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Lando

Consolas | Discussão Geral

Publicações recomendadas

Citação de Sandes., há 42 minutos:

Elabora pf

Uma subscrição, se for pelos moldes atuais da PS a título de exemplo, não tem os jogos que tu queres jogar, mas os jogos que estão em catálogo. E mesmo que o jogo que queres jogar esteja lá, eles vão saindo do catálogo e vão outros pro seu lugar.

Comprei o bloodborne em 2019 e jogo sempre que me apetece. E não tenho de estar com o hassle de estar a pôr o cd para fazer o download do jogo novamente.

Aliás, o cd só deveria conter a licença para o jogo, usavas uma vez e estava. O conteúdo downloadable deveria estar por inteiro online. 

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Acho que não é isso que ele quis dizer na entrevista. 

Eu acho que tem a haver com as versões digitais para as versões em cd, acho que temos cada vez mais entender que os jogos em CD vão acabar mas acho que isso é meio óbvio, mas aquela pequena % de malta que gosta de ter o jogo em cd vai acabar a pousar a consola muito provavelmente. 

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Citação de Sandes., há 1 hora:

https://www.ign.com/articles/ubisoft-exec-says-gamers-need-to-get-comfortable-not-owning-their-games-for-subscriptions-to-take-off

 

Há uns tempos discutimos aqui sobre o perigo que é a normalização do jogo puramente digital. Na altura acharam que eu estava a ser pessimista, cada vez acho mais que estou certo nesse pessimismo

Está a acontecer nos jogos e nos filmes em que muitas lojas físicas estão simplesmente a deixar de vender.

É péssimo para o consumidor.

Editado por Apocalypse Now

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num mundo, onde a cada passo que dou, só vejo plástico, não vou perder o sono por não ter a versão física de um jogo, filme, o que for, mesmo perdendo benefícios para o consumidor

não que quem puxe os cordelinhos pelo mercado digital esteja muito preocupado com o meio-ambiente, mas da minha parte, ganhei alguma consciência para esse fato 

agora acredito que os puristas da coisa estejam mais chateados, mas é o que é

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É tudo muito bonito, até o serviço para o qual estares a pagar simplesmente tirar o conteúdo se bem lhe apetecer.

Cópia fisica é tua e ninguém pode tirar.

No caso especifico dos filmes não é só isso, a qualidade que vem num Bluray não é possivel de obter num qualquer serviço de streaming, fora os extras.

Editado por Apocalypse Now
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Citação de Apocalypse Now, há 1 hora:

É tudo muito bonito, até o serviço para o qual estares a pagar simplesmente tirar o conteúdo se bem lhe apetecer.

Cópia fisica é tua e ninguém pode tirar.

No caso especifico dos filmes não é só isso, a qualidade que vem num Bluray não é possivel de obter num qualquer serviço de streaming, fora os extras.

aka Ubisoft.

meanwhile https://www.eurogamer.net/larian-studios-games-wont-be-on-subscription-services-says-ceo-swen-vincke

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Acho que é importante não misturarmos alhos com bugalhos. Serviços de subscrição (e.g. game pass) e a aquisição em formato digital são coisas fundamentalmente diferentes. É como um serviço da Netflix vs. comprar um filme no Youtube, se isso ainda existir.

Eu não tenho problemas com a transição para o digital, mas a minha principal preocupação é a perda de jogos. Basta dar um exemplo simples: é impossível alguém jogar um clássico da infância de muitos de nós como o Pokémon Blue/Red legalmente. O jogo já não é produzido, o jogo não está disponível em formato digital, restam ROMs e revenda (que tecnicamente é ilegal ou, no melhor dos casos, uma área bastante cinzenta).

E isto não é pior caso. Felizmente os exemplos que dei são jogos que estão preservados e é possível replica-los. Mas e os outros?

