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Tudo que Abraxas publicou
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Não era até ao final desta semana? Tinha ideia que acabava este domingo
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Vou dar uma vista de olhos na feira do livro. Tenho Kobo em casa, só tenho pena que não esteja disponível no Kobo Plus
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SCHJELDERUP: “Só quero ser feliz” 🤣
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https://x.com/realdonaldtrump/status/1937689416501187006?s=46
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Alguém tem recomendações de livros sobre os Templários? Gostava de ler algo mais leve, talvez um romance histórico, e não apenas obras de historiadores 'puros e duros', embora também esteja aberto(a) a esses, se forem interessantes.
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Top, obrigado pelo feedback! Se resistiu bem a um apagão e continuou a garantir transmissão contínua de dados… isso é mesmo bom sinal. Dá alguma segurança para quem está a considerar o Starlink como única ligação, especialmente em zonas com rede elétrica instável ou sem alternativas viáveis. Sabes se o teste foi feito com o plano base ou um plano mais robusto? E se chegaram a testar com vários dispositivos ligados em simultâneo (tipo chamadas, streams, etc)? Estou a ver que o Starlink pode ser uma opção bem mais fiável do que muitos imaginam — até para empresas em zonas menos urbanas. Estou a tentar ver também quais são as opções e os planos que tem disponíveis
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Eu tenho uma que jogo quase todos os dias na secretária. E tenho jogado Pokemon e tetris para me entreter. Tenho a Switch 1 e amo a consola. Ando há anos a jogar Zelda e não avanço mais no jogo porque não quero que acabe, joguei quase todos os Marios que sairam (adoro o Odyssey) e Luigi's Mansion, comprei agora o pack Assassins Creed para jogar os antigos que nunca joguei (e a amar). Os gráficos não são PS5 mas quem compra uma Switch também não espera isso, porem adoro poder usar na TV e na mão. Witcher nunca joguei mas pelo que dizem o jogo é fixe e deve viciar como o Zelda (embora não tenha nada a ver)
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[Benfica] Transferências e Rumores de Mercado
Abraxas respondeu a Mister Master em tópico SL Benfica
Di María a médio interior e a partir tudo? Normal, era o Ancelotti. Agora o JJ viu isso e pensou: “Boa! Também tenho aqui um puto talentoso… vai jogar a lateral esquerdo.” Resultado: um foi campeão europeu, o outro foi para o Mónaco por 15 tostões. Visão é tudo. 😂 -
É normal, e acontece muito. Acho que isso vem de várias coisas: muita gente “empranha pelos ouvidos”, tem receio de perguntar por falta de conhecimento, ou simplesmente segue o que os outros dizem sem questionar. E como ninguém ensina isto (nem na escola de condução, nem nas rent-a-car) vamos andando meio às cegas. Mas também há aqui um ponto importante: a mentalidade de escassez. Tanto a nível individual como nas empresas, há uma tendência quase automática para escolher a opção mais barata, mesmo sem perceber bem o que se está a ganhar ou a perder. É sempre aquele pensamento de “se o motor anda com o mais barato, então é isso que se mete”. E pronto, o conhecimento fica para segundo plano. E eu percebo, quando estás num país onde progressivamente se foi tornando norma às vezes só se poder por 10€ ou 20€ de cada vez, este tipo de coisas torna-se irrelevante. Por isso é que estas conversas valem ouro, vamos todos aprendendo uns com os outros, sem dramas e sem julgamentos.
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Isso que disseste resume exatamente o que tenho sentido — parece que tudo está desalinhado. Não há um plano, não há critério, e cada área do clube vive num modo de sobrevivência. E depois, quando olho para trás, lembro-me que isto não nasceu do nada. Tivemos um presidente (Vieira) que sai do clube com acusações gravíssimas, depois de anos a ser quase intocável. E agora temos o Rui Costa, que era uma figura quase mítica enquanto jogador, mas como presidente… começo a sentir que pode estar completamente fora de pé. Por muito benfiquista que seja, será que tem o perfil, a coragem e a visão estratégica que o cargo exige? Ou será que devia voltar a um papel mais técnico, onde provavelmente é mais útil ao clube? É duro pensar nisto, mas se não se fizer uma reflexão profunda, vamos continuar nesta espiral.
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Nada de pergunta burra — eu quando arranjei a mota também não sabia e fui meter 98 meio a medo 😅 Podes sim, sem problema nenhum. A diferença entre a 95 e a 98 está no índice de octanas, que basicamente mede a capacidade do combustível de resistir à detonação precoce (a chamada "batida de pino" ou "knocking") dentro do motor. Motores mais potentes, com taxas de compressão mais altas, beneficiam dessa resistência extra porque trabalham em condições mais exigentes. A gasolina 98 aguenta mais pressão antes de explodir — o que é bom nesses motores. Num carro feito para 95, a 98 não vai fazer mal nenhum, mas também não vai trazer ganhos visíveis de potência ou consumo. Vais estar a pagar mais por uma margem de segurança que o teu motor não precisa — a não ser que faças condução muito agressiva, reboques cargas, ou o motor esteja mesmo no limite. Edit. P.S:Em alguns países há até gasolina de 100 octanas, usada por carros de altíssima performance (tipo Ferrari, Porsche, carros de competição/pista, etc), que precisam mesmo desse tipo de combustível para garantir o desempenho ideal, e para evitar danos no motor. Portanto sim, o tipo de motor faz mesmo diferença nestas decisões.
