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Rui Cardoso

Oficina de Escrita

Publicações recomendadas

Uma pr? Reverendo inventada ? press?o:

 

Estou aqui a pensar,

Como ser? o meu futuro?

Com quem irei casar?

Mas cada mais tenho a certeza

que tabaco n?o devo mais tocar.

Digna de ser cantada por um artista pimba :lol:

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Guest Schizo

Na ferida.

 

 

Sinto-me longe

Nem um simples respirar

 

Tomo um folego para viver.

 

O simples pensar em ti faz doer...

Vives em mim e fazes-me desaparecer

 

Tenho medo de voltar a sentir

 

Arde como ferida aberta

Um simples susurro

acaba com o mundo

e faz-me querer desejar mais..

 

Desejo poder voltar a tocar..

e sentir-te sem querer partir

Para longe do ser que me tornas-te

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O in?cio dum livro que decidi come?ar a escrever:

 

Em 2003, na remota cidade de Carson, na Calif?rnia... Eram 3 da manh?. Toda a gente acorda com um som estranho vindo da casa ao lado?O homem mais velho da casa, o pai, vai a essa casa, toca a campainha dessa casa e as pessoas que la viviam convidam-no a entrar. Ouve-se ele a gritar durante 5 minutos, e o som para. Depois foi l? a m?e e a rapariga?A menina ficou c? fora. A m?e entrou para buscar o seu marido, as luzes desligam-se, e come?a a gritar, a pedir ajuda?O som finalmente cessa passados uns minutos. Entretanto, a menina tinha ido chamar o seu irm?o mais velho. Chegaram a casa ao lado, e ouviram muitas pessoas a gritar pelas suas vidas. Estavam sendo comidas vivas. Olharam para tr?s para sua casa e viram que estava coberta de sangue. O rapaz pegou no telem?vel que tinha recebido nos anos, h? uma semana atr?s, e telefonou para a pol?cia. Ningu?m atendia? Decidiram ir ent?o a p? a esquadra. As ruas estavam desertas, e as casas todas cobertas de sangue. A esquadra tamb?m estava coberta, e l? dentro, todos os pol?cias se encontravam mortos. A rapariga e o rapaz, vendo que a cidade estava toda morta, menos eles, pegaram nas chaves dum carro dum pol?cia, e guiaram at? bem longe daquele s?tio?Algo estranho tinha acontecido naquela cidade, e o que haveria dentro daquela casa era a resposta...

 

______________

 

N?o sei ? se ei de continuar :(

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Casa, casa, casa...

 

mãe, menina; mãe, menina...

 

A continuares com essa velocidade o livro teria o 'mistério' resolvido em 10 páginas, a correr bem.

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Guest Shuffle
Casa, casa, casa...

 

mãe, menina; mãe, menina...

 

A continuares com essa velocidade o livro teria o 'mistério' resolvido em 10 páginas, a correr bem.

 

 

as outras 240 páginas do livro é para saber o nome da mãe e da menina :mrgreen:

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Guest Schizo

depois de tanto tempo..

passei a ser a sombra

daquilo que sempre sonhei...

 

transformei-me de dia a noite

devido ao fracasso que me tornei..

 

fazes parte do passado e presente

de um tempo futuro que se adivinha ausente

 

nasci para sofrer

e para sonhar te ter

e vivo para um dia

poder beijar como queria

 

como era bom...

 

tocar e agarrar como se fosses eu

segues alta e distante como se fosse teu..

 

e nao sou?

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Casa, casa, casa...

 

m?e, menina; m?e, menina...

 

A continuares com essa velocidade o livro teria o 'mist?rio' resolvido em 10 p?ginas, a correr bem.

 

Pelo que tou a pensar, v?o se passar mais 10 anos at? voltarem a esta cidade, portanto, se tentar vender a uma editora ou l? o que, vai ter pra? 200 p?ginas.

