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Lebohang

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Tudo que Lebohang publicou

  1. Podia ser pior Se tivessem ganho à Alemanha em 2014 podiam ir para a 5ª
  2. F*da-se um gajo aqui na minha rua a berrar e a insultar tudo e todos
  3. Desde a review do Observador ao filme sobre as FP-25 que tenho a certeza que neste tipo de filmes eles nem vêem, metem lá uma estrela e falam de tudo menos do filme.
  4. Benfica vai realizar dois particulares já depois do arranque oficial da época Amigável #3 SL Benfica vs CF "Os Belenenses" Local: Estádio do Sport Lisboa e Benfica Data: Sexta-feira, 24 de Julho às 18.00 Transmissão: ------------------------------------------------------------------------------------------------------------ Amigável #4 SL Benfica vs ? Local: Estádio do Sport Lisboa e Benfica Data: Sexta-feira, 31 de Julho Transmissão:
  5. Uma obra de ficção incompleta na verdade, a Guerra de Tróia é composta por muitos mais livros (sete acho eu) mas só a Ilíada e a Odisseia sobreviveram na íntegra.
  6. "Nenhum dos atores é grego ou turco e nenhum deles fala grego antigo, uma desilusão"
  7. Almeida retirado da Vuelta a Burgos e adicionado ao Tour de Pologne. Mantém-se de pé a presença na Vuelta
  8. É que ainda por cima querem um jogador de um clube que acabou de fazer uma venda de 20M e que, portanto, não tem pressa em vender
  9. Que imagens tinha na cabeça antes de começar? Duas acompanharam-me durante muito tempo. Uma é o cavalo prestes a ser arrastado pela maré, inclinado para um dos lados. Não costumo pensar em imagens apenas por razões puramente visuais. Em vez de fazer uma espécie de cavalo sobre patins, tratava-se de apresentar o cavalo de uma forma que permitisse a um público completamente familiarizado com a história perceber como aquilo funcionaria num sentido realista. E também — não me lembro da inspiração original — a ideia de um soldado decapitar uma estátua. Isso tornou-se muito importante do ponto de vista narrativo. Uma vez descreveu Oppenheimer como alguém que sabia motivar os outros “através da teatralidade da sua persona”. Poder-se-ia dizer o mesmo de Ulisses. Parece haver muitos paralelos. Quando terminei o filme, isso impressionou-me bastante. Em cada filme que faço, gosto de deixar questões ou temas por resolver que possam acompanhar-me para o filme seguinte. Há muitas ideias sobre liderança, motivações contraditórias, falhas humanas e a noção de como as melhores intenções podem correr terrivelmente mal. Ulisses é uma personagem muito complexa — um trapaceiro, alguém inteligente e astuto. Em termos de “Star Wars” é Han Solo — mas Han Solo não é o herói de “Star Wars”; o herói é Luke Skywalker. Também não evita retratar a sua arrogância e impulsividade. [risos] É aqui que voltamos a Oppenheimer. Como caracterizaria a sua própria abordagem ao risco? Sou muito, muito cauteloso. Vejo constantemente todas as coisas que podem correr mal. Sou assim. Quem observa de fora pode olhar para a sua obra e para as inovações que introduziu da mesma forma que a personagem do filme quer ser a primeira a experimentar algo, mesmo que seja brutalmente difícil. Já ouvi os seus produtores descrevê-lo como avesso ao risco e responsável. E, no entanto, no ecrã, faz estes enormes saltos. Penso que a sua pergunta se refere mais ao risco criativo. Se alguém estiver realmente interessado em cinema e na história do cinema, há uma coisa que percebe claramente: é preciso correr riscos para ter sucesso. O maior risco de todos é jogar pelo seguro. É precisamente isso que, de forma consistente, não funciona nos grandes filmes comerciais. O público procura algo novo. Por outras palavras, eu não encaro isso como risco. Lembro-me de uma conversa com a Emma quando lhe mostrei pela primeira vez o argumento de “Memento” [o filme que o revelou em 2000], estruturado de trás para a frente. Ela reagiu positivamente ao argumento, mas sentiu que era uma aposta muito arriscada — uma exigência elevada. E eu consegui dizer-lhe: “Não, eu consigo fazer isto”. Há muitos realizadores que conseguem fazê-lo de forma mais convencional. Na verdade, ter algo novo para trazer para a mesa reduz o risco; dá-nos uma maneira de nos distinguirmos. Depois tentámos vendê-lo a pessoas que não perceberam a ideia, por isso ela tinha toda a razão. Mas acabou por chegar ao público, e o público valorizou isso. O risco está nos intermediários — os financiadores, os estúdios. Se conseguirmos chegar ao público — não estou a fazer previsões sobre este filme, mas, no passado, fomos amplamente recompensados por termos confiado no público. Ao ver o filme, pensei muito nas origens clássicas da hospitalidade, ou na ‘Lei de Zeus’ da história, e na forma como ela funciona na nossa atual época de divisões. A grandeza do poema é tal que abordamos estas coisas como se fossem estrangeiras e antigas, mas, à medida que as exploramos, tornam-se súbita e espantosamente relevantes. A ‘Lei de Zeus’ é a regra de ouro — tratar os outros como gostaríamos de ser tratados — com uma base teológica segundo a qual qualquer estranho pode ser um deus disfarçado. Para aquele mundo, trata-se claramente de uma questão básica de sobrevivência. Se sairmos de casa por mais de alguns dias, estamos, por definição, à mercê de desconhecidos. É a única forma de uma sociedade funcionar. Isso tornou-se muito importante para o filme e, assim que começamos a aprofundar o tema, percebemos que nada mudou. É isso que sustenta