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 Vítor Manuel Oliveira

[FM24] Desafio Vítor Oliveira

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Ai ai o Benfica..que dores de cabeça. De resto, gostaria de ver Boavista, Varzim ou Beira-Mar de regresso ao escalão maior do futebol português.

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Citação de cadete, Em 18/02/2026 at 17:07:

Ai ai o Benfica..que dores de cabeça. De resto, gostaria de ver Boavista, Varzim ou Beira-Mar de regresso ao escalão maior do futebol português.

Os três grandes, o Braga e até mesmo o Moreirense, são outro nível. Os miúdos dos três grandes são muito bons e têm fome de bola. Até podemos bater-nos bem, mas a qualidade e profundidade estão lá. Basta meterem a próxima mudança e chega para virar um jogo.

Ando de olho nessas equipas. Acrescento até mesmo o Estrela da Amadora, se bem que na vida real está na Primeira, logo não há essa nostalgia. Em termos de nostalgia ainda há o Felgueiras, mas não me lembro deles na Primeira, era muito miúdo.

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Atlético Clube de Portugal

📍 Alcântara


Fundado em 1942, resultado da fusão entre o Carcavelinhos FC e a União Football Lisboa, apareceu num tempo em que o país também se reorganizava à sua maneira. Década de 40. Estado Novo. Futebol a crescer como ferramenta de identidade, propaganda suave e distração coletiva. Coincidência ou não, foi nessa época que o Atlético viveu a sua era dourada.
As presenças na Primeira Liga espalham-se por várias décadas, maioritariamente concentradas entre os anos 40 e 70. Não é um histórico periférico, é um clube com passado verdadeiro na elite. Jogou, competiu, incomodou. Depois chegaram as habituais descidas, dificuldades financeiras e reorganizações.

O plantel não é propriamente grande espingarda. Não há pólvora premium nem nomes que façam capa de jornal. Mas há experiência. Há jogadores que conheço bem.
O Pedersen e o Motta vieram comigo do Vizela. O Barton já tinha estado comigo no Covilhã. Sabem o que eu quero, sabem como eu penso. São extensão da ideia dentro de campo.

O Atlético não deve viver do passado, mas também não o pode ignorar. Há qualquer coisa de romântico em pegar num clube com 30 épocas de Primeira Liga. Lisboa tem gigantes. Mas também tem memórias esquecidas.

 

 

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PLANTEL

Nome Posição Idade Int. Emprestado por
🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿 Robert Green GR 26 - Southampton
🇲🇿 Carlos Cossa GR 29 36  
🇵🇹 José Fonte D (C) 22 -  
🇦🇴 Zuela D (C) 23 25  
🇪🇸 Íñigo López D (C) 24 - Sunderland
🇧🇷 Geromel D (C) 20 - Chelsea
🇵🇹 Orlando Carvalho D (DE), DA (D) 35 -  
🇦🇴 Milton Makevela D (DE), DA (E) 35 130  
🇭🇷 Darijo Srna D/MO (D) 24 11 Napoli
🇦🇷 Maximiliano Velázquez D/MO (E) 25 - Parma
🇪🇸 Dani Diaz MD, M (C) 33 -  
🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿 Joey Barton MD, M/MO (C) 24 - Man City
🇵🇹 Carlos Martins MD, M/MO (C) 24 -  
🇧🇷 Thiago Motta MD, M (C) 24 - Rennes
🇵🇹 Romão Madalena DA (E), MD, M/MO (E) 27 -  
🇵🇹 Fajardo M/MO (D) 27 -  
🇪🇸 Pablo Hernández M/MO (D) 21 - Valencia
🇸🇳 Ousmane N'Doye M/MO (C), PL (C) 28 2  
🇯🇵 Shinji Ono M/MO (C) 26 8 Bayer Leverkusen
🇺🇸 John O'Akuwanu M/MO (D), PL (C) 22 7 Nottingham Forest
🇳🇴 Morten Gamst Pedersen M (EC), MO (E) 24 20 Bayer Leverkusen
🇺🇾 Fabricio Rodríguez MO (DC), PL (C) 33 13  

 

6701095.png?width=100&height=100🥇 Thiago Motta


Acredito que o melhor jogador seja o Pedersen. Mas já o coloquei no top da época passada, e não gosto de repetir cromos. Além disso já tinha saudades de meter um médio defensivo num top 3.

Thiago Motta joga como um médio defensivo cerebral, daqueles que parecem lentos até percebermos que estão sempre no sítio certo. Não é um destruidor clássico, mas sim um organizador recuado. Controla o ritmo, dá linha de passe constante, protege a defesa com posicionamento mais do que com carrinhos. É o tipo que raramente aparece nos resumos, mas quando não joga, nota-se logo um silêncio estranho no meio-campo.

 

107539.png?width=100&height=100🥈 Robert Green


Robert Green é um guarda-redes à inglesa: bom entre os postes, presença física forte, reflexos rápidos e voz ativa na organização defensiva. Não é daqueles que inventa muito com os pés, e ainda bem.

No nosso contexto, será segurança. Num plantel com poucos recursos e alguma instabilidade inicial, ter um guarda-redes que garante pontos é ouro.

 

67010608.png?width=100&height=100🥉 Pablo Hernández


Não é o El Niño, mas é espanhol e será o nosso menino. Pode já dar bastante agora, mas acredito que haja potencial para muito mais.

Pablo Hernández joga como extremo técnico, criativo, forte no um-para-um e com inteligência para aparecer por dentro. Gosta de receber colado à linha e vir para zonas interiores para decidir, seja com passe vertical, seja com remate colocado. 

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Época 2043/44 - Atlético


Lisboa é cidade de excessos: clubes gigantes, derbies, dramatismo. Mas na Tapadinha o tom foi outro. Tive a época mais tranquila que me lembro de viver nos últimos anos. Não houve euforias descontroladas, não houve discursos épicos no balneário, não houve semanas de crise existencial. Também não houve milagres ao minuto 94 nem vedetas a surgir do nada para salvar a pátria. Foi uma época amena. Quase administrativa. Entrávamos em campo, fazíamos o que estava planeado, saíamos com a sensação de dever cumprido. 

Talvez tenha sido a época mais apática da minha carreira recente. E digo isso como elogio. Porque no futebol, onde tudo oscila entre o céu e o abismo, conseguir navegar 10 meses sem entrar em pânico já é meio caminho andado.

 

Taça da Liga


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Invictos! Mas tiramos nada desta competição. Num grupo acessível, apesar de o Moreirense ser um clube que tem ficado em terceiro na Liga, ganhou ambas as Taças internas na época anterior, assim como ganhou a Liga Conferência há uns anos. Mas saquei o empate e pensei que teríamos hipótese. Ganhei ao Gil pela margem mínima. O Moreirense igual. Só que eles marcaram 3, invés de 2. Nunca saí de uma competição sem perder.

