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IlidioMA

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Tudo que IlidioMA publicou

  1. eu já o apanhei a fazer coisas que se fosse o Tó a malta aqui espumava-se. Mas como é o Tomás, central moderno que joga de cabeça levantada, rápido e com bom passe, a gente até o perdoa se ele não souber defender.
  2. estive a ver no google translate como se diz "desastre" em Sueco e deu-me "Dahl"
  3. por isso não acontece, mas pelo que os EUA estão a dizer à Venezuela, que não pode vender oil para a China nem para a Rússia, bem por isso já não ponho as mãos no fogo que não aconteça.
  4. eu não resisto a morenas do cabelão.
  5. coitado de Moçambique, não está talhado para estes voos. Mas já foi uma CAN positiva
  6. vamos a um tema mais importante. A Delcy, quem fazia? Eu digo já que sim!
  7. Vamos lá ver uma coisa a ver se a gente deixa de ter debates infrutíferos que mais parecem p*nhetaas a grilos. Se, o que tivesse acontecido no dia 3 fosse uma sublevação popular/militar/política venezuelana (ainda que com apoio material e moral de países estrangeiros) e que resultasse na queda do ditador, eu estaria disponivel para me juntar aos venezuelanos nos festejos. Mas não foi isso que aconteceu. Há um país, que como é muito poderoso acha que pode fazer tudo e como agora tem um psicopata no poder ainda mais acha que pode, que decide unilateralmente, ir a outro país, bombardear, meter umas tropas on the ground, raptar um chefe de estado - que a gente goste mais ou menos, não é esse o ponto - e levá-lo para o seu próprio país para aí ser julgado, em vez de permitir que o ditador seja - MUITO JUSTAMENTE - julgado no país que explorou e oprimiu. Querem que eu celebre o quê, exactamente? O fim grosseiro da ordem mundial? O fim do direito internacional? O reconhecimento explícito que a força é a razão e que os países poderosos podem fazer o que bem quiserem aos países menos poderosos? O regresso dos protectorados neo-coloniais? Eu não consigo celebrar esta queda do ditador, porque não foi isso que aconteceu, e quem só está a ver isso, ou não está a ver a bigger picture, ou não quer saber de nada do que acabo de elencar - grave! - ou é néscio e acha que isto foi uma coisa sem exemplo.
  8. é natural. eu ainda não vi uma única pessoa, seja aqui seja onde for que amasse o Maduro e, aqui, esse não tem sido o tema do debate, mas há gente que como não consegue rebater argumentos de outro lado, puxa sempre para aí. quem tem as eleições? Nas eleições foi perguntado ao povo venezuelano - o que lá vive - se aceita ser bombardeado e invadido por uma potência estrangeira?
  9. Estás a ser algo ingénuo se achas que uma opinião de uma pessoa de lá reveste, por isso apenas, um carácter optimal, e acho que viver em 2025 devia ter-te dado armas para know better. Se tu perguntares coisas sobre a América um votante do Bernie Sanders e a um MAGA do mais extremado, eles vão-te descrever dois países completamente diferentes. E agora, que opinião local é que é boa? Heck, não precisas de ir tão longe, pergunta por Portugal a um votante do Chega e a um votante do Bloco e também te vão descrever duas realidades irreconciliáveis, um dir-te-á que os indianos vieram para cá dar cabo do país e da sua cultura, espalhar doenças, viver de subsídios, matar os homens e violar a mulheres, outro dirá que bom que foi que uma família de indianos abriu o mini-mercado da rua dele que estava fechado desde 2003. Uma opinião nunca é a verdade absoluta e incontestada, é sempre uma opinião, ainda que baseada em observação local. Cada pessoa tem sempre os seus viéses, tem sempre as suas circunstâncias, as suas realidades digamos muito localizadas e fiar-te em absoluto no "o meu primo vive em Espanha e diz que o Pedro Sanchéz é um ditador comunista pior que o Estaline" é algo que tu conseguirás reconhecer que seria bastante pateta da tua parte, sem antes fazeres algumas perguntas de controlo, como "o que opinas do Franco?" ou "Os barcos com imigrantes é para abater ao míssil ou é para impedir o naufrágio?". Só depois consegues perceber se opinião do teu primo que vive em Espanha é apenas e só observação ou se já vem pré-enformada por outras coisas. Julgo que todos conseguimos compreender isto.
