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nopla

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  1. nopla

    Andebol

    Não merecíamos ter ido a perder por 2... Estamos muito bem.
  2. Obrigado pelas dicas, pessoal! Quanto à máquina terei mesmo isso em conta: rendimento energético e os tais 8kgs. Quanto ao fogão... Confesso que isso do caramelo me deixou algo de pé atrás ahaha. Se há coisa que gosto é de cozinhar e saber que o desempenho culinário será afectado, não sei se não me faz investir no gás.
  3. Vou mudar-me com a minha namorada. Queremos fazer algumas pequenas alterações na casa, por isso, tenho andado a ver em sites da especialidade, mas gosto sempre de ter a vossa opinião. Que fogões/fornos aconselham? Não quero nada muito caro, não sou fã de placas, mas se for o melhor relação qualidade/preço, pode ser. Seremos só dois em casa, mas gostamos de cozinhar, por isso, e apesar do budget não ser grande, queria algo razoável. Em termos de máquinas de lavar roupa? Alguma sugestão? Por fim (pelo menos para já), vamos pintar as casas de banho. Já me disseram que 5L chegam e sobram, queremos primário e tinta (mate) branco. Fui à Leroy, mas não fiquei nada esclarecido, visto o funcionário ter sido tudo menos prestável.
  4. Isto é provável que aconteça? O campeonato a apenas uma volta.
  5. O xeque-mate à ideia de um final previsto Mate é a falta de brilho quando nos deparamos com a vida em xeque. Somos peões de um jogo de quadrados que nunca aprendemos a jogar. Sem geometria feita de raízes a permitir-nos entender a solução. Valemo-nos do caule ganho pela experiência a investir em flores, sem antevermos que dessem frutos. Quando nascem, não os deixamos cair de maduros, mas somos demasiado verdes para perceber o seu valor. Sabemos mexer as peças, movimentamo-nos em direcção ao fim de um tabuleiro, que nos parece eterno. Em troca de quê? De mais uma figura para nos forçar a continuar? De novo alento na guerra contra nós mesmos? Da esperança de roubar a coroa à rainha para nos darmos um suposto significado? Procuramos estratégias, inventamos trilhos e cavalgamos por entre um xadrez monocromático. Não sabemos o motivo para nos sentirmos assim, contudo, vermo-nos derrubados parece sempre o fim para quem ainda está a apalpar terreno. Um passo na diagonal e somos devorados por um estratega astuto, a ludibriar-nos com a falsa sensatez do “jogar pelo seguro”. Outro em frente e já anteviam que o fizéssemos, deixando o factor surpresa inibido, vergado e pressionado pelo tempo. Andamos em ‘L’ e parece-nos uma letra demasiado confusa para estarmos envolvidos nela. Procuramos agarrar no alfabeto e construir uma palavra com essa própria letra. Tentamos “liberdade” e arriscamos na jogada. Trocamos duas casas avante por uma, na esperança de que a defesa seja o melhor ataque e não nos traia como a imprevisibilidade o havia feito. Protegemo-nos, por termos medo da ofensiva, mas não atacamos por investirmos demasiado tempo a resguardarmo-nos. É este impasse, de horas a fio, perdendo o fio à meada e vivendo de decisões erradas em decisões menos certas, até à lembrança de que o tempo perdido a deambular num limbo é vida que não volta. Gastamos energia a rodos a pormo-nos em xeque por termos desguarnecido a rainha. Falta-nos a astúcia para decifrarmos que somos reis de nós mesmos. Isso vem com a maturidade. Vem com os passos em falso, maiores do que as pernas que nos vão rasteirando a cada jogada. Giramos, rodopiamos e voltamos para ver se está tudo bem. Se a eterna satisfação do conforto ainda se mantém de pé. Se nos mantém de pé. Pelos entretantos a pressão borbulha, com o fervor da ansiedade