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consegues explorar um pouco mais essa ideia?
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Temos de deixar o mercado reagir primeiro e depois logo se vê. Preço do petróleo parece estar a cair e estabilizar em valores baixos, isso à partida é um bom sinal
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Está igual ao que sempre foi na verdade. Mais uma vez, eu não sou especialista, mas faz todo o sentido! E sim, essa parte do motor ser mais ou menos exigente é mesmo crucial. O teu exemplo mostra isso bem — há motores mais “tolerantes” como o 1.4 TDI, e outros mais recentes ou sensíveis que beneficiam de um combustível com melhor formulação, mesmo na versão simples. No fundo, não é só uma questão de marca ou preço — é também saber o que o motor “pede”. E às vezes vale mais meter um combustível um pouco melhor e evitar chatices mais à frente. Eu continuo a não ser especialista, mas gosto de ir percebendo estas diferenças — até porque, como dizia atrás, na minha mota a diferença entre 95 e 98 sentia-se logo. E pelo que leio, em carros desportivos ou mais afinadinhos, como Porsche ou outros de alta compressão, usar combustível de menor octanagem pode mesmo causar danos ao longo do tempo. Por isso acredito que o tipo de motor pesa bastante na escolha.
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Boa pergunta — sim, no caso das gasolinas simples (95) ou gasóleo simples, a verdade é que as diferenças são mínimas entre marcas, incluindo as low-cost. A base é a mesma (refinarias nacionais e centros logísticos comuns), e por lei mesmo os combustíveis “simples” têm de ter um nível mínimo de aditivação obrigatória, para garantir que cumprem os padrões de emissões, limpeza do motor, etc O que muda é que nas marcas premium (Galp, BP, Repsol, etc), os simples costumam ter um mínimo de aditivos próprios, não tanto quanto os “Ultimate” ou “Evologic”, mas ligeiramente mais que os das low-cost. Nas low-cost, muitas vezes levam apenas o mínimo legal ou o aditivo mais básico (até porque o foco é baixar o preço final). Não especialista mas pelo que sei para carros comuns e condução normal, pouca diferença vais notar. Mas para motores mais sensíveis (injeção direta, filtros de partículas, turbos), combustíveis premium — mesmo que não obrigatórios — podem ajudar a manter tudo mais limpo ao longo do tempo. Agora, falo por mim: tenho uma mota e sempre que metia gasolina 98, notava logo diferença. A resposta ao acelerador era mais viva, o motor parecia trabalhar com mais fluidez e, no geral, até a condução era mais divertida. Com a 95, funcionava bem, mas com a 98 parecia mais “afinada”. Não sei explicar tecnicamente — só sei o que sentia 😅 E isto bate certo com o que se diz sobre carros de alta performance (tipo Porsche, Lamborghini, etc.) — esses motores são pensados para trabalhar com combustíveis de maior octanagem, e até pode ser prejudicial usar combustível de qualidade inferior. Não é só uma questão de rendimento, mas também de evitar danos no motor a longo prazo. Eu costumo ver assim: Simples = suficiente, para o dia a dia, gasolina/gasoleo simples chega bem. Premium = preventivo ou se tens um veículo mais exigente, ou se gostas de tirar mais prazer da condução, às vezes vale a pena apostar numa gasolina com mais octanas e aditivos.
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Isso que disseste resume bem o que me anda a fazer confusão. Desde fora, parece que o problema não é só dentro das quatro linhas: é como se o Benfica tivesse perdido uma linha orientadora. Já não sei qual é a filosofia do clube. Mudam os treinadores, muda o plantel, muda o discurso… mas nada se consolida. Achas que o problema está mais na liderança e falta de visão a longo prazo? Ou há uma desconexão real entre a estrutura do clube e os valores que o tornaram grande?
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Percebo o que dizes, e tens razão numa parte importante — o combustível base é de facto o mesmo, vindo das mesmas refinarias e depósitos como os de Sines. Isso é regulado a nível europeu e cumpre os mesmos padrões. Mas há um ponto onde as marcas realmente se diferenciam: nos aditivos que cada uma coloca no combustível antes de o vender ao consumidor. É aí que a Galp, BP, Repsol, etc, aplicam os seus próprios "cocktails" de detergentes, lubrificantes e anti-corrosivos — e isso já não é mito. Por exemplo, a Galp tem o Evologic, a BP o Ultimate, e a Repsol o Neotech. Estes aditivos não são obrigatórios por lei, mas são feitos para manter os injetores limpos, reduzir consumo e emissões e proteger o motor a longo prazo. Já marcas low-cost como Intermarché, Prio ou Auchan, tendem a usar fórmulas mais simples ou até nenhuma, o que ajuda no preço claro, mas pode não ter os mesmos benefícios para o motor a longo prazo. Não estou a dizer que uma bomba low-cost vai “matar” o motor (longe disso) mas dizer que é "igual em tudo menos no preço" também não é 100% verdade. É igual no ponto de partida, mas cada marca faz o seu próprio caminho a partir daí. No fim do dia, cada um escolhe o que faz sentido para o seu carro e carteira. Eu próprio uso combustível barato no dia a dia e meto premium de vez em quando para equilibrar.