 

Taça de Portugal


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Jogos contra equipas do nosso escalão ou abaixo. Deu para descansar alguns rapazes.

Contra o Braga (outra vez o Braga!) fomos na máxima força. Nesta Taça jogamos sempre fora, mas até é bonito as equipas grandes jogarem na casa de equipas menores. O que não entendo é porque jogamos no Estádio da Luz. Nem antes, nem depois, jogamos na Luz. Não entendo. Sabem quantos adeptos estavam? 2896, sendo 1003 do Braga. A Tapadinha leva 4000 pessoas.
Mas falando do jogo jogado, eles adiantaram-se primeiro no marcador, conseguimos empatar perto do minuto 60. Mas eles colocaram novamente a segunda e mantiveram-se em vantagem até ao final. Tentamos de tudo, mas não houve um abre-latas do nosso lado, mesmo com 21 remates conta 6 do Braga. Cumprimos.

 

Liga


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Fizemos uma época tranquila e trouxemos o ouro. Consegui juntar uma equipa muito competente, com qualidade, mesmo que falte qualidade para se bater contra equipas de outra valência. Mas na Liga fomos reis.

Fico sempre triste por ver equipas que treinei a descerem da Primeira ou até mesmo da Segunda. Mas é normal quando se já treinou 20 equipas.

 

Prémios e recordes


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Os meus jogadores eu tenho noção. Antes de tudo queria destacar o Yannick Djaló. O gajo foi melhor jogador em 11 jogos e o segundo com melhor média. Tem 21 anos, 8 jogos pela Guiné-Bissau e estava emprestado pelo Sporting.

Da minha equipa o Ono destacou-se do início ao fim da época. Melhor marcador da equipa, melhor jogador, o gajo que remava contra a maré. Um rapaz que no contexto certo irá vingar é o Pablo Hernández. Admito que no meu esquema não estava a tirar o melhor dele, mas também resolvia muitos jogos sozinho.

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Sport Clube Beira-Mar

📍 Aveiro


Aveiro não é só canais e barcos moliceiros. Não é só ovos moles e frio que entra pelo estádio adentro nas noites. É uma cidade com identidade própria, com aquele ar calmo de quem parece tranquila mas tem sempre qualquer coisa a fervilhar por baixo da superfície. E o Beira-Mar é isso mesmo. Um clube com 27 presenças na Primeira Divisão, história suficiente para exigir respeito e silêncio suficiente para trabalhar longe do circo.

Já passaram por aqui matadores a sério. O rei Eusébio vestiu estas cores em fim de carreira. O inevitável Mário Jardel, que não precisava de muito para marcar. E o eterno Fary Faye, que fez da área pequena a sua sala de estar. Hoje? Temos o Postiga. Temos o Jonas pistolas. Outros tempos, outra realidade mas a baliza continua no mesmo sítio.

"Em condições normais seremos campeões." (em condições anormais já não sei)
Tenho esta confiança porque conheço muita malta que encontro no balneário.

Treinei o Julio Gorrotxategi no Vizela. O Pedersen veio comigo do Vizela, passou pelo Atlético e está comigo pelo terceiro ano consecutivo, o que é curioso: há mais continuidade a saltar de clube em clube comigo do que se eu tivesse ficado parado no mesmo barco. O Dumont também já me conhece dos tempos do Vizela. O Pablo Hernández trabalhou comigo na época passada. O Eller e o Hugo Leal apanhei-os no Portimonense: o Eller não morre de amores por mim (jogava pouco, paciência), o Hugo, mesmo jogando menos, sempre me curtiu.

 

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PLANTEL

Nome Posição Idade Int. Emprestado por
🇵🇹 Gonçalo Paulo GR 33 -  
🇨🇴 Robinson Zapata GR 28 9 Sunderland
🇵🇹 Fabiano Eller D (C) 29 -  
🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿 Steven Taylor D (C) 21 - Newcastle
🇵🇹 Alfa Gomes D/DA (D) 32 -  
🇵🇹 Vicente Festas D (C), MD, M (C) 29 -  
🇪🇸 Raúl Albiol D (C), MD 22 - Valencia
🇲🇿 Tininho D (E), MD, MO (E) 26 55  
🇫🇷 Guillaume Dumont D (DE), DA (D) 24 - Chelsea
🇪🇸 Julio Gorrotxategi D (DEC), M (E) 22 - Liverpool
🇵🇹 Luís Filipe D (DE), MO (D) 28 -  
🇵🇹 Hugo Leal MD, M/MO (C) 27 -  
🇦🇷 Leonardo Ponzio MD, M (C) 25 - Marseille
🇩🇪 Bastian Schweinsteiger MD, M (C), MO (DC) 23 - Bayern
🇪🇸 Pablo Hernández M/MO (D) 22 - Valencia
🇬🇭 Kofi Alhassan M/MO (C) 34 3  
🇵🇹 Jorge Pavão M (DC), MO (D) 29 -  
🇭🇷 Niko Kranjčar M/MO (C) 23 10 Man City
🇵🇹 Paulo Lindo M/MO (E) 26 -  
🇳🇴 Morten Gamst Pedersen M (EC), MO (E) 25 26 Bayer Leverkusen
🇵🇹 Hélder Postiga PL (C) 25 -  
🇧🇷 Jonas PL (C) 23 - Parma

 

652912.png?width=100&height=100🥇 Niko Kranjčar


Filho de Zlatko Kranjčar, figura do futebol croata, cresceu praticamente dentro de um balneário. É um médio ofensivo técnico, criativo, de pé direito educado e visão acima da média. Não é jogador de explosão física. Gosta de receber entre linhas, levantar a cabeça e decidir com critério. Forte na meia distância, inteligente a atacar o espaço e com qualidade nas bolas paradas. 

Tal como na vida real, saiu muito cedo da Croácia para Inglaterra, mas acabou por nunca ter a sequência de titularidade que o talento prometia. Três épocas a viver entre banco e rotações não ajudam ninguém.

Aqui chega com aquela aura de quem pode muito mais. Aqui terá continuidade para poder dar tudo.

 

7452450.png?width=100&height=100🥈 Raúl Albiol


Não é espalhafatoso. Não entra de carrinho desnecessário. Defende com cabeça antes de defender com o corpo. É central de leitura tática apurada, forte no posicionamento, sereno na saída de bola e competente no jogo aéreo

Vem de uma época com 25 jogos no Valencia (5.º classificado), o que não é detalhe menor. O novo treinador não conta com ele, nós agradecemos.

Aqui chega por empréstimo e será o patrão. Não só da defesa, mas da equipa. É daqueles jogadores que organiza a linha, puxa o bloco, fala com o médio defensivo e ainda encontra tempo para meter um passe vertical que quebra duas linhas. Quando um central transmite calma, a equipa respira melhor.

