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P. Ferreira-Benfica: Fábio Cardoso fica na bancada

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Como é que chegaste a essa conclusão? Ele fala em arriscar, no caso dele é capaz de ter corrido bem.

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Conclusão: o Fonseca arruinou a sua carreira logo no 1º jogo que disputou. Não tinha nada essa ideia...:-k

 

Não sabia que a palavra arriscar tinha outros novos significados.

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Para se arriscar tem que haver um risco. Se o risco é a eventualidade de cometer um penalty e o Fonseca o quer proteger então lá vai o pobre rapaz ver todos os jogos da bancada, porque em todos os jogos há o risco de ele cometer um penalty.

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Para se arriscar tem que haver um risco. Se o risco é a eventualidade de cometer um penalty e o Fonseca o quer proteger então lá vai o pobre rapaz ver todos os jogos da bancada, porque em todos os jogos há o risco de ele cometer um penalty.

Pois... Só que não.

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Para se arriscar tem que haver um risco. Se o risco é a eventualidade de cometer um penalty e o Fonseca o quer proteger então lá vai o pobre rapaz ver todos os jogos da bancada, porque em todos os jogos há o risco de ele cometer um penalty.

 

O risco seria a eventualidade de fazer um erro grave contra a equipa que o emprestou. Como só uma equipa é que empresta o jogador, seria só contra essa equipa que ele não jogaria.

E o Paulo Fonseca cometeu o tal penalty para dizeres que ele arruinou a carreira?

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O risco seria a eventualidade de fazer um erro grave contra a equipa que o emprestou. Como só uma equipa é que empresta o jogador, seria só contra essa equipa que ele não jogaria.

E o Paulo Fonseca cometeu o tal penalty para dizeres que ele arruinou a carreira?

 

A conversa de que cometer um erro grave contra a equipa que o emprestou ser mais grave que cometer um erro grave contra qualquer outra equipa é conversa para embalar bebés.

 

Basta perguntar a qualquer adepto do Sporting ou do FC Porto sobre as memórias que lhes ficaram mais marcadas quando as suas equipas defrontaram jogadores que emprestaram. Qualquer um deles se lembra, principalmente, dos nomes do Wender, do Adrian, do Wilson Eduardo, do Tozé... Jogadores que, ao contrário do que se diz, foram fundamentais e marcantes pelos golos que marcaram, pelos pontos que roubaram às equipas-mãe ou pelos títulos que conquistaram nas suas barbas. Por outro lado, há de facto jogadores que ganharam o rótulo de beneficiar as equipas-mãe nos jogos em que as defrontaram. Mas identificar jogadores que arruinaram a sua carreira por causa disso é mais difícil. Mas tu podes tentar fazer esse exercício. Eu até ajudo: podes começar pelo Jorge Costa...

 

 

Quanto às palavras do Paulo Fonseca é assim: se alguém te disser que não deves atravessar a estrada fora da passadeira porque corres o sério risco de ser atropelado e a seguir acrescentar que sabe bem o que isso é porque já passou por essa experiência com que ideia é que ficas? Que ele atravessou a estrada fora da passadeira e não lhe aconteceu nada? Não me parece. Ficas imediatamente com a ideia de que ele fez essa experiência e levou, no mínimo, com um Smart em cima.

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A conversa de que cometer um erro grave contra a equipa que o emprestou ser mais grave que cometer um erro grave contra qualquer outra equipa é conversa para embalar bebés.

 

Basta perguntar a qualquer adepto do Sporting ou do FC Porto sobre as memórias que lhes ficaram mais marcadas quando as suas equipas defrontaram jogadores que emprestaram. Qualquer um deles se lembra, principalmente, dos nomes do Wender, do Adrian, do Wilson Eduardo, do Tozé... Jogadores que, ao contrário do que se diz, foram fundamentais e marcantes pelos golos que marcaram, pelos pontos que roubaram às equipas-mãe ou pelos títulos que conquistaram nas suas barbas. Por outro lado, há de facto jogadores que ganharam o rótulo de beneficiar as equipas-mãe nos jogos em que as defrontaram. Mas identificar jogadores que arruinaram a sua carreira por causa disso é mais difícil. Mas tu podes tentar fazer esse exercício. Eu até ajudo: podes começar pelo Jorge Costa...

 

 

Quanto às palavras do Paulo Fonseca é assim: se alguém te disser que não deves atravessar a estrada fora da passadeira porque corres o sério risco de ser atropelado e a seguir acrescentar que sabe bem o que isso é porque já passou por essa experiência com que ideia é que ficas? Que ele atravessou a estrada fora da passadeira e não lhe aconteceu nada? Não me parece. Ficas imediatamente com a ideia de que ele fez essa experiência e levou, no mínimo, com um Smart em cima.

 

Concordo.

 

Não sei de casos nenhuns, isso tens de perguntar ao Paulo Fonseca.