A associação Video Game History fez um estudo consideravelmente detalhado e lançou os detalhes o ano passado onde notava que 87% dos jogos clássicos (jogos lançados antes de 2010) estariam em risco de extinção. Isso é preocupante.

https://www.theverge.com/2023/7/14/23792586/classic-game-preservation-video-game-history-foundation-esa já li o ano passado, mas por alto pareceu-me que faz um bom resumo.

Para a transição para o digital dar-se com sucesso para todos é importante garantir duas coisas: a preservação definitiva dos jogos legalmente e a garantia dos direitos de quem adquire os jogos. O primeiro é mais complicado do que o segundo, até porque as empresas têm noção da má imprensa que é se amanhã a Sony decidir ir à conta do Sandes e dizer "ai é, tu já não jogas mais Last of Us, toma lá seu esquerdalha" e ele decidir ir para o Reddit/Twitter fazer banzé, enquanto que o primeiro já envolve as leis arcaicas de copyright.

Já modelos de subscrição... acho que é uma evolução natural da indústria, oferecer essa possibilidade. Eu gosto de ter os jogos, gosto de ter a minha coleção dos que gosto mais, gosto de ter a minha coleção geral incluindo digital, mas não tenho problemas com a existência de serviços como o Gamepass. Não acho é que esse serviço deva algum dia substituir as outras duas opções.

No fundo, eu acho que sei o que é isto: o gajo da Ubisoft viu o que o idiota do presidente da Square disse sobre NFTs e o uso de AI em 2024 e decidiu "será que consigo ser ainda mais atrasado?".

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Citação de El Shafto, há 28 minutos:

Acho que é importante não misturarmos alhos com bugalhos. Serviços de subscrição (e.g. game pass) e a aquisição em formato digital são coisas fundamentalmente diferentes. É como um serviço da Netflix vs. comprar um filme no Youtube, se isso ainda existir.

Eu não tenho problemas com a transição para o digital, mas a minha principal preocupação é a perda de jogos. Basta dar um exemplo simples: é impossível alguém jogar um clássico da infância de muitos de nós como o Pokémon Blue/Red legalmente. O jogo já não é produzido, o jogo não está disponível em formato digital, restam ROMs e revenda (que tecnicamente é ilegal ou, no melhor dos casos, uma área bastante cinzenta).

E isto não é pior caso. Felizmente os exemplos que dei são jogos que estão preservados e é possível replica-los. Mas e os outros?

A associação Video Game History fez um estudo consideravelmente detalhado e lançou os detalhes o ano passado onde notava que 87% dos jogos clássicos (jogos lançados antes de 2010) estariam em risco de extinção. Isso é preocupante.

https://www.theverge.com/2023/7/14/23792586/classic-game-preservation-video-game-history-foundation-esa já li o ano passado, mas por alto pareceu-me que faz um bom resumo.

Para a transição para o digital dar-se com sucesso para todos é importante garantir duas coisas: a preservação definitiva dos jogos legalmente e a garantia dos direitos de quem adquire os jogos. O primeiro é mais complicado do que o segundo, até porque as empresas têm noção da má imprensa que é se amanhã a Sony decidir ir à conta do Sandes e dizer "ai é, tu já não jogas mais Last of Us, toma lá seu esquerdalha" e ele decidir ir para o Reddit/Twitter fazer banzé, enquanto que o primeiro já envolve as leis arcaicas de copyright.

Já modelos de subscrição... acho que é uma evolução natural da indústria, oferecer essa possibilidade. Eu gosto de ter os jogos, gosto de ter a minha coleção dos que gosto mais, gosto de ter a minha coleção geral incluindo digital, mas não tenho problemas com a existência de serviços como o Gamepass. Não acho é que esse serviço deva algum dia substituir as outras duas opções.

