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Tudo que Abraxas publicou
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Eu também não, eu sempre comprei marcas como ON, Scitec, Muscletech e companhia, principalmente da Optimum Nutrition porque em termos de sabor e digestão sempre foram as minhas preferidas, mas a partir do momento em que um pote de 2kg custa 80€ eu tive de começar a procurar alternativas, a esse preço mais vale comer bife da vazia ao pequeno almoço.
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Tenho comprado tambem da Masmusculo. Eu acho um bocado doce, mas para o preço e qualidade que tem serve bem. Há uns meses comprei tambem da Marvelous, com sabor a Speculoos. Espetacular
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Ahah sim, somos nós mesmo! 😅 Temos partilhado um bocadinho da nossa história em alguns grupos — nunca pensei é que iria chegar a alguém do CMPT por aí Obrigado por estares atento e por vires dizer olá por aqui também!
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Ha alguma novidade sobre o conflito?
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Alguém aqui sabe o que foi feito do Mick Schumacher e do Daniel Ricciardo?
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Bom, eu não fazia ideia quem era o senhor e estava apenas a partilhar por causa do twitt e do vídeo (e no facto de ser curto) 🤣
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Importante salientar que a caixa traz 4 mini cookies de cada sabor fixo, num total de 16 unidades 😉 - 18,50€ https://thecustardcookies.com/products/cookie-bites Perfeita para quem quer provar tudo… sem ter de escolher só um 😄
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https://www.instagram.com/reel/DK9LMkIopHY/?igsh=MWxoamFtdGQ4bmxuaQ== 😂😂😂
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Sim 😅 Achei que tinha ficado subentendido, mas ainda bem que perguntaste, é uma dúvida comum. (mas prometo que vale a pena)
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Boa pergunta, e ainda bem que perguntaste! 😊 Não é "só uma bolacha" — cada cookie pesa cerca de 120 a 150g (mais do dobro de um pastel de nata), é feita com chocolate belga e recheios artesanais. As nossas cookies seguem o formato das cookies americanas super recheadas — são mais uma sobremesa em formato de bolacha do que uma bolacha “normal”. Mas claro, percebemos que é diferente do habitual — quem prova costuma perceber logo porquê 😄 Se tiveres curiosidade, espreita o nosso Instagram, temos vários vídeos e fotos a mostrar o interior e o processo! 👉 E se quiseres experimentar sem te comprometer logo com as grandes, temos também uma caixa com 4 mini cookies — os nossos 4 sabores fixos em versão pequena, ideal para provar tudo.
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Se não for incomodo segue no instagram! ajuda imenso! https://www.instagram.com/thecustardcookies
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Muito obrigado! Muito obrigado, a sério! Na verdade, quem faz a magia acontecer na cozinha é a minha mulher — eu fico mais nos bastidores a tratar da marca, envios e a tentar não comer o stock 😅 É mesmo um projeto de equipa, e temos posto tudo nisto! Fico super contente com o teu feedback. Quando quiseres experimentar, é só dizeres — e se partilhares, então ainda melhor! Já agora, deixo aqui mais uma foto para abrir o apetite: E combinamos a troca natalícia mais perto da data! 👊
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Ahahah percebo-te tão bem! Também ando no ginásio todos os dias, faço bodybuilding… por isso se eu consigo gerir as cookies e ainda manter o plano, tu também consegues 😅💪 E essa ideia da troca no Natal? Fechadíssima! Bora fazer isso acontecer 👊
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Estás na Europa? 😄 Temos um acordo com os CTT Express e conseguimos enviar para toda a Europa a um preço acessível! Dá uma vista de olhos nos sítios para onde já enviámos (slide 2 - Europa): https://www.instagram.com/p/DCmqR33Nwi3/?igsh=MWl2dWN5ZmgzZzJ4Zw== Se quiseres experimentar mais cedo, estamos por cá 🍪
