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Peplin

Os Portugueses em Acção

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Estive a dar uma vista de olhos na lista de inscritos dos próximos Future em Portugal e vi que o Fred Gil está inscrito na Quinta do Lago (semana de 18 de outubro). Deve ter-se entusiasmado com o estatuto de vice-campeão mundial de veteranos +35 anos e pensa que ainda pode dar um ar da sua graça nos torneios profissionais.

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Semana com o João em Indian Wells, com um Future em Setúbal e 3 portugueses em Challengers prometia animação. E teve alguma embora ninguém tenha ultrapassado a 2ª ronda dos torneios.

A maior figura da semana, para efeitos deste ranking, foi o Illia Stoliar. Bastou-lhe ser bem sucedido no qualifying em Setúbal e passar uma ronda no quadro principal para se destacar dos restantes. Merecem também referência o João Sousa, o Diogo Morais e o Martim Marujo pelas 2 vitórias que cada um alcançou nas fase de qualificação em que participaram.

Pela negativa o Tiago Cação que perdeu logo de entrada em Setúbal num encontro em que era favorito.

Na tabela não houve alterações nas principais posições. O Duarte Vale como português em melhor forma, seguido pelo Nuno Borges, o Gastão Elias e o Fábio Coelho; e o João Domingues continuando a ser o que está em pior forma com o João Sousa e o Gonçalo Oliveira logo a seguir.

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Ao contrário do que tem acontecido, na última semana registaram-se resultados positivos com reflexo neste ranking. Acima de todos esteve o Pedro Araújo, com a presença nas meias finais de Loulé, e principalmente pela qualidade dos adversários que ultrapassou. Também o Miguel Gomes, que furou o qualifying de Loulé com vitórias sobre tenistas mais conceituados. E, claro, o Duarte Vale ao chegar à final de Naples, se bem que, neste caso, ganhando normalmente como favorito e perdendo a final com um jogador pior posicionado no ranking. Foi uma boa semana também para o Gonçalo Falcão (que também passou pelo qualifying de Loulé com sucesso) e para o João Sousa com as meias finais em Alicante.

 

Pela negativa, se excluirmos aqueles que perderam logo na 1ª ronda do qualifying de Loulé, ficamos com o Tiago Cação (derrotado pelo Luís Faria na 1ª ronda do quadro principal) e o Martim Leote Prata, que perdeu na 2ª ronda do qualifying de Naples com um adversário sem ranking, como os piores exemplos.

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Nesta semana foram os rapazes "anónimos" que obtiveram maiores ganhos para este ranking. Principalmente o Diogo Marques que se deu a conhecer passando o qualifying em Vero Beach e uma ronda do quadro principal. Mas também tiveram boas prestações o Amnon Felipe que passou o qualifying em Rio do Sul e o Rodrigo Beires que chegou à ronda final do qualifying na Quinta do Lago. Dos mais conhecidos foi o Miguel Gomes quem mais rentabilizou ao passar duas rondas no qualifying da Quinta do Lago.

 

Menos bem, com derrotas no 1º encontro em jogos onde podiam ter feito melhor, estiveram o Fábio Coelho, o Pedro Araújo, o Jaime Faria, o Fred Gil e o Henrique Rocha.

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Esta semana foi do João Sousa. Com a final no CH de Brest foi o português que obteve o resultado mais expressivo e que se traduziu numa subida relevante neste ranking, deixando para trás os últimos lugares da tabela.

Além do João, também tiveram uma semana positiva aqueles para quem as fases de qualificação foram bem sucedidas. O Jaime Faria e o Gonçalo Falcão, em Portimão e o Francisco Rocha em Tallahassee. O Miguel Gomes e o Diogo Morais, embora perdendo na última ronda da qualificação de Portimão também somaram pontos.

Como habitualmente os que apresentaram piores resultados foram os que perderam logo nas primeiras rondas. No entanto, desta vez, nenhum chegou aos 20 pontos negativos, ou seja, nenhum deles foi surpreendido num encontro em que se apresentava como favorito.