No fundo, eu acho que sei o que é isto: o gajo da Ubisoft viu o que o idiota do presidente da Square disse sobre NFTs e o uso de AI em 2024 e decidiu "será que consigo ser ainda mais atrasado?".

i mean

https://www.ubisoft.com/en-us/game/the-crew/the-crew/news-updates/mOR3tviszkxfeQCUKxhOV/an-update-on-the-crew

Citação

 

Today, The Crew 1, including all its editions, and virtual currency packs, will be delisted from all online stores. The game will remain playable until March 31st, 2024, for all The Crew 1 owners. After this date, the servers will be shut down, which means that the game will not be accessible anymore on any platform, including PC / Xbox 360 / Xbox One / PlayStation 4 / Amazon Luna and Ubisoft+.

 

ser atrasado é o business model deles.

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vou ser duro, mas isso da preservação dos jogos é um meme

estamos a falar de software, que precisa de ser replicado 5 a cada 5 anos em hardwares diferentes, com custo de servidores e por aí fora, não é só estalar os dedos e tudo fica no ponto

é só pegar na PS3, no quão complexa é a arquitetura e perceber que é muito mais difícil de preservar do que se pensa 

se a nintendo podia ser menos filho da p*ta no que toca ao backwards compatiblity, ya, mas isso é um sonho

para não falar de que hoje em dia, ter um jogo físico sem acesso à internet, é ter um produto incompleto, dada a continuidade de day one patches e conteúdo bónus que são adicionados depois, por isso onde está a preservação aí? o conteúdo digital criado não conta?

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Citação de El Shafto, há 2 horas:

Acho que é importante não misturarmos alhos com bugalhos. Serviços de subscrição (e.g. game pass) e a aquisição em formato digital são coisas fundamentalmente diferentes. É como um serviço da Netflix vs. comprar um filme no Youtube, se isso ainda existir.

Eu não tenho problemas com a transição para o digital, mas a minha principal preocupação é a perda de jogos. Basta dar um exemplo simples: é impossível alguém jogar um clássico da infância de muitos de nós como o Pokémon Blue/Red legalmente. O jogo já não é produzido, o jogo não está disponível em formato digital, restam ROMs e revenda (que tecnicamente é ilegal ou, no melhor dos casos, uma área bastante cinzenta).

E isto não é pior caso. Felizmente os exemplos que dei são jogos que estão preservados e é possível replica-los. Mas e os outros?

A associação Video Game History fez um estudo consideravelmente detalhado e lançou os detalhes o ano passado onde notava que 87% dos jogos clássicos (jogos lançados antes de 2010) estariam em risco de extinção. Isso é preocupante.

https://www.theverge.com/2023/7/14/23792586/classic-game-preservation-video-game-history-foundation-esa já li o ano passado, mas por alto pareceu-me que faz um bom resumo.

Para a transição para o digital dar-se com sucesso para todos é importante garantir duas coisas: a preservação definitiva dos jogos legalmente e a garantia dos direitos de quem adquire os jogos. O primeiro é mais complicado do que o segundo, até porque as empresas têm noção da má imprensa que é se amanhã a Sony decidir ir à conta do Sandes e dizer "ai é, tu já não jogas mais Last of Us, toma lá seu esquerdalha" e ele decidir ir para o Reddit/Twitter fazer banzé, enquanto que o primeiro já envolve as leis arcaicas de copyright.

Já modelos de subscrição... acho que é uma evolução natural da indústria, oferecer essa possibilidade. Eu gosto de ter os jogos, gosto de ter a minha coleção dos que gosto mais, gosto de ter a minha coleção geral incluindo digital, mas não tenho problemas com a existência de serviços como o Gamepass. Não acho é que esse serviço deva algum dia substituir as outras duas opções.

