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Rui Cardoso

Oficina de Escrita

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LOL

 

Incongruente negrume

 

Está escuro. Sei que caminho para o indefinido, para o incerto. Não me preocupo, sei também que esse percurso atribulado trará vantagens a longo prazo. Quais? ideia não faço, mas que proveitosas serão não tenho duvida. Esta escuridão na qual me encontro é tudo culpa minha, passei a vida dormindo, fechando os olhos e absorvendo o negro do caminho. A situação faltosa em que meu corpo relaxado é meu problema, ninguém terá acesso a ele.

Fecho agora os olhos, é indeferente tê-los abertos, a escuridão já atinge o negrume, nada há para ver. Penso no que de mal fiz, sei que mereci tal sina, tal fado.

 

Abro novamente a pálpebra dormente. Em que irei pensar? Nada mais há a fazer senão por um pé à frente do outro e avançar no caminho, às cegas, mas com a certeza de que terá um fim, uma recompensa fortuita. Tudo se irá resolver, a sorte destina-se àqueles que a merecem, é essa a verdade em que finjo acreditar.

 

Os meus pés tocam agora solo alegre, vejo luz ao fundo do túnel. O caminho, atribulado e infame passou. Atingi porto seguro. A claridade fosca que meus olhos negros vêem nada dizem sobre o futuro, nem porventura sei o quão bom é o que vejo. Uma coisa é certa, tudo, absolutamente tudo, é melhor que a negra escuridão da alma.

 

Dou um passo em frente e evaporo, deixo de existir mas ainda consigo pensar, cogitar algo. Fui traído pela minha convicção de que qualquer claridade era melhor que negrume algum. Estava enganado e apercebo-me disso, estou consciente mas já não existo. Esvoacei. Não acredito na alma, contudo ela já não existe em mim.

 

Reapareço. Mudado, o meu corpo transformou-se, já não sou mais quem era. E mais uma vez sou invadido pela minha convicção de que afinal a claridade é boa, transvigorou-me profundaente, olhem para mim. Sou um homem confiante, sem medo ágil. Volto ao estado aonde estava, o de não estar. Mas estou, não estando, e isso é melhor que não estar, estando.

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Posso divulgar nesta Oficina da Escrita o meu blog de testemunhos e reflexões pessoais? :compinchas:

 

Não.

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Memórias da Adélia.

Para quem precisa de ideias para fazer composições na escola.

 

 

 

Era seis da tarde. Foi o acaso. O destino. A sorte e o azar juntos e simultâneos. Era Outono e tinha acabado de mudar a hora. Quando tinha entrado no ginásio ainda era de dia mas uma hora mais tarde fazia escuro. Depois do treino, subi as escadas em direção ao parque da alameda e lá fui à procura do meu carro rua acima. Vinha bem suada do treino e estava a pensar ir para casa e tomar um belo duche. Embora fosse Outubro, estava cheia de calor.

O meu “personnel trainer” é um rapaz bem bonito e com um corpo fantástico, pena ser gay, um desperdício, quanto mais que fazia mais de seis meses que não tinha sexo com ninguém e o meu vibrador qualquer dia, pensei, não seria suficiente...

O treino naquele dia tinha sido mais revigorante que o normal. Estava suada e sentia-me quente, como já referi. Ia eu a pensar nisto calçada acima, quando um carro parou unto a mim e pareceu que me chamavam lá de dentro.

Aproximei-me da janela pensando que era alguém conhecido do ginásio. Logo que me baixei para ver quem era, um rapaz dos seus vinte anos, se calhar nem tanto, com um ar vulgar, disse-me:

_ Por quanto é que me fazes um br*che?

Não tinha prestado atenção ao que me tinha dito e por isso franzi a testa enquanto o olhei, de forma que este perguntasse de novo, pois nem tinha percebido bem.

_ Estou a perguntar quanto é o beijinho. Ando com os colhões bem cheios e preciso de descarregar rápido pois tenho escola daqui a pouco.

Pensei que não tinha ouvido bem... respondi :

_ O quê ?