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Tudo começou na Holanda. Vivíamos lá e, com saudades de casa, começámos a fazer pastéis de nata para vender. Sem grandes planos — só vontade de levar um pouco de Portugal à nossa cidade. A coisa cresceu, e muito. Mas em 2022, voltámos. A família precisava de nós. Foi aí que veio a viragem: 👉 E se deixássemos os pastéis... e apostássemos tudo em cookies? Começámos a testar receitas sem saber muito bem onde isto ia dar. Queríamos criar algo que não existia por cá: Cookies grandes. Gulosas. Com recheios absurdos e chocolate belga de verdade. Nada de misturas em pó ou truques de pastelaria industrial. Fizemos dezenas de testes. Queimámos fornadas. Deitámos massa fora. Mas continuámos. Apostámos em sabores originais e recheios feitos à mão, sem atalhos. Arriscámos em combinações improváveis — e algumas surpreenderam até quem não gosta de doces. Hoje vendemos online para todo o país. E cada caixa que sai da nossa cozinha vai com a mesma obsessão que tínhamos no início: fazer a melhor cookie que alguma vez comeste. As preferidas do pessoal? OG Chocolate Chip Red Velvet com recheio de cream cheese & frutos vermelhos Cookie de Pastel de Nata (sim fizemos, e é fantástica) Pistachio & Lemon Curd (a edição que desaparece em dias) Nutella, Doce de Leite, M&M... tudo com MUITO recheio ⚠️ Avisamos já: isto não são bolachas secas. É para quem quer uma experiência a sério numa dentada. 👉 Vê tudo aqui: www.thecustardcookies.com 📷 E segue o backstage no Insta: @thecustardcookies P.S. Um giveaway exclusivo para este fórum está a caminho. Fica atento. ---- Isto começou com dois fornos e muita teimosia. E tudo o que conseguimos até agora foi graças a quem acreditou e partilhou. Se achas que isto merece ir mais longe, dá uma ajuda: Segue no Insta Espalha a palavra Ou simplesmente deixa um comentário por aqui. -
Lando a cada semana que passa consegue dar mais argumentos para uma pessoa não gostar dele. Fico feliz pelo Piastri e pelo Russel, Alonso volta a ganhar pontos, gostava de o ver num carro melhor, continuo a ter pena do Hamilton, ele merece muito melhor.
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Treinadores - Rumores e Transferências
Abraxas respondeu a Diogo_CFB em tópico Jornais e outras publicações
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Todas as proteínas estão super caras. Bons tempos em que 40-50€ serviam para comprar uma proteína estilo ON e ainda achávamos caro. Creatina está com o mesmo problema, está tudo absurdo desde há coisa de 2 anos com o disparar da inflação.
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Eu continuo impressionado com o Alonso. Se ele tivesse na Red Bull ou na Mclaren podia bem disputar pela compeonato tambem. O que ele faz no qualifying com aquele Austin Martin é absurdo.
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Entendo o teu ponto — e sim, ninguém é perfeito, nem o Ronaldo. Mas o que estou a dizer não é que ele devia ter sido adorado sem crítica. O problema não foi haver críticas, foi a forma, o tom e a constância com que ele foi tratado em Portugal, especialmente nos primeiros 10-15 anos da carreira. Não era análise tática, técnica ou debate saudável. Era pessoal. Era o ‘é vaidoso’, ‘só pensa nele’, ‘é arrogante’, ‘o Messi é que é humilde’. Foi gozado por chorar, acusado de querer mais protagonismo que os colegas, e até houve quem dissesse que ‘não sente a camisola’. Achas mesmo que isso é crítica normal? Lá fora, onde ganhou tudo, o respeito foi sempre maior e mais imediato. Quanto ao segundo ponto: ninguém está a dizer que os colegas dele foram inúteis ou maus jogadores. Mas há que ter noção: entre 2006 e 2016, Portugal teve uma geração com talento muito irregular. Havia bons jogadores? Claro. Mas o Ronaldo estava claramente um nível acima da maioria — e foi ele quem manteve Portugal competitivo quando muita gente já não esperava nada. Dizer isso não é desrespeito. É contexto. Não estou a diminuir ninguém — estou a reconhecer que houve anos difíceis, que ele aguentou muita pressão, e que foi preciso ele ser fora de série para conseguirmos o que conseguimos. Aliás, reconhecer isso devia ser visto como homenagem ao coletivo também — porque se hoje temos uma geração cheia de talento, é em parte porque durante anos houve alguém a puxar Portugal para a linha da frente quase sozinho