de querer tudo de uma vez. Devoram-se peças, sem pensar na estratégia para ganhar. Chegar ao fim é sempre o trunfo maior para quem deixou a pressa devorar a perfeição. O significado que nos foi incutido, pelo menos. Às vezes só necessitamos de varrer tudo em frente. Entre a incerteza de um “preto e branco” a não virar côr; vamos tacteando de cor os erros já feitos. Olhamos para o adversário, para aferir a pulsação e vemo-nos a nós. Reflectidos no espelho do tic-tac da urgência de nos vencermos. É o motivo maior de todo este jogo de xadrez ao qual chamamos vida. Não existe jogada certa. Por mais estrategas que sejamos a magia da vida residirá sempre na sua surpresa. A ansiedade forma barreiras, o ócio cria fossas, mas a adrenalina do bem-estar leva sempre de atrelado o medo de sermos derrotados sem dar por isso. Agarremo-nos ao prazer de desfrutar deste jogo, porque a vitória final, terá sempre um travo a derrota. Xeque-mate. __________________________________________________________________________________________- Este texto foi escrito para a PARQ MAG, em virtude da "parceria" que tenho com eles. Na minha opinião, é o melhor de 2020. Espero que gostem. Link: https://parqmag.com/wp/o-xeque-mate-a-ideia-de-um-final-previsto/
  6. Gostei deste último jogo, mas lá está... vou embandeirar em arco com vitórias frente ao Brighton e o West Brom? Não me parece. Consistência é a palavra-chave. Desde que fiquei contente com a vitória em Old Trafford, foi o que foi. Concordo com tudo o que disseram aí atrás, mas tenho de ressalvar, novamente, o Laca. Sempre o achei um jogador tremendamente azarado. Com este boost de moral, quem sabe se não volta aos níveis antigos.
  7. Gangs of London valerá alguma coisa? Acabei agora Leftovers e adorei até ao último episódio, no fim, odiei. Tornaram aquilo uma história de amor, deixaram demasiadas coisas sem resposta, etc. Comecei agora The Boys e vê-se muito bem. Deve ter tido um investimento gigantesco.
  8. As pessoas e as Serras Misturavam-se com as montanhas que recortavam a paisagem. Desaguisadas, sem traço certo, deixavam as nuvens relaxar à sua passagem. As nuvens, essas, desfaziam-se pelos elogios da serenidade do olhar de quem já desistiu há muito de as tentar tocar. Permitiam-lhes refazer-se à vontade, sem a pressão de eternizar figuras. Trocavam o ar rarefeito, pelo horizonte de cortar a respiração. Não a sustinham, por estarem habituados ao incomensurável tamanho dos gigantes rochosos. Faziam-no de peito cheio e olhar vidrado de memórias a desafiar a altitude, à qual se habituaram a chamar casa. Telha por telha, fora construída de suor por laços de sangue, que com eles perduravam naquele sitio só seu. Não prosperam pessoas altas. Em tamanho, diga-se. Não na força para vencer as intempéries imprevistas, a saltar de um boletim meteorológico feito de dores nos joelhos. São baixos, a compensar os mil e tal metros a aproximarem-nos do céu e a tirarem-lhes o chão, só visto ao longe. Passeiam-se curvados com montes às costas, vendo a vida passar nos cumes de rochas, outrora paletes de côr. No topo da Serra, não há lugar a contemplações de distâncias. Palmilham-se trilhos tão conhecidos como as mãos esfoladas de horas de trabalho, o melhor relógio de todos. O tempo não acelera, nem mesmo querendo. São horas de vento a empurrar corpos já em movimentos rotineiros de molduras feitas. Imortalizam-se momentos com o olhar pesado, de vidas simples, sem a azáfama de um trânsito de almas, sem a urgência de mudar hábitos. Preocupam-se com o que lhes está perto do peito, largando o longe da vista para quem vive de desatinos. Sem folhas, deixam-se florescer ao ritmo dos dias