No fundo, eu acho que sei o que é isto: o gajo da Ubisoft viu o que o idiota do presidente da Square disse sobre NFTs e o uso de AI em 2024 e decidiu "será que consigo ser ainda mais atrasado?".

nem isso no caso de comprar filmes
https://www.theverge.com/2022/7/8/23199861/playstation-store-film-tv-show-removed-austria-germany-studiocanal

 

tens aqui um caso onde pessoas compraram um filme e ficam sem ele
e recentemente houve um caso duma plataforma inteira mas não me lembro qual foi

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Citação de lordbifana, há 5 minutos:

nem isso no caso de comprar filmes
https://www.theverge.com/2022/7/8/23199861/playstation-store-film-tv-show-removed-austria-germany-studiocanal

 

tens aqui um caso onde pessoas compraram um filme e ficam sem ele
e recentemente houve um caso duma plataforma inteira mas não me lembro qual foi

isto? https://gamerant.com/playstation-store-tv-shows-discovery-losing-access-why/

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Citação de Rōnin, há 1 hora:

vou ser duro, mas isso da preservação dos jogos é um meme

estamos a falar de software, que precisa de ser replicado 5 a cada 5 anos em hardwares diferentes, com custo de servidores e por aí fora, não é só estalar os dedos e tudo fica no ponto

é só pegar na PS3, no quão complexa é a arquitetura e perceber que é muito mais difícil de preservar do que se pensa 

se a nintendo podia ser menos filho da p*ta no que toca ao backwards compatiblity, ya, mas isso é um sonho

para não falar de que hoje em dia, ter um jogo físico sem acesso à internet, é ter um produto incompleto, dada a continuidade de day one patches e conteúdo bónus que são adicionados depois, por isso onde está a preservação aí? o conteúdo digital criado não conta?

Eu não sei o que é que o que quer que seja que escreveste faz com que seja um meme, apenas listaste algumas das barreiras que existem simplesmente.

Usar a PS3 como exemplo também é querer enviesar as coisas de forma desonesta, é um outlier muito particular e não é como se a emulação não existisse (existe e joga perfeitamente algo como 70% da biblioteca). É suposto deixar o barco todo ir ao fundo porque não dá para salvar 1 pessoa?

Isto nem é uma questão de retro compatibilidade, é uma questão de eu ter uma PSP e poder aceder à biblioteca dela. 

"Ah mas os custos" sim, estou tão preocupado com os custos de empresas que lucram nos biliões de dólares todos os anos e se um engravatado qualquer vai ter um bónus de 5 milhões em vez de 10 quanto eles estão preocupados com não tornar hardware antigo essencialmente em pisa papéis de nostalgia.

Citação de lordbifana, há 13 minutos:

nem isso no caso de comprar filmes
https://www.theverge.com/2022/7/8/23199861/playstation-store-film-tv-show-removed-austria-germany-studiocanal

 

tens aqui um caso onde pessoas compraram um filme e ficam sem ele
e recentemente houve um caso duma plataforma inteira mas não me lembro qual foi

Não sei o que é que eu disse que fosse contra isso, mas isso eram exatamente os casos que mencionava com a transição para o digital também acarretar uma maior proteção do consumidor, para evitar precisamente esses casos.

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Citação de El Shafto, há 17 minutos:

Não sei o que é que eu disse que fosse contra isso, mas isso eram exatamente os casos que mencionava com a transição para o digital também acarretar uma maior proteção do consumidor, para evitar precisamente esses casos.

era mais no sentido de reforçar que a aquisição digital pode resultar em perder acesso ao conteudo..ou seja nunca chegou realmente a ser teu

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Citação de El Shafto, há 4 horas:

Acho que é importante não misturarmos alhos com bugalhos. Serviços de subscrição (e.g. game pass) e a aquisição em formato digital são coisas fundamentalmente diferentes. É como um serviço da Netflix vs. comprar um filme no Youtube, se isso ainda existir.

Eu não tenho problemas com a transição para o digital, mas a minha principal preocupação é a perda de jogos. Basta dar um exemplo simples: é impossível alguém jogar um clássico da infância de muitos de nós como o Pokémon Blue/Red legalmente. O jogo já não é produzido, o jogo não está disponível em formato digital, restam ROMs e revenda (que tecnicamente é ilegal ou, no melhor dos casos, uma área bastante cinzenta).

