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Ticampos

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Tudo que Ticampos publicou

  1. A ser o caso seria mais inteligente dar o tudo por tudo hoje para depois facilitar e garantir a vitória de Espanha no próximo jogo. Assim a Espanha evitaria a Croácia.
  2. Ticampos

    IA

    LOL. Esta então bateu tudo. Como é que as forças armadas vão usar isto??? OMG...
  3. Ticampos

    IA

    Ainda dizem que a Amália é parva...
  4. Ticampos

    IA

    Mmm gostei! Realista! A amalia nunca foi conhecida por ser especialista em futebol! Penso que 5.5 milhões.
  5. Ele disse o mesmo em 2022, que era o último mundial dele.
  6. Ah, isso tem. Não percebi bem de início o que querias dizer. Claro que foi influente para a equipa.
  7. O Chuba Akpom marcou tantos golos no Championship quando o Gyokeres lá estava como o CR7 este ano no saudistão (28), marcou mais 7 que o Gyokeres (21) na mesma liga e não é por isso que eram números excelentes para jogar na seleção inglesa dessa altura ou que era melhor que o Gyokeres. Estou a usar um exemplo extremo para te mostrar que números a solo pouco nos dizem, há uma conjuntura inteira por trás. Claro que o CR7 tem 1000x mais histórico, mas o futebol é feito mais de presente do que de passado. E o problema está nos números para a seleção tuga se a única coisa que oferece é golos (porque factualmente noutros stats pouco oferece) e não consegue ser o melhor marcador da sua liga. Se me perguntas se está bom e são números bons para o Saudistão? São. Mas isto não é o tópico do Saudistão. É o tópico do jogo de Portugal. É natural que o foco seja no que ele pode dar ou não à seleção.
  8. Não, mas 30 golos para um PL titular indiscutível com o suporte total de uma das 2 maiores equipas da Arábia Saudita é o mínimo que se exige para um avançado titular da nossa seleção nacional. E se vires extra golos, não ofereceu muito ao jogo. 2 assistências e uma data de chances falhadas. Se formos analisar pelo mesmo prisma, o Félix é um jogadorzão, marcou quase tantos golos e contruiu e criou imensamente mais. Até o Ruben Neves marcou 11 golos no Sauditão.
  9. Não acho assim tão expressivo marcar menos 20 golos que os 50 golos 2 épocas antes.
  10. Falo do campeonato, em que marcou 28. E eu sabia que ele tinha marcado nessa ordem, até porque já discuti muito sobre isso. Estava a pensar nos números do Félix não sei porquê. Mas se falas na época. o CR7 tem 30 e o Félix tem 26. Não acho que isso sejam assim tão bons números para a maior referência da equipa. Ter mais 4 golos que um jogador rotacional da seleção. Se fosse numa boa liga seria significativo. Assim nada nos diz.
  11. Vocês estão a aplicar a tática de psicologia inversa. Como o CMPT falha sempre nos prognósticos, assim Portugal ganha. 🤣 Tipo o quê? 15 golos em vez de 28? É que tirando golos ele não contribuiu muito para o jogo.
  12. Mas como é que vais enfrentar algo a que pertences e que representas? E ainda bem que disseste governos porque desde 2002 pouco se aproveita. Durão que foge para a Europa e faz favores ao Bush. Santana Lopes que cai no governo de paraquedas. Sócrates e Passos que não precisam de apresentações. Costa que só se preocupava em agradar à UE na parte das finanças e que continuou com a degradação dos serviços públicos à imagem do governo do PM anterior e posterior. Montenegro com o que se está a ver cada vez pior dia após dia e que exponencia ainda mais as situações anteriores. Não é de estranhar que o país esteja estagnado.