 

Quanto aos posicionamentos no ranking, os 3 primeiros continuam sem alteração (Duarte Vale, Nuno Borges e Gastão Elias), mas o Miguel Gomes e o Francisco Rocha subiram a 4º e 5º, respetivamente.

Cá por baixo, o João Domingues continua a ser o português em pior forma, mas o Gonçalo Oliveira já está muito próximo. O João Sousa deixou o "pódio negativo", entregando essa posição ao Valentin de Carvalho (que até passou, nesta semana, uma ronda do qualifying pela 2ª vez nos últimos 12 meses) com o Pedro Sousa e o Tiago Cação logo a seguir. O Tiago está num momento particularmente negativo, tendo encaixado a 6ª derrota consecutiva.

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Nesta semana quem se portou melhor foi o Gonçalo Oliveira, com os quartos de final em Guayaquil incluindo uma vitória surpreendente sobre o Francisco Cerundolo que lhe deu muitos pontos. O Daniel Rodrigues (QF em Fayetteville), o Nuno Borges (QF em Tenerife com duas vitórias sobre tenistas melhor posicionados no ranking) e o Francisco Rocha (passou novamente o qualifying num Future) também obtiveram resultados positivos.

Esta foi uma boa semana no que respeita a prestações negativas. Ninguém esteve particularmente mal. Todos os portugueses venceram pelo menos 1 jogo. Feito o apuramento, conclui-se que aquele que obteve uma pior prestação foi o Duarte Vale. Ganhou um jogo em que era favorito e perdeu outro em que também era favorito. Não foi suficiente para o afastar da liderança deste ranking.

Regista-se ainda a saída da lista do Afonso Salgado, do Hugo Maia e do Tomás Luís que completaram um ano sem participar em qualquer torneio.

Editado por Descartes

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Esta foi uma semana em que pouco aconteceu. Com a realização do Campeonato Nacional Absoluto (a final será entre o Nuno Borges e o Pedro Araújo), vários jogadores a recuperarem de lesões e a ausência nos Future americanos (deve ter sido semana de exames), ficámos reduzidos à participação do João Sousa e do Frederico Silva no Challenger de Bratislava.

O João não esteve bem e interrompeu a recuperação da forma que vinha fazendo no circuito secundário com uma derrota na 1ª ronda em que era favorito. O Frederico teve uma semana positiva, embora a eliminação nos quartos de final tenha sabido a pouco, principalmente porque aconteceu frente a um adversário mais de 100 posições atrás de si no ranking. Em todo o caso a vitória na 1ª ronda sobre o Taberner, atual membro do TOP 100, foi a sua melhor e mais produtiva para efeitos deste ranking entre as 33 que obteve nas últimas 52 semanas.

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Nesta semana só estiveram 4 portugueses em ação. Dois em Helsínquia e outros 2 no Texas.

Para o João Sousa foi excelente, com a presença na final. Cimentou a sua recuperação no ranking da forma e abandonou os lugares do fundo da tabela. Termina, assim, com sinal mais uma época terrível.

Pior estiveram o Frederico Silva e o Duarte Vale com derrotas nos jogos inaugurais dos torneios que disputaram.

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Semana com dois tenistas no Challenger de Manama, no Bahrein e quatro no Future de Antalya na Turquia.

 

Não correu mal. O Luís Faria, com os quartos de final em Antalya foi quem mais rentabilizou para o ranking da forma, seguido pelo Gonçalo Oliveira que também chegou aos quartos de final em Manama. O Jaime Faria, que acedeu à ronda final do qualifying em Antalya e o Nuno Borges com os quartos de final em Manama também ficaram no lado positivo.

A quem correu mal a semana foi ao Tiago Cação. Perdeu logo de entrada em Antalya para um tenista menos cotado e afundou-se neste ranking. Já só tem o João Domingues pior que ele. O facto de não ganhar um único encontro há 2 meses, estando numa série de 7 derrotas consecutivas tem este efeito.

