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O Shark Tank português já está a receber candidaturas

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O Shark Tank português já está a receber candidaturas

Edição portuguesa do programa norte-americano começa em 2015. O Shark Tank está à procura de candidatos com ideias inovadoras e novos negócios. As candidaturas já estão a decorrer e o número é limitado

 

"Se tem uma fantástica ideia (patenteada ou patenteável), se tem uma empresa que está a dar os primeiros passos e precisa de capital para expandir rapidamente, se tem um negócio ou um produto lucrativo que possa beneficiar do apoio financeiro e do know how dos 'Tubarões'", então esta pode ser uma boa oportunidade, garantem os produtores de “Shark Tank”.

 

Chama-se "Shark Tank", ou "Lago dos Tubarões", numa tradução livre, e é um programa de origem norte-americana que pretende ajudar "empreendedores que saibam fazer “um 'pitch' sobre os seus revolucionários conceitos de negócio, que deve ter "características excepcionais".

 

Vai começar em Portugal, na SIC, já em Janeiro de 2015, com cinco "self made men", os chamados "tubarões", "com capacidade de investimento", que podem arriscar e fornecer o financiamento, mas também contactos, experiência e ajuda, necessários ao desenvolvimento do seu negócio. Os nomes dos cinco "tubarões" ainda não são conhecidos.

 

Para isso, basta candidatar-se online, preenchendo um formulário e carregando um vídeo de cinco minutos, no máximo, em formato "Elevator Pitch". A produção, devido à adesão em massa, apenas garante que sejam analisadas as primeiras 750 candidaturas.

 

"Se for seleccionado para a fase seguinte é importantíssimo conhecer bem os números do seu negócio", afirma a produção. "Vendas passadas e futuras, despesas, dívida bancária, custos de fabrico, margens brutas e EBITDA (resultado antes de amortizações, juros e impostos) são indispensáveis".

 

O programa estreou nas televisões norte-americanas em 2009 e é transmitido em Portugal, na SIC Radical, desde 2013. Com cinco temporadas e sucesso mundial reconhecido, arrecadou, em 2014, o Emmy para "Outstanding Structured Reality Program".

@Publico

coloquei aqui para ter maior visibilidade.

Grande Perep.. seria engraçado apareceres.

Editado por depina

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Era o Perep aparecer e dizer que quer criar um programa shark tank em PT :mrgreen:

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Saiba quem são três tubarões do Shark Tank português

 

Nomes do programa da SIC são revelados esta quinta-feira. Prepare-se: há uma carta fora do baralho.

 

O empresário Mário Ferreira, da Douro Azul, João Rafael Koehler, presidente da Associação Nacional de Jovens Empresários (ANJE), e a carta fora do baralho Tim Vieira, um empresário de Angola da área dos media, são três dos cinco investidores que vão fazer parte do painel de tubarões na versão portuguesa do "Shark Tank", que estreia na SIC no início de 2015.

 

O nome mais surpreendente, desconhecido dos portugueses, é o de Tim Vieira. Consta que tem dentes bem afiados para o negócio. Tim é um empresário sedeado em Angola e é presidente da Special Edition Holding. Nasceu na África do Sul, onde começou a trabalhar há cerca de 20 anos com uma pequena cervejeira artesanal. O grupo, com mais de 520 funcionários, atua na área da comunicação e marketing, onde detém várias empresas que atuam da publicidade, eventos, agências de meios, assessoria de imprensa, pesquisa e estudos de mercado, impressão e imagem corporativa. A TBWA / Angola, a agência de publicidade naquele país do grupo internacional TBWA, é participada pela Holding de Tim Vieira. O grupo detém ainda empresas como a Muki, Original Brands, Onmedia e Multileme. Entre os acionistas da Holding, com presença também na África do Sul e em Moçambique, estão a FIPA (um fundo de private equity angolano onde participa o BAE) e a Investec (um grupo financeiro sul-africano), além de um grupo de investidores particulares angolanos cujo nome não é conhecido.

 

Koehler, industrial e exportador

Industrial, exportador, com passagem fugaz pela JSD. João Rafael Koehler, 41 anos, tornou-se há um ano o quinto presidente da ANJE, concedendo notoriedade a um percurso empresarial discreto e reservado na condução da empresa de colas fundada pelo pai.

 

Licenciado em Direito pela Universidade Católica, João Rafael Koehler ainda exerceu advocacia e deu aulas mas rapidamente se converteu aos encantos dos negócios da família. Dirige a Colquímica, em Valongo, uma empresa que descolou para o sucesso exportando quase a totalidade da produção (80 milhões de euros). Em 12 anos, a Colquímica passou de €5 milhões para €80 milhões de vendas, fazendo 92% do negócio em 45 mercados de exportação. Coube a João Rafael Koehler conduzir este programa de expansão, impulsionando a diversificação de mercados. A empresa conta com duas bases fabris em Valongo, totalmente automatizadas, que empregam 125 pessoas. Na Polónia, a unidade de Poznan conta com 20 funcionários.

