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andriy pereplyotkin

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Sobre andriy pereplyotkin

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  1. Quase tudo. Ao que sei, com contrato só estão João Tiago, Guilherme, Vasco, Xavi Venâncio, Pedro Pinho, Hugo Seco e Leandro Ferreira.
  2. José Costa, Marco Grilo, Pepo e David Caiado também falados.
  3. Correndo o risco de estar enganado, primeiros reforços: Hidalgo, Tiago Cerveira, David Teles, Ludovic e Diogo Ribeiro.
  4. Gosta mais de copos do que eu e tem uma mania desgraçada. A isso se soma ser bem banal. É o tipo de gajo que quero longe, até porque imagino que vá ter peso no balneário.
  5. Confirmado o Valença eles devem começar a chegar. O David Brás também deve vir (mediano, mas tem estado em equipas bem organizadas, tanto o Anadia como o Oliveira do Hospital). Quanto ao Ribas, o problema nem é a qualidade, que deve servir para um plantel deste nível. É a figura em si. Era a alternativa natural. O Tozé era o preferido mas tinha outro mercado. O único problema do Valença é não ser um gajo com grande leque de jogadores para fazer uns telefonemas. Mas não me incomoda a escolha.
  6. Entretanto Miguel Valença é o treinador. E o Ribas estará a caminho (não aprendemos nada).
  7. Desde que as regras fossem iguais para todos... preferia isso ao nojo das equipas B. Não, crias regras que aumentem o ritmo de jogo por exemplo. Parece-me evidente... Equipas defensivas vais ter sempre, até porque o jogo é heterogéneo e tens muitas abordagens diferentes. O papel de quem rege é criar as regras, não é definir a tática. Olhando a estas, a motivação parece-me simples: Tempo cronometrado: acabar com perdas de tempo e garantir mais tempo útil de jogo; Substituições ilimitadas: diminuir a carga física sobre cada atleta, permitir que os jogadores estejam a um melhor nível em cada jogo e aumentar a longevidade de épocas e carreiras; Lançamentos com o pé e livres com saída a jogar: tornar as bolas paradas potencialmente mais rápidas, agilizando a saída de imediato para seguir jogo. Ora se eu concordo com tudo? Não sei, tendo mais para umas e menos para outras. Se os raciocínios têm possíveis contrapontos (por exemplo a questão dos lançamentos passarem a ser livres)? Claramente. Agora SE NÃO SE TESTAR NÃO SE SABE. A arte da adivinhação é boa é para charlatões. Uma das formas mais fáceis de mudar mentalidades é guiar o jogo para o caminho desejado. Veja-se a evolução da regra do fora de jogo, por exemplo...
  8. Mas perde-se alguma coisa em experimentar na 2ª liga dos Países Baixos? Vai-se a ver e aumenta o ritmo de jogo e mantém os jogadores mais frescos... Não se perde nada. O que não percebo no futebol é a negação por princípio. À conta dessa mania futeboleira, foi o último desporto de jeito a ter video-árbitro e está completamente atrasado numa tecnologia já mais do que implementada (e muito bem) noutros desportos.
  9. As minhas? Essa é central, há é muitas formas de lidar com ela e este tipo de mudanças de regras parecem-me surgir nesse seguimento. São precisas soluções para tornar o jogo mais rápido e vistoso. Para haver mais golos, mais festa. Tens jogos que acabam com meia dúzia de remates à baliza (e se calhar menos). Em 90 minutos é manifestamente pouco. Pode não resultar tudo, mas acho muito bem que a liga dos Países Baixos não tenha medo de testar.
  10. Críticos há sempre, a questão é que eles mudam e procuram soluções.
  11. Gil diria que nem conta, isso tem mais de 10 anos. No Penafiel dessa época ganha muitos jogos, mas não era uma equipa que conquistasse ninguém, sofriam imensos golos. No Varzim pareceu-me mais acidente de percurso do que outra coisa. Teve uma época do cacete do Lumeka e do Leonardo Ruiz. Acho-o medíocre. No plano tático não me parece fazer nada de especial, também não sinto que seja particularmente galvanizador... é só um gajo que anda aí.
  12. 2021/22 foi o primeiro ano em que não trabalhou desde que começou a treinar. O problema dele não é estar afastado dos campos, é ser medíocre. Se calhar até aproveitou a sabática para ir aprender qualquer coisa.
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