E isto não é pior caso. Felizmente os exemplos que dei são jogos que estão preservados e é possível replica-los. Mas e os outros?

A associação Video Game History fez um estudo consideravelmente detalhado e lançou os detalhes o ano passado onde notava que 87% dos jogos clássicos (jogos lançados antes de 2010) estariam em risco de extinção. Isso é preocupante.

https://www.theverge.com/2023/7/14/23792586/classic-game-preservation-video-game-history-foundation-esa já li o ano passado, mas por alto pareceu-me que faz um bom resumo.

Para a transição para o digital dar-se com sucesso para todos é importante garantir duas coisas: a preservação definitiva dos jogos legalmente e a garantia dos direitos de quem adquire os jogos. O primeiro é mais complicado do que o segundo, até porque as empresas têm noção da má imprensa que é se amanhã a Sony decidir ir à conta do Sandes e dizer "ai é, tu já não jogas mais Last of Us, toma lá seu esquerdalha" e ele decidir ir para o Reddit/Twitter fazer banzé, enquanto que o primeiro já envolve as leis arcaicas de copyright.

Já modelos de subscrição... acho que é uma evolução natural da indústria, oferecer essa possibilidade. Eu gosto de ter os jogos, gosto de ter a minha coleção dos que gosto mais, gosto de ter a minha coleção geral incluindo digital, mas não tenho problemas com a existência de serviços como o Gamepass. Não acho é que esse serviço deva algum dia substituir as outras duas opções.

No fundo, eu acho que sei o que é isto: o gajo da Ubisoft viu o que o idiota do presidente da Square disse sobre NFTs e o uso de AI em 2024 e decidiu "será que consigo ser ainda mais atrasado?".

100% de acordo

tudo tem as suas vantagens.

imagina que antes de comprar um jogo em formato digital, este encontra-se no gamepass e vou passá-lo para ver se gosto do jogo. se gostar, depois posso compra-lo e ai sim é irrelevante se fica no gamepass ou não. 

imaginem que gasto dinheiro em um jogo digital e depois não gosto. nem há forma de o vender usado. o gamepass é bom para "testar". se gostar assim tanto, compra-se. se não gostar, não se pega mal. é quase como um "trial"

a desvantagem do digital é simplesmente não dar para vende-los em segunda mão. perde-se uma possibilidade de recuperar algum investimento. 

fora isso, nada contra.

é mais complicado para quem gosta de colecionar, mas é a vida. há que saber aceitar. 

e nem há a questão do cd riscar-se e o jogo deixar de estar em condições. digitalmente isso deixa de ser um problema.

só mais um se não: o espaço do disco. para ter os jogos durante anos, é preciso ter uma capacidade enorme de armazenamento....

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Citação de Eden Hazard, há 16 minutos:

100% de acordo

tudo tem as suas vantagens.

imagina que antes de comprar um jogo em formato digital, este encontra-se no gamepass e vou passá-lo para ver se gosto do jogo. se gostar, depois posso compra-lo e ai sim é irrelevante se fica no gamepass ou não. 

imaginem que gasto dinheiro em um jogo digital e depois não gosto. nem há forma de o vender usado. o gamepass é bom para "testar". se gostar assim tanto, compra-se. se não gostar, não se pega mal. é quase como um "trial"

a desvantagem do digital é simplesmente não dar para vende-los em segunda mão. perde-se uma possibilidade de recuperar algum investimento. 

fora isso, nada contra.

é mais complicado para quem gosta de colecionar, mas é a vida. há que saber aceitar. 

e nem há a questão do cd riscar-se e o jogo deixar de estar em condições. digitalmente isso deixa de ser um problema.

só mais um se não: o espaço do disco. para ter os jogos durante anos, é preciso ter uma capacidade enorme de armazenamento....

Para isso tens a politica de reembolso da steam, por exemplo. Tens 2h para jogar e se não gostares, dão-te o reembolso sem problemas.