 

890618.png?width=100&height=100🥉 Bastian Schweinsteiger


Schweinsteiger é o que mais potencial tem, e o que mais precisa de provar. Aos 23 anos, o currículo resume-se essencialmente à segunda equipa do Bayern. Primeiro empréstimo. Primeira verdadeira prova de fogo.

Aqui, tal como na vida real, começou como extremo direito, aberto, vertical, com capacidade de cruzamento e chegada à área. Com o tempo foi recuando no terreno e transformou-se num médio completo, forte taticamente, agressivo na recuperação e com qualidade de passe longo. Um jogador que aprende o jogo em todas as zonas.

Preferencialmente será médio defensivo, mas é bom ser polivalente. Tem físico, tem intensidade, tem aquela mentalidade alemã de compromisso total. Falta-lhe experiência ao mais alto nível.

Editado por Vítor Manuel Oliveira
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Citação de cadete, há 15 horas:

Depois de um histórico, que venha o grande Beira-Mar.

Para mim, o Beira-Mar é mais histórico que o Atlético. Mas é porque o vi na Primeira Liga (e Taça) quando era miúdo.

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Época 2044/45 - Beira-Mar


Aveiro acorda devagar. A neblina entra pela ria, os moliceiros balançam sem pressa e a cidade parece sempre em modo contemplativo. Mas quem conhece o Sport Clube Beira-Mar sabe que por trás dessa calma há uma inquietação antiga, uma vontade de voltar a ser mais do que memória. Um clube com história na Primeira Divisão, com marcas espalhadas por várias gerações, e com aquela identidade muito própria de quem pertence à beira da água mas não se deixa levar pela maré.

Esta época senti que fizemos jus ao nome. Beira-Mar. Nem demasiado afastados da costa, nem engolidos por ela. Sempre ali, na linha fina entre controlo e caos.

Foi, acredito, a melhor equipa que já treinei em termos de coletivo. Já tive plantéis mais exuberantes num ou noutro setor. Já tive estrelas mais mediáticas. Mas uma equipa tão equilibrada, tão consciente do que era, tão comprometida com a ideia, nunca. 

Foi uma época de sonho. Foi sonho porque vi coisas que nunca tinha visto. Porque vivi reviravoltas que nem eu, que já ando nisto há anos e anos, esperei viver. Porque houve momentos em que estava simplesmente a assistir, quase relaxado, como quem aceita o destino e afinal o destino decidiu surpreender-me.

Aveiro é serena por natureza. Mas este ano houve dias em que a ria pareceu mar aberto. E nós não virámos a cara à onda.

 

Taça da Liga


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Primeiro jogo da época, primeiro "clássico", primeira derrota. Batemos-nos bem contra uma equipa estabilizada e reputada da Primeira Liga, não há vergonha nenhuma nesta derrota numa fase muito inicial da época. Só depois deste jogo é que fizemos a pré-época

 

Taça de Portugal


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São estas campanhas que me fazem querer continuar. Peniche: Um adversário muito acessível para "aquecer". Chaves, da Primeira, estava mais focado no campeonato. Embate clássico contra o Salgueiros, mas sem os argumentos doutra altura, dado que está na Terceira Liga. Contra o Estrela também foi um jogo que se tornou fácil. Mas digo que foi "fácil" porque contra o Porto, mesmo com um resultado com vantagem de dois golos, nunca foi um jogo fácil. Antes do jogo, o pistoleiro Jonas lesiona-se, nada de novo aqui. Postiga foi titular e molhou a sopa contra o "seu" clube. Pablo Hernandez provoca penalti por volta dos 60 minutos, o penalti é defendido e na jogada seguinte Pablo redime-se e faz o 2-0. Depois gerimos o jogo, mas o Porto nunca acordou verdadeiramente.
Um super clássico contra o Belenenses. Tínhamos esperanças, havia possibilidades, mas geri muito mal a equipa nos jogos procedentes ao jogo, afinal jogamos contra o, na altura, segundo e terceiro classificado, não queríamos perder esses jogos. E a fatura paga-se. Tal como o Porto não acordou, nós também não. Pablo Hernandez, um dos protagonistas, foi expulso no final da primeira parte por não saber controlar a sua frustração. Não ajudou em nada, tentei defender o 0-1, mas acabamos por sofrer o segundo.
Mas a esperança é a última a morrer. Postiga e Jonas a titulares, é para limpar a nossa imagem.

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A esperança morre quando, aos 48 minutos sofremos e os golos fora contam. Teríamos de marcar 4 golos quando em jogo e meio fizemos nada. Fiz algumas alterações, e após 10 minutos tínhamos o jogo empatado. Pelas contas, se marcasse de 10 em 10 minutos dávamos a volta, mas pouco aconteceu até aos últimos 10 minutos. Fizemos 3 golos. Nunca acreditei que fosse possível, daí que estava a ver o jogo de forma tão relaxada. Mesmo após darmos a volta pensei que o FM ia fazer das suas, daí que nem alterei tática ou a atitude muito ofensiva da equipa. Seria o que seria.

Contra o Benfica, último jogo da época, já era um homem feliz por estar onde estava. A equipa também, mas queriam algo mais. Jogo muitíssimo difícil, sem grandes chances de cada lado. Golos anulados dos dois lados, e nunca estivemos em desvantagem. O Bastian marcou logo no início do jogo, e se o Postiga marcou ao Porto, o Jonas marcou ao Benfica. Vantagem de dois golos ao minuto 77. Aos 80 o Julio - o basco - é expulso, aos 84 eles marcam e vejo a vida a andar para trás.

 

Liga


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Não batemos o recorde de pontos, mas fomos a primeira equipa invicta na Segunda Liga.

 

Prémios e recordes


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Que números, que equipa. Que lindo é ver tantas abelhas nos tops! E isso que o nosso melhor jogador, Niko Kranjkar, ficou lesionado nos últimos três meses. Mas acredito que o sucesso na Taça tenha-se devido a esta mudança. Com a lesão do nosso rapaz, Schweinsteiger actuou em zonas mais ofensivas e jogou e fez jogar imenso. Exemplo disso é que na segunda mão da meia final e na final marcou três golos. Foi o jogador mais importante na Taça. Na Liga foi o Jonas por resolver os jogos.

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Que época incrível com o Beira-Mar. Parabéns pela taça.

Ainda lembro-me do Fary no Beira-Mar...era uma máquina.

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Citação de cadete, há 13 horas:

Que época incrível com o Beira-Mar. Parabéns pela taça.

Ainda lembro-me do Fary no Beira-Mar...era uma máquina.

Foi a caminhada mais épica que me lembro. Não só pela vitória contra o Porto e depois contra o Benfica numa final, mas aquela reviravolta não me lembro de ver tal coisa. Eu completamente desliguei do jogo e estava só a gerir a equipa. Durante 170 minutos pouco fizemos.

Mas é um clube cheio de história. Uma Taça de Portugal ou a Taça Ribeiro dos Reis.

Mais recentemente lembro-me do Rui Rego, Hugo, Artur, Rui Sampaio treinados pelo Jardim.

