E olha que os próprios cientistas estão colocando suas mãos no fogo: segundo eles, a probabilidade de que a configuração seja apenas mero acaso, e não um nono planeta, é de apenas 0,007%, ou seja, quase ínfima. Eles acreditam que em até 5 anos será possível observar o Planeta X de fato, através de telescópios.

 

 

De onde veio esse nono planeta?

 

Os cientistas têm especulado há décadas que poderia haver um planeta a mais em nosso Sistema Solar, e que alguma colisão o teria ejetado para bem longe, a cerca de 4 bilhões de anos atrás. Essa colisão gigantesca pode ter sido com Júpiter, o maior planeta do nosso sistema.

 

"Embora nós estivéssemos bastante céticos sobre a existência desse nono planeta, continuamos a investigar sua possível órbita, e o que ela causaria no Sistema Solar, o que fez com que todos ficássemos cada vez mais convencidos de que realmente ele está lá fora", disse Konstantin em um comunicado. "Agora existem evidências sólidas de que o Sistema Planetário em que vivemos ainda está incompleto."

 

As descobertas dos cientistas Konstantin Batygin e Mike Brown foram publicadas na revista The Astronomical Journal do dia 20 de janeiro.

 

 

E está não é a primeira grande descoberta do Dr. Mike Brown. Em 2005, ele praticamente remodelou a forma como vemos o Sistema Solar, o que levou os cientistas a reclassificarem Plutão como planeta anão.

 

O Dr. Mike Brown escreveu em seu Twitter (no qual ele se identifica como plutokiller ou "Assassino de Plutão" em português) um comunicado fazendo alusão à desclassificação de Plutão como planeta, em tom de paródia, dizendo que sua nova descoberta é 5.000 vezes mais massiva do que Plutão, e que é definitivamente um planeta. "Todas aquelas pessoas que ficaram loucas ao saber que Plutão não era mais um planeta, devem ficar muito felizes em saber que existe um planeta de verdade lá fora, esperando para ser encontrado", comentou. Essa foi uma ótima maneira de se "desculpar"...

 

A possível detecção do Planeta X através de seus efeitos gravitacionais foi feita através de métodos respeitáveis, utilizando históricos confiáveis, segundo a revista Science. Em 1846, por exemplo, o matemático francês Urbain Le Verrier previu a existência de um planeta gigante por conta de efeitos gravitacionais na órbita de Urano. Astrônomos do Observatório de Berlim encontraram o novo planeta: Netuno, exatamente na região prevista através de cálculos matemáticos. E ao que tudo indica, a história está se repetindo, e o Sistema Solar está ganhando um novo integrante. Afinal de contas, parece que teremos 9 planetas novamente!

Fonte: Science Mag / The Astronomical Journal

Imagens: (capa-ilustração/Caltech) / Caltech

Editado por elielsantos

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A cegueira está no fanatismo que tu empregas, quando esse mesmo limita a razão. Mas que raio, quanto ganhas na IURD para andares a fazer isto? Pensa que a ciência existe para desmistificar, e caso a profecia esteja correcta, melhor para a ciência e para todos nós(Já que gostas de usar bold). É possível até que existam 13 planetas no nosso sistema solar, é maravilhoso poderes sonhar mas... não existe evidência, logo convém que te recordes da realidade que conheces com base no conhecimento que a ferramenta "ciência" te dá. Este tópico não tem lógica a partir do momento em que o cepticismo é considerado uma doença.

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