 

Ele disse que sabe bem o que isso é referindo-se a um miúdo fazer a estreia na liga frente à equipa que o emprestou, não ao facto de ter cometido erros. E uma coisa é ficares com a ideia que ele levou com um Smart em cima, outra é tirares essa conclusão.

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Concordo.

 

Não sei de casos nenhuns, isso tens de perguntar ao Paulo Fonseca.

 

Ele disse que sabe bem o que isso é referindo-se a um miúdo fazer a estreia na liga frente à equipa que o emprestou, não ao facto de ter cometido erros. E uma coisa é ficares com a ideia que ele levou com um Smart em cima, outra é tirares essa conclusão.

 

Se ele se estreou contra a equipa que o emprestou e não cometeu erros, para que raio foi buscar o seu próprio exemplo para sublinhar os riscos que essa situação acarreta?

 

Já sei... já sei... tenho que perguntar ao Paulo Fonseca. :roll:

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A gravidade do erro é a mesma independentemente de o jogador jogar contra a equipa que o emprestou ou não. No entanto as consequências do erro não são as mesmas. Daí pode resultar uma pressão acrescida para o jogador e dependendo da personalidade do mesmo, pode conseguir lidar bem com essa situação ou não.

Se calhar ele sentiu essa pressão acrescida e é daí que ele foi buscar o próprio exemplo. Lá por ele ter lidado bem com isso não que dizer que todos o façam. Um atleta pode ser consistentemente melhor que outro nos treinos e pior em campo.

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O mais relevante aqui é que o jogador em causa acabou de chegar ao Paços e se fez meia-dúzia de treinos foi muito. Não tem aindas os processos de jogo da equipa assimilados, com a agravante de jogar numa posição onde isso é de uma importância e dificuldade maior. Além disso, quer queiramos quer não, vem de um contexto de menor competitividade e pressão para se meter numa das situações mais dificeis, que é jogar contra uma das melhores equipas do campeonato, a melhor até ao momento. Um salto de dificuldade exagerado para quem se prepara para fazer o seu primeiro jogo por um clube e também o primeiro na liga. E, lá está, caso errasse de certeza que não haveriam de faltar pessoas de má-fé a questionar o profissionalismo do atleta. Isto não deveria ser critério de decisão mas o PF foi realista e sensível ao rumo que a carreira do jogador pode ter. Também não acho que significa necessariamente que algo de mal tenha acontecido na estreia do PF. Há o reconhecimento da parte dele de que se trata de uma situação desconfortável mas o que acontece depois vai depender sempre do o que é o jogador a nível mental, de carácter e de qualidade.

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A gravidade do erro é a mesma independentemente de o jogador jogar contra a equipa que o emprestou ou não. No entanto as consequências do erro não são as mesmas. Daí pode resultar uma pressão acrescida para o jogador e dependendo da personalidade do mesmo, pode conseguir lidar bem com essa situação ou não.

Se calhar ele sentiu essa pressão acrescida e é daí que ele foi buscar o próprio exemplo. Lá por ele ter lidado bem com isso não que dizer que todos o façam. Um atleta pode ser consistentemente melhor que outro nos treinos e pior em campo.

 

Ai as consequências... Que medo... Desculpas para não utilizar os jogadores! Ponto.

 

Quanto ao resto é só condicionais. Pode ser... Se calhar... Tudo tretas.

 

O mais relevante aqui é que o jogador em causa acabou de chegar ao Paços e se fez meia-dúzia de treinos foi muito. Não tem aindas os processos de jogo da equipa assimilados, com a agravante de jogar numa posição onde isso é de uma importância e dificuldade maior. Além disso, quer queiramos quer não, vem de um contexto de menor competitividade e pressão para se meter numa das situações mais dificeis, que é jogar contra uma das melhores equipas do campeonato, a melhor até ao momento. Um salto de dificuldade exagerado para quem se prepara para fazer o seu primeiro jogo por um clube e também o primeiro na liga. E, lá está, caso errasse de certeza que não haveriam de faltar pessoas de má-fé a questionar o profissionalismo do atleta. Isto não deveria ser critério de decisão mas o PF foi realista e sensível ao rumo que a carreira do jogador pode ter. Também não acho que significa necessariamente que algo de mal tenha acontecido na estreia do PF. Há o reconhecimento da parte dele de que se trata de uma situação desconfortável mas o que acontece depois vai depender sempre do o que é o jogador a nível mental, de carácter e de qualidade.

 

O mais relevante aqui é que o jogador foi convocado. Foi dado como titular por todos os órgãos de comunicação social. E viu o jogo da bancada.

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Ai as consequências... Que medo... Desculpas para não utilizar os jogadores! Ponto.

 

Quanto ao resto é só condicionais. Pode ser... Se calhar... Tudo tretas.

 

 

 

O mais relevante aqui é que o jogador foi convocado. Foi dado como titular por todos os órgãos de comunicação social. E viu o jogo da bancada.