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Leixões Sport Club

📍 Matosinhos


Buenos dias Matosinhos.

O Leixões não se mede pelos anos na Primeira, mede-se pelo peso da história. Fundado em 1907, nascido à beira-mar, crescido entre o sal, o ferro dos estaleiros e o barulho do Porto de Leixões. É um clube de gente trabalhadora, de bancadas que não precisam de teto para fazer eco. O Estádio do Mar não é nome poético por acaso, ali sente-se o vento. E às vezes sente-se o passado.

Porque o Leixões já levantou uma Taça de Portugal em 1960/61, já disputou competições europeias, já viveu tardes grandes contra gigantes. Já foi incómodo quando ninguém esperava. Já foi orgulho quando poucos acreditavam.

E há nomes que não se separam do símbolo. Um deles é Vítor Oliveira. O homem das subidas. O treinador que fez da Segunda Liga um território pessoal. O Leixões foi uma das suas casas. E agora, mais uma vez: se é para subir, então subimos. À moda antiga. Com convicção, com suor e com aquela teimosia que só alguns treinadores têm.

Matosinhos não é só uma extensão do Porto. É identidade própria. Terra de mar, de peixe grelhado na marginal, de indústria, de resistência. Cidade que cresceu ao lado do oceano e nunca virou costas às ondas. O Porto de Leixões é um dos maiores do país. A cidade tem o farol, tem o Terminal de Cruzeiros, tem história ligada à pesca do bacalhau e à emigração. É terra de partida e de regresso.

Desportivamente não há romantismo, é para subir.

Volto a encontrar o Cássio, que treinei no Académico. Do Beira-Mar vêm comigo o Julio e o Raúl Albiol. E depois há o trio. Os três melhores. Muitas internacionalizações por seleções que não aparecem nos favoritos das casas de apostas. São estrelas nos seus países. E isso tem outro sabor. 

Sobe Leixões!

 

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PLANTEL

Nome Posição Idade Int. A Emprestado por
🇵🇹 Diogo Graça GR 26 -  
🇧🇷 Cássio GR 28 - Chelsea
🇻🇪 Oswaldo Vizcarrondo D (C) 24 18  
🇳🇬 Nedum Onuoha D (DC) 21 27 Manchester City
🇩🇪 Dennis Diekmeier D (DC) 18 - Werder Bremen
🇵🇹 Luís Tinoco D (E) 21 -  
🇵🇹 Briguel D/DA (D) 29 -  
🇵🇹 Fábio Cardoso D/DA/M/MO (D) 28 -  
🇳🇬 Victor Paul D (C), MD, M/MO (C) 27 3  
🇨🇴 Orlando Emilio Argüelles D (C), MD, M (C) 24 1  
🇪🇸 Raúl Albiol D (C), MD 22 - Valencia
🇪🇸 Julio Gorrotxategi D (DEC), M (E) 23 - Liverpool
🇩🇪 Fabian Ernst MD 29 1 Chelsea
🇵🇹 Iuri Chumbinho MD, M/MO (C) 24 -  
🇦🇷 Mario Bolatti MD, M/MO (C) 23 - Aston Villa
🇦🇷 Augusto Fernández DA (E), M (D), MO (DC) 22 - River Plate
🇨🇷 Bryan Ruíz M/MO (C) 23 56 Newcastle
🇵🇹 Carlos Dias M (D), MO (DE) 26 -  
🇧🇫 Jonathan Pitroipa M/MO (E) 22 33 Stuttgart
🇵🇹 Silas MO (C) 32 -  
🇦🇲 Yura Movsisyan MO (D), PL (C) 21 27 Ipswich
🇵🇹 Guilherme Lopes MO (DE), PL (C) 30 -  

 

8718230.png?width=100&height=100🥇 Jonathan Pitroipa


Pitroipa é um avançado móvel, rápido e habilidoso nas alas ou por dentro, que gosta de receber a bola em espaços abertos para desequilibrar, explorar linhas e criar perigo ofensivo. O burquinense traz experiência continental e inteligência tática a um plantel que precisa de criatividade entre os trincos e os avançados.

Foi eleito o Melhor Jogador da CAN em 2013, onde brilhou representando @Burkina2008.

 

18003360.png?width=100&height=100🥈 Bryan Ruíz


Ruiz é um médio ofensivo elegante, com visão de jogo privilegiada, qualidade de passe e capacidade de servir golos ou aparecer na área. Um criador nato. Costa-riquenho de seleção (mais de 50 internacionalizações A com 23 anos), Bryan é conhecido pela sua técnica refinada e leitura de jogo, capaz de desbloquear defesas com passes incisivos ou combinações inteligentes em apoios próximos.

Injustamente lembrado por um falhanço escandaloso, foi peça chave para a Costa Rica no Mundial de 2014, onde foi um dos protagonistas da campanha histórica que alcançou os quartos-de-final.
 

72000060.png?width=100&height=100🥉 Yura Movsisyan


Movsisyan é um ponta-de-lança de área com bom sentido de posicionamento e faro de golo. Um ponta-clássico, forte fisicamente e instintivo na finalização. Um tipo de avançado que, num campeonato competitivo, pode decidir jogos só com o seu instinto.

O arménio-americano, no Spartak Moscovo, deixou marca imediata ao marcar um hat-trick na estreia, no dia 10 de março de 2013.

Editado por Vítor Manuel Oliveira
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Época 2045/46 - Leixões


Passo do Beira-Mar para a beira-mar. E se uns são da beira da ria, estes são os bebés do mar.

O Leixões tem qualquer coisa de especial. E falo também no Football Manager. Já treinaram o Athletic? Mesmo com jogadores de origem basca a equipa tem rendimento acima da qualidade dos jogadores. E se na época passada treinei o Beira-Mar e senti o peso da história a jogar, aqui em Matosinhos foi igual.

É um clube que já ganhou Taça de Portugal, que já foi à Europa, que já viveu dias grandes. E se em 2002, estando na terceira divisão, conseguiu chegar a uma final da Taça, então na segunda divisão, bem organizado e com ambição, onde poderíamos chegar?

Esta foi a equipa mais regular que tive. Não necessariamente a mais exuberante, nem a que bateu mais recordes, mas a mais certinha. A máquina funcionou quase sempre sem ruído. Poucas lesões, rendimento constante, mentalidade estável. Mesmo sem ter apanhado muitos “tubarões” pelo caminho, nunca facilitou.

Em janeiro perdemos Onuoha e Pitroipa para a CAN. Dois titulares e a equipa não tremeu. Quando um grupo assim percebe que é mais forte na regularidade do que no espetáculo torna-se perigosamente feliz.