  13. Não consigo ler a primeira. "É por isso que a igualdade de oportunidades, ideia amplamente aceite como justa, se não pode limitar à igualdade pontual nos critérios e provas de acesso, sob pena de ser injusta. Para corrigir coerentemente as desigualdades é necessário ter dados que permitam conhecer a situação real e definir metas calendarizadas que balizem a intervenção." Então mas é isso que defendo que não aconteça. Os alunos devem andar todos nas mesmas escolas com os mesmos professores, é injusto na mesma rua teres 1 família a colocar os filhos no colégio da Barra Justa de Santo Antão porque tem mais dinheiro, tendo outros professores e ensino mais especializado, com menos de 15 alunos por sala de aula, etc, e outra família no Agrupamento de Escolas de 2º, 3º ciclo e Secundário do Beco do Largo Fundo com 30 alunos ou mais por sala de aula, sem qualquer tipo de acompanhamento extra. Contudo fora da escola não vais (até porque não consegues tal como dizes) controlar totalmente as opções dos pais, se os pais com mais dinheiro, quiserem dar explicações pagas aos filhos, fora do ambiente escolar e fora de horário estudantil, não consegues que os outros tenham os pais a fazer o mesmo.
  14. Concordo absolutamente na parte da educação. É das áreas em que defendo a maior força do estado possível (noutras áreas nem tanto, são outros 500s, mas estamos a falar de educação especificamente e vamos focar nela). Até vou mais longe, foco total no ensino público e desincentivo ao ensino privado, exceto certas circunstâncias específicas (por ex. alunos com deficiências que se os pais tiverem possibilidades conseguem oferecer condições melhores porque não existe ainda essa possibilidade tão desenvolvida no ensino público), a escola deve servir para todos de igual modo, a avaliação deve ser igualmente justa, se os pais querem outro tipo de educação fora da escola pública, coloquem explicadores cá fora ou tutores para complementar a escola, ou o que seja, mas a igualdade de circunstâncias deve existir e ser preponderante na escola). E é uma área onde temos a aprender mesmo com os países do ex-bloco de leste, já que para mim foi a área onde tiveram mais sucesso. Se tiveram sucesso é porque há aspetos e lições importantes a retirar ali.
  15. Certo, concordo. Mas eu também defendo isso. E, tendo uma irmã psicóloga, o apoio psicológico é bastante importante para todos os atores. O que quis dizer é que a educação não tem que ser (nem deve na minha perspectiva) exclusivamente orientada para o futuro do mercado de trabalho. Pode cobrir outras áreas também. E infelizmente isso não acontece tanto como acho que deveria acontecer. Pensa-se pouco no futuro da pessoa e apenas no futuro enquanto trabalhador.
  16. Ninguém aqui está a culpar a escola. Só que às vezes em certas famílias problemáticas e sem qualquer tipo de estrutura é o único meio em que se poder fazer ver diferente e ter outra perspetiva a essas crianças. É muito giro culparmos X ou Y, mas as crianças não têm culpa da família que possuem e não devem pagar de letra só porque os pais são irresponsáveis e dão-lhes (nalguns casos específicos) péssima educação. Os pais têm culpa e então ninguém faz nada por essas crianças porque os pais têm culpa e encerra-se o ponto? A escola é muitas vezes para muitos miúdos um dos poucos elevadores sociais que possuem (não falo especificamente de forma monetária, mas sim na forma de perspectivar o mundo e na aprendizagem de aspetos importantíssimos para a vida). E devemos lutar para que ela seja e funcione do melhor modo que seja possível. E isso vale para imensos aspetos, não estou a falar especificamente da parte financeira, formação para a vida em áreas rotineiras que nos parecem banais é importantíssima e também pode ser feita nas escolas. Não acharia errado poder haver aulas de cozinha (opcionais claro) nas escolas ou de outras tarefas igualmente importantes.