_ Sim, quanto é que levas por um beijinho, sim... um br*che ?

Levantei a cabeça e ri-me. Nem acreditava. Reclinei-me outra vez e quanto ia para o insultar, o rapaz disse-me:

_ Vê-me bem com está este crl !

E não é que estava de calças para baixo com a pila à mostra, erecta ! A pila era como ele. Branquinha, franzina e embora estivesse tesa não era grande. No cimo, tal como a cereja no cimo do bolo, estava a cabeça da p*cha, redonda, vermelha e inchada!

Ri-me, olhei novamente para a p*cha dele enquanto pensava o que ia responder e disse cheia de sentido de humor:

_ Resolves isso num instante com uma p*nhetaa, ó miúdo !

_ p*nhetaas estou eu farto. Preciso de uma boca gulosa mesmo. Vá quanto é? Estás com medo? Já sou maior e vacinado.

Fiquei por um momento sem saber o que fazer, completamente apanhada desprevenida.

_ Não sei não... – disse-lhe a sorrir enquanto o olhava – se calhar demoras muito ... tempo e depois... perdes a aula ....

E ri-me, a pensar como é que ele ia responder. Olhou-me incrédulo. Preparei-me para me ir embora mas ao mesmo mo senti um arrepio na barriga face à situação.

_ Não te vás embora e não te preocupes.... isto vai ser um ver se te avias.... Vá. Entra. Quinze euros?

Enquanto falava continuava com o crl espetado e teso e eu não resisti a olhar mais uma vez. Hum... fazia tanto tempo que não via uma p*cha, pensei ....

E porque não? Resolvi continuar a conversa. Estava a dar-me gozo, aquela conversa porc*.

_ Queres o quê ? Que te faça um br*che, é?

_ Sim um br*che, rápido, para descarregar. Nem tenho tempo para f*der, desculpa lá. Mas quero vir-me na boca, mas tem que ser uma coisa para o rápido pois tenho as aulas a começar daqui por meia hora! Olha, vinte euros? Fazes-me o br*che aqui no estacionamento e tudo que ninguém nos vê! Vale?

E porque não, pensei eu ? És uma desavergonhada, mas a verdade é que ficaste com alguma tusa ao olhar para aquele crl. E estás com aquele formigueiro na barriga... Um br*che.... porque não ? Eu que até sempre gostei de sexo oral....

Abriu a porta do carro e mandou-me entrar. Sentei-me ao seu lado, meio excitada, meio envergonhada, meio com medo que alguém me visse. Arrancou com o carro e começou a conversar.

_ Estava a ver que não arranjava ninguém. Que se passa com as tuas colegas ?

_ Não sei, disse eu.

_ Estão todas a trabalhar ou já foram para casa ? Há ali em cima um lugar porreiro onde ninguém nos vê, entre dois autocarros.

Parou logo quase de seguida e estacionou. Deu-me, antes que eu tivesse tempo para dizer o que quer que fosse, uma nota de vinte euros para as mãos e disse:

_ Vá, não percas mais tempo.

Muito bem, estava decidido. Por uma vez... não faz mal. Olhei em volta e realmente o lugar era escondido e ninguém nos via.

O rapaz era franzino, magro mesmo, baixo, tinha pouco cabelo que penteava para trás. Como hei-de dizer... tinha ar de povo.

Puxou as calças mais para baixo expondo totalmente as suas “intimidades”.

Com a mão, de forma decidida e como se fosse a coisa mais natural do mundo, agarrei-lhe na p*cha. Era tesa e estava quente. Juventude!!!

Masturbei-o durante uns segundos enquanto olhava para ele. Estava de olhos semicerrados e dizia:

_ Ai que bom ! Já viste como está dura ? Se tivesse tempo, dava-te mais dez euros e f*dia-te dentro o carro. Mas não dá hoje, não. Vá, ch*pa-me mas é !

Decidi não perder mais tempo. Também eu estava com tesão só de agarrar aquela p*cha erecta. Abaixei-me sobre o seu lugar e dei uma lambidela rápida na cabeça da p*cha. Hum... fazia tanto tempo...

