Mary Publicado 25 Maio 2017 Convocados de Itália para o amigável frente a Sao Marino: Portieri: Pierluigi Gollini (Atalanta), Simone Scuffet (Udinese); Difensori: Cristiano Biraghi (Pescara), Davide Calabria (Milan), Mattia Caldara (Atalanta), Federico Ceccherini (Crotone), Andrea Conti (Atalanta), Emerson Palmieri dos Santos (Roma), Alex Ferrari (Verona), Gian Marco Ferrari (Crotone); Centrocampisti: Daniele Baselli (Torino), Danilo Cataldi (Genoa), Roberto Gagliardini (Inter), Lorenzo Pellegrini (Sassuolo); Esterni: Domenico Berardi (Sassuolo), Federico Chiesa (Fiorentina), Matteo Politano (Sassuolo), Simone Verdi (Bologna); Attaccanti: Diego Falcinelli (Crotone), Roberto Inglese (Chievo), Gianluca Lapadula (Milan), Andrea Petagna (Atalanta). Compartilhar este post Link para o post
Sumudica by Night Publicado 25 Maio 2017 Oficial: Mandzukic renova com a Juve até 2020. [mg]https://pbs.twimg.com/media/DArWwqlWAAAewb0.jpg[/img] Justissimo. Tornou-se um jogador fundamental para a Juve. È a alma da equipa. Agora é renovar com o Alex Sandro. Fundos comunitários Mandzukic 2020. Compartilhar este post Link para o post
George Kaplan Publicado 25 Maio 2017 Parma-Lucchese Lecce-Alessandria Pordenone-Cosenza Livorno-Reggiana Serão estes os encontros dos quartos de final para a subida a Serie B. Só um clube subirá. Vamos Parma Compartilhar este post Link para o post
Mary Publicado 26 Maio 2017 Segundo o Marotta, a Juve quer continuar com o Allegri como treinador e não estão a pensar sequer num candidato para a eventualidade dele sair. Depois da final da Champions haverá uma reunião, onde provavelmente o Allegri irá renovar. Segundo o Marotta, a sua melhor contratação foi o Pirlo. Também disse que a Juve tem um projecto "á lá Del Piero" para o Dybala e que o objectivo é que argentino fique muitos anos em Turim e seja a bandeira do clube. Disse que a politica de contratações da Juventus é baseada em duas formas de actuação: por um lado, contratar jogadores já estabelecidos e experientes como Dani Alves, Khedira ou Higuain; e por outro, contratar jogadores com talento, mas que se possam tornar campeões e que tenham boas qualidades humanas, como Dybala. Afirmou que a Juventus jamais meterá cláusulas de rescisão nos seus jogadores, porque isso a coloca numa posição de fraqueza em termos negociais. Disse que o mercado de transferências do último verão foi o melhor da história da Juve e que não é expectavel que tal volte a acontecer este ano. Disse que devido á alteração tactica para o 4-2-3-1, a prioridade será reforçar o ataque. Reforços para o meio-campo e defesa, é algo a considerar. Disse que a Juve não irá vender nenhum dos seus melhores jogadores, porque não necessita do dinheiro, a não ser que alguém peça expressamente para sair. Compartilhar este post Link para o post
Mary Publicado 26 Maio 2017 Riccardo Orsolini foi eleito "Jogador revelação" da Serie B. Andrea Favilli venceu o prémio de "Melhor estreante da temporada". Dois jogadores da Juve a darem cartas na Serie B. Bom pronúncio. Compartilhar este post Link para o post
George Kaplan Publicado 26 Maio 2017 Favilli é jogador do Livorno, emprestado ao Ascoli. Que a Juve tenha algum tipo de opção é diferente, mas senão a fizerem valer termina noutro clube. Mas não é jogador da Juventus. Orsolini é maquina. Erro da direcção actual não ter deixado Galliani comprar Orsolini em Janeiro. Compartilhar este post Link para o post
Mary Publicado 26 Maio 2017 Paratici recusou um cheque em branco do PSG para ser director desportivo do clube francês. Ainda bem! È peça fundamental na estrutura da Juventus. Compartilhar este post Link para o post
Oblivion Publicado 27 Maio 2017 (editado) Orsolini está a dar show no sub20. Editado 27 Maio 2017 por Oblivion Compartilhar este post Link para o post
BartoloSerenity Publicado 27 Maio 2017 Paratici recusou um cheque em branco do PSG para ser director desportivo do clube francês. Ainda bem! È peça fundamental na estrutura da Juventus. Recusar uma oferta que nunca existiu :prayer: :prayer: :prayer: Compartilhar este post Link para o post