  17. Algo curioso que um amigo me contou (não sei se é a realidade), numa espécie de interrail que fez pela europa, é que é em certos países de leste (não todos) estilo Roménia (se não estou a confundir o país) ainda existe um caos de jogo maior que em Portugal. Cartazes e cartazes, propaganda por todo o lado. Filas enormes para raspadinhas. E parece ser inversamente proporcional à prosperidade dos países e cidades europeias. Ele andou também lá por países mais ricos e disse-me que era incomparável com o nosso país e esses países de leste específicos. Não sei se não é. Mas não estou por dentro das outras famílias. O que me lembro é do meu avô a levar-me a comprar as raspadinhas com ele quando eu tinha 8 anos e para ser eu a escolher qual queria e os vendedores e as pessoas até achavam graça. Mas se calhar a consciência das pessoas nessa altura também era outra em relação a hoje. Só que perante o flagelo social em que isto se tornou, para isso acontecer de forma tão drástica, tenho sérias dúvidas que as mentalidades tenham mudado assim tanto. É que o problema maior é que acho que as pessoas não têm mesmo essa noção. Algumas devem acreditar piamente que é a melhor forma de enriquecerem.
  18. O problema é que hoje não se aprende em lado praticamente nenhum. Isto de alertar ao vício do jogo e das apostas está pouco enraizado na nossa sociedade.
  19. Vi o 11 provável da Sporttv com o Bernardo Silva a extremo... eh pá. Tendo mais para o Jamarcus, a nossa Suíça pré-Marrocos. O último grito de suspiro.
  20. Sim, a solução também não é a proibição total do ato de apostar, estilo lei seca que por vezes torna a emenda pior que o soneto. Mas publicidade ao jogo deve ser 100% proibida. E o que me mete mais impressão é a Santa Casa da Misericórdia, que supostamente tem uma imagem "benigna", de solidariedade e de ajudar as pessoas vulneráveis e depois andar a desgraçar alegremente a vida das pessoas. Uma hipocrisia de todo o tamanho. É que empresas privadas de Bets ainda vá que não vá. Estão a explorar pela via do lucro. Mas compreendo que o façam, não têm que dar satisfações a ninguém nem têm uma imagem a defender. São o que são. Agora uma instituição de caráter quase milenar... porra. Seria o mesmo que venderem tabaco e dizerem que 5% do lucro iria para ajudar na luta contra o cancro nos hospitais.
  21. Não submeti, foi mesmo só para ver como era.
  22. Sim, bolsa por exemplo. Mas bolsa também é muito arriscada e infelizmente acho que comporta os mesmos riscos para pessoas que estoiram dinheiro em apostas.
  23. Nem mais. Muita da malta que vemos na net, bate no peito a defender aulas especificamente de literacia financeira, mas depois avisar quanto aos riscos destas situações, parte da verdadeira literacia financeira, ficam quietos. Isso e ficarem calados perante a publicidade nefasta que vemos em loop nos intervalos. Acho inacreditável dizer-se que só assim o desporto sobrevive, quando por décadas nada disto aconteceu e sempre houve futebol. Quanto ao que o Pavel disse é 100% natural, é bola de neve, ficas pobre para conseguir jogar (e às vezes por não saberes gerir o dinheiro) e ao seres pobre o dinheiro faz-te mais falta do que se fores rico. Além da falta de conhecimento racional dos riscos e consequências que poderá ser maior em quem tem menos estudos. No meu caso pessoal posso falar que sou super controlado, poupado e racional nas quantias em que invisto, quando o faço, além de não ter a ânsia da recuperação. É algo que gosto de fazer em bastantes jogos de 1x com quantias irrisórias, porque sou fascinado com probabilidades e não porque queira ganhar dinheiro. Mas conheço pessoal da família que já não é assim. Por exemplo, tinha uma tia que era a que ganhava mais na família toda, com um excelente emprego e passado 1 semana ao receber o salário, todos os meses andava a pedinchar para poder comprar raspadinhas. Entretanto perdeu o emprego e diz até hoje que não se arrepende do que fez e que voltava a fazer tudo igual.
  24. Não disse que é mérito. No papel não parece um desastre. E quando falas em 7 participações, estás a cortar qualificações. Se nos outros não participámos foi porque os selecionadores não apuraram a equipa e tiveram um desempenho ainda pior.
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