  10. eu não falei nada de classe social. Eu falei da segurança da distância. Não me parece normal celebrar que o meu país seja bombardeado, seja em que circunstâncias for - mas hey, na Venezuela nada é normal há mais de uma década, por isso, pode ser que isso sim, seja o normal - principalmente quando me fica na boca um sabor sardónico de "sim, sim, estou contente! Hã? Bombardearam a casa do González e do Ramón? Epá, é o preço a pagar pela liberdade, eu estou disposto a esse sacrifício (alheio)". Consegues refutar isto, sem apelares ao "uma sardinha tem de dar para três" que ninguém te disputa, toda a gente sabe, uns mais na pele, outros mais pelos jornais, como é a situação quotidiana do povo venezuelano.
  11. se foi esse o critério, porque não invadiu a Arábia Saudita e raptou o MBS e julgou-o por crimes contra a humanidade, designadamente assassinar e esquartejar um jornalista?
  12. A Corina ficou hoje a saber a mesma lição que Audax, Ditalco e Minuro aprenderam há 2200 anos atrás: o Império não paga dívidas a vendilhões da pátria.
  13. não. O Estoril já estava a dar tapout a essa altura. Espero que seja a mesma coisa que o Dahl a defender, sempre é da maneira que o sueco vai para o banco, estatuto para o qual veio no ano passado e do qual, sinceramente, não deveria ter saído.
  14. bastante bem. Uma assistência, um livre a passar pouco por cima da barra, enfim, em 12 minutos provou que é 5 vezes mais jogador que o Dahl, a atacar. A única desilusão que me deu foi ver um gajo com nome de Lopes e Cabral - há lá apelidos mais portugueses que esses?? - que não sabe falar português. Está mal!
  15. a única coisa que eu acho é que é incompleta a opinião que me diga que os Venezuelanos estão contentes, mas que só me mostre a opinião de venezuelanos que estão fora de perigo de bombardeamento ianque.
  16. exato. eu preferia a opinião dos que levem com uma bomba em casa.
  17. concordo na íntegra. Quer dizer, concordo até à ultima frase. Borraste a pintura com esse take sobre o Lukebakio. Para mim o Balboa Belga quando regressar pode ir para o Al Qadsia ou o Chicago Fire.
  18. eu detestava o Ricardo Rocha com veemência. Ou melhor, depois de 11 anos de Vietname, com Escalonas e Gary Charles, de repente o Ricardo Rocha até parecia o Germano, mas porra, esse *$##*"* não havia dérby nem clássico em que não fizesse penalti ou fosse expulso. Era burro que nem um calhau. No único ano bom que cá fez, foi embora a meio.
  19. bem dito! Eu sempre fui pizziano - aliás eu até hoje sustento que fui eu quem começou a chamá-lo de Pizzidane - e acho que ele foi dos melhores jogadores do Benfica deste século. O Conduto chamou-o de lenda, eu acho que não, mas é referência. Mas tb diz muito sobre o Benfica do ultimos tempos se um jogador mediano como o Pizzi consegue ser referência.
  20. eu olho para o Ricardo Rocha e só me apetece beber três quartos de litro de vinho verde tinto da Lixa, daquele pinturrão que deixa a malga roxa até três lavagens, é isso que aquela cara me inspira a fazer.
  21. deixem-me já me antecipar e decretar que o Manu é 15 vezes melhor que o Barrenechea. Joga com a cabeça levantada, o que é desde logo uma vantagem
  22. já tu acho que não compreendes o que é teres o teu país a ser invadido e bombardeado pelo exército mais poderosos e tecnologicamente avançado da história da humanidade.
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