 

Taça da Liga


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Mostramos na Taça da Liga que temos a máquina muito bem oleada desde o início da época. Tudo clubes da Primeira Liga, fomos sempre com tudo. Uma mentalidade diferente em comparação aos nossos adversário. E contra o Porto não foi diferente: Dominamos o jogo do início - onde marcamos ao abrir o jogo - até ao fim. Fomos a única equipa a querer ganhar. Mas quem não marca... sofre. Posso desabafar que é muito fácil marcarem-se grandes penalidades contra as equipas menores, e que expulsar também não fica atrás. O golo do empate veio de uma grande penalidade, ficamos com menos um, mesmo assim mostrámos que era para ganhar. Mas Hulk mostrou todo o seu génio ao marcar um golaço!

 

Taça de Portugal


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Se na TdL tivemos adversário de Primeira, na Taça a história foi muito diferente, até em comparação ao que estou habituado. Adversários de divisões inferiores, ou até mesmo do nosso escalão, a verdade é que apanhar um Vitória FC que luta por não descer é melhor que apanhar um adversário que lute pelos lugares cimeiros. E apanhar o outro Vitória na final é muito melhor do que um dos grandes. No fundo tivemos imensa sorte no sorteio. O Beira-Mar eliminou o Sporting, mas têm futebol de quem luta por não descer.

A final estava ao nosso alcance. Trouxemos todo o nosso futebol praticado ao longo da época e apesar da vitória, foi um jogo muito difícil. Vitória é clube grande, com outro gabarito. Esta época não andei a eliminar clubes grandes, era tudo adversários ao nosso nível. E claro que houve o clássico primeiro golo (pelo clube!) de um jogador do Vitória. Empate na primeira parte. Felizmente um dos três reis estava inspirado, o nosso ponta-de-lança: Yura Movsisyan.

Pena não enchermos o Estádio Nacional, estava muito despido. 12 mil adeptos, mesmo sendo dois clubes populares.

 

Liga


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Apesar de termos ganho os primeiros 22 jogos - até dia 10 de fevereiro - não batemos recorde de vitórias, de golos, de pontos ou de qualquer tipo. Estava tudo ao alcance, mas ao não estar o Pitroipa ou o Ruíz era meio caminho para perder pontos. E quando faltaram os dois, pela primeira vez, foi a nossa primeira derrota na Liga. Mas o objetivo concluído sem nenhum problema.

 

Prémios e recordes


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Há qualidade? Claro que há! Sinto que foi a equipa mais equilibrada que tive nas mãos. Também a única hipótese de jogar contra um grande acabou em derrota. Mas aqui há três nomes que são os homens que mudaram tudo. Curiosamente os três nomes que mencionei no início da época.

Todos sabiam que "no Pitroipa/Ruíz, no party". E quando faltavam os dois não acontecia nada. Quando estavam, acontecia tudo. Tudo foi tão fácil com esses dois. E os números conseguem mostrar um pouco isso.

Apesar de mais tímido, o Movsisyan marcou que se fartou. Bateu o recorde de golos na Liga numa época.

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Futebol Clube de Famalicão

📍 Famalicão


O Futebol Clube de Famalicão não é só mais um nome perdido na tabela. É um clube fundado em 1931, enraizado numa terra trabalhadora, industrial, orgulhosa. Uma cidade que cresceu entre fábricas têxteis e espírito empreendedor, mas que nunca deixou de viver o futebol com aquele romantismo de bancada antiga.

Vila Nova de Famalicão não é metrópole, não é capital de distrito, não vive da imagem. Vive de trabalho. De gente que acorda cedo. E talvez por isso o clube espelhe tanto a cidade: quando está bem, não faz muito barulho, mas quando acerta, incomoda muita gente.

O Famalicão já teve épocas de brilho inesperado, já andou por palcos grandes, já vendeu jogadores que depois explodiram lá fora. Tem essa mística de clube que, quando se organiza, mete-se onde não é chamado.Na época passada desceu, e toda a gente olha e sabe que o lugar deles não é aqui.

A estrutura e orçamento não é de Segunda Liga. 
38 milhões para transferências. Trinta e oito.
Se calhar devia, mas nem toquei num cêntimo desse orçamento.
Melhorias concluídas no centro de treinos. Academia renovada. Condições de clube grande. Organização de clube que quer voltar e ficar.

É sempre possível fazer mais do que "só" subir. Tenho tido "estrelinha" nas últimas épocas, e curiosamente as minhas melhores campanhas foram sempre em clubes com mais “aura”, com mais peso de nome.

Acredito que o sucesso aproxima-se quando há rostos familiares. Srna e eu já fomos felizes no Atéltico, Steven Taylor ganhou uma Taça comigo no Beira-Mar, assim como o Albiol. Este ainda ganhou outra Taça na época passada, representando o Leixões. É o meu talismã.

 

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PLANTEL

Nome Posição Idade Int. A Emprestado por
🇮🇹 Luca Santoro GR 31 -  
🇫🇷 Michel Alves GR 28 2 Lens
🇵🇹 Bruno Rodrigo D (C) 24 -  
🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿 Steven Taylor D (C) 23 - Nürnberg
🇵🇹 Telmo Sousa D (DE) 30 -  
🇵🇹 Ediglê D (C), MD 31 -  
🇵🇹 Silvestre Inocêncio D (C), MD, M (C) 28 -  
🇪🇸 Raúl Albiol D (C), MD 24 - Valencia
🇵🇹 António Morais D (C), MD, M (C) 23 -  
🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿 Kieran Gibbs D/DA (E) 19 - Arsenal
🇭🇷 Darijo Srna D/MO (D) 27 34 Ipswich
🇵🇹 Bruno Basto D (EC), MO (E) 31 -  
🇨🇭 Zdravko Kuzmanovic MD, M/MO (C) 21 39 Leipzig
🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿 Tom Cleverley MD, M/MO (C) 20 1 Manchester United
🇦🇹 Marko Arnautovic M/MO (D) 20 8 PSG
🇪🇸 Lionel Messi M/MO (C) 22 - Barcelona
🇦🇷 Juan Sánchez Miño M (DE), MO (E) 19 - Boca Juniors
🇧🇷 Fabrício MO (C) 27 -  
🇵🇹 José Nuno MO (D), PL (C) 27 -  
🇵🇹 Paulo César MO (D), PL (C) 29 -  
🇵🇹 Zack Paradanta MO (DE), PL (C) 30 -  
🇩🇰 Nicklas Bendtner PL (C) 21 16 Eintracht Frankfurt

 

940318.png?width=100&height=100🥇 Nicklas Bendtner


É um ponta-de-lança alto, forte fisicamente, bom no jogo aéreo e com presença constante na área. Não é o avançado mais móvel do mundo, mas compensa com posicionamento, frieza e aquele instinto de aparecer onde a bola vai cair. Finaliza de primeira, ataca o primeiro poste com convicção e não tem medo do contacto.

A sua aptidão em marcar a equipas portuguesas fez com que se transformasse no Lord. E visto que estamos em Portugal, oportunidades não faltarão.

