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Chandler

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  1. Viagens parece-me normal, mas se no primeiro café que marcasse com alguém estivessem à minha espera à porta de casa num balão de ar quente acho que chamava a polícia. Estou obviamente a exagerar, e no limite isto depende das pessoas, mas tenho alguma dificuldade em perceber a valorização de actos que façam uma empolação muito grande do romantismo e da extravagância quando o que define mesmo o entendimento das pessoas depende mais de se sentarem frente-a-frente e terem coisas em comum do que outra coisa. Não quer dizer que não se faça uma coisa diferente de vez em quando, mas para mim o esquisito é começar logo assim.
  2. Eu sentir-me-ia terrível se no primeiro encontro com alguém a pessoa resolvesse gastar uma batelada comigo (no caso, no balão), até porque soa logo a que 1) é uma forma de me comprar; 2) vai eventualmente "cobrar" se eu não quiser mais conversa depois; 3) está a dar uma solenidade e grandeza a um momento em que possivelmente eu só quero beber um café, falar da vida e voltar para casa. Mesmo que a intenção não seja nenhuma destas, é o que parece e eu punha-me logo a milhas.
  3. Bem, eu não vejo nada de errado nesse vídeo do Guilherme Duarte... Certamente que há uma crítica implícita a quem cancelou parcerias com a Prozis, mas a crítica está exactamente no quê? Em terem-no feito ou nos motivos pelos quais o fizeram - mais pelo que os outros pensam e pela pressão do que realmente pela causa?
  4. As coisas não estão escritas na pedra, pode adorar Metallica nas colunas em casa, saltar com a Anitta num festival e ainda sentir um bom Sufjan Stevens quando mete os headphones em casa. O mundo é muita coisa, malta.
  5. Felizmente estão cá os portugueses de bem, prontos a relembrar a moral e os bons costumes de sempre.
  6. Outra coisa que daria jeito para ir para um dos grandes seria uma operação plástica.
  7. Honestamente, não me parece que seja falta de escolha.
  8. Um clube pode ser mais rentável se tiver activos como formação e adeptos, claro - embora isto a longo termo também se vá criando -, mas só um projecto desportivo acertado tem tudo para ser rentável. Metade da linha defensiva da equipa que foi promovida à Primeira Liga hoje veio do Amora do ano passado, por exemplo. Um deles foi vendido pelo clube, mas basta uma salvaguarda nos direitos desportivos de qualquer um deles e potencialmente pagas uma época. Ainda há dias outro médio do Amora foi vendido para um clube da Primeira Liga... Fora os ganhos com patrocínios e receitas das provas em que estás envolvido. A SAD do Amora foi vendida no ano que passou e não consta que o vendedor, que esteve lá só um ano, tenha ficado a perder dinheiro... Bastou ser promovido à Liga 3, ter passado um ano, deixar o clube com uma imagem positiva de crescimento, e rentabilizas logo o investimento. Ou seja, aquilo que referes como elementos relevantes, são na verdade extras. Ter um clube num bom patamar competitivo, com infra-estruturas, história e adeptos é apetecível para qualquer investidor. Agora é preciso fazer as escolhas certas, claro.
  9. Eu acho que aparecerá sempre outro interessado, melhor ou pior, com mais ou com menos dinheiro. Acho, aliás, que o futuro do futebol profissional será simplesmente esse, e que os clubes poderão cair por má gestão, claro, mas como o negócio vai sendo aparentemente rentável, só deixarão de existir interessados quando deixarem de existir interessados em... dinheiro.
  10. É daquelas coisas que toda a gente sabe e ano após ano não é um treinador que para lá aceita ir, é um, são dois, são três, são quatro... Todo o respeito ao clube, mas é o tipo de liderança e gestão que não fazem falta na Liga.
  11. Não é melhor começar já a ver que equipas poderão não ter condições para se inscrever na 2ª Liga em 2023-24 para preparar a próxima época?
  12. Quais são os métodos que ele utiliza que estão ultrapassados?
  13. Então, o Sá Pinto já se meteu a caminho de Vizela para mandar toda a gente para o crl?
  14. Parece-me que o problema não está em que o scouting funcione desde muito cedo e que os miúdos possam ir para contextos mais exigentes. Parece-me claro que o constrangimento ajuda a que se tornem melhores, e ser sempre o melhor é muito pouco interessante na perspectiva do crescimento. É fundamental a perspectiva de ir ao banco porque há jogadores de qualidade parecida, é fundamental poder perder um jogo porque de repente está nos nacionais e não na distrital e, genericamente, acho que todos podemos assumir que nesses clubes existem melhores meios de trabalho e treinadores. Em função disto, é lógico que o futebol e os melhores jogadores ganham por ir para clubes melhores. Isto é diferente, contudo, de ser só pegar e andar, sem compensações para os clubes mais pequenos.
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