Flipk Element Publicado 27 Maio 2017 Recusar uma oferta que nunca existiu :prayer: :prayer: :prayer: Sim, vamos confiar em ti, afinal este Bartolo é uma figura super importante no PSG e nunca, repito, nunca errou em nada do que disse aqui. #Monaco #Emery Compartilhar este post Link para o post
BartoloSerenity Publicado 28 Maio 2017 Sim, vamos confiar em ti, afinal este Bartolo é uma figura super importante no PSG e nunca, repito, nunca errou em nada do que disse aqui. #Monaco #Emery Berta e Antero. Só foram esses abordados, o Paratici nunca na vida se ia meter no PSG quando está tão bem na Juventus. Boa rep Mary, bom saber que estás atento a mim... Compartilhar este post Link para o post
johan Publicado 28 Maio 2017 fez hoje o último jogo pelo Inter. não merecia, de todo, sair pela porta pequena. 5 anos e 11.490' depois, manchados pela desorganização e gestão ruinosa, resultaram em 0 títulos. Uma vergonha. Compartilhar este post Link para o post
Mary Publicado 29 Maio 2017 (editado) Schick, Bernadeschi want Juventus It’s reported both Patrik Schick and Federico Bernardeschi are pushing to join Juventus this summer. Com estes 2 reforços a Juve ficaria incrivelmente forte. Que o Marotta faça a sua magia. Editado 29 Maio 2017 por Mary Compartilhar este post Link para o post
Mary Publicado 29 Maio 2017 Serie A termina com maior média de gols entre as cinco grandes ligas e sua maior desde 1951 Combinando tradição e memória afetiva, a Serie A possui um dos melhores campeonatos da Europa. É difícil encontrar alguém que passe de seus 25 anos e não se lembre com carinho dos grandes times nos anos áureos do Calcio. Em futebol, porém, a liga italiana ficou devendo algumas vezes nos últimos anos. Não nessa temporada. Por mais que a Juventus tenha levado o hexacampeonato com certa tranquilidade, não dá para negar o bom nível de emoção em muitos jogos da competição. E, inclusive, a vocação de muitos times ao ataque. O que se traduz em números: ao término do certame, nenhuma outra grande liga do Velho Continente teve tantos gols. A Serie A 2016/17 contou com um total de 1.123 bolas nas redes. A última rodada auxiliou bastante a inflar esta marca, especialmente neste domingo. O Chievo foi o único dos 20 clubes a passar em branco, enquanto seis partidas tiveram quatro gols ou mais, num total de 44 tentos. Ainda assim, um pouco abaixo do recorde em uma só rodada, estabelecido na penúltima semana de abril, com 48 tentos. Nenhuma outra das chamadas cinco grandes ligas europeias (Alemanha, Espanha, França e Inglaterra) teve uma média de gols tão alta nesta temporada, ou mesmo se aumentarmos o escopo para outros campeonatos secundários – como os de Portugal, Holanda, Rússia, Ucrânia, Bélgica e Turquia. A marca da Serie A, aliás, é bem respeitável na história recente. Juntando as cinco grandes ligas neste século (desde 2000/01), apenas a Bundesliga em 2013/14 e em 2003/04 registrou médias superiores. Nenhuma edição de La Liga, Premier League ou Ligue 1 viram tantas redes estufadas no período mencionado que a Serie A 2016/17. Além disso, na própria Itália, a marca encontra um registro maior apenas voltando a 1950/51, quando os times do Calcio somaram 1.192 tentos. A prolificidade se distribuiu de maneira considerável entre os times. Seis equipes registraram mais de 70 gols no total: Napoli, Roma, Juventus, Napoli, Internazionale e Torino. No máximo, a Premier League se aproximou com cinco times superando tal marca. Além disso, a veia artilheira de alguns jogadores chamou a atenção. Edin Dzeko, Dries Mertens, Andrea Belotti, Gonzalo Higuaín, Ciro Immobile e Mauro Icardi anotaram mais de 20 gols. Nos outros campeonatos nacionais maiores, esse número girou entre três ou quatro atletas. Obviamente, as estatísticas nem sempre podem ser levados ao pé da letra e refletem outras consequências – por vezes, certos desníveis de competitividade ou fragilidade de defesas. Fato é que, em uma liga tradicionalmente defensiva como a italiana, a quantidade de gols significa muito. Enfatiza também uma aptidão de diversas equipes ao jogo ofensivo e a presença de atacantes de alto nível. Quem desmerece o Calcio nos últimos meses precisa assistir aos jogos um pouco mais. Médias de gols das principais ligas europeias em 2016/17 Serie A – 2,96 gols por jogo La Liga – 2,94 gols por jogo Bundesliga – 2,87 gols por jogo Premier League – 2,8 gols por jogo Ligue 1 – 2,61 gols por jogo http://trivela.uol.com.br/serie-a-termina-com-maior-media-de-gols-entre-as-cinco-grandes-ligas-e-sua-maior-desde-1951/ Compartilhar este post Link para o post