 

7458500.png?width=100&height=100🥈 Lionel Messi


É um criador. Baixinho, centro de gravidade baixo, condução colada ao pé esquerdo, capacidade absurda de mudar de direção em espaço curto. Gosta de vir da direita para dentro, mas como médio ofensivo central também destrói linhas com bola e passe. A leitura de jogo é superior. Vê coisas antes dos outros.

Não é “aquele” Messi. E isso torna isto ainda mais interessante. Com 22 anos, não tem internacionalizações A. Jogou nas camadas jovens de Espanha e talvez isso explique uma carreira diferente da que o mundo imaginaria. Mas tem talento suficiente para partir a louça toda numa Liga que não costuma estar preparada para jogadores que decidem jogos em dois toques.

 

37003555.png?width=100&height=100🥉 Marko Arnautovic


É um extremo alto, elegante com bola no pé, potente na condução e com remate forte. Pode jogar aberto na direita, pode aparecer por dentro, pode até funcionar quase como segundo avançado. Talento bruto. Personalidade forte. Técnica que não bate certo com o tamanho.

Explodiu na Eredivisie, campeonato perfeito para jogadores irreverentes. O salto para um gigante europeu como o PSG foi natural, mas em duas épocas não teve espaço. 
Aqui terá espaço, e parece-me um pouco melhor do que o Messi. A ver vamos.

Também pensei em colocar o Tom Cleverley, que já jogou uma vez por Inglaterra mesmo com 20 aninhos. Mais um que precisa de minutos.

Editado por Vítor Manuel Oliveira
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Época 2046/47 - Famalicão


Há épocas em que sentimos que estamos a remar contra a maré. E há outras em que percebemos que o barco já foi feito para águas maiores.

Treinar aqui foi, acima de tudo, perceber a diferença que faz trabalhar num clube com estrutura a sério. Não é só orçamento ou nome. É organização e exigência diária. É saber que, nas últimas três décadas, este clube pertenceu ao convívio da Primeira Liga. 
Quando tens condições, tudo se torna mais claro. O treino rende mais. A recuperação é melhor. A profundidade do plantel permite gerir momentos. Não é pegar numa equipa aflita ou desorganizada. É alinhar uma máquina que já foi afinada antes.

 

Taça da Liga


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Levamos esta competição a sério, e aquando do primeiro jogo já tínhamos dois jogos de pré-época efetuados. Estávamos já em alta rotação. Depois o grupo foi bastante simpático para nós. Também tivemos sorte ao apanhar o Leiria invés do Porto ou Benfica, mas eles jogaram em casa (mesmo sendo campo "neutro") e queriam vingar-se de uma coisa que lhes tínhamos feito há umas semanas, na altura. Derrota que se aceita.

 

Taça de Portugal


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Quando alguma vez te perguntarem o que é ter um sorteio simpático, têm aqui a imagem. Se apanhamos clubes da Primeira Liga? Claro, mas nenhum era de gabarito. Sei que o Leiria nos eliminou na Taça da Liga, mas antes disso tínhamos ganho por três bolas a zero. Mas foi sorteio simpático do primeiro ao último jogo. Claro que podemos ser eliminados por qualquer equipa, mas a chance será maior de sair vitorioso.

 

Liga


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Tenho dúvidas se a Liga está mais fácil que noutras épocas. Apenas um empate e o resto vitórias é recorde. De golos não, mas de vitórias, menor número de derrotas, empates e maior número de vitórias é. Vitórias consecutivas não. Mas sei que o Famalicão tem equipa de Primeira, e com os miúdos emprestados fez toda a diferença. Não foi pegar numa equipa que lutava por não descer ou que já estava na Segunda. Não, era uma equipa que sempre teve boas campanhas, e teve o azar de ter uma época muito aquém do esperado, no ano passado.

 

Prémios e recordes


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Há nomes que, para mim, fizeram mais diferença nos momentos-chave, e não estão aqui. Nas Taças utilizei alguns homens que já cá estavam e cumpriram muito bem o seu papel. Vale o que vale.
Arnautovic esteve muito bem. Entre ele e Messi continuo indeciso. São estilos diferentes, mas ambos resolvem jogos. Se calhar desvalorizo um bocado o valor do Messi, porque não é aquele monstro que conhecemos. Temos de dar mérito ao rapaz.
E não sei se é por ser o Lord, mas Bendtner foi bastante fiel à realidade e tudo que era baliza portuguesa era dele. Fartou-se de bater recordes.

Destaco também ali o mítico Manucho. O gajo dá um trabalho desgraçado!

Editado por Vítor Manuel Oliveira
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Futebol Clube Paços de Ferreira

📍 Paços de Ferreira


Fundado em 1950, o Paços construiu uma identidade muito própria no futebol português. Não é um “grande”, nunca foi tratado como tal, mas soma 24 presenças na Primeira Liga, e isso não é por acaso. 

Durante anos foi o símbolo de clube organizado, pragmático, difícil de bater em casa. A “Capital do Móvel” não é só um slogan de cidade, é uma metáfora do clube: estrutura firme, base sólida, nada de luxos desnecessários, tudo funcional.

Paços de Ferreira é uma cidade pequena em dimensão, gigante em indústria. Cresceu com o mobiliário, com empresas familiares, com gente habituada a construir do zero. O futebol bebe dessa mentalidade.

E há a memória de épocas históricas, de campanhas europeias improváveis, de treinadores que marcaram ciclos. Entre eles, claro, Vítor Oliveira.

No balneário reencontro quem me conhece bem: Dumont, Julio, Marko e Cássio.

Destaco a subida de divisão do Salgueiros que, muito provavelmente, têm investidor. São os principais favoritos a subir, mas se lido bem com a pressão, lidarei melhor sem a mesma.

 

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PLANTEL

Nome Posição Idade Int. A Emprestado por
🇧🇷 Cássio GR 30 - Porto
🇵🇹 Matias Degra GR 27 -  
🇵🇹 Bruno Almeida D (D) 31 -  
🇵🇹 Cadú D (DC) 28 -  
🇵🇹 Gonçalo Brandão D (C) 23 -  
🇧🇷 Miranda D (EC) 25 - Benfica
🇦🇷 Lucas Biglia D (C) / MD 24 - Borussia Mönchengladbach
🇪🇸 Javi Martínez D (C) / MD / M (C) 22 4 PSG
🏴󠁧󠁢󠁷󠁬󠁳󠁿 Matthew Roberts D (C) / MD 20 13 Manchester United
🇵🇹 Nuno Valente D/DA (E) 35 163  
🇫🇷 Guillaume Dumont D (DE) / DA (D) 27 - Chelsea
🇪🇸 Julio Gorrotxategi D (DEC) 25 - Stuttgart
🇵🇹 Vandinho MD 32 -  
🇵🇹 Fábio Pacheco MD 22 -  
🇵🇹 Marko Arnautovic M/MO (D) 21 1 PSG
🇪🇬 Ahmed Hassan M/MO (C) 35 107  
🇵🇹 Florian Pierret M (D) / MO (DC) 30 -  
🇪🇸 Juan Mata M (C) / MO (DC) 22 - Real Madrid
🇬🇼 Ibraima Baldé M (C) / MO (EC) 24 25  
🇳🇱 Eljero Elia M/MO (E) 23 9 Arsenal
🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿 Daniel Sturridge MO (D) / PL (C) 21 - Manchester City
🇺🇾 Anthony Rodríguez PL (C) 24 -  

 

5127717.png?width=100&height=100🥇 Daniel Sturridge


Ponta-de-lança nato, extremamente móvel, com arrancadas potentes em profundidade, excecional senso de posição e um faro de golo muito acima da média. É daqueles avançados que “sente” quando a bola vai chegar e já está meio golo marcado.