Depois lambi-lhe a haste desde a base até cima e meti a pich*ta na boca, começando a ch*pa-lo, com movimentos de cabeça, repetidos, cabeça acima e abaixo, como sempre tinha feito. Também eu estava a ficar excitada.

Senti as mãos do miúdo a apalparem-me as mamas. Nem me tinha pedido mas resolvi não me chatear. Com aquela tesão toda eu estava com os mamilos bem duros. E o apalpar-me das mamas ainda me encheu de mais tesão, tanto que até apertei as pernas uma contra a outra...

Levantei a cabeça e olhei para o miúdo. Estava de olhos meio fechados.

_ Estás a gostar?

_ Hum... sim... não tarda muito venho-me. Não apertes tanto os lábios ... que ainda me magoas mas continua pois a fazer como estás a fazer é bem bom...

Voltei a metê-lo na boca tendo o cuidado de não apertar tanto os lábios e lá recomecei mama-lo, lambe-lo e depois engolindo-o naquele movimento de cabeça acima e cabeça abaixo.

Nem durou um minuto, ou no máximo dois. Foi quando o miúdo me disse:

_ Vá, continua... mas vai-te preparando....

Continuei aquele movimento acima e abaixo com a cabeça. Pouco depois, deixou de me apalpar as mamas e senti que, embora sentado, esticava todo o seu corpo:

_ Vou-me vir.... não deixes vir por fora, fecha a boquinha....

E dito e feito. Logo de seguida recebi um jacto de esporra quente na boca. Apertei os lábios e senti-o a jorrar mais esporra quente, enquanto ele me segurava a cabeça com as mãos e dizia:

_ Ai que bom, aguenta.. aguenta... ahhhhhhh

Embora tivesse de foca fechada alguma esporra escorregou-me pelo queixo abaixo. Quando percebi que já se tinha esporrado todo, pensei o que faço com a esporra? Levantei-me, abri a porta e cuspi para o chão. O raio do miúdo tinha-se vindo num instante.

Quando fechei a porta outra vez, diz-me enquanto apertava a calças mas sem mesmo olhar para mim:

_ Obrigadinho. Gostei. Não ch*pas mal! Da próxima vez fodo-te e esvazio os colhões mas é na tua con*. Olha tenho que ir. Não te importas que te deixe aqui e não te leve lá abaixo?

_ Claro que não. Adeus e boa aula – disse-lhe a rir.

E saí o mais depressa possível, ainda com o gosto da esporra quente na boca. Sim, aquele sabor meio ocre e metálico. No passado poucas vezes tinha deixado os meus namorados virem-se na minha boca, pois achava que era uma vergonha, mas num ou noutro caso, tinha começado a achar que não era tão mau.

f*da-se, pensei. Não tens mesmo vergonha nenhuma. Em três minutos passaste a ser p*ta. Uma rapariga de boas famílias como tu a fazer broches a miúdos e ainda por cima como uma p*ta reles a ser paga. E o pior ainda é que gostaste!

Fui rua abaixo até ao pé do meu carro, meio cambaleante certamente devido ao stress da situação e sentei-me lá dentro. Ainda sentia o sabor a esporra na boca.

Acendi um cigarro e fiquei a pensar... realmente... que vergonha... que loucura... mas até que me soube bem. Belo crl. Teso e duro. E a tesão continuava em mim. Ai ai.. não penses mais nisso..... mas a verdade é que estava cheia de tesão e curiosidade.

Que mundo este o da prostituição. Eu sabia que havia meninas a atacar ali no parque mas nunca tinha ligado muito. Como seria a vida delas?

Já tinha reparado que havia de todo o género.. novas e velhas, gordas e magras, umas com ar de junkyes, outras sopeiras e até algumas com ar de mães de família. Será que fodiam muito? Quantos clientes por dia? Fodiam ou faziam mais coisas? Quanto ganhariam? Iriam com qualquer cliente ou eram seletas? Teriam prazer? Que tal seria ser totalmente f*dida por um estranho? Puro sexo e mais nada? Hum....