Nos lugares de topo regista-se a aproximação do Nuno Borges ao Duarte Vale.

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Esta semana foi do Nuno Borges. Campeão no Challenger de Antalya e regresso à liderança do ranking da forma, ultrapassando claramente o Duarte Vale.

Também obtiveram boas prestações nesta semana o Tiago Cação, com a passagem pelo qualifying do CH de Antalya e a chagada à 2ª ronda no quadro principal, e o Jaime Faria que foi bem sucedido no qualifying do Future também realizado em Antalya.

Pela negativa tivemos o Gonçalo Oliveira que se retirou no encontro da 1ª ronda do Challenger e passou a figurar como o 2º português em pior forma, logo a seguir ao João Domingues.

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Esta semana foi dedicada ao 1º dos torneios challenger disputados na Maia.

 

Foram 16 portugueses em ação, sendo que os que mais beneficiaram para efeitos do ranking da forma foram o Nuno Borges, que chegou às meias finais e cimentou a sua liderança e o Gastão Elias que chegou aos quartos de final e, por ter perdido por walkover, não acrescentou pontos negativos ao seu registo, recuperando, assim, um lugar no pódio.

Os piores resultados couberam ao Fábio Coelho e ao Duarte Vale.

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Esta foi a última semana do ano com torneios challenger. Um deles na Maia onde estiveram 10 portugueses em ação.

O Nuno Borges acabou a temporada em boa forma, com mais uma final e a entrada no TOP 200 do ranking ATP. Neste ranking da forma entre os portugueses acaba o ano como começou: líder incontestado. Nesta semana, depois dele, foi o Luís Faria quem mais benefícios arrecadou ao vencer no qualifying um tenista melhor posicionado, embora não conseguindo chegar ao quadro principal.

Pela negativa o Tiago Cação, perdendo à primeira com um adversário ao seu alcance.

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Primeira semana de 2022 em que estiveram 4 portugueses em ação. Não correu bem. O Gastão Elias foi o único que somou vitórias e, por isso, foi o único com um resultado positivo. O João Sousa, o Gonçalo Oliveira e, principalmente, o Frederico Silva perderam logo no 1º encontro e pioraram o seu ranking da forma.

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Foi a semana do qualifying do Australian Open. Além disso só tivemos o Valentin De Carvalho na qualificação do Future da Tunísia.

Foi uma semana positiva, no que respeita ao ranking da forma, para o Gastão Elias e para o João Sousa, que alcançaram duas vitórias e negativa para o João Domingues, que perdeu de entrada para um jogador classificado para lá do TOP 1000 e cavou mais a diferença para o Gonçalo Oliveira na luta para tenista em pior forma.

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A semana transata foi do Frederico Silva. As meias finais em Forli deram-lhe um bom pecúlio para este ranking.

O João Sousa com uma derrota esperada na 1ª ronda do AO e o Valentin De Carvalho que também perdeu logo de entrada no qualifying da Tunísia foram os outros dois portugueses em ação.

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Nesta semana praticamente só competiu o João Sousa. E as coisas não lhe correram mal. Cumpriu os mínimos, melhorou o seu ranking da forma e já está com um total positivo no que respeita aos encontros disputados nas últimas 52 semanas.

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Esta foi a semana da "ressurreição" do João Sousa. Regresso aos títulos no circuito ATP. Para efeitos deste ranking da forma, como seria de esperar, regista-se uma grande subida do João que se instalou no 3º posto. Melhor do que ele agora só estão o Nuno e o Duarte.

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Esta semana já terminou para os 4 portugueses que participaram em torneios oficiais. E correu muito mal. Nenhum obteve resultados positivos.

O destaque da semana vai, assim, para o Gonçalo Oliveira que se aproxima perigosamente do estatuto de português em pior forma. Lugar que ainda é ocupado pelo João Domingues por muito pouco.

Nota ainda para o facto de que o João Sousa apresenta um ranking ATP nesta semana melhor do que aquele que tinha exatamente há um ano atrás. Já não acontecia há muito tempo.

