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Existem 12 jihadistas portugueses no Iraque e Síria

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Existem 12 jihadistas portugueses no Iraque e Síria

O último relatório anual de segurança interna de 2013, publicado em Abril, referia a existência de portugueses nas fileiras do Estado Islâmico do Iraque e do Levante.

 

Há 12 cidadãos portadores de passaporte português a combater ao lado do Estado Islâmico do Levante e Iraque (ISIS), de acordo com a edição do jornal Público desta terça-feira. Têm menos de 30 anos, vivem na Europa e, na maioria, são filhos de emigrantes.

 

Dos 12, dez são homens e duas são mulheres, e “não têm qualquer relacionamento com a comunidade muçulmana em Portugal”, escreve o jornal. Há duas semanas, o Observador publicou uma reportagem sobre o percurso e “leveza” desta comunidade. Nos diversos locais de culto pelo país, não existe qualquer registo de ensino religioso relacionado com os jihadistas – existem 52 mesquitas em Portugal.

 

O mesmo não se pode aplicar a toda a União Europeia. Só do Reino Unido, consta que existem 500 combatentes nas fileiras do ISIS, o que levou, ainda ontem, David Cameron a anunciar uma série de medidas contra-terrorismo. De Marrocos, já partiram 1200 cidadãos, segundo o ministro do Interior, Mahamend Hassad, “além de outros dois mil radicais de origem marroquina com a nacionalidade francesa, belga ou de outros países da UE.” Em 2011, durante um dos maiores períodos de tensão no regime de Bashar al-Assad, na Síria, partiram 50 cidadãos espanhóis para se juntarem aos jihadistas.

Os portugueses

 

Provêm do Reino Unido, França, Luxemburgo, Holanda, descendentes de famílias portuguesas oriundas do Norte de Portugal, mas há também cidadãos com ascendência de Angola e Guiné-Bissau. Para chegarem à Síria, tomaram duas rotas: voos regulares para a Turquia e depois por via térrea e passar a fronteira turco-síria; ou através de um voo para a Bulgária e depois por via térrea pela Turquia e Síria.

 

Segundo o Público, os jihadistas portugueses vivem “há longos anos em países estrangeiros e o seu doutrinamento e posterior recrutamento ocorreu nos locais de residência, nomeadamente na capital britânica e na Holanda.” Porém, existe também o caso de um jovem que vivia em França com os pais, nascidos em Tondela, e que agora faz parte do ISIS. “Em 22 de Maio último, na área de Mashahada, nos arredores de Bagdad, no Iraque, cometeu um atentado suicida”, escreve o jornal. Uma das principais fontes de recrutamento para os “combatentes estrangeiros” é a internet.

 

Até agora, não há conhecimento de que algum dos 12 indivíduos identificados tenha regressado de forma definitiva a Portugal, apurou o Público.

 

O último relatório anual de segurança interna de 2013, publicado em abril, já referia que existência de portugueses nas fileiras do Estado Islâmico do Iraque e do Levante.

 

“Quanto à dinâmica da radicalização e da adesão a movimentos extremistas de matriz islâmica foram desenvolvidos esforços de acompanhar os fenómenos de auto-radicalização e a deteção de conexões entre cidadãos nacionais e movimentos jihadistas de cariz internacional. Neste contexto, destaca-se o empenhamento na adoção de boas práticas, partilhadas no âmbito da União Europeia, no que tange à interação com as comunidades islâmicas instaladas e no apoio à adoção de medidas de anti-radicalização.”

 

No passado fim de semana, o semanário Expresso, também publicou a história de um casal português, ela filha de alentejanos e ele criado na linha de Sinta, que juntaram-se ao sonho do califado islâmico. (Link para assinantes)

@observador

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Ia abrir um tópico com a história do último parágrafo, mas fica aqui.

 

A noiva portuguesa da Jihad

 

A filha de 19 anos de um casal alentejano fugiu para a Síria no início do mês e casou-se com um guerrilheiro do Estado Islâmico, também ele português. Os pais só sabem dela através do Facebook. Na semana em que os jihadistas decapitaram mais um jornalistas norte-americano, o Expresso recupera um artigo publicado na edição de 30 de agosto do semanário.

 

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Em Menbij, no nordeste da Síria, junto à fronteira com a Turquia, ninguém a conhece por Ângela. Ali chama-se Umm. O marido também não é Fábio. É Abdu. Ele cresceu na linha de Sintra, nos arredores de Lisboa. Ela na Holanda, para onde os pais alentejanos emigraram. Ele já está na Síria há mais de um ano. É jihadista, combatente nas fileiras do exército radical do Estado Islâmico (EI). Ela chegou lá este mês. Nunca se tinham visto, mas já estavam noivos há vários meses no Facebook. Através da rede social partilharam radicalismos e ambições de vida: são ambos muçulmanos convertidos, extremistas, defensores do califado islâmico, adversários do Ocidente e dos países "infiéis". E são ambos portugueses.