Aqueles pensamentos excitaram-me e levaram-me para mais fome de .... sexo.

Daí à ideia de repetir... inicialmente negada mais depois admitida foi um instante. Deixa-me ver, disse para mim mesmo. Realmente o movimento de carros com um único condutor, que passavam devagarinho, era impressionante.

Havia mercado. E se havia procura... por outro lado, não havia oferta....naquele momento.

Foi então que decidi que podia ser p*ta por uma noite e a ideia excitou-me. f*der com estranhos. ch*pa-los e ser paga para isso. Maior luxúria não existe, pois não?

Aquele pensamento encheu-me de mais tesão. Estava decidida. E por quanto? Já sabia que um br*che era à volta de vinte e uma f*da trinta... Sim, trinta euros para ser f*dida por um completo estranho. Agrada-me. Ganho bem mais do que isso à hora no escritório, pensei.

Com estes pensamentos estava toda molhada... Fantasiando de como podia ser.

...

 

 

Editado por ascom

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Memórias da Adélia.

Para quem precisa de ideias para fazer composições na escola.

 

 

 

Era seis da tarde. Foi o acaso. O destino. A sorte e o azar juntos e simultâneos. Era Outono e tinha acabado de mudar a hora. Quando tinha entrado no ginásio ainda era de dia mas uma hora mais tarde fazia escuro. Depois do treino, subi as escadas em direção ao parque da alameda e lá fui à procura do meu carro rua acima. Vinha bem suada do treino e estava a pensar ir para casa e tomar um belo duche. Embora fosse Outubro, estava cheia de calor.

O meu “personnel trainer” é um rapaz bem bonito e com um corpo fantástico, pena ser gay, um desperdício, quanto mais que fazia mais de seis meses que não tinha sexo com ninguém e o meu vibrador qualquer dia, pensei, não seria suficiente...

O treino naquele dia tinha sido mais revigorante que o normal. Estava suada e sentia-me quente, como já referi. Ia eu a pensar nisto calçada acima, quando um carro parou unto a mim e pareceu que me chamavam lá de dentro.

Aproximei-me da janela pensando que era alguém conhecido do ginásio. Logo que me baixei para ver quem era, um rapaz dos seus vinte anos, se calhar nem tanto, com um ar vulgar, disse-me:

_ Por quanto é que me fazes um br*che?

Não tinha prestado atenção ao que me tinha dito e por isso franzi a testa enquanto o olhei, de forma que este perguntasse de novo, pois nem tinha percebido bem.

_ Estou a perguntar quanto é o beijinho. Ando com os colhões bem cheios e preciso de descarregar rápido pois tenho escola daqui a pouco.

Pensei que não tinha ouvido bem... respondi :

_ O quê ?

_ Sim, quanto é que levas por um beijinho, sim... um br*che ?

Levantei a cabeça e ri-me. Nem acreditava. Reclinei-me outra vez e quanto ia para o insultar, o rapaz disse-me:

_ Vê-me bem com está este crl !

E não é que estava de calças para baixo com a pila à mostra, erecta ! A pila era como ele. Branquinha, franzina e embora estivesse tesa não era grande. No cimo, tal como a cereja no cimo do bolo, estava a cabeça da p*cha, redonda, vermelha e inchada!

Ri-me, olhei novamente para a p*cha dele enquanto pensava o que ia responder e disse cheia de sentido de humor:

_ Resolves isso num instante com uma p*nhetaa, ó miúdo !

_ p*nhetaas estou eu farto. Preciso de uma boca gulosa mesmo. Vá quanto é? Estás com medo? Já sou maior e vacinado.

Fiquei por um momento sem saber o que fazer, completamente apanhada desprevenida.

_ Não sei não... – disse-lhe a sorrir enquanto o olhava – se calhar demoras muito ... tempo e depois... perdes a aula ....