 

Na juventude, militou na JSD e pertenceu a direções da distrital do Porto do PSD na altura de Filipe Menezes e Valentim Loureiro. Mas abandonou há anos a atividade política para se focar na empresa. Regressou à intervenção pública pelo lado do associativismo empresarial. Quando foi convidado para presidir à ANJE, hesitou com receio de não ter tempo para dividir entre a empresa e a associação. Só aceitou depois de conhecer a equipa.

 

Em entrevista ao Expresso, no início do mandato na ANJE, manifestou o desejo de contribuir para a mudança do paradigma atual, "injetando o ADN do empreendedorismo na cabeça dos jovens". "Em vez de aspirarem a esta ou àquela carreira, é fundamental que as pessoas se sintam estimuladas a criar uma empresa, a lançar um negócio sem receio de falhar. O insucesso não deve ser um estigma, mas valorizado como processo de aprendizagem."

 

O tubarão do Douro

Em 46 anos de vida, Mário Ferreira acumulou um extenso currículo de empreendedor, milhas náuticas, barcos de luxo e o sonho de um dia viajar pelo espaço. Na Douro Azul, a empresa que lhe valeu o cognome de "Senhor do Douro", espera faturar 36 milhões de euros no final deste ano e continuar a crescer, muito por conta dos "baby boomers" americanos.

 

Não ter medo de correr riscos é uma das imagens de marca do presidente da Douro Azul, sempre pronto a investir, mas também a abater negócios para avançar, como o Solar da Rede ou o Vintage House.

 

Na juventude ganhou as graças do mar a trabalhar em paquetes de luxo à volta do mundo, depois de deixar a casa dos pais, aos 16 anos, e partir para Londres com 50 libras no bolso. Como empresário, apostou no turismo, sobreviveu ao divórcio com uma milionária americana e vai sendo notícia pela compra de novos barcos de cruzeiro para a sua frota do Douro, onde pontua o "Spirit of Chartwell", o navio utilizado pela Rainha Isabel II nas celebrações do seu jubileu de diamante, ou iniciativas mediáticas como a que trouxe as atrizes Sharon Stone e Andie MacDowell à cerimónia hollywoodesca de batismo dos navios Ama a Vida e Queen Elisabeth, no ano passado.

 

No seu portfólio tem, também, o World of Discoveries, um museu interativo dedicado à época de ouro dos descobrimentos portugueses, onde investiu 8 milhões de euros, a compra de uma viagem espacial ao dono da Virgin, Richard Branson, que promete torná-lo o primeiro turista português no espaço, a empresa Caminho das Estrelas e, ainda, a antiga Pensão Monumental, na Avenida dos Aliados, no Porto, à espera de se transformar "num dos espaços mais emblemáticos da cidade", com hotel com café. Emprega 400 pessoas e um dos seus últimos negócios foi a compra do navio Atlântida , que estava encalhado nos Estaleiros Navais de Viana do Castelo e agora segue a rota dos cruzeiros de luxo na Amazónia.

 

Pontual, acorda diariamente às 6h00, não tem medo de arregaçar as mangas e acredita que não é difícil transformar 50 mil euros num negócio de milhões com uma boa ideia.

 

SOBRE O SHARK TANK PORTUGUÊS

António Carrapatoso, um dos primeiros nomes apontados, não será um dos investidores, mas tem liderado o processo de escolha dos tubarões, uma vez que detém a produtora que está a fazer o programa. O antigo CEO da Vodafone Portugal negociou a compra dos direitos e está a produzir o formato que fez sucesso nos Estados Unidos. Trata-se de um programa de entretenimento no qual os concorrentes apresentam os seus projetos aos cinco empresários membros do júri, que os analisam e decidem se os subsidiam ou não.

 

Ler mais: http://expresso.sapo.pt/saiba-quem-sao-tres-tubaroes-do-shark-tank-portugues=f897826#ixzz3ItOAzrfZ

Editado por Sumudica by Night

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e o Joe Berardo?

já estava cheio de fanta para ele levar para lá o mini-caixotinho

 

btw o Mário Ferreira não é aquele do Douro Azul? que mestre :prayer: vi uma apresentação do homem há uns tempos, e aquilo tem uma gestão incrível. Mas melhor foi quando ele mostrou os planos futuros para 2020 e disse que quer fazer viagens espaciais :lol: toda a gente ficou boquiaberta com aquilo. Era tão estúpido quanto genial. Incrível a ambição do homem.

Editado por Jone Eduardo

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Já há três jurados para o Shark Tank português

 

Três dos cinco jurados já são conhecidos. A apresentação oficial dos cinco será feita esta quinta-feira. O seu negócio pode estar prestes a ter um investidor.

