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Prémios Nobel 2019

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Citação de Plagio o Original, Agora:

acho q se tinha falado por causa das negociações da coreia do norte

tb se falou no Lula, na Greta, tantos... era quase impossível ele ganhar. Por acaso os média mais ligados à esquerda do Brasil estava, convencidos que ia ganhar o Lula.

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Citação de Puto Perdiz, Agora:

tb se falou no Lula, na Greta, tantos... era quase impossível ele ganhar. Por acaso os média mais ligados à esquerda do Brasil estava, convencidos que ia ganhar o Lula.

felizmente nem toda a gente come gelados com a testa né

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ah, e se gostam tanto de cascar nos evangélicos por causa do Bolsonaro e do Trump lembrem-se que o vencedor no Nobel da Paz tb é evangélico Pentecostal.

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Citação de Puto Perdiz, há 8 horas:

ah, e se gostam tanto de cascar nos evangélicos por causa do Bolsonaro e do Trump lembrem-se que o vencedor no Nobel da Paz tb é evangélico Pentecostal.

Está bem, vou ter isso em mente a próxima vez que cascar num evangélico

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Citação

Abhijit Banerjee, Esther Duflo e Michael Kremer são os vencedores do prémio do Banco da Suécia em Ciências Económicas de 2019, o chamado Nobel da Economia de 2019, pelo seu trabalho na utilização de técnicas experimentais no combate à pobreza. Os três economistas trabalham em universidades americanas mas têm origens distintas. Esther Duflo e Abhijit Banerjee, além de casados e com vários trabalhos em conjunto, são ambos do Massachussets Institute of Technology (MIT). Michael Kremer é da universidade de Harvard.

Duflo é francesa e, além de ser a segunda mulher a receber o Nobel da Economia depois de Elinor Ostrom em 2008, é também o laureado mais novo de sempre. Tem atualmente 46 anos. Banerjee é de origem indiana e Kremer é americano.

A Real Academia Sueca de Ciências destacou a forma como os três economistas usaram técnicas experimentais para melhorar a eficácia do combate à pobreza, com estudos e aplicações em países tão díspares como a África do Sul, o Quénia, a Índia ou a Indonésia. A nota emitida hoje refere que "nos últimos 20 anos, esta abordagem mudou completamente a investigação na área conhecida como economia do desenvolvimento" e está agora a dar "resultados concretos" e a ajudar "aliviar os problemas de pobreza a nível global". Uma situação que ainda atinge cerca de 700 milhões de pessoas a nível mundial.

Os três laureados trouxeram para o combate à pobreza técnicas de economia experimental que, até então, não tinham sido utilizadas. Mais concretamente, abordaram os problemas concretos - como a dificuldade de acesso a financiamento, a educação, os sistemas de saúde ou a produtividade agrícola - a partir de questões específicas a que responderam com experiências reais realizadas no terreno. Um método que permitiu, na maior dos casos, obter respostas e resultados que se revelaram úteis para o desenho de políticas para o desenvolvimento.

Por exemplo, nos anos 90, Michael Kremer e outros economistas estudaram o sistema de educação em zonas rurais do Quénia através deste método. Juntaram um grupo de escolas a necessitar de apoio em várias áreas e dividiram-nas em grupos de forma aleatória. Grupos que, depois, receberam recursos em quantidade e qualidade distinta. Nuns casos, manuais escolares, noutros até refeições grátis. E a conclusão foi que, os recursos adicionais, não tiveram qualquer impacto positivo nos resultados, o que levou a concluir que o problema principal é o sistema de ensino não estar adaptado às necessidades dos alunos.

Já Duflo e Banerjee, que também têm bastante investigação na área de educação em escolas indianas, usaram, por exemplo, as técnicas experimentais para avaliar os programas de vacinação através de unidades móveis. Refere a nota da Real Academia Sueca que "as taxas de vacinação triplicaram nas aldeias aleatoriamente selecionadas para ter acesso às clínicas [móveis], de 6% para 18%". Mas a taxa de vacinação ainda cresceu mais para 39% nos casos em que, além de acesso às unidades móveis, as famílias receberam um saco de lentilhas como incentivo adicional.

https://expresso.pt/economia/2019-10-14-Francesa-Esther-Duflo-e-a-mais-nova-de-sempre-a-receber-o-Nobel-da-Economia--e-apenas-a-segunda-mulher-em-meio-seculo-

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