Tal como na realidade, se não tiver lesões, será dos melhores finalizadores ingleses da sua geração. Será um dos melhores jogadores e marcadores da Liga.

 

859944.png?width=100&height=100🥈 Eljero Elia


Extremo explosivo e imprevisível. Move-se como quem parte para cima do adversário com intenção, com aceleração curta e larga, drible curto de corpo e bola colada ao pé. Não é um extremo que espera a bola, é aquele que a vai buscar, que rasga linhas e que cria desequilíbrios mesmo quando o espaço é mínimo.

Mesmo já tendo 23 anos, provavelmente será o melhor jogador jovem da Liga.

 

67011232.png?width=100&height=100🥉 Juan Mata


Médio ofensivo clássico com técnica refinada, visão de jogo e passe incisivo. Não é necessariamente o mais rápido, nem o mais físico, mas tem aquela leitura de jogo que faz com que o futebol pareça sempre “à sua velocidade”. Destaca-se por ser um jogador extremamente tático, com reconhecimento não só pelos passes belíssimos, mas também pela sua inteligência de leitura coletiva.

Editado por Vítor Manuel Oliveira
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Época 2047/48 - Paços de Ferreira


Durante a época não tivemos grandes dramas, nem momentos de pânico. Foi uma época muito “à Paços”: trabalho constante, equipa organizada e uma sensação contínua de que tudo estava sob controlo, mesmo quando o futebol não parecia particularmente brilhante.

Talvez tenha sido isso o mais curioso desta temporada. Não houve uma narrativa épica a cada jornada, nem aquela sensação de estarmos a fazer algo histórico. Mas jogo após jogo a equipa foi cumprindo, com um plantel profundo e competitivo, daqueles que permitem ir resolvendo problemas sem grandes sobressaltos.

No fim, quando se junta tudo, percebe-se que às vezes a regularidade silenciosa vale mais do que qualquer espetáculo. 

 

Taça da Liga


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Já tinha saudades de ganhar a Taça da Liga, admito. Até porque tem um sabor especial defrontar adversários de maior craveira, mesmo apresentando uma versão mais acessível deles mesmos. Mas aí reside a parte interessante, haver hipótese em eliminar grandes nomes. E foi isso que aconteceu. Abri a fase de grupos com uma vitória expressiva sobre o Porto. Fomos descontraídos mas competentes, e marcar golos importa em caso de empate pontual.
Contra o Benfica tivemos o Hassan muito inspirado. Sim, a culpa é do Hassan! Marcou um golaço no último minuto!
Contra o Braga tivemos o Florian Pierret. dominar tudo, foi uma vitória fácil. Pierret teve excelentes campanhas nas Taças, onde teve hipótese de jogar.
 

Taça de Portugal


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Continuou a senda dos sorteios acessíveis. E apesar de o Salgueiros ser da Segunda, eu vos tinha avisado para terem-no debaixo de olho. Marcou muito cedo, fomos atrás do resultado, mas o resultado não se alterou. Foi uma pena, até porque nas meias estava o Moreirense, Rio Ave e Amora.

 

Liga


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O Salgueiros era o super favorito a subir, eliminou-nos na Taça, mas não consegue subir. Talvez lhes falte um treinador com outras valências. Apesar de não sentir que estávamos a fazer uma super época, a verdade é que a tabela diz que sim. Muito devido a não termos quebras durante a época.

 

Prémios e recordes


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Estes resultados são explicados devido a alguns detalhes. O banco aqui era forte e competente. Arnautovic foi o melhor jovem da época mas nem aparece, até porque passou boa parte da época lesionado. Sturridge jogou mas não foi "aquele" matador. Mata é craque, mas jogou muito na faixa. Creio que o Miranda foi o melhor jogador da época, e ainda jogou algumas vezes a lateral.

Sim, o Salgueiros tem o Diego Milito, 31 anos e 40 jogos pela Argentina. É muito craque!

Editado por Vítor Manuel Oliveira
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Amora Futebol Clube

📍 Amora


O Amora Futebol Clube é um daqueles clubes que parecem viver sempre entre dois mundos. Não tem o peso mediático dos grandes, mas também nunca foi um simples clube de bairro. Há ali história, memória e uma ligação muito forte à terra.

Fundado em 1921, o Amora teve o seu momento mais alto nos anos 80, quando chegou à Primeira Divisão e conseguiu manter-se algumas épocas entre os grandes. Para um clube da Margem Sul, foi uma afirmação enorme. Quem viveu esses anos ainda fala deles como se fosse ontem. Estádio cheio, as equipas grandes a atravessar o Tejo e a perceber rapidamente que jogar ali não era passeio.

E o contexto ajuda a explicar tudo. Amora fica na Margem Sul do Tejo, ali entre o Seixal e a imensa área metropolitana de Lisboa. Terra de estaleiros, de bairros operários, de gente que cresceu entre o rio e os comboios da Fertagus muito antes de eles existirem. É uma zona onde o futebol se aprende na rua, nos campos improvisados, e onde os clubes locais são levados muito a sério.

E depois há aquela sensação curiosa: o Amora sempre teve fama de ser um clube onde aparecem jogadores interessantes, muitas vezes ligados aos grandes de Lisboa. Não é coincidência que, quando olho para este plantel, quase parece uma extensão da escola do Sporting CP. Rui Patrício, William Carvalho, Miguel Veloso, Adrien.

Há qualquer coisa de irónico e bonito em ver jogadores com esse ADN futebolístico aparecerem num clube da Margem Sul. Como se o futebol tivesse dado uma volta completa e voltasse às origens: campos mais pequenos, bancadas próximas, gente que vive o jogo de forma crua.

E se na época passada o Salgueiros era o grande favorito, esta época é o Sanjoanense.