 

Conhece os nomes Mário Ferreira, João Rafael Koehler e Tim Vieira? Caso ainda não esteja familiarizado, aqui vai uma ajuda pela mesma ordem: presidentes da Douro Azul, da Associação Nacional de Jovens Empresários (ANJE) e Special Edition Golding. Agora pense no Shark Tank.

 

Estes são três dos cinco nomes que vão compor a mesa do júri do programa televisivo Shark Tank português que estreia em janeiro na SIC. Três tubarões que, segundo o jornal Expresso, poderão ser o investidor que procurava para o seu negócio. Os restantes nomes deverão ser anunciados esta quinta-feira.

 

Tim Vieira será o nome que menos conhece. Trata-se de um empresário sul africano estabelecido em Angola. É presidente da Special Edition Holding. E está à frente de uma extensa lista de empresas nas mais diversas áreas, entre elas comunicação e publicidade.

 

Aos 41 anos, João Rafael Koehler, é o quinto presidente da ANJE com percurso reconhecido na empresa de colas que o pai criou. Em 12 anos passou as vendas de 5 milhões para 80 milhões de euros. É licenciado em Direito.

 

Mário Ferreira, 46 anos, é conhecido como o “Senhor do Douro”. Na Douro Azul, espera faturar 36 milhões de euros no final de 2014. O empresário subiu a pulso, com uma juventude passada a trabalhar em paquetes de luxo à volta do mundo. Apostou no turismo. O empresário acredita não ser difícil transformar 50 mil euros num negócio de milhões com uma boa ideia.

 

Mais do que jurados, estes empresários vão ser possíveis investidores dos negócios que os concorrentes lhes apresentem, à semelhança do que acontece com o programa original – nascido nos EUA. O programa vai ser produzido pela Take&Sound e pela Endemol.

 

A versão internacional, que já vai na sexta temporada é transmitida na SIC Radical e já foi nomeada para o prémio Producers Guild Award, para os Emmy, para os Critics’ Choice Television Award e, em 2014, venceu o Emmy para Outstanding Structured Reality Program.

 

observador.pt

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Aposto que vai ser só negocios de hamburguerias gourmet, carrinhas volkswagen a vender cupcakes e outras coisas ridiculas do genero

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Guest Dpitz

Aposto que vai ser só negocios de hamburguerias gourmet, carrinhas volkswagen a vender cupcakes e outras coisas ridiculas do genero

tb me cheira lol

pode ser que ainda apareça lá o bater punho a querer vender pipocas no cinema para pagar os estudos.

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A questão é que na versão americana eles de facto são ricos.

Não sei até que ponto estes têm disponibilidade financeira para participar, como eles, nos negócios.

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Júri do Shark Tank português já está completo

 

Aos três jurados já conhecidos — Mário Ferreira, João Rafael Koehler e Tim Vieira — juntam-se outros dois. Miguel Ribeiro Ferreira e Susana Sequeira. O júri da edição portuguesa do programa televisivo Shark Thank está finalmente completo, com cinco “tubarões” que vão estar à procura dos melhores negócios ou patentes onde investir. Quer saber quem é quem?

 

Foi aos 20 anos que Miguel Ribeiro Ferreira criou a própria empresa de água engarrafada para utilização profissional. O negócio cresceu e transformou-se no projeto empresarial Bebágua, posteriormente vendido à Watson Water e mais tarde adquirida pela Nestlé. Seguiu-se a Acquajet, fundada em terras espanholas, onde já é líder de mercado no negócio de água engarrafada. Atualmente Miguel Ferreira ocupa a posição de chairman no grupo Fonte Viva, um dos maiores na região ibérica, com mais 60.000 water coolers instalados.

 

Já o percurso profissional de Susana Sequeira inclui várias agências de publicidade nacionais e internacionais. Depois de três anos ao comando de uma delas, enquanto diretora criativa, fundou a agência MSTF Partners, a qual consta do top 5 das maiores agências de publicidade no país, explica a organização do programa num comunicado enviado às redações. Além de trabalhar marcas portuguesas e de estar presente em Angola, a agência exporta ainda criatividade para países como Brasil e China.

Editado por Lebohang

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Cheiram-me a grande fiasco. Nenhum tem dinheiro para andar a investir em muitas empresas.

 

E depois vai ser a apresentadora "ligue 760 800 600 para ganhar um fabuloso prémio de 20 mil euros em cartão" seguida de uma pausa a contar a história do rapaz que perdeu os pais quando era novo e agora quer abrir uma hambúrgueria gourmet"

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Cheiram-me a grande fiasco. Nenhum tem dinheiro para andar a investir em muitas empresas.