 

Em três anos, a guerra síria atraiu cerca de 2800 combatentes estrangeiros. Nos últimos meses começaram a chegar as noivas da guerra santa. Em Al-Bab, a norte de Alepo, os rebeldes abriram em julho um posto onde se registam as mulheres solteiras e viúvas que querem casar com os mujahedin. A notícia foi avançada pela agência Reuters, mas Ângela, 19 anos, não precisou dessa informação. Como qualquer adolescente combinou tudo pela internet. Fugiu a 9 de agosto, casou a 10.

 

"Sim, sim, são os olhos dela. Não há dúvida de que é ela". O pai - que pediu para não ser identificado - vê pela primeira vez o perfil que a filha mais velha criou no Facebook com o nome árabe que adotou, onde junta à dela a identidade do marido. Nas fotos, Umm surge de niqab, um véu preto que lhe cobre o rosto, só deixando de fora os olhos escuros. No estado civil lê-se: casada. O pai não sabe bem o que pensar, o que dizer. Quando o Expresso falou com ele tinham passado poucas horas desde que a ex-mulher lhe contara da fuga, da Síria, do casamento. A internet estava agora a confirmar o que lhe parece "inacreditável, irreal".

 

Os pais de Ângela estão separados. O pai vive no Alentejo, onde nasceu. Ela morava com a mãe e a irmã mais nova nos arredores de Utrecht, na Holanda, para onde o casal tinha emigrado há largos anos. "No fim de semana em que fugiu a mãe tinha ido à Bélgica. Ela ficou em casa sozinha, o que era absolutamente normal. Ninguém suspeitou de nada. Porventura já estava tudo combinado há muito tempo. Já lá falou com a mãe pela internet a contar o que tinha feito. Que nojo. Nem sei com quem casou, não sei nada".

 

O Facebook volta a dar uma ajuda ao pai de Ângela. Como amaioria dos mujahedin, Abdu também tem uma página pessoal onde promove a guerra santa. Aparece de cara descoberta, sorridente, com várias armas, a bandeira preta e branca do Exército Islâmico a surgir em quase todas as fotografias. "A Guerra Santa é a única solução para a Humanidade", escreve.

 

O que falta no seu perfil online consta seguramente dos registos dos serviços secretos portugueses e internacionais: Fábio é um dos dez radicais islâmicos portugueses monitorizados por suspeita de atividade terrorista, e um dos mais ativos, na rede e na guerra. A família tem raízes em Benguela (Angola), mas ele nasceu e cresceu nos subúrbios de Lisboa, onde a mãe ainda vive. Apaixonado por futebol, emigrou para os arredores de Londres, converteu-se ao islamismo e desde outubro de 2013 que combate na Síria contra o regime de Bashar al-Assad.

 

A história de Ângela é contada pelo pai (a mãe não quis falar). "Tornou-se muçulmana radical há cerca de um ano, foi tudo extremamente rápido. Por isso é que fiquei surpreendido, não consigo entender". Nasceu na Holanda, numa família de tradição católica mas não praticante. Só por azar não foi batizada: uma tia, destinada para madrinha, morreu no ano em que estava agendada a cerimónia. Foi adiada para nunca mais. "Era uma miúda liberal em todos os sentidos: fumava, gostava de se divertir, de beber uma cerveja ou duas ou três. Era sociável, não tinha nada a ver com burqas, com os fatos dessas loucas. De um momento para o outro começou com estas ideias".

 

 

Pai proibiu burqa no Alentejo

 

Pai e mãe conversaram então sobre o assunto. Concluíram que "era só para chamar a atenção. Andar de cara e corpo cobertos num meio pequeno como aquele onde ela vivia punha toda a gente a falar". Ângela vinha todos os anos a Portugal passar férias. Em 2013 fez a viagem pela última vez: "Já havia essa questão do islamismo, já não comia carne de porco, queria respeitar o Ramadão", conta o pai. "Este ano veio a mãe e a irmã e ela ficou na Holanda. Proibi-a de usar burqa aqui. 'Vens a Portugal mas a burqa não metes', disse-lhe. Ela não viajou".

 

Ângela estava desempregada. "Não quis estudar. A mãe tentou tudo, escolas especiais mas nunca chegou a bom porto. Ela só queria computador, computador, computador". No computador era Umm, fundadora e administradora do grupo Islão no Coração (assim mesmo em português - entretanto desativado), defensora acérrima da guerra santa na Síria e no Iraque e frequentadora de vários grupos radicais islâmicos holandeses e ingleses. Por tudo isto começou então a ser monitorizada pela secreta portuguesa. Identificava-se como alentejana, e foi assim que, em maio, o Expresso a descobriu na rede e falou com ela.