 

EDIT: Acrescentei uns detalhes:

 

Em 2003, na remota cidade de Carson, na Calif?rnia, no dia 23 de Dezembro, fazia um frio enorme, -10?. Os habitantes da cidade n?o estavam habituados a tal temperatura. As casas estavam todas cobertas de neve, e cheias de enfeites de Natal. Eram 3 da manh?. Toda a gente acorda com um som estranho vindo da casa ao lado, uma casa velha, feita de madeira, onde viviam os seus vizinhos, um casal muito amig?vel e simp?tico?O homem mais velho da casa, o pai, veste algo mais quente, e vai a essa casa, toca a campainha dessa casa e a mulher convidou-o a entrar, disse que o seu marido tinha estado a fazer obras, e esse foi o barulho estranho que l? viviam e ele entra. Sil?ncio total?Passado 1 minuto, ouve-se ele a gritar durante um tempo que parecia infinito, at? o som agudo e torturante para. A sua esposa, achou aquilo bastante estranho, acordou os dois filhos, um rapaz de 14 anos e uma rapariga de 12. A m?e decidiu entrar na casa dos vizinhos, ficando os dois filhos em casa. A m?e entrou para buscar o seu marido, estando a porta aberta, as luzes desligam-se, come?a a gritar, a pedir ajuda?A cidade abanava literalmente, estava a haver um terramoto. O som e o terramoto finalmente cessam passados uns minutos, ao mesmo tempo. Entretanto, a menina tinha ido chamar o seu irm?o mais velho, que decidiu voltar a dormir. Acordou-o, vestiram algo confort?vel e aconchegante, e sa?ram. Chegaram a casa ao lado, e ouviram muitas pessoas a gritar desesperadamente pelas suas vidas. O que estava naquela casa dos seus vizinhos saiu. Olharam para tr?s para sua casa e viram um vulto enorme preto, e depois do vulto ter passado, viram que esta estava coberta de sangue. O rapaz pegou no seu telem?vel Nokia topo de gama, que tinha recebido no seu anivers?rio, h? uma semana atr?s, e telefonou para a pol?cia local. Ningu?m atendia? Decidiram ir ent?o a p? a esquadra, um edif?cio diferente de todos os outros da cidade, pintado em azul, branco, preto e vermelho. As ruas com cal?ada de pedra j? antiga, que cobriam toda a cidade, estavam desertas, e as casas todas cobertas de sangue. A esquadra tamb?m estava coberta, e l? dentro, todos os pol?cias se encontravam mortos. N?o havia ind?cios de sangue, o sangue nas ruas e casas era inexplic?vel. A rapariga e o rapaz, vendo que a popula??o da cidade tinha sido obliterada, menos eles, pegaram nas chaves dum carro da pol?cia, um velho Ford de 1987, e ouviram uma porta a fechar. Guiaram at? bem longe daquela cidade, at? a gasolina acabar?A? iriam pensar no que fazer das suas vidas. Procurar um parente, talvez. Come?ar uma vida nova, tamb?m poderia ser poss?vel. Algo estranho, maquiav?lico e macabro tinha acontecido naquela cidade, e o que haveria dentro daquela casa e foi libertado durante a obra que o vizinho fez era a resposta.

 

Agora est? muito maior :D

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Pelo que tou a pensar, v?o se passar mais 10 anos at? voltarem a esta cidade, portanto, se tentar vender a uma editora ou l? o que, vai ter pra? 200 p?ginas.

 

EDIT: Acrescentei uns detalhes:

 

Em 2003, na remota cidade de Carson, na Calif?rnia, no dia 23 de Dezembro, fazia um frio enorme, -10?. Os habitantes da cidade n?o estavam habituados a tal temperatura. As casas estavam todas cobertas de neve, e cheias de enfeites de Natal. Eram 3 da manh?. Toda a gente acorda com um som estranho vindo da casa ao lado, uma casa velha, feita de madeira, onde viviam os seus vizinhos, um casal muito amig?vel e simp?tico…O homem mais velho da casa, o pai, veste algo mais quente, e vai a essa casa, toca a campainha dessa casa e a mulher convidou-o a entrar, disse que o seu marido tinha estado a fazer obras, e esse foi o barulho estranho que l? viviam e ele entra. Sil?ncio total…Passado 1 minuto, ouve-se ele a gritar durante um tempo que parecia infinito, at? o som agudo e torturante para. A sua esposa, achou aquilo bastante estranho, acordou os dois filhos, um rapaz de 14 anos e uma rapariga de 12. A m?e decidiu entrar na casa dos vizinhos, ficando os dois filhos em casa. A m?e entrou para buscar o seu marido, estando a porta aberta, as luzes desligam-se, come?a a gritar, a pedir ajuda…A cidade abanava literalmente, estava a haver um terramoto. O som e o terramoto finalmente cessam passados uns minutos, ao mesmo tempo. Entretanto, a menina tinha ido chamar o seu irm?o mais velho, que decidiu voltar a dormir. Acordou-o, vestiram algo confort?vel e aconchegante, e sa?ram. Chegaram a casa ao lado, e ouviram muitas pessoas a gritar desesperadamente pelas suas vidas. O que estava naquela casa dos seus vizinhos saiu. Olharam para tr?s para sua casa e viram um vulto enorme preto, e depois do vulto ter passado, viram que esta estava coberta de sangue. O rapaz pegou no seu telem?vel Nokia topo de gama, que tinha recebido no seu anivers?rio, h? uma semana atr?s, e telefonou para a pol?cia local. Ningu?m atendia… Decidiram ir ent?o a p? a esquadra, um edif?cio diferente de todos os outros da cidade, pintado em azul, branco, preto e vermelho. As ruas com cal?ada de pedra j? antiga, que cobriam toda a cidade, estavam desertas, e as casas todas cobertas de sangue. A esquadra tamb?m estava coberta, e l? dentro, todos os pol?cias se encontravam mortos. N?o havia ind?cios de sangue, o sangue nas ruas e casas era inexplic?vel. A rapariga e o rapaz, vendo que a popula??o da cidade tinha sido obliterada, menos eles, pegaram nas chaves dum carro da pol?cia, um velho Ford de 1987, e ouviram uma porta a fechar. Guiaram at? bem longe daquela cidade, at? a gasolina acabar…A? iriam pensar no que fazer das suas vidas. Procurar um parente, talvez. Come?ar uma vida nova, tamb?m poderia ser poss?vel. Algo estranho, maquiav?lico e macabro tinha acontecido naquela cidade, e o que haveria dentro daquela casa e foi libertado durante a obra que o vizinho fez era a resposta.