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Citação de Longineu, Agora:

Para isso tens a politica de reembolso da steam, por exemplo. Tens 2h para jogar e se não gostares, dão-te o reembolso sem problemas.

duas horas pode ser pouco.

se passares e gostares tanto, podes comprar.

se vês que não vale a pena, é só seguir em frente e não pegar mais no jogo.

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Citação de Eden Hazard, há 2 minutos:

duas horas pode ser pouco.

se passares e gostares tanto, podes comprar.

se vês que não vale a pena, é só seguir em frente e não pegar mais no jogo.

também é verdade. tbh eu gastei 20€ no gamepass para não gastar 70 no forza e por um lado acho que fiz bem porque achei o jogo uma m*rda mas por outro foram 20 ao charco porque não vi lá mais nada que quisesse jogar 😂

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Citação de Longineu, Agora:

também é verdade. tbh eu gastei 20€ no gamepass para não gastar 70 no forza e por um lado acho que fiz bem porque achei o jogo uma m*rda mas por outro foram 20 ao charco porque não vi lá mais nada que quisesse jogar 😂

é um trial mais extenso 

se tiver na duvida, mais vale jogar lá e, caso se queira, é só comprar. 

o problema é mesmo perder o mercado de jogos usados.

por outro lado, tendo esse tipo de serviços, arranjam-se algumas promoções interessantes 

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Citação de Eden Hazard, há 1 minuto:

é um trial mais extenso 

se tiver na duvida, mais vale jogar lá e, caso se queira, é só comprar. 

o problema é mesmo perder o mercado de jogos usados.

por outro lado, tendo esse tipo de serviços, arranjam-se algumas promoções interessantes 

yep.

eu não gosto de serviços de subscrição de jogos. prefiro tê-los na conta porque assim jogo quando quero e a maior parte deles compro-os em promoção e fica tudo basicamente na steam. se bem que também estou a ver na gog, que esses sim, dão-te os jogos.  pena é que a maior parte sejam jogos antigos e indies.

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Citação de El Shafto, há 2 horas:

Eu não sei o que é que o que quer que seja que escreveste faz com que seja um meme, apenas listaste algumas das barreiras que existem simplesmente.

Usar a PS3 como exemplo também é querer enviesar as coisas de forma desonesta, é um outlier muito particular e não é como se a emulação não existisse (existe e joga perfeitamente algo como 70% da biblioteca). É suposto deixar o barco todo ir ao fundo porque não dá para salvar 1 pessoa?

Isto nem é uma questão de retro compatibilidade, é uma questão de eu ter uma PSP e poder aceder à biblioteca dela. 

"Ah mas os custos" sim, estou tão preocupado com os custos de empresas que lucram nos biliões de dólares todos os anos e se um engravatado qualquer vai ter um bónus de 5 milhões em vez de 10 quanto eles estão preocupados com não tornar hardware antigo essencialmente em pisa papéis de nostalgia.

Não sei o que é que eu disse que fosse contra isso, mas isso eram exatamente os casos que mencionava com a transição para o digital também acarretar uma maior proteção do consumidor, para evitar precisamente esses casos.

Parece-me um bocado um contra senso de enviesar medidas mais capitalistas (jogos físicos) e ao mesmo tempo não compreender que é o próprio capitalismo que impede que os jogos/filmes/whatever físicos não se concretizem como antigamente.

O busílis da questão está na forma como o mercado digital está estruturado e a ideia de que a solução está no físico é-me obtusa pelas razões ambientais que já mencionei. 

Eu próprio tenho uma coleção de jogos e olho para aquilo e é um desperdício. Onde estou a preservar o que quer que seja por os ter? Não vai para uma biblioteca ou para um arquivo.