 

 

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PLANTEL

Nome Posição Idade Internacionalizações A Emprestado por
🇵🇹 Rui Patrício GR 23 -  
🇦🇷 Fernando Monetti GR 22 - Liverpool
🇵🇹 Henrique Sereno D (DC) 26 -  
🇧🇷 David Luiz D (C) 24 3 Salgueiros
🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿 Chris Smalling D (C) 21 - Manchester United
🇪🇸 Carlos Martínez D (DE) 25 -  
🇺🇾 Alexis Rolín D (C), MD 22 11  
🇸🇹 Carlos Amado D (DE), DA (E) 26 58  
🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿 Kieran Gibbs D/DA (E) 21 - Arsenal
🇭🇷 Darijo Srna D/MO (D) 29 53  
🇵🇹 Miguel Veloso MD, M (C) 25 -  
🏴󠁧󠁢󠁷󠁬󠁳󠁿 Tom Williams MD, M/MO (C) 24 17 Newcastle
🇩🇪 Marco Ettinger MD, M (DC) 20 - RB Leipzig
🇦🇴 William Carvalho MD, M (C) 19 23  
🇫🇷 Karim Aït Fana DA/M/MO (E) 22 -  
🇵🇹 Bruno Gama M (D), MO (DC) 23 -  
🇫🇷 Adrien M/MO (C) 22 -  
🇪🇸 Francisco Ferrer M (EC), MO (C) 23 - PSG
🇪🇸 Markel Susaeta M (D), MO (DE) 23 - Athletic Club
🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿 Daniel Sturridge MO (D), PL (C) 22 - Manchester City
🇪🇸 David Serra MO (DEC), PL (C) 29 -  
🇵🇹 Wéldon PL (C) 31 -  

 

29003721.png?width=100&height=100🥇 Kieran Gibbs


É um lateral moderno: rápido, agressivo na recuperação e com enorme capacidade para percorrer o corredor esquerdo durante todo o jogo. Defensivamente é disciplinado e sabe fechar bem por dentro quando a linha defensiva precisa de se compactar. Mas onde realmente se destaca é na forma como apoia o ataque, aparecendo muitas vezes em sobreposição, cruza com qualidade e consegue dar largura ao jogo sem comprometer o equilíbrio da equipa.

Espero que nenhum árbitro se lembre de o expulsar quando vir o Alex Oxlade-Chamberlai.

 

2114068.png?width=100&height=100🥈 David Luiz


É central, mas nunca foi apenas central. Tem técnica, personalidade e uma forma muito própria de interpretar o jogo. Confortável com bola, gosta de sair a jogar desde trás, quebrar linhas com passe longo ou até conduzir alguns metros para criar superioridade no meio-campo.

Defensivamente é forte no jogo aéreo e agressivo na antecipação. Não é um defesa que se limita a reagir: tenta muitas vezes interceptar antes que o perigo aconteça. Essa mistura de coragem e qualidade técnica faz dele um jogador que marca presença em qualquer defesa.

 

30022142.png?width=100&height=100🥉 Chris Smalling

Chris Smalling é o oposto de David Luiz em estilo. É um central clássico, forte fisicamente, dominante no jogo aéreo e extremamente sólido no posicionamento defensivo.

Não inventa. Limpa a área, ganha duelos e mantém a linha defensiva organizada. A sua leitura de cruzamentos e bolas longas é muito boa, e em jogos mais físicos torna-se particularmente valioso porque raramente perde um confronto direto.

Editado por Vítor Manuel Oliveira
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Citação de cadete, há 21 minutos:

Agora já és o papa-taças.

Só por acaso fui ver quem era o treinador com mais Taças de Portugal. São três: Otto Glória, José Maria Pedroto e Sérgio Conceição com quatro títulos cada um. Eu tenho seis.

Na Taça da Liga é bem diferente: Jorge Jesus com seis títulos está muito distante.

Na Supertaça, que ainda não disputei, Artur Jorge e Sérgio Conceição têm três.

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Época 2048/49 - Amora


Há uma fase da época que qualquer treinador aprende a temer: janeiro. Não pelos jogos. Pelas chamadas telefónicas.

É o mês dos empresários, das propostas irrecusáveis e das conversas com a direção para tentar segurar jogadores que, de repente, passaram a valer muito mais do que quando a época começou. Há sempre aquela sensação de estar a montar um puzzle enquanto alguém vai tirando peças da mesa.

Curiosamente, trabalhar com alguns jogadores emprestados tem o seu lado tranquilo. Em condições normais ficam até ao fim da época, a menos que algo esteja mesmo a correr mal na equipa-mãe. Pelo menos aí sabemos com o que contamos.

Esta temporada teve um pouco de tudo: estabilidade em certos momentos, turbulência noutros e aquela eterna gestão de plantel que faz parte do futebol moderno. Quando se olha para trás, percebe-se que a história da época também passou muito por aí, pelo que conseguimos manter e pelo que inevitavelmente se perdeu a meio do caminho.

 

Taça da Liga


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A seriedade na Taça da Liga tem-me ajudado a atingir os objetivos. Mas também é usual ocorrer um descalabro logo no primeiro ou segundo jogo. O jogo mais difícil, até à final, foi justamente contra o Tondela.
Nas meias-finais as equipas grandes já começam a levar a competição tão a sério como nós. O FC Porto marcou o único tento por Abdoulaye Ba, o Gibbs viu o segundo amarelo acabando expulso, e ainda conseguimos marcar mas de forma ilegal.
 

Taça de Portugal


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Novamente um calendário acessível, a meu ver. O Vitória SC estava na luta por não descer, tinha outras prioridades e contra o FC Porto conseguimos fazer o que nos faltou na Taça da Liga. Entre os 23 e o 38 minutos marcamos todos os golos. A ironia disto tudo é que o jogo estava muito morno e aos 15 minutos Ferrer lesiona-se entrando Williams para o seu lugar. Num contra-ataque o Williams lança o Sturridge para o 1-0, e logo a seguir faz o mesmo que o Sturridge tinha feito momentos antes. Em ambas as jogadas o árbitro apitou prontamente como fora-de-jogo, que viria a ser validado pelo VAR. Com o Porto completamente perdido conseguimos fazer o 3-0 final com golo do William Carvalho. Sim, em contra-ataque. Mas devagar.

 

Liga


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Um passeio, mais uma vez. E o Salgueiros a falhar o assalto à Primeira. Mas o Sanjoanense a comprovar o seu favoritismo para subir.

 

Prémios e recordes


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Adrien é craque e saiu por 26 milhões de euros para as Arábias. A equipa conseguiu fazer meia época sem ele, mas perdemos no dia em que fomos jogar com o Porto, na Taça da Liga. Psicologicamente é difícil perder assim o nosso maestro. Estão a ver aquele rapaz com média de 7,71? Karim Ait Fana saiu em janeiro pela cláusula, já depois do jogo contra o Porto. 17,5 milhões de euros. Os cofres estão cheios.

Sturridge continua a evolução como jogador, tendo uma época melhor do que na época anterior, a meu ver.

E a nossa defesa esteve muito bem. O que faltou foi magia para resolver em alguns pontos cruciais da época, mesmo tendo bons executantes. Mas por vezes faltou um bocadinho mais.

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