Mary Publicado 29 Maio 2017 (editado) 4 títulos Serie A, 1 Copa Itália, 2 Supercopa, Foi um jogador que sempre deu tudo pela Juve, sendo bastante acarinhado pelos adeptos. Despede-se do futebol e será director no Pescara. Boa sorte Simone Pepe! Editado 29 Maio 2017 por Mary Compartilhar este post Link para o post
George Kaplan Publicado 29 Maio 2017 Carpi eliminou o Frosinone e vai lutar pela subida com o Benevento ou Perugia. Ganhou 1-0 em casa do Frosinone com 9 jogadores Compartilhar este post Link para o post
George Kaplan Publicado 30 Maio 2017 Kessie em visita medica no Milan Compartilhar este post Link para o post
Jardel_ Publicado 30 Maio 2017 Não se falam de treinadores para o Inter? A Serie A está a subir muito o nível. Compartilhar este post Link para o post
Danskin Publicado 30 Maio 2017 Vai ser o Spalletti, com certeza. Compartilhar este post Link para o post
Danskin Publicado 30 Maio 2017 Disse «com certeza», porque tudo o que é fonte desportiva, refere essa possibilidade! :mrgreen: Até pode não vir a acontecer, mas fala-se nisso com alguma insistência. Compartilhar este post Link para o post
de16rossi Publicado 30 Maio 2017 É obvio que o Spalletti vai po Inter. Compartilhar este post Link para o post
Mary Publicado 30 Maio 2017 Da sétima posição ao hexacampeonato: os seis anos de reinado da Juventus na Itália No próximo sábado, a Juventus pode dar o último passo em direção à sua inédita tríplice coroa contra o Real Madrid, mas o título da Liga dos Campeões da Europa vale mais. Caso a "orelhuda" vá para Turim, ela chega para coroar uma década de reconstrução do clube. Desde o seu retorno à elite do futebol italiano, na temporada 2007/2008, a Velha Senhora chegou a ter campanhas decepcionantes, mas há seis anos só termina na posição mais alta do campeonato nacional. Diante de tamanho domínio, o GloboEsporte.com listou aspectos que mudaram e se mantiveram ao longo do hexacampeonato inédito na Itália e fazem da Juve uma potência também europeia. O GloboEsporte.com e a TV Globo transmitem a decisão ao vivo às 15h45 (de Brasília), com pré-jogo no site a partir das 13h. Dois treinadores e nove títulos Depois de duas temporadas (2009/2010 e 2010/2011) terminando na sétima posição da Série A – distante de briga por título e vaga em competições europeias -, a Juventus necessitava de uma mudança no comando para voltar a brigar pelo topo. Além disso, para a diretoria, era necessário trazer as lembranças das glórias do passado aos torcedores, após a passagem pela Série B. O presidente Andrea Agnelli, então, foi atrás de Antonio Conte, ex-capitão na década de 1990, para o posto de treinador. Apesar de ter uma carreira sólida como jogador, principalmente como bianconero, ele ainda buscava naquela época se firmar na função à beira do campo. Em 2006, o técnico e a Juve se cruzaram pela Série B, mas os dois foram para lados opostos. Enquanto o treinador caiu para a terceira divisão com o Arezzo, a Velha Senhora retornou à elite do futebol local. Depois disso, Conte conseguiu dois acessos para a Série A com o Bari em 2009 e com o Siena em 2011, em quatro anos na profissão. Neste mesmo período, o mais próximo que a equipe de Turim conseguiu chegar do título italiano foi um segundo lugar, na temporada 2008/2009, mas com 10 pontos a menos que a campeã Internazionale. Juventus e Conte foram campeões nacionais três vezes seguidas, relembrando a época quando a Velha Senhora conquistou cinco títulos italianos na década de 1990. Depois de três anos com o mesmo final, o treinador resolveu buscar novos ares e assumiu o comando da seleção italiana. A saída do ídolo do clube abriu espaço para a chegada de Massimiliano Allegri, uma escolha um tanto contestada pela torcida em 2014. - A mudança de treinador deu à Juventus algo a mais. Nos primeiros dois meses da temporada, nós queríamos provar que ainda éramos os melhores. Nós somos agradecidos ao Conte e reconhecemos tudo que ele fez aqui, mas nós também queremos provar para todos