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Tenho estado algo afastado do futebol do Benfica desde 2018 (acho eu), e este ano decidi tentar voltar a acompanhar... mas algo não bate certo. Não consigo sentir ligação com a equipa. Os jogadores parecem-me estranhos, falta alma, falta aquele “qualquer coisa” que nos fazia vibrar. Fui acompanhando de longe as grandes mudanças — novo presidente, mudanças de treinador... mas sinceramente, o que é que aconteceu a este clube? Sinto que perdi o Benfica que conhecia. Alguém mais sente o mesmo? Sou só eu que já não reconhece esta equipa?
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Muito obrigado por partilhares a tua experiência — super útil! Acho que o facto de funcionar bem mesmo rodeado por serra é meio caminho andado para quem está em zonas “perdidas” como a minha. E bom saber que a app ajuda mesmo a encontrar o local ideal, já estava a imaginar andar com o prato às costas tipo caça-satélites 🤣 Essa info de não ser preciso manter a mensalidade ativa é ouro. Para quem só vai às casas de férias em certos períodos, torna-se bem mais flexível. Entretanto, alguém aqui chegou a comprar o kit recentemente? Houve taxas de alfândega? Vi relatos mistos… E já agora, há malta que o tenha usado de forma mais contínua, tipo como ligação principal em casa? Estou curioso para saber se continua estável com uso intensivo (streaming, videochamadas, etc). Obrigado a todos os que têm respondido — está a ser mesmo útil!
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Coitado do Renato, nasceu com o azar genético de não produzir colagénio... Milagre ainda conseguir andar, quanto mais jogar futebol. E pela cara dele então, claramente já devia estar a usar creme anti-idade desde os 15 :lmao:
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Pá tentei compor um bocado a resposta e fui procurar também para a resposta não ser só “ya ya são todos uns m*rdas” 🥲
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Obrigado pela partilha! Usaste durante muito tempo ou foi só em períodos curtos? E sentiste alguma quebra de sinal com mau tempo, tipo trovoadas ou chuva forte? Também gostava de perceber como funciona a gestão do serviço fora dos meses de uso regular — dá para pausar o plano sem custos, ou ficas sempre a pagar mesmo quando não estás lá? Contaram-me sobre este ponto mas não sei se é verdade ou mito, sabes de alguma informação? Se mais alguém aqui tiver experiências (boas ou más), adorava ouvir! Acho que há muita gente com casas em zonas remotas que andam a adiar colocar internet por falta de soluções decentes.
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Tens razão em vários pontos, sobretudo na crítica à carga fiscal e à variação anormal de preços em Portugal comparado com Espanha. Mas vale a pena separar aqui três coisas distintas: reservas estratégicas, preços de aquisição e estrutura do preço ao consumidor. Portugal, como membro da AIE (Agência Internacional de Energia), é obrigado a manter reservas estratégicas equivalentes a 90 dias de importações médias de petróleo e derivados, não 6 meses. Estas reservas são para situações de emergência (ex: guerra, bloqueios, catástrofes) — não são usadas para o consumo diário nem influenciam o preço na bomba. O combustível que abastecemos hoje resulta de compras feitas recentemente (algumas semanas atrás), e as petrolíferas ajustam os preços com base no custo de reposição esperado, não apenas no custo histórico. A comparação com Espanha. Tens razão: Portugal paga o crude ao mesmo preço que Espanha. Mas a grande diferença está nos impostos e nas margens comerciais: Em Portugal, o ISP (Imposto Sobre os Produtos Petrolíferos) é um dos mais altos da Europa, com o Estado a arrecadar cerca de 60-65% do preço final com impostos (ISP + IVA sobre tudo, incluindo o ISP). Em Espanha, o ISP e o IVA são bastante mais baixos. Daí a diferença que se nota na bomba — e não tanto na instabilidade ou custo do petróleo em si. "O barril já esteve mais caro e pagava-se menos". Verdade, mas temos de ter em conta dois fatores essenciais: O euro estava mais forte em muitos desses períodos, o que tornava o petróleo (em USD) mais barato para os países da zona euro A inflação pós-pandemia, a crise energética de 2022, e o aumento das margens comerciais em toda a cadeia de valor (do refino à distribuição) também contribuíram para manter os preços altos mesmo quando o crude recuava. Resumindo: o preço da gasolina não depende só do petróleo — é um reflexo de política fiscal, mercados futuros, taxa de câmbio e estratégias comerciais das petrolíferas. A instabilidade geopolítica (como o risco no Estreito de Ormuz) serve muitas vezes como gatilho ou justificação de mercado, mas o problema estrutural do preço alto cá dentro é fiscal e político.