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Citação de Longineu, há 41 minutos:

yep.

eu não gosto de serviços de subscrição de jogos. prefiro tê-los na conta porque assim jogo quando quero e a maior parte deles compro-os em promoção e fica tudo basicamente na steam. se bem que também estou a ver na gog, que esses sim, dão-te os jogos.  pena é que a maior parte sejam jogos antigos e indies.

a questão é que os serviços de subscrição também permitem jogar online. o essential, da playstation, não está a 9e? mais um bocado e ja´se tem o plus com muitos jogos. acho que compensa a diferença. 

já para não falar que há o jogo do mês ou algo assim do género.

o serviço é porreiro e faz todo o sentido.  

tendo o serviço, arranjam-se promoções e compra-se os jogos que se quer mais barato, que já compensa a diferença de gasto que se teria ao comprar o jogo sem a promoção por ter o serviço.

a modalidade do gamepass, que dá para aderir sem ter a consola, é muito, muito bacana. 

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Citação de Rōnin, há 27 minutos:

Parece-me um bocado um contra senso de enviesar medidas mais capitalistas (jogos físicos) e ao mesmo tempo não compreender que é o próprio capitalismo que impede que os jogos/filmes/whatever físicos não se concretizem como antigamente.

O busílis da questão está na forma como o mercado digital está estruturado e a ideia de que a solução está no físico é-me obtusa pelas razões ambientais que já mencionei. 

Eu próprio tenho uma coleção de jogos e olho para aquilo e é um desperdício. Onde estou a preservar o que quer que seja por os ter? Não vai para uma biblioteca ou para um arquivo.

Já percebi qual é o problema: Eu não disse, acho eu, que a única solução para a preservação de jogos é o seu meio físico.

Aliás, estes esforços de preservação até se têm tornado cada vez mais comuns (apesar de, evidentemente, não o suficiente) e de diferentes maneiras. Se amanhã a Nintendo se lembrar de lançar o Pokémon Blue/Red na Nintendo Switch na sua loja digital ou no seu emulador, isso é um esforço de preservação, por exemplo.

A conversa começa no físico contra o digital, mas nunca dei a entender que uma forma de preservação era melhor que a outra. O que eu disse é que a preservação dos jogos era um dos principais problemas de um mercado puramente digital porque o consumidor poucos direitos tem e quando a empresa decidir puxar o cabo do servidor, bye bye. Se são conservados fisicamente os cartuchos e manuais ou se é digitalmente através de uma ROM, por exemplo, tanto me faz. Interessa-me é que aconteça e seja legalmente acessível.

Dei o exemplo dos Pokémons por isso mesmo, porque até há anos recentes estavam acessíveis digitalmente e com o fechar da loja da DS, finito.

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Citação de El Shafto, há 6 horas:

Acho que é importante não misturarmos alhos com bugalhos. Serviços de subscrição (e.g. game pass) e a aquisição em formato digital são coisas fundamentalmente diferentes. É como um serviço da Netflix vs. comprar um filme no Youtube, se isso ainda existir.

Eu não tenho problemas com a transição para o digital, mas a minha principal preocupação é a perda de jogos. Basta dar um exemplo simples: é impossível alguém jogar um clássico da infância de muitos de nós como o Pokémon Blue/Red legalmente. O jogo já não é produzido, o jogo não está disponível em formato digital, restam ROMs e revenda (que tecnicamente é ilegal ou, no melhor dos casos, uma área bastante cinzenta).

E isto não é pior caso. Felizmente os exemplos que dei são jogos que estão preservados e é possível replica-los. Mas e os outros?

A associação Video Game History fez um estudo consideravelmente detalhado e lançou os detalhes o ano passado onde notava que 87% dos jogos clássicos (jogos lançados antes de 2010) estariam em risco de extinção. Isso é preocupante.

https://www.theverge.com/2023/7/14/23792586/classic-game-preservation-video-game-history-foundation-esa já li o ano passado, mas por alto pareceu-me que faz um bom resumo.