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Claro que a geração de 2008 e 2012 tinha alguns bons jogadores, ninguém está a dizer o contrário. Mas uma coisa é ter uma equipa decente, outra é ter uma geração de ouro. E essa geração estava longe de ser isso. Por exemplo: Patrício era sólido, mas nunca foi top 5 na Europa — em mundiais ou euros, raramente foi decisivo. Bruno Alves era fiável, mas limitado com bola e muitas vezes demasiado bruto. Raul Meireles teve bons anos no Porto e ganhou uma Champions no Chelsea, sim, mas jogava ao lado de monstros como Lampard e Drogba. Moutinho foi sempre um relógio suíço, mas nunca teve aquele impacto de um Xavi, Pirlo ou Modric. Coentrão, para mim, foi dos poucos com verdadeiro brilho — chegou a ser top mundial na sua posição, mas durou pouco. Lesões, problemas físicos e pessoais tiraram-lhe qualquer hipótese de legado duradouro. Nani, talvez o mais subvalorizado da lista, teve sim momentos geniais, mas mesmo assim andou sempre entre ser titular e ser substituído no Manchester United. E depois olha à volta: Hélder Postiga, Hugo Almeida, Carlos Martins, Silvestre Varela, Nelson Oliveira, Eliseu, Rolando, Miguel Lopes, Custódio, Ricardo Costa, André Almeida, Danny... Estamos a falar de jogadores que, com todo o respeito, em muitos casos não tinham sequer lugar nas segundas linhas de seleções como Espanha, Alemanha ou França na altura. Portugal viveu anos de transição em que Ronaldo foi a única estrela autêntica. Era ele quem resolvia. E isso é exatamente o ponto — Ronaldo manteve Portugal competitivo apesar da falta de talento de elite à volta dele. Se ele tivesse tido ao lado dele, nessa fase da carreira, um plantel como o que temos hoje (Bernardo, Bruno Fernandes, Rúben Dias, João Cancelo, Vitinha, etc), talvez a história fosse outra. O pessoal hoje fala com orgulho do Ronaldo, mas esquece-se de durante quase 20 anos esteve rodeado de jogadores muitos furos abaixo. Sobreviveu, brilhou, aguentou críticas injustas e ainda nos deu títulos. Isso é de um nível de grandeza que poucos conseguem sequer compreender. Dizer que o Ronaldo nunca levou com ódio ou críticas pesadas em Portugal é fingir que a memória colectiva falhou. Não é preciso ser fã cego para reconhecer os factos. Em 2004, com 19 anos, chorou na final do Euro — foi gozado por isso em vez de receber empatia. Muitos comentadores portugueses disseram que um 'líder não chora', e ficou com essa imagem durante anos. Em 2010, após a eliminação com a Espanha no Mundial, disse ‘perguntem ao Queiroz’ quando questionado sobre o jogo — e foi arrasado pela imprensa portuguesa por 'fugir à responsabilidade'. A sua braçadeira de capitão foi publicamente posta em causa. Durante boa parte da sua carreira, foi acusado de ser 'vaidoso', 'individualista', 'só pensar nele', e comparado negativamente com o Messi pela imprensa nacional: "Messi é o génio humilde, Ronaldo é o robô arrogante." Em 2016, no próprio Europeu que Portugal venceu, falhou um penálti contra a Áustria e a imprensa caiu-lhe em cima: "Ronaldo está mais preocupado em ser herói do que em ajudar a equipa." Só depois da final — onde ele nem pôde jogar por lesão — é que muitos mudaram o discurso. Mais recentemente: ‘já está velho, devia sair da seleção’, ‘tem mais poder que o selecionador’, ‘faz o que quer na FPF’. Parece que há sempre alguém pronto para o deitar abaixo. Como se ser ambicioso e ter liderança fosse crime. O ponto aqui não é pintar o Ronaldo como mártir, é ser honesto: ele foi muitas vezes desvalorizado dentro do próprio país, mesmo quando lá fora já era considerado um dos melhores da história. Hoje é fácil dizer que sempre o apoiámos. Mas quem tem memória sabe: o reconhecimento unânime só veio depois do Euro 2016 — quando o legado se tornou impossível de ignorar. Até lá, ele teve de carregar a seleção e ao mesmo tempo lidar com um nível de exigência e julgamento interno que muitos preferem agora fingir que nunca existiu.
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Acho que as pessoas às vezes se esquecem que entre esta geração actual e 2004 tivemos de ver o Ronaldo a jogar ao lado de nomes como: Carlos Martins, Hugo Almeida, Helder Postiga, Makukula, Rolando, Yannick Djalo, Danny, Manuel Fernandes, Eduardo, Hugo Viana, etc. Claro que também tivemos bons nomes, mas vamos ser honestos as equipas que tivemos desde o Euro 2004 foram sim um purgatório e um caminho das pedras que muito dificilmente alguém conseguiria sobreviver, e a verdade é que não só sobrevivemos com Ronaldo a carregar a selação às costas durante 20 anos como ainda conquistámos 3 troféus e o menino da Madeira conseguiu suportar todo o hate que o próprio país lhe deu durante esses 20 anos. Eu tenho muita admiração pelo Ronaldo, e agora com 40 anos é muito fácil baterem no peito e dizerem que tem muito orgulho no Cristiano ser portugês, mas quem tem memória sabe perfeitamente o quão díficil foi chegar até aqui.
