Sumudica by Night Publicado 8 Abril 2019 Guiné Equatorial quer patrocinar e financiar o FC Porto O presidente do país africano explicou o desistência de financiar o Banif e abordou, também, o interesse da Guiné Equatorial no futebol. Lusa e PÚBLICO 8 de Abril de 2019, 18:47 Teodoro Obiang, presidente da Guiné Equatorial, avançou que pretende “um dia” patrocinar o FC Porto. “A equipa do Porto também tinha a ideia de que nós pudéssemos financiar a sua marca (…) é um aspecto que esperamos, um dia, conseguir”, disse, em entrevista à publicação Africa Monitor. Após explicar a desistência do financiamento ao banco Banif, Obiang detalhou que o interesse do país africano em financiar o FC Porto é promover a Guiné Equatorial, beneficiando da exposição e alcance mundiais do clube português. Compartilhar este post Link para o post
jean-luc godard Publicado 8 Abril 2019 (editado) @AnaGomesMEP Editado 8 Abril 2019 por Syn Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 8 Abril 2019 Está explicado o motivo da entrada da Guiné-Equatorial na CPLP: o forte interesse da população na Liga NOS. Segundo se consta 25% da população da província de Wele-Nzas é simpatizante do Tondela. Compartilhar este post Link para o post
Alexis Ren Publicado 8 Abril 2019 Vamos lá servir de lavandaria. Compartilhar este post Link para o post
Lage_Effect Publicado 8 Abril 2019 Não foi um fundo de lá que queria enfiar $$$$$ no Sporting. Compartilhar este post Link para o post
Mesut Ozil Publicado 8 Abril 2019 Citação de Mo Salah, há 29 minutos: Vamos lá servir de lavandaria. Vamos lá? Até agora tens servido de quê? Compartilhar este post Link para o post
IlidioMA Publicado 9 Abril 2019 Citação de Lage_Effect, Em 08/04/2019 at 19:34: Não foi um fundo de lá que queria enfiar $$$$$ no Sporting. creio que sim. que se falou disso há uns tempos. Enfim, no mundo hodierno o dinheiro está concentrado em sítios menos convencionais (por via da detenção de recursos naturais fundamentais - ergo, o petróleo) e será cada vez mais normal grandes clubes europeus serem detidos verdadeiramente por Estados (nem que seja por intermédio de empresas estatais) de fora da Europa, invariavelmente regimes ditatoriais e com um registo de direitos humanos questionável. Aliás, dois dos maiores potentados futebolísticos europeus já são isso mesmo: PSG (Qatar), Man City (EAU). O dinheiro escasseia (incrivelmente...) na Europa, mas o prestígio está cá. Junta-se a oferta com a procura, num casamento abençoado pela mão invisível do Adam Smith. Compartilhar este post Link para o post