 

Agora est? muito maior :D

 

Eu acho que passas muito repentinamente da ac??o para a descri??o e tamb?m tens a? erros de conjuga??o de verbos etc. Se queres um conselho, antes de te aventurar nessas grandes est?rias, come?a por fazer textos pequenos, adquire experi?ncia ;)

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Eu acho que passas muito repentinamente da ac??o para a descri??o e tamb?m tens a? erros de conjuga??o de verbos etc. Se queres um conselho, antes de te aventurar nessas grandes est?rias, come?a por fazer textos pequenos, adquire experi?ncia ;)

 

ok :). Esta hist?ria vai passar para 2? plano...vou escrever algo diferente para me ir habituando

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Imagin?rio

 

"Palavras sao palavras, cabe ao homem escrev?-las certo."

 

Seja real ou emp?rica

Profana ou sat?rica

Para ser cantada

Ou para ser escutada

Capaz d fazer amar ou odiar

Capaz d unir ou desenla?ar

Seja inteligente ou b?sica

Seja alegre ou tr?gica

Seja ?dio ou seja amor

Seja escurid?o ou seja cor

Seja cl?ssica ou moderna

Gravada num livro ou numa caverna

? poesia!

Seja Cam?es ou Pessoa ou Gil Vicente

? ela a alma da gente

Imaginarmos a vida sem poesia?

Como seria?

O fim da arte?

Ou uma nova forma de arte?

Quer queiramos, quer n?o

Ela a? est?... sem pedir autoriza?ao

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"Tra?os"

 

Tra?os profundos. Como rasgos,

Que h? muito viram a cor do sangue jorrar,

Permanecem abertos: cicatrizes horrendas de dores passadas,

Que pairam nas minhas costas,

A cada palavra,

A cada passo,

A cada segundo...

 

Tra?os negros. Como t?mulos,

De uma morte anunciada que nunca chegou,

Mas que tudo levou...

Tudo!

Tudo...

Toda a alegria,

Toda a cor,

Toda a paz,

Restou o amor.

 

? triste d?diva, presente envenenado...

Desprezo o que me controla!

Abomino o que me sufoca!...

Mas a ti... S? a ti, que,

A cada respirar, a cada simples sentir,

Me marcas, me matas, me destr?is,

Abro a porta! E, confuso,

Dou o mote ao meu pr?prio fim.

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Mesquita :handclap:

 

Um texto sobre o que se t?m passado nos ?ltimos dias

 

 

Futuro

A apatia e o t?dio tomam conta de mim como dois monstros, monstros de pesadelos em que n?s queremos fugir e n?o conseguimos. A minha m?e continua a pregar-me o velho do serm?o, em que fala no meu futuro. O meu futuro?

 

Cara?as, deixem-me aproveitar os melhores anos da vida, aqueles anos em que posso fazer palha?adas sem levar logo na cabe?a, aquelas alturas em que estamos todos na galhofa, aquelas conversas s?rias sobre assunto nenhum. Deixem-me viver (censurado)o!