árduos de quem trata o frio por “tu”. Vivem a passo de subida, no íngreme caminho da pacatez. Não existem vales a valerem o esforço de se indignarem com o cansaço. Abraçam-no. De peito aberto e costas a acatarem a dor dos anos a subir. Não para um topo, mas para mais um dia de lavoura e da madrasta subsistência, que não permite férias. Permite a paz de uma simbiose quase perfeita com a natureza que os rodeia. E os trespassa. Com a pureza necessária de quem não tem segundas intenções. Olham os vultos dos visitantes da Serra, com a brisa da novidade. Estranham o ritmo alucinante de carros a estragar o rugido do vento. Contemplam, parados, estas estranhas formas de vida que vêm pedir emprestada essa calmia, esse ar tão puro, que fere os pulmões encardidos da rotina citadina. Não negam ajuda, conhecem o mais fácil dos caminhos para quem tem pressa de chegar ao lugar onde não ficará. É tudo o que se procura: sítios de passagem, para lhe passarmos o carimbo do “estive sem estar”, para ser imortalizado numa fotografia tirada para outrem, não para nós. Para divulgarmos uma paisagem entendida pela metade, para receber uma validação que nos enche de menos a alma. Deviam trocar-se fotografias por minutos de ar puro, aquele a libertar pensamentos e a alargar horizontes. As pessoas e as Serras vivem numa história de amor eterna. Quem lá nasceu – e por lá morrerá – aprendeu a respeitar gigantes, a viver deles e com eles. Não se intimidam, deixam a brisa constante encher-lhes o corpo de coragem e encaram a vida com o sossego de quem está em paz com o que o destino – ou falta dele – lhes trouxe. Estaremos sempre seguros, quando deixarmos o nosso futuro correr com a natureza. Link:https://gerador.eu/carta-do-leitor-as-pessoas-e-as-serras/ ___________________________________________________________________ Já escrevi há uns tempos, só me lembrei agora de pôr aqui visto o Miguel Esteves Cardoso ter-me imitado :mrgeen: . Espero que gostem. Este texto surgiu depois de umas férias na Serra da Estrela.
  9. Vê A Pianista. Poucos foram os filmes que me causaram uma reacção tão forte. É muito bom, muito cru.
  10. Comecei a ver Succession e estou a adorar. O plot é bom, mas os actores é que levam a série ao topo.
  11. Nisso tens toda a razão e já tinha pensado nesse facto. Não sei não vale a pena esperar e dobrar o orçamento ou assim. A questão é que a minha mãe não é costureira "profissional", gosta de fazer aquele básico, porém, mesmo para isso, não sei as de 100€ serão ago fiável.
  12. Queria comprar uma máquina de costura para a minha mãe. Já andei a ver várias e a tentar perceber o que as torna melhores ou piores e, mesmo assim, não é tarefa fácil, visto serem muito similares. Acho que terei sorte na Black Friday? Alguém conhece um modelo minimamente bom até 100€? A da Singer, que está na FNAC, já ultrapassa o meu orçamento.
  13. Vi o Queen's Gambit e não gostei muito. A história estava a ser o que mais me estava a cativar da série, mas no fim acaba por ser um clichê completo e algo vazio. Não gostei do acting e achei a linha de seguimento da acção muito fraca. Resumindo: estava a espera de muito mais. Entretém, contudo.
  14. É isto, sem tirar nem pôr. Depois, como já tinha dito no jogo anterior, há muito pouca criatividade ofensiva. Caso as equipas joguem de uma forma diferente do que estava planeado, já sei que vem aí empate ou derrota. Jogo horrendo e o Arteta, apesar de alguns bons apontamentos aqui e ali, ainda não me convenceu.
  15. Pá, as interações entre o Caneira e o Nuno Luz só me fazem lembrar as do Bondage com o vocalista dos Xanadu. Aí aos 2:24.
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