E ri-me, a pensar como é que ele ia responder. Olhou-me incrédulo. Preparei-me para me ir embora mas ao mesmo mo senti um arrepio na barriga face à situação.

_ Não te vás embora e não te preocupes.... isto vai ser um ver se te avias.... Vá. Entra. Quinze euros?

Enquanto falava continuava com o crl espetado e teso e eu não resisti a olhar mais uma vez. Hum... fazia tanto tempo que não via uma p*cha, pensei ....

E porque não? Resolvi continuar a conversa. Estava a dar-me gozo, aquela conversa porc*.

_ Queres o quê ? Que te faça um br*che, é?

_ Sim um br*che, rápido, para descarregar. Nem tenho tempo para f*der, desculpa lá. Mas quero vir-me na boca, mas tem que ser uma coisa para o rápido pois tenho as aulas a começar daqui por meia hora! Olha, vinte euros? Fazes-me o br*che aqui no estacionamento e tudo que ninguém nos vê! Vale?

E porque não, pensei eu ? És uma desavergonhada, mas a verdade é que ficaste com alguma tusa ao olhar para aquele crl. E estás com aquele formigueiro na barriga... Um br*che.... porque não ? Eu que até sempre gostei de sexo oral....

Abriu a porta do carro e mandou-me entrar. Sentei-me ao seu lado, meio excitada, meio envergonhada, meio com medo que alguém me visse. Arrancou com o carro e começou a conversar.

_ Estava a ver que não arranjava ninguém. Que se passa com as tuas colegas ?

_ Não sei, disse eu.

_ Estão todas a trabalhar ou já foram para casa ? Há ali em cima um lugar porreiro onde ninguém nos vê, entre dois autocarros.

Parou logo quase de seguida e estacionou. Deu-me, antes que eu tivesse tempo para dizer o que quer que fosse, uma nota de vinte euros para as mãos e disse:

_ Vá, não percas mais tempo.

Muito bem, estava decidido. Por uma vez... não faz mal. Olhei em volta e realmente o lugar era escondido e ninguém nos via.

O rapaz era franzino, magro mesmo, baixo, tinha pouco cabelo que penteava para trás. Como hei-de dizer... tinha ar de povo.

Puxou as calças mais para baixo expondo totalmente as suas “intimidades”.

Com a mão, de forma decidida e como se fosse a coisa mais natural do mundo, agarrei-lhe na p*cha. Era tesa e estava quente. Juventude!!!

Masturbei-o durante uns segundos enquanto olhava para ele. Estava de olhos semicerrados e dizia:

_ Ai que bom ! Já viste como está dura ? Se tivesse tempo, dava-te mais dez euros e f*dia-te dentro o carro. Mas não dá hoje, não. Vá, ch*pa-me mas é !

Decidi não perder mais tempo. Também eu estava com tesão só de agarrar aquela p*cha erecta. Abaixei-me sobre o seu lugar e dei uma lambidela rápida na cabeça da p*cha. Hum... fazia tanto tempo...

Depois lambi-lhe a haste desde a base até cima e meti a pich*ta na boca, começando a ch*pa-lo, com movimentos de cabeça, repetidos, cabeça acima e abaixo, como sempre tinha feito. Também eu estava a ficar excitada.

Senti as mãos do miúdo a apalparem-me as mamas. Nem me tinha pedido mas resolvi não me chatear. Com aquela tesão toda eu estava com os mamilos bem duros. E o apalpar-me das mamas ainda me encheu de mais tesão, tanto que até apertei as pernas uma contra a outra...

Levantei a cabeça e olhei para o miúdo. Estava de olhos meio fechados.

_ Estás a gostar?

_ Hum... sim... não tarda muito venho-me. Não apertes tanto os lábios ... que ainda me magoas mas continua pois a fazer como estás a fazer é bem bom...

Voltei a metê-lo na boca tendo o cuidado de não apertar tanto os lábios e lá recomecei mama-lo, lambe-lo e depois engolindo-o naquele movimento de cabeça acima e cabeça abaixo.