e, sobretudo, para nós mesmos que somos um grande time – disse Chiellini em março de 2015. E a briga pelo topo continuou com o novo comandante. Tendo Allegri no banco de reservas, a soberania da Velha Senhora seguiu dentro do Italiano e ainda se estendeu para a Copa da Itália. Enquanto Conte triunfou “apenas” no campeonato nacional em três temporadas, o atual treinador dos bianconeri está 100% quando o assunto é títulos nacionais: conquistou três vezes o Italiano e a Copa em seus anos à frente do clube. Isso sem mencionar que Allegri levou a Juventus à final da Liga dos Campeões em duas oportunidades em três anos. Em 2015, foi vice para o Barcelona em Berlim. Em 2017, um capítulo que ainda falta ser escrito. Passagem de bastão de craques - Quando Andrea me disse que iria se juntar a nós, a primeira coisa que eu pensei foi: “Deus existe”. Um jogador com esse nível e habilidade, sem mencionar que foi de graça. Eu pensei que foi a contratação do século – disse Buffon logo após a confirmação da contratação de Pirlo, em 2011. Exageros à parte, o goleiro acertou quando afirmou que a qualidade do meia traria uma mudança na Juventus, após sua saída do Milan. Em quatro anos nos bianconeri, o eterno camisa 21 foi titular inquestionável, tornou-se o principal condutor da equipe e trouxe estabilidade ao meio-campo ao lado de Marchisio, um dos poucos remanescentes da Série B. Nos quatro anos que vestiu o preto e branco, Pirlo atuou em 164 partidas e marcou 19 vezes com a camisa da Velha Senhora. Após a saída do veterano de 36 anos na época, Pogba assumiu o protagonismo no clube de vez. Com o avanço da idade de Pirlo e a vitalidade que o francês trazia ao time, o jovem meia foi ganhando espaço no elenco até conquistar uma vaga entre os titulares. Após a ida do veterano para o New York City, em 2015, Pogba virou o principal nome da Velha Senhora, aos 23 anos, ganhando a histórica camisa 10, de Platini, Del Piero e outros. Mas isso durou um ano. Em agosto de 2016, o francês foi negociado com o Manchester United por € 105 milhões (R$ 383 milhões, na cotação atual) e passou a ser o jogador mais caro da história. O posto de craque do campeão estava vago novamente. E quem assumiu foi justamente o homem que recebeu a camisa de Pirlo. Dybala veste a 21 como seu antecessor italiano e assumiu responsabilidade semelhante na Juventus. Aos 23 anos, o argentino é constantemente comparado com seu compatriota Lionel Messi e vem correspondendo à expectativa dos torcedores. Inclusive, no duelo contra o craque pelas quartas desta Champions, Dybala marcou duas vezes sobre o Barcelona e garantiu a tranquilidade dos bianconeri na volta. Na atual temporada, foram 19 gols em 47 partidas. Juventus Stadium O retorno aos tempos de glória da Juve também passou pela volta de um local em que o clube pudesse chamar de "casa". Com o fechamento do Delle Alpi ao fim da temporada 2005/2006, a Velha Senhora jogou a única Série B de sua história no Olímpico de Turim. E isso se manteve nos quatro primeiros anos na elite italiana. A chegada do Juventus Stadium, em 2011, elevou o patamar da equipe: de um sétimo colocado de 2010/2011 até um campeão nacional imbatível em seus domínios. A importância de seu novo estádio pode ser vista nos números ao longo do Italiano. Em seis temporadas, com 19 partidas em cada uma, a Juventus perdeu apenas três e empatou outras 15. Ou seja, acumulou 96 triunfos em seus domínios desde que foi inaugurado. O ápice da união entre time e torcida foi na temporada 2013/2014 – a última de Conte –, em que a Juve venceu todas as partidas em casa pelo campeonato nacional. Em 114 jogos, o aproveitamento pelo Italiano é de 88%. Antes do início de sua hegemonia nacional, a Velha Senhora tinha dificuldades de conquistar pontos em “casa”. Excluindo a Série B, em que a distância técnica entre os bianconeri e os demais times era visível, a equipe de Turim teve seu melhor aproveitamento no Olímpico em 2007/2008, com 71%. No mais, campanhas fracas em seus domínios, como em 2009/2010, quando a Velha Senhora terminou a competição com quatro empates e seis derrotas. Contratações Outro fator que mudou bastante ao longo dos seis anos de hegemonia da Juventus foi o teor de suas