 

Bosque

Caminho sem destino, sem rumo, sem futuro. Caminho apenas por caminhar, pelo prazer de caminhar. Um raio de sol irrompe por entre as arvores, o primeiro raio de sol do dia. Sinto-me aquecido por dentro, como nunca me tinha sentido, em todo a minha vida. Sorrio, como talvez nunca tenha sorrido. Continuo a caminhar, apenas a ouvir o chilrear dos p?ssaros, a sentir a natureza. Apercebo-me que esta era uma oportunidade ?nica, e sento-me. A ver a Natureza, como todos pelo menos uma vez na vida deveriam fazer.

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Tem sido dif?cil escrever algo decente nestes ?ltimos tempos t?o dif?ceis. S? mesmo frases soltas.

 

"Que mal fizeste a ti pr?pria, para teres medo de te sentir a ti mesma?"

 

P.S. Colossus, prefiro o segundo. ;)

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P.S. Colossus, prefiro o segundo. ;)

Gosto dos dois, o primeiro foi escrito num momento mais "lixado", o segundo mostra mais um ambi??o e um objectivo meu, ficar s? a ver a Natureza

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Nunca aqui escrevi, apesar de gostar muito de o fazer. Escrevo aqui pelo prazer que me d? escrever, libertar o que me vai na alma. Mas n?o esperem grande coisa.

 

Este relaciona-se com algo em que penso, estupidamente, quando podia fazer coisas bem mais ?teis. :|

 

 

O desespero, a morte

Por vezes penso na vida, naquilo que a vida me traz. Questiono-me acerca da sua autenticidade, da sua verdade.

 

Questiono-me tamb?m sobre o fen?meno da morte, tudo o que a envolve. Pergunto-me se suportaria a dor de um fim de vida de agonia e sofrimento, se n?o seria um fraco quando algo acontecesse a quem conhe?o.

 

A vida desilude-nos muitas vezes, mas ? o bem que mais queremos conservar. ? o ?nico que nos faz rir, nos faz chorar, existir, enfim, poder sentir tudo: o bem e o mal. E ? para sentir, para amar e sofrer que n?o quero que alguma vez a vida acabe.

 

Mas tenho medo, muito medo, ?s vezes: coisas de adolescente, talvez! Sinto-me fraco, impotente perante algo que certamente nos tirar? em definitivo deste mundo. A morte ? o que mais temo, o que mais desejo afastar.

 

Cabe-me aproveitar a vida enquanto vivo. Posso consider?-la longa mas sinto-a esvair-se a cada segundo que passa, o tempo est? a passar. Quero viver, pelo menos enquanto posso!

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Grande texto Vuk :handclap:

 

Curiosamente ? parecido com o meu primeiro :lol:

 

Por acaso sinto o mesmo que tu ;)

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A morte ? a ?nica coisa que n?o temo. ? a mais directa das consequ?ncias do facto de estar vivo. E, que diabos, eu gosto de viver. Mas gosto mesmo!

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A morte ? a ?nica coisa que n?o temo. ? a mais directa das consequ?ncias do facto de estar vivo. E, que diabos, eu gosto de viver. Mas gosto mesmo!

:prayer:

 

Mas eu temo, e admito-o sem rodeios. Por vezes envergonho-me disso. Mas ir? passar-me, por certo.

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N?o h? que ter vergonha de ter medo daquela que nunca se atrasa.

Talvez tenhas raz?o.

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A minha fase de "poeta" j? se foi h? uns anos atr?s, infelizmente. Orgulho-me das pe?as que escrevi, apesar de n?o saber de nenhuma delas. S? me restou na mente algo que "escrivinhei" em ingl?s, ir?nicamente...

 

 

"Nightmares"

Searching in my bed, wondering in my dreams

A distant shadow crosses my vision.

 

I can't identify that shape.

(shoul i realy try to?)

 

Maybe it's a nightmare searching for my soul, maybe the dream i always longed for.

 

I walk across the emptyness full of questions in my mind

i just won't wake up before the end of my time.

I march like a soldier towards that spot of light

the darkness within seems to streghth my fight

 

The more i walk, the less i progress. I stumble down full of deception in my chest.

 

This senseless quest has finally come to an end

and i still can't find an answer to ease my head.

When i woke up, only then i realised...

 

... to hunt down dreams is as dangerous as unwise.

 

 

Pe?o desculpa pelos erros, mas principalmente por n?o estar escrito na nossa encantadora l?ngua. Espero que tenham gostado. ;)

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