 

"Os jihadistas estão na Síria e no Iraque para que o regime não mate todo um povo. A Jihad é uma coisa boa, não é má como dizem na televisão", justificou por telefone. Revelou que gostaria também ela de ir para Síria - "tenho lá uns dez, quinze amigos, e também amigas holandesas. Os meus pais estão assustados com essa possibilidade. É normal, sou a única muçulmana da família, mas já lhes expliquei que não vou, não posso ir, só se tivesse marido. A minha jihad é na internet. Tenho de cuidar da minha mãe, que esteve muito doente, e da minha irmã mais nova. Se partisse agora iria contra as regras do Islão", explicou Umm.

 

O impedimento terminou três meses depois. A decisão foi comunicada já em solo sírio, num cibercafé. "Alhamdoulilah, cheguei em segurança ao Sham [grande Síria]. Irmãs, não hesitem. Sinto-me tão bem, como se tivesse sempre vivido aqui, sinto-me em casa. Insha'Allah, Alá irá reunir-nos a todos em breve!".

 

O pai leu todos os posts das páginas de Ângela e de Fábio à procura de informações e explicações. Em nenhum lado se lê como a filha chegou ali, mas a pausa declarada por Abdu no início do mês - "há 30 dias sob disfarce, a frente de guerra espera por mim" - poderá indicar que o jihadista português foi buscar a noiva algures no caminho que a levou da Holanda à Turquia e depois à Síria.

 

"Sinto-me acabado, infeliz, atraiçoado, sinto-me perdido. Se pudesse ir buscá-la ia já, mas é impossível, ela já tem 19 anos, fez este mês. Vou fazer tudo para conseguir trazê-la de volta à Holanda ou a Portugal. Mas conhecendo-a como conheço não vai querer regressar". As mensagens com que Umm alimenta o novo perfil no Facebook indiciam isso mesmo - "Antes chamava alegria a momentos temporários de felicidade. Só agora que vim para um estado islâmico percebi que todos os ingredientes da felicidade estão aqui, pois estou no paraíso".

 

Ângela e Fábio moram numa zona residencial, juntamente com vários casais ocidentais, da Holanda, Inglaterra e Alemanha. "Todos aqui vivem sob o estado islâmico, sob as regras do Alcorão e da Sunnah", escreve Umm. As mulheres têm de usar o niqab e só saem de casa com a permissão do marido. "É para nossa segurança. Os homens sabem a que horas os aviões vêm e quando podem cair bombas. Nesses dias é melhor ficar em casa", explica a uma amiga que vive na Holanda e que lhe pergunta sobre as restrições impostas às mulheres.

 

De dia, a portuguesa vai às compras no centro da cidade "com as irmãs", ao mercado buscar "coisas saborosas", há crianças a brincar, as ruas estão cheias de pessoas e carros, relata. As fotografias que publica mostram edifícios pintados a preto e branco (as cores do EI) e os produtos que lhes enchem a despensa: muita comida empacotada, batatas fritas, molho satay, frango e arroz, a Pepsi e a Nutella que ela não dispensa ao pequeno-almoço.

 

"Os media criam a ideia de que se vive no meio de uma guerra, mas não é tão inseguro como dizem. É verdade que às vezes cai uma bomba, mas não se sente medo. E se a bomba tiver escrito o nosso nome, tornamo-nos mártires, Insha'Allah". Numa das últimas fotos que colocou no Facebook mostra o interior da sua mala de mão: "Sempre me perguntei o que uma mulher tem dentro da bolsa: bem, tenho uma [pistola de] 9 mm", graceja.

 

O pai de Ângela recorda as últimas conversas com a filha, diálogos meio crispados, opostos. "Às vezes ficava mesmo revoltado. Sabendo o que se está a passar na Síria, o genocídio praticado por esses radicais que querem acabar com os cristãos, os vídeos que vi no YouTube a matarem pessoas, a queimá-las vivas, e ela a defender tudo, a justificar".

 

O radicalismo de Umm mantém-se. No dia 22, publicou nas redes sociais a fotografia tirada antes da decapitação do repórter James Foley, e escreveu: "Para aqueles que dizem que era um jornalista, supostamente inofensivo, ele não era mais do que um soldado americano que mata o nosso povo. Quantas pessoas foram mortas por este tipo de palavras? São mortes inúteis? Uma morte americana fica muitos milhares atrás de quanto eles nos têm matado". Noutro post comenta os placards publicitários, que ali enaltecem a luta do Estado Islâmico: "Quem vai ganhar? Os nossos outdoors ou aquelas mulheres seminuas a vender desodorizantes?"