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Mais uma semana concluída em que apenas o Nuno Borges registou resultados positivos, chegando à meia final de Forli. Consolidou a sua liderança como português em melhor forma.

Os outros portugueses em prova esta semana tiveram prestações negativas com destaque para o João Sousa, que interrompeu a sua subida, tendo registado duas derrotas com adversários pior classificados no ranking e o Gastão Elias que perdeu de entrada em Forli com o Napolitano, mais de 200 lugares abaixo no ranking ATP.

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Esta semana é marcada pelo regresso do circuito Future a Portugal e, por consequência, a presença de um número bem mais significativo de portugueses em prova do que aconteceu nas últimas semanas.

Os resultados mais relevantes foram as chegadas aos quartos de final do Nuno Borges no Challenger de Forli e do Gonçalo Oliveira em Vale do Lobo.

Para efeitos deste ranking, destaque para o Luís Faria com a passagem bem sucedida pelo qualifying de Vale do Lobo e para o Henrique Rocha com uma vitória relevante sobre um jogador mais de 1000 posições acima da sua no ranking ATP.

Pela negativa o João Sousa, que perdeu na 1ª ronda do qualifying do Dubai e o Gastão Elias na 1ª ronda de Forli, ambos com adversários pior classificados.

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Semana de Taça Davis, de Challenger em Las Palmas e de Future em Faro.

Para efeitos deste ranking os principais beneficiados nesta semana são o Fábio Coelho, por ter passado o qualifying em Faro e ter atingido os quartos de final e o Pedro Araújo ao chegar às meias finais. O Nuno Borges e o João Sousa também faturaram pela presença vitoriosa na Davis.

Pela negativa o Miguel Gomes, o Gonçalo Falcão e o Tiago Cação foram os que estiveram pior.

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Mais uma semana de sinal positivo para o Nuno Borges com a final disputada em Roseto. É, sem qualquer dúvida, o tenista mais em forma da atualidade. Foi uma semana igualmente positiva para o Luís Faria que passou o qualifying em Portimão e ainda lhe juntou mais uma vitória no quadro principal.

Pela negativa destaca-se o João Sousa. Em Indian Wells, apesar de ter sido bafejado com um lugar no quadro principal com o estatuto de lucky loser, não ficou bem tratado no que respeita ao ranking da forma porque juntou duas derrotas, sendo a que sofreu no qualifying com o Eubanks particularmente penalizadora.

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Semana com poucos resultados positivos. Basicamente só o Pedro Araújo sobressaiu com os quartos de final em Loulé.

Pela negativa houve vários. A começar pelo Nuno Borges que, desta vez, não passou da 1ª eliminatória em Roseto, o Gonçalo Oliveira que também teve uma derrota logo de entrada no Chile e o Tiago Cação em Loulé. Este já ocupa o indesejado lugar no pódio dos tenistas em pior forma.

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Nesta semana os melhores tenistas portugueses não estiveram bem. Os que estiveram ativos desiludiram como o João Sousa, o Gonçalo Oliveira e, principalmente, o Gastão Elias que registou o pior resultados das últimas 52 semanas se considerarmos a diferença de rankings.

No ranking da forma quem mais capitalizou esta semana foi o Gonçalo Falcão, por ter ultrapassado o qualifying da Quinta do Lago, o miúdo Filipe Krohn da Silva que se estreou em torneios Future passando duas rondas no qualy e o Pedro Araújo, que voltou a disputar os quartos de final, instalando-se no 3º posto dos portugueses em melhor forma.

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Semana de Challenger em Oeiras, conquistado pelo Gastão Elias que foi, naturalmente, o tenista mais favorecido no ranking da forma. Regressou ao pódio ficando muito perto do Duarte Vale. O Nuno Borges também aproveitou para cimentar a sua liderança ao chegar às meias finais.

Pela negativa o pior da semana foi o Gonçalo Oliveira que perdeu na Colômbia na 1ª ronda com um jogador pior classificado no ranking ATP e passou a ocupar o lugar que era do João Domingues como português em pior forma.

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