contratações. Se antes a Juve ia atrás de destaques de pequenos clubes italianos e jogadores que atuavam fora das principais ligas da Europa, hoje ela disputa craques com os outros gigantes. Os valores e os atletas transferidos no começo da temporada de 2010/2011, antes da soberania nacional, ilustram essa mudança. A chegada de Higuaín por € 90 milhões (R$ 328 milhões, na cotação atual) já é um contraste da primeira característica citada: pequenos clubes italianos. Além de se reforçar, a Velha Senhora enfraqueceu o Napoli, rival direto na briga pelo Scudetto. A segunda maior contratação deste período também vai na mesma linha: Pjanic saiu da Roma, outra equipe que disputa o Italiano, por € 32 milhões (R$ 116 milhões, na cotação atual) . Isso sem falar na chegada de Cuadrado, vindo do Chelsea, da Inglaterra, importante mercado na Europa. O colombiano chegou por empréstimo, e depois foi comprado pelo clube da Turim. - A Juventus acaba gastando em posições específicas. Eu não achava uma boa ideia, pelo valor, a contratação do Higuaín. Na época, quando falaram que iam pagar esse valor (€ 90 milhões), eu pensei: “A Juventus não é de fazer isso”. É um clube que estuda muito o mercado, de pegar jogadores até de alto nível, em final de contrato, onde o jogador pega uma bolada para ele, mas o clube não recebe muito. Eles têm isso de bom – disse o ex-volante Emerson. Mas, se a Velha Senhora gasta em alguns jogadores, ela lucra com outros. Nos últimos anos, o clube italiano conseguiu bons negócios ao acertar com jogadores em fim de contrato. Exemplo disso, é que Pirlo, Pogba, Khedira e Daniel Alves vieram a custo zero para os bianconeri. Há sete anos, as duas maiores contratações da Juventus eram bem distantes dos nomes buscados nesta temporada. O meia Milos Krasic chegou do CSKA Moscou, da Rússia, por € 15 milhões (R$ 54 milhões, na cotação atual) , enquanto Leonardo Bonucci, com apenas 23 anos, chegava do Bari por € 15,5 milhões (R$ 56 milhões, na cotação atual) como aposta de um zagueiro para o futuro. O resultado da mudança é vista dentro de campo e nas cifras. A Juve foi de um gasto de € 60 milhões (R$ 219 milhões, na cotação atual) , apostando em jovens e destaque de clubes menores, para contratações vindas de grandes rivais somadas em € 163 milhões (R$ 595 milhões, na cotação atual) . Brasileiros A importância dos brasileiros no elenco da Juventus evoluiu ao longo da construção do hexacampeonato. Nas primeiras temporadas, apenas o goleiro Rubinho pertencia ao plantel do clube italiano, mas não jogava muito tempo pela concorrência direta com o ídolo Buffon. Atualmente, a história já é diferente. Dani Alves é um dos principais destaques da equipe, assim como o também lateral Alex Sandro. Neto aparece com menos frequência no time, mas foi titular ao longo da campanha da Copa da Itália. Daniel Alves é um dos protagonistas desta Juventus (Foto: Reuters) Nos primeiros quatro títulos italianos, Rubinho esteve presente em três, mas atuou em apenas quatro partidas. O pentacampeão Lúcio foi outro que teve uma passagem com pouco brilho na Velha Senhora, somando quatro jogos na temporada 2012/2013. A relação do clube com brasileiros muda após o fim da Liga dos Campeões contra o Barcelona. No meio de 2015, Neto, da Fiorentina, Alex Sandro, do Porto, e Hernanes, da Internazionale, acertaram com a Juve. Diferentemente do colega de posição, o goleiro, ex-Atlético-PR, teve mais chances em seu primeiro ano na Velha Senhora. Alex Sandro também conquistou seu espaço dentro do clube, vencendo a disputa com Evra pela vaga de titular. Em sua segunda temporada, ele continua com prestígio entre os bianconeri. Nesta temporada, Dani Alves chegou e tomou conta da posição. Mesmo saindo em baixa no Barcelona, o lateral, titular da Seleção, vem sendo decisivo para a Juventus na reta final da temporada. Ele marcou e deu duas assistências nas duas partidas contra o Monaco, nas semifinais da Liga dos Campeões, além de ter feito um dos gols na final da Copa da Itália, conquistada sobre o Lazio. http://globoesporte.globo.com/futebol/liga-dos-campeoes/noticia/da-setima-posicao-ao-hexacampeonato-os-seis-anos-de-reinado-da-juventus-na-italia.ghtml Compartilhar este post Link para o post