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O Yeezus em termos de produção, de inovação, de experiência, é top. Daí a aceitação crítica que teve. Agora, se eu tiver que escolher um album, que tivesse que ouvir 3 x por dia até morrer, certamente o Yeezus, apesar de todos esses pontos positivos que referi no álbum, apareceria no final da lista... em termos de música para ouvir regularmente, suavidade, letras, aspetos que fazem que uma pessoa não se canse tão rápido de ouvir, tem muitos albuns que são muito melhores nesse aspeto.

 

Além do My Beautiful Dark há outro álbum que se se encaixa à frente do Yeezus naquilo que eu disse:

 

 

Até prefiro este ao My Beautiful Dark.

Editado por Harvey Spector

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Incomoda-me tanto. O Yeezus é uma experiência e o Kanye lá há-de ter decidido que era fixe e pronto, faz o que quiser, mas quando vejo pessoas a dizer convictamente que é melhor que o My Beatiful Dark Twisted Fantasy dá-me vontade de cometer crimes.

 

Agree. Eu gostei bastante do Yeezus, mas o MBDTF é qualquer coisa do outro mundo. Aliás, por muito que tenha gostado do Yeezus acho que, não contando o Cruel Summer, só é superior ao 808's and Heartbreak e talvez ao Graduation.

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O Yeezus em termos de produção, de inovação, de experiência, é top. Daí a aceitação crítica que teve.

Mas a crítica não devia ter reflexo imediato nas pessoas. Ele lança algumas m*rda novas (embora para mim não haja assim tanto de inovação, uma parte é a reacção ao fenómeno Death Grips que existiu no hip-hop, em que toda a gente passou a querer desconstruir o hip-hop e refazê-lo daquele modo), lança um par de produtores fixes tipo Evian Christ mas no fundo isso só devia ter reflexo na crítica. Agora aquilo tornou-se instantaneamente álbum de culto, o que é um paradoxo. Não houve tempo. A antecipação era tanta que a malta agarrou-se a qualquer pilinha e hoje defendem-na como se fosse um caralhão de meio metro.

 

De resto, o trabalho lírico e de produção do MBDTF não tem igual para mim.

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o Yeezus em termos de produção é top (e com Daft Punk e Gesa lá metidos, não se podia esperar outra coisa)

 

o sample da Bound 2 :heart:

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O My Beatiful Dark Twisted Fantasy é mesmo a definição do que é o álbum. Para além de ser genial, notas um fio de ligação em cada musica, em que no fim conta uma história.

 

Dito isto, também adoro o Yeezus, mas o My Beatiful Dark Twisted Fantasy é aquele amor. Foi o álbum que me fez ver o hip hop de maneira diferente.

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Melhor album de hip-hop?

 

Jazzmatazz, qualquer volume... Guru :prayer:

 

Nem é a minha favorita esta, mas só por causa do meu nick, fica a amostra:

 

 

E esta deve ser a mais conhecida:

 

 

Epá, este gajo era um génio. Um dos idolos do 2Pac.

 

:prayer:

 

E dois reis:

 

Editado por infinito

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Existirá mesmo um novo álbum dos Faith No More e chega em 2015

 

O último álbum chegou em 1997. Seguiu-se um longo hiato e' date=' a ele, uma reunião em 2009 (mas apenas para concertos). Desde então, vimo-los duas vezes em Portugal, no festival Sudoeste e no Optimus Alive. Mas ao regresso aos palcos seguir-se-á, sabemos agora, um novo álbum. “Não estávamos em digressão, tínhamos estas canções em que estávamos a trabalhar – que pensamos que são bastante porreiras – e [pensámos'] porque é que não criamos o nosso próprio selo e como que reavemos o nosso futuro?”, afirmou o baixista Bill Gould à Rolling Stone. É mesmo verdade, os Faith no More regressarão aos discos em 2015.

 

Formados no início dos anos 1980 e destacados como referências pelas bandas mais diversas (dos Metallica aos Slipknot aos Guns N’Roses), os Faith No More ganhariam protagonismo, já com Mike Patton como vocalista, na década de 1990. Angel Dust, álbum de 1992, levou às massas uma visão ecléctica do rock mais pesado, aberta a influências muito distantes do metal (para o ilustrar, basta referir a muito célebre versão de Easy, original dos Commodores).

 

Aquilo que serão os Faith No More hoje é, para já, uma incógnita. Teremos que aguardar por Novembro e pelo single de avanço do álbum, Motherfucker, com lançamento marcado para dia 28, associado à iniciativa Record Store Day’s Black Friday (será single em vinil limitado a cinco mil unidades, com lado B ocupado por uma remistura assinada por J.G. Thirlwell). Sobre a nova música, que a banda grava na sua sala de ensaios em Oakland, Gould afirma que ela “reflecte por onde andámos desde que fizemos o nosso último álbum enquanto Faith No More”. Concretizando: “há partes muito poderosas e há partes com muito ‘espaço’. Tudo o que fazemos, com a nossa química, com a forma como tocamos, soará sempre a nós”. Bill Gould tem um único desejo, o de que a banda não soe “a um bando de homens cinquentões… Que é aquilo que somos!”

 

A ideia do álbum começou a formar-se a partir do momento em que cessou o contrato com a editora anterior da banda, a Slash. “Há qualquer coisa de verdadeiramente libertador em saber que podemos tomar as nossas próprias decisões”. Os Faith No More fundaram uma nova editora, a Reclamation Records, para a edição do novo álbum em Abril de 2015. Será distribuído pela Ipecac Recordings, co-fundada pelo vocalista Mike Patton em 1999.

 

Público

 

Editado por Detlef

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