 

 

Quatro portugueses no EI

 

Ângela comenta a Jihad nas redes sociais, Fábio vai para a frente de combate. Fonte ligada aos serviços de informação portugueses coloca-o na brigada Kataub al Muhajireen do EI, constituída apenas por combatentes de países ocidentais, como a Grã-Bretanha, Alemanha, França ou Dinamarca. Ao seu lado há pelo menos mais três portugueses: dois irmãos, de 26 e 30 anos, que como Fábio, cresceram na linha de Sintra; e um jovem de Quarteira, de 28 anos. São amigos no Facebook e irmãos de armas na frente de guerra. Os quatro converteram-se ao islamismo quando estavam emigrados nos arredores de Londres e daí partiram para a Síria. O algarvio terá sido ferido com gravidade nas pernas há alguns meses e ainda não regressou ao combate. Os restantes mantêm-se ativos.

 

O Sistema de Informações da República Portuguesa (SIRP) confirmou em abril ao Expresso que se encontram "referenciados alguns cidadãos nacionais que integram esses grupos de combatentes", sendo que alguns "detinham um estatuto de residência temporária em outros países europeus, embora apresentem conexões sociais e familiares ao território nacional". O recrutamento é feito "através da Internet" e de "estruturas logísticas formais e informais que atuam à escala regional e global", adiantou a secreta.

 

Na semana passada, os Estados Unidos consideraram que o Estado Islâmico representa uma ameaça terrorista "para lá" de qualquer outra conhecida até hoje, "junta ideologia, uma estratégia sofisticada, habilidade militar e tática e está tremendamente bem financiado. É preciso estar preparados para tudo". No Facebook, Ângela usa outras palavras para descrever a luta jihadista na Síria, mas o sentido é o mesmo: "Quando olhamos para o cano de uma arma vemos o paraíso, quando um avião sobrevoa as nossas casas estamos prontos para receber a bomba, quando um pai cai mártir o filho está pronto para substituí-lo. Faremos tudo para manter e expandir o nosso estado islâmico. Como se pode ganhar a um povo que não teme a morte?"

 

Expresso

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Por acaso li hoje essa reportagem do Expresso.

 

Tenho acompanhado com algum interesse toda esta questão do EI, obviamente não porque me identifique com algum dos ideais mas porque me intriga imenso o método de acção deles. E também me intriga como é possível que, de repente, pessoas educadas "como nós" tenham lavagens cerebrais tão fortes, esqueçam todos os seus valores e passem a comungar destes valores completamente distorcidos, ao ponto de largarem tudo e irem morrer para a Síria.

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És o próximo

Mais depressa metia uma bala na cabeça. Eu sei que vou morrer, não preciso de apressar o processo.

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Provavelmente recebem regalias.

Não sei como funciona mas devem receber bem.

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Provavelmente recebem regalias.

Não sei como funciona mas devem receber bem.

E vale a pena arriscar a vida e esquecer os valores por isso? Matar gente inocente?

 

Mas por acaso duvido que recebam assim tanto.

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Mais depressa metia uma bala na cabeça. Eu sei que vou morrer, não preciso de apressar o processo.

 

-> Metia 1 bala na cabeça

 

-> Sei que vou morrer, não preciso de apressar o processo.

 

fuck logic

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-> Metia 1 bala na cabeça

 

-> Sei que vou morrer, não preciso de apressar o processo.

 

fuck logic

:mrgreen:

 

Eu sei que ficou estranho, mas na segunda parte estava a referir-me em ir para a Síria. Quem vai para lá vai morrer, mais tarde ou mais cedo. Se eles continuarem a expandir-se, daqui a nada levam com uma intervenção da NATO ou algo parecido.

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Que lhes seja proibida a entrada de volta no país. Não fazem cá falta nenhuma

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Alguma vez eles voltam a entrar no país sem que lhes seja feita vigia 24 sobre 24. Eles estão marcados para todo o sempre :mrgreen:

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Quero lá saber das nacionalidades, só quero que essa escumalha seja erradicada.

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Mas acham minimamente plausível que casos como estes se devem a lavagens cerebrais? Psicopatas ou não acreditam mesmo no que estão a dizer e a defender, aquilo não é a IURD.

Editado por whatever

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"Quando olhamos para o cano de uma arma vemos o paraíso, quando um avião sobrevoa as nossas casas estamos prontos para receber a bomba, quando um pai cai mártir o filho está pronto para substituí-lo. Faremos tudo para manter e expandir o nosso estado islâmico. Como se pode ganhar a um povo que não teme a morte?"

Aoesar de tudo, é admirável a "paixão" nas crenças deles

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