Nem durou um minuto, ou no máximo dois. Foi quando o miúdo me disse:

_ Vá, continua... mas vai-te preparando....

Continuei aquele movimento acima e abaixo com a cabeça. Pouco depois, deixou de me apalpar as mamas e senti que, embora sentado, esticava todo o seu corpo:

_ Vou-me vir.... não deixes vir por fora, fecha a boquinha....

E dito e feito. Logo de seguida recebi um jacto de esporra quente na boca. Apertei os lábios e senti-o a jorrar mais esporra quente, enquanto ele me segurava a cabeça com as mãos e dizia:

_ Ai que bom, aguenta.. aguenta... ahhhhhhh

Embora tivesse de foca fechada alguma esporra escorregou-me pelo queixo abaixo. Quando percebi que já se tinha esporrado todo, pensei o que faço com a esporra? Levantei-me, abri a porta e cuspi para o chão. O raio do miúdo tinha-se vindo num instante.

Quando fechei a porta outra vez, diz-me enquanto apertava a calças mas sem mesmo olhar para mim:

_ Obrigadinho. Gostei. Não ch*pas mal! Da próxima vez fodo-te e esvazio os colhões mas é na tua con*. Olha tenho que ir. Não te importas que te deixe aqui e não te leve lá abaixo?

_ Claro que não. Adeus e boa aula – disse-lhe a rir.

E saí o mais depressa possível, ainda com o gosto da esporra quente na boca. Sim, aquele sabor meio ocre e metálico. No passado poucas vezes tinha deixado os meus namorados virem-se na minha boca, pois achava que era uma vergonha, mas num ou noutro caso, tinha começado a achar que não era tão mau.

f*da-se, pensei. Não tens mesmo vergonha nenhuma. Em três minutos passaste a ser p*ta. Uma rapariga de boas famílias como tu a fazer broches a miúdos e ainda por cima como uma p*ta reles a ser paga. E o pior ainda é que gostaste!

Fui rua abaixo até ao pé do meu carro, meio cambaleante certamente devido ao stress da situação e sentei-me lá dentro. Ainda sentia o sabor a esporra na boca.

Acendi um cigarro e fiquei a pensar... realmente... que vergonha... que loucura... mas até que me soube bem. Belo crl. Teso e duro. E a tesão continuava em mim. Ai ai.. não penses mais nisso..... mas a verdade é que estava cheia de tesão e curiosidade.

Que mundo este o da prostituição. Eu sabia que havia meninas a atacar ali no parque mas nunca tinha ligado muito. Como seria a vida delas?

Já tinha reparado que havia de todo o género.. novas e velhas, gordas e magras, umas com ar de junkyes, outras sopeiras e até algumas com ar de mães de família. Será que fodiam muito? Quantos clientes por dia? Fodiam ou faziam mais coisas? Quanto ganhariam? Iriam com qualquer cliente ou eram seletas? Teriam prazer? Que tal seria ser totalmente f*dida por um estranho? Puro sexo e mais nada? Hum....

Aqueles pensamentos excitaram-me e levaram-me para mais fome de .... sexo.

Daí à ideia de repetir... inicialmente negada mais depois admitida foi um instante. Deixa-me ver, disse para mim mesmo. Realmente o movimento de carros com um único condutor, que passavam devagarinho, era impressionante.

Havia mercado. E se havia procura... por outro lado, não havia oferta....naquele momento.

Foi então que decidi que podia ser p*ta por uma noite e a ideia excitou-me. f*der com estranhos. ch*pa-los e ser paga para isso. Maior luxúria não existe, pois não?

Aquele pensamento encheu-me de mais tesão. Estava decidida. E por quanto? Já sabia que um br*che era à volta de vinte e uma f*da trinta... Sim, trinta euros para ser f*dida por um completo estranho. Agrada-me. Ganho bem mais do que isso à hora no escritório, pensei.

Com estes pensamentos estava toda molhada... Fantasiando de como podia ser.

...

 

 

 

Foste tu que escreveste?

 

Vou supor que não :mrgreen: :lol:

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