Para a transição para o digital dar-se com sucesso para todos é importante garantir duas coisas: a preservação definitiva dos jogos legalmente e a garantia dos direitos de quem adquire os jogos. O primeiro é mais complicado do que o segundo, até porque as empresas têm noção da má imprensa que é se amanhã a Sony decidir ir à conta do Sandes e dizer "ai é, tu já não jogas mais Last of Us, toma lá seu esquerdalha" e ele decidir ir para o Reddit/Twitter fazer banzé, enquanto que o primeiro já envolve as leis arcaicas de copyright.

Já modelos de subscrição... acho que é uma evolução natural da indústria, oferecer essa possibilidade. Eu gosto de ter os jogos, gosto de ter a minha coleção dos que gosto mais, gosto de ter a minha coleção geral incluindo digital, mas não tenho problemas com a existência de serviços como o Gamepass. Não acho é que esse serviço deva algum dia substituir as outras duas opções.

No fundo, eu acho que sei o que é isto: o gajo da Ubisoft viu o que o idiota do presidente da Square disse sobre NFTs e o uso de AI em 2024 e decidiu "será que consigo ser ainda mais atrasado?".

Existe, queria ver o scarface e custava 4e no youtube, para isso paguei o amazon prime lol.

Desafio-vos a encontrar alguém que ainda tenha leitor de dvd no pc que usa para jogar. A menos que jogue só AoE2 ou assim.

É capaz de caminhar para subscrições, mas por enquanto no pc a STEAM e similares ainda estão muito fortes, só que como a black market das keys deve comer imenso profit a essas empresas, não ficava surpreendido se procurassem uma alternativa rapidamente. Aquela da EA tem a subscrição, mas duvido que façam muito dinheiro tirando naquele mês que a malta paga para jogar fifa mais cedo. O mercado dos jogos ainda é um bocado diferente do dos filmes e séries. Por acaso quando tive nos states conheci uma senhora toda empreendedora que tinha uma ideia de uma plataforma para facilitar o financiamento dos filmes, quase como um demo de um jogo.

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Citação de El Shafto, há 10 horas:

Já percebi qual é o problema: Eu não disse, acho eu, que a única solução para a preservação de jogos é o seu meio físico.

Aliás, estes esforços de preservação até se têm tornado cada vez mais comuns (apesar de, evidentemente, não o suficiente) e de diferentes maneiras. Se amanhã a Nintendo se lembrar de lançar o Pokémon Blue/Red na Nintendo Switch na sua loja digital ou no seu emulador, isso é um esforço de preservação, por exemplo.

A conversa começa no físico contra o digital, mas nunca dei a entender que uma forma de preservação era melhor que a outra. O que eu disse é que a preservação dos jogos era um dos principais problemas de um mercado puramente digital porque o consumidor poucos direitos tem e quando a empresa decidir puxar o cabo do servidor, bye bye. Se são conservados fisicamente os cartuchos e manuais ou se é digitalmente através de uma ROM, por exemplo, tanto me faz. Interessa-me é que aconteça e seja legalmente acessível.

Dei o exemplo dos Pokémons por isso mesmo, porque até há anos recentes estavam acessíveis digitalmente e com o fechar da loja da DS, finito.

ya

vamos a lá ver, a nintendo está-se a marimbar e das três (sony e microsoft) é que gosta mais de ir ao cu do consumidor, lançando jogos antigos às gotinhas e até versões limitadas (que é tipo lol), por isso não creio que o façam com intenções de preservar o que quer que seja, é puro capitalismo como já falámos, se amanhã o pessoal andasse a comprar milhões de jogos da nintendo 64, eles metiam quase tudo cá fora para consumir

o físico tem muitas limitações, seja de capacidade, seja questões ambientais, seja do próprio continuar dependente do digital, por aí fora

é uma situação de m*rda que só evoluirá positivamente quando houver uma revolução na forma como consumimos conteúdo digital 

a situação de subscrições é o que é, preocupa-me mais é a sustentabilidade deste tipo de modelos, do que necessariamente a parte do consumidor, que acaba quase sempre beneficiado, pela quantidade de oferta em relação ao preço praticado

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