 

E depois vai ser a apresentadora "ligue 760 800 600 para ganhar um fabuloso prémio de 20 mil euros em cartão" seguida de uma pausa a contar a história do rapaz que perdeu os pais quando era novo e agora quer abrir uma hambúrgueria gourmet"

 

Estas m*rda é que não. f*da-se.

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Cada tubarão vai investir meio milhão no tanque da SIC

Os cinco tubarões, escolhidos de um grupo de 100, aplicam o seu próprio dinheiro em Shark Tank. Gravações arrancam em dezembro.

 

Meio milhão de euros é quanto cada um dos investidores vai disponibilizar, do seu próprio bolso, para investir no novo formato da SIC, Shark Tank Portugal, e que vai estrear-se em antena "em meados de fevereiro", diz ao DN fonte próxima da produção.

 

O novo conteúdo de Carnaxide vai mostrar, ao longo de 13 emissões, empreendedores oriundos de todo o país que procuraram investimento para os seus negócios ou patentes junto de investidores portugueses ou de ascendência lusa que tenham feito fortuna em áreas de negócio distintas.

 

A partir do próximo mês, os cinco tubarões escolhidos - Mário Ferreira, Susana Sequeira, João Rafael Koehler, Tim Vieira e Miguel Ribeiro Ferreira - têm agenda marcada para começar as gravações. "O programa vai ser feito nos estúdios da Venda do Pinheiro, arredores de Mafra [ao lado do plateau de Casa dos Segredos 5, TVI] e as rodagens começam na terceira semana de dezembro", avança um elemento conhecedor do projeto ao DN.

 

Após ser feita uma interrupção para o Natal e o Ano Novo, investidores e empreendedores voltarão a encontrar-se em estúdio na "segunda e terceira semanas de janeiro para prosseguir com as gravações" do formato que "não vai contar, tal como no original, com um apresentador", refere a mesma fonte.

@DN

Editado por depina

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tb me cheira lol

pode ser que ainda apareça lá o bater punho a querer vender pipocas no cinema para pagar os estudos.

 

Se esse otário aparece, juro que parto o meu ecrã. Foi o gajo com o discurso mais ridículo que ouvi até hoje. E tive de ouvir o gajo, porque era parte de uma avaliação de uma cadeira.

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Aposto que vai ser só negocios de hamburguerias gourmet, carrinhas volkswagen a vender cupcakes e outras coisas ridiculas do genero

cheira-me que vai haver muito pessoal jovem com ideias "tecnológicas", cenas tipo a do Boo por exemplo

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Cheiram-me a grande fiasco. Nenhum tem dinheiro para andar a investir em muitas empresas.

 

E depois vai ser a apresentadora "ligue 760 800 600 para ganhar um fabuloso prémio de 20 mil euros em cartão" seguida de uma pausa a contar a história do rapaz que perdeu os pais quando era novo e agora quer abrir uma hambúrgueria gourmet"

Tudo dito.

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Esta cena limitada a inovações tecnológicas poderia ter pernas para andar. Mas vai-se ficar por aqueles contos de fadas de aspirantes a artistas ou chefs de cozinha gourmet.

 

A verdade com a quantidade de malta jovem desempregada, não se pode acusar de falta de tempo para apresentar uma ideia em condições.

 

Still, para quem é do Porto, é mais fácil bater à porta da UPTEC que arranjam uma salinha e toda a parte legal a quem tiver a uma ideia minimamente rentável.

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isto vai ser bacano é para malta da Univ Aveiro e malta aí de cima, com os robots todos f*didos e cenas de investigação mesmo bacana ao nivel da ciencia, e farmaceutica e o crl

 

pedir € para construirem prototipos para depois ir vender lá para fora esses mecanismos marados

 

ao nível da "cena tecnológica", acho que vai ser pouco significativo. Acho que vão haver poucas cenas destas a serem passíveis de serem investidas, porque cá em Portugal é dificil de ganhar tracção.

 

E as startups portuguesas que já têm tracção e criaram bem o seu proof of concept já vão a Londres ou Alemanha buscar funding na ordem dos 800K para cima. E parece que já se sabe que cada "shark" portugues vai disponibilizar 500k para investir em negócios que apareçam nesta 1ª série. Portanto vai ser complicado.

 

 

PS: Nós na Surfstoke não nos vamos candidatar a isto.

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Tendo em conta que ainda vou estar cerca de um ano a estudar várias horas todos os dias e que já estou a fazê-lo há dois meses, gostava que alguém inventasse uma cama que incluísse um suporte para um livro A3 de forma a poder estudar deitado numa posição confortável e ao mesmo tempo sublinhar de forma confortável todo o livro, tipo o suporte ser amovível e delocar-se para cima e para baixo consoante a zona que estou a ler da folha. Como bónus, podia-lhe virar as folhas também.

 

Pensem nisso pfv

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