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Ghelthon

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Tudo que Ghelthon publicou

  1. Entendo totalmente o que estás a dizer, mas lá dentro é bem pior, acredita. Os ascendentes psicológicos também são uma magia negra, porque influenciam imenso. A certa altura há um clique, algo muda e tu não sabes o quê, e começa a sair-te tudo mal, tudo bem a quem está do outro lado da rede, e és amassado sem saber bem como nem porquê. Acho que em desportos individuais/duplas, como ténis ou padel, isto é mais notório porque lá está, se tu falhas, ninguém vai conseguir fazer as coisas por ti.
  2. Não é assim tão estranho. Não quero comparar, nem a modalidade, nem o nível, nem a pressão, mas ainda ontem no padel estive a ganhar 5-1*, o meu parceiro começou a falhar à grande e a outra dupla a subir o nível, e acabámos a perder 6-7. A parte mental é realmente importante.
  3. Ghelthon

    Empregos

    Bem certo, mas tudo o que eu disse é pessoal também. É assim que eu vejo as coisas. No meu caso pessoal, o meu trabalho define pouco daquilo que sou, tirando o facto de parte do que sou ser dependente do que possuo, e isso também depende do trabalho. Mas não define a minha personalidade, nem vivo para aquilo, nem me vanglorio ou envergonho em função do trabalho ou cargo que tenho. Longe de mim achar que isto é o certo. É o certo para mim, porque valorizo o que valorizo. E também é o certo porque tenho a sorte/mérito de ter alcançado as condições que queria. Como disse antes, dizer estas coisas é mais fácil quando se tem o luxo de ter um bom salário e ter poder de escolha sobre onde se trabalha, algo que a maior parte das pessoas não tem. Resumindo, acho que o importante é cada um sentir-se bem na sua pele e, sobretudo, não ser influenciado a fazer algo só porque hoje em dia se propala que o certo é bater punho e suar a camisola.
  4. É uma excelente ilustração da importância do lado mental na alta competição.
  5. Ghelthon

    Empregos

    Ui, não era nesse sentido de "os outros trabalham e eu fico a coçar". Se for preciso, eu também trabalho extra. Mas, por norma, não é preciso, e portanto ninguém o faz. Há quem faça por recreação pessoal, para querer saber mais de um assunto, para ser melhor, whatever, e isso é perfeitamente válido. E também não estava a dizer que me encosto. Acho que sou bastante bom naquilo que faço, na verdade. Dou sempre o melhor. Mas não tenho uma ambição desmedida de querer subir na empresa, ou querer andar a saltar de empresa em empresa para ganhar mais e/ou subir de posição. É muito o que disse o @Ego Sum, valorizo imenso a estabilidade do meu trabalho e as condições que me são oferecidas. Sei que podia estar a ganhar mais 100€-200€/dia noutra empresa, mas se o custo for horas extra, fins-de-semana, uma chefia sempre em cima de mim a ver o que faço ou onde fui naqueles 5 minutos que demorei a responder, não acho que valha a pena. É muito por aqui.
  6. Muito engraçado isto do One Point Slam.
  7. Ghelthon

    Empregos

    Naturalmente. Todas estas conversas vêm de um lugar onde há opção de escolha e um nível salarial bastante decente, para ser simpático. Quem tem 2 ou 3 trabalhos não os tem porque gosta.
  8. Ghelthon

    Empregos

    Acho sobretudo que é uma questão pessoal, que não deve ser forçada. Há quem viva para o trabalho e é ok, se não afectar a saúde e as outras coisas. De resto, é possível ser realizado e ganhar muito bem sem andar a fazer mais que as 8 horas diárias, nem andar a trocar de empresa anualmente, nem a ser obrigado a ter uma ambição desmedida, nem ter de estar sujeito a chefias tóxicas. Há muito que vi que sou esta pessoa, e fiz as pazes com isso. Se até à reforma (venha ela quando vier) fizer o que faço hoje e a ganhar o que ganho hoje, perfeito.
  9. O que seria do Cotrim e do Ventura...
  10. Desde quando é que isso interessa? Achas que esta gente liga a isso? É tudo uma questão de esquerda/direita, mais nada. Como aliás o Cotrim provou na situação do Ventura. Ele não rejeitou apoiar o Ventura na segunda volta porque sabe bem que prefere ter lá o Ventura do que alguém de esquerda (sendo que dizer que o Seguro é que esquerda é incrivelmente surreal, mas nos tempos que vivemos já nada é surreal, no fundo).
  11. Soube-se hoje que o Yates até já tinha calendário definido e ia ser o líder na Paris-Nice.
  12. É isto, mas também acho que seriam um joker, poderia dar para qualquer lado.
  13. Não acho. Acho que há muita gente mais conservadora no PSD que mais facilmente se revê no Seguro do que no Cotrim. Mas é um exercício difícil, naturalmente.
  14. Em qualquer um desses, o Seguro é o próximo PR.
  15. Nem foste, estás só errado. A presunção de inocência é muito do que sustenta a (já pouca, talvez) ordem das sociedades actuais.
  16. Sinceramente até entendo mais facilmente que as pessoas conhecidas o façam, porque podem ter algo a ganhar. O cidadão comum andar nas redes a defender o "seu" candidato é que me ultrapassa totalmente.
  17. Porque de facto não tinha interesse. Eu sei bem o que ele (não) disse. E, de facto, o desmentido não desmentiu nada. Além disso tudo, já votei. Pouco me interessa o que os candidatos fazem agora.
  18. Não, camarada. O desmentido dele não desmente em nada o que ele disse anteriormente. É por isso.
  19. Depois das 30 (não) ofendidas, o papel de coitado. Que ramalhete. Os meus parabéns à respectiva assessoria de imprensa.
  20. Não li tudo. Mas dizer apenas que é absolutamente surreal ter um gajo a fazer 2:45/km. Beijos. (É o pace do record nacional que ele fez nos 10km, 27:37.)
  21. No entanto não te coíbes de vir tentar refutar opiniões alheias, baseando-te também no que sai na CS.
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