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andriy pereplyotkin

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  1. Não. Mas projectos políticos não são desprovidos de consequências partidárias. Não consegues perceber que alguém possa ter achado que esse anúncio pudesse ter aproximado mais o Mesquita Nunes do CGP e da IL? Pensada desde o Verão e anunciada no dia anterior ao lançamento da candidatura à liderança do CDS. Eu já expliquei a minha leitura, outros terão outra, mas é óbvio que há ligação entre as duas coisas, senão só estaria a criar ruído e promover uma má estratégia política.
  2. E de um ano ou mais de dicas do CGP ao Mesquita Nunes. O gajo adora-o.
  3. Não é válido questionar se há ligações entre um think tank liberal e uma candidatura à liderança do CDS separados por um dia? Eu nem fiz crítica nenhuma nem me pareceu que o comentário do @Ticampos fosse nesse sentido carago. Simplesmente não me parece inocente e, na minha visão, pode ser uma abertura para coligações autárquicas. E este movimento está bem longe de uma carta aberta, até porque essas são de marcação de posição e este é um espaço para a promoção a médio/longo prazo da ideologia. Coisas muito diferentes. Até diria que falar disto como um movimento de contra-peso ao Chega é redutor quanto à sua proposta política. E os gamers?
  4. Da IL é que não diferencia muito. Aliás, não sei se será assim tão por acaso que o think tank surge antes deste anúncio, não me surpreendia que houvesse pressões dentro de uma determinada ala do PSD para fazer coligação autárquica com a IL e o CDS. Apartidário não é apolítico, a questão torna-se válida. Em dias consecutivos lança um projecto com malta IL e PSD e candidata-se ao CDS. Isto depois de para aí um ano de corte do CGP ao gajo para ser frontman da IL.
  5. A PragerU portuguesa tem um propósito político mas que serve as vontades de todos à direita. Deixa de ser burro.
  6. É o que me deixa mais curioso em quem defende a perspectiva. A mera lógica devia dizer-nos que seria esse o resultado. É pensar e desenhar economia directamente de um livro de teoria e ignorar tudo à volta.
  7. É enviesado. Até porque os critérios são questionáveis. O problema dessa teoria é que não tens quaisquer garantias do comportamento das pessoas. Tanto podes ter uma bruta entrada de capital na economia como não o ter. Isso é muito complicado para a gestão governamental quando precisas desse dinheiro para pagar o investimento que tens de fazer. Bem, mas nem eu. Vamos meter em pratos limpos: a proposta da IL pretende financiar os privados (via cheques-ensino/saúde/etc) para que possam competir com o público. Enquanto isto, propõem cortes nos impostos. Ora, para isto acontecer só temos uma via: a ("tendencial") gratuitidade vai de vela, porque tem de entrar dinheiro de alguma forma. As pessoas passam a pagar directamente o SNS e a escola pública quando precisam deles, em vez de os financiarem com os impostos. Isto cria um problema inevitável, que é a diminuição de acesso dos mais pobres a esses serviços e consequente aumento da desigualdade social. A riqueza global tenderá a crescer, mas tem consequências. É uma questão de pesos na balança e é aí que nos definimos ideologicamente. Mas está aí o problema da proposta da IL.
  8. Uma das conclusões é a de que são dois índices desenvolvidos por dois institutos economicamente liberais. Pronto, trickle down economics. Tem o senão de termos todos de rezar para que as pessoas decidam investir esse capital, senão ficamos sem dinheiro nem garantia de serviços essenciais. Era isso que eu queria ouvir dele
  9. Que palavras é que pus na tua boca? Os 40 anos de socialismo? Não é a isso que te referes com os "40 anos do outro lado"? A paciência alheia é essencial se quiseres ter uma conversa. Tu estás a falar-me do mercado das telecomunicações na Hungria e eu estou a perguntar-te de onde vem o dinheiro para investir no público e no privado enquanto se baixam impostos. Continuo sem resposta. Isto é proposto pela IL, volto a referir. Claro para tudo, eu não tenho dificuldades em entender como se cria dinheiro com uma linha política neo-liberal, considero é que essa criação de dinheiro não se reflecte na sociedade como um todo. Aí surge o desencontro ideológico. Mas não é isso que está aqui em causa, estamos mesmo a falar da proposta da IL que, pelo menos a curto prazo, mantém serviços públicos e investe em simultâneo nos privados (enquanto baixa impostos). É essa proposta que não consigo entender como se levaria a cabo, independentemente de concordar ou não com o seu fim.
  10. Lá está, reside aí a minha falta de entendimento do mega plano. Imposto único baixa consideravelmente a receita, mas em simultâneo vamos investir nos privados enquanto mantemos os públicos. De onde vem o dinheiro? Endividamento? Eu quero mesmo compreender, porque o plano parece mirabolante.
  11. Pois não, disseste que era falso... Eu já reparei em muita coisa sobre a intervenção do Estado. E sobre a política de ensino, de saúde, fiscal, etc. Não gastaste 40 anos em lado nenhum, essa ladainha já cansa. Se achas que Portugal viveu os últimos 40 anos em socialismo, mais vale ficares a falar sozinho que eu já não tenho paciência para isso. Já te dei a mão a dizer que isto tem sido um marasmo político sem direcção. Foca-te por aí, mas não propagues essa aldrabice, muito menos para depois acusares os outros de "pensamento binário".
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