a civilização ou que até define a própria civilização. Existe alguma lição moral que quisesse que as pessoas encontrassem? Especialmente ao apresentá-lo como um grande filme comercial? Claro, mas não quero articulá-la. Quero que as pessoas a vivam no filme. Tenho sentimentos muito fortes sobre a forma como esta história me toca em termos éticos. Espero que as pessoas sintam isso da mesma maneira que eu senti. Erik Tanner/The New York Times Foi essa uma das razões que o atraíram tanto para o projeto neste momento? Creio que sim, mas não sabia disso quando comecei. Enquanto realizadores, temos de agir de forma impulsiva. Procurava desafiar-me com um tipo completamente diferente de narrativa e procurava uma lacuna na cultura. Olho para a mitologia grega, para “A Odisseia” em si, e pergunto: porque não se tornou parte do cinema moderno? Isso é extremamente estimulante para um realizador. Depois, quando aprofundamos a questão, surge a pergunta: em que é que se pode verdadeiramente mergulhar? “A Odisseia”, tal como “Oppenheimer”, é uma grande história porque possui estas ressonâncias, estes problemas intrincados, estes dilemas éticos. São situações impossíveis. É isso que faz uma história extraordinária. “Enquanto realizadores, temos de agir de forma impulsiva. Procurava desafiar-me com um tipo completamente diferente de narrativa e procurava uma lacuna na cultura” Quando está em produção, sonha com o projeto? Tendo a sonhar mais com o processo, o que é horrível. São aqueles sonhos de ansiedade em que o dia está quase a terminar e ainda não conseguimos filmar um único plano. Não são sonhos muito úteis. Quando estou a escrever, costumo sonhar mais com a própria história. É um pouco surpreendente para mim que continue a acordar em pânico. Bem, isso está relacionado com a capacidade de ver todas as coisas que podem correr mal. Mas uma das funções dos sonhos é precisamente essa — antecipatória. Estão a alertar-nos para algo que o subconsciente nos está a dizer. Muitas vezes, quando não consigo dormir antes de uma rodagem — tenho muitas noites de domingo difíceis — é porque não organizei devidamente o trabalho da semana. Passamos a noite acordados a processar coisas para as quais talvez não tenhamos tido tempo na semana anterior. Por isso vejo cada vez mais utilidade nisso e consigo estar tranquilo em relação à tensão, se é que isso faz sentido. Mudando um pouco para a tensão real da indústria, que atravessa um período de contração, no ano passado foi eleito presidente da Directors Guild of America. Qual considera ser a sua principal missão? Ajudar os membros da DGA — realizadores, assistentes de realização, gestores de produção de unidade e diretores de palco. A maioria trabalha em televisão. E isto nem sequer é apenas um momento de contração; a produção televisiva atingiu o seu pico em 2016. Trata-se de uma contração prolongada. Neste momento, os realizadores de séries televisivas enfrentam uma taxa de desemprego de 50%. É assustador. O que realmente é necessário é um incentivo fiscal federal. A minha intenção é tentar envolver os estúdios e defender essa medida do ponto de vista empresarial. Precisamos de trazer a produção de volta para os Estados Unidos. É extremamente importante. Historicamente, não tem utilizado smartphones. Considera-se tecnófobo? Não. Considero-me um cético tecnológico. A razão pela qual continuo a filmar em película é porque ela representa melhor a forma como o olho humano vê o mundo do que qualquer sistema digital de imagem que eu tenha visto — e examinei-os todos com muita atenção. A cor analógica é diferente da cor digital. Portanto, para mim, o importante é que exista escolha. Mas sempre montei os meus filmes digitalmente; utilizamos, sem dúvida, computação gráfica como parte do nosso processo de efeitos visuais. Adoto novas tecnologias constantemente, mas elas tendem a ser vendidas às pessoas à custa de sistemas que ainda podem ser válidos e viáveis. Foi isso que vi acontecer na minha indústria — deitar fora o bebé com a água do banho. Estivemos quase a perder a película! Artigo publicado originalmente no “The New York Times” / © 2026 The New York Times Company
  10. O Principio Era a Bola já errou metade da final
  11. Se a Espanha ganhar isto os motivos para continuar com Cristiano Ronaldo no XI ficarão completamente esgotados mas não duvido que iremos assistir a um spin do JJ em Setembro para mostrar o oposto, do género "CaÍmOs CoNtRa O cAmPeÃo Do MuNdO cOm O rOnAlDo, CoMo PoDe ElE nÃo SeR úTiL?"
  12. Nenhuma dessas jogou os 90 minutos com 10
  13. O Rui Costa bazou da Seleção quando perdeu a titularidade para o Deco e saiu do Milan quando perdeu definitvamente o comboio para o Kaka, para se ter uma ideia que ele não foi apenas um sonso enquanto dirigente e enquanto Presidente
  14. Duas vitórias hoje: Borges 64 62 frente ao Kouame e Faria 67 64 64 contra o Wawrinka
  15. Porto vai a Inglaterra contratar dois DC e sagra-se Campeão Nacional Benfica contrata um treinador que esteve uma década nas Ligas Inglesas e não consegue ter mais opções do que o catálogo da Gestifute
  16. Já vão 2 anos da última vitória do Rocha num QP de um ATP250 e mais de 1 da última vitória num QP de um GS, infelizmente isto começa a ser o novo normal do Rocha
  17. As caixas de propaganda A Bola e Record já mandaram o recado da Direção que reforços só quando houverem vendas, i.e., Trubin, António Silva, Prestianni, Schelderup ou Pavlidis.
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