 

Não digo que não seja uma desculpa, nem que concordo com a decisão que tomou. Só estou é a pôr em causa a conclusão que tiraste, sem bases para o fazer.

 

Tretas porquê? Se eu disser que um jogador por jogar contra o clube que o emprestou pode ter uma motivação extra para jogar mais, também é treta?

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Não digo que não seja uma desculpa, nem que concordo com a decisão que tomou. Só estou é a pôr em causa a conclusão que tiraste, sem bases para o fazer.

 

Tretas porquê? Se eu disser que um jogador por jogar contra o clube que o emprestou pode ter uma motivação extra para jogar mais, também é treta?

 

A conclusão que tirei foi em relação à interpretação literal das palavras o Paulo Fonseca. Até porque eu acompanhei a carreira dele e, embora nunca tenha sido um jogador de primeiro plano, fez uma carreira muito digna na 1ª Divisão nacional sem nunca ter sido afetada pelo facto de se ter estreado contra o FC Porto. E as palavras dele apontam para o contrário. Ou seja, ele arranjou uma desculpa esfarrapada para não utilizar o jogador. A partir da sua própria experiência faria muito mais sentido não ter qualquer receio em colocar o jogador em campo caso fosse essa a sua vontade.

 

Não. Nesse caso não é treta. Só é treta quando o condicional funciona como desculpa para não se utilizar o jogador.

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Foi convocado porque não havia mais opções! Foram convocados 20 jogadores porque o Ricardo Ferreira, o Hurtado e o Rúben Pinto estavam em dúvida e o Amorim não podia. Nem assim o PF o quis levar sequer para o banco. Ah, e também seria giro viver num mundo onde que tudo que vem na comunicação social corresponde à verdade...

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A conclusão que tirei foi em relação à interpretação literal das palavras o Paulo Fonseca. Até porque eu acompanhei a carreira dele e, embora nunca tenha sido um jogador de primeiro plano, fez uma carreira muito digna na 1ª Divisão nacional sem nunca ter sido afetada pelo facto de se ter estreado contra o FC Porto. E as palavras dele apontam para o contrário. Ou seja, ele arranjou uma desculpa esfarrapada para não utilizar o jogador. A partir da sua própria experiência faria muito mais sentido não ter qualquer receio em colocar o jogador em campo caso fosse essa a sua vontade.

 

Não. Nesse caso não é treta. Só é treta quando o condicional funciona como desculpa para não se utilizar o jogador.

 

Ele fala em por a carreira em risco, tu falas em arruinar. Um jogador emprestado por um dos três grandes se fizer m*rda contra o próprio clube tem as mesmas hipóteses de futuramente transferir-se para um dos outros grandes? Não é um risco para a carreira?

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Foi convocado porque não havia mais opções! Foram convocados 20 jogadores porque o Ricardo Ferreira, o Hurtado e o Rúben Pinto estavam em dúvida e o Amorim não podia. Nem assim o PF o quis levar sequer para o banco. Ah, e também seria giro viver num mundo onde que tudo que vem na comunicação social corresponde à verdade...

 

Isso não bate certo com a declaração do Paulo de que, num cenário em que não tinha centrais disponíveis, esteve indeciso até à última hora sobre a sua utilização. Tal como as declarações do Paulo não batem certo com o facto de o ter remetido para a bancada em vez de, pelo menos, o ter levado para o banco.

 

Mas é natural que tu me digas que as declarações do Paulo não passam de música para os nossos ouvidos, tal como o que vem de forma unânime na Comunicação Social. Está tudo unido para nos dar baile...

 

Ele fala em por a carreira em risco, tu falas em arruinar. Um jogador emprestado por um dos três grandes se fizer m*rda contra o próprio clube tem as mesmas hipóteses de futuramente transferir-se para um dos outros grandes? Não é um risco para a carreira?

 

Quando eu leio que algo está em risco costumo pensar na pior hipótese. É um vício meu... Por exemplo, quando se diz que alguém tem a vida em risco eu não penso noutra coisa que não seja a possibilidade real dessa pessoa falecer. Quando alguém tem o emprego em risco penso em despedimento. E por aí fora...

 

Dizer que a carreira de um futebolista pode ficar em risco por ter menos hipóteses de, no futuro, ser contratado pelo clube A ou pelo clube B só me consegue arrancar um sorriso...:D

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Onde está a incongruência entre o que eu escrevi e o que o Paulo Fonseca disse? Onde?

É óbvio que ele esteve indeciso até à última instância, caso contrário nem sequer o tinha incluído na lista. Mas quando chegou à hora, acabou por decidir pela não utilização do jogador.

 

Isto já são novelas a mais e não há necessidade de se estar a discutir tanto por uma opção técnica que um treinador tomou.

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Onde está a incongruência entre o que eu escrevi e o que o Paulo Fonseca disse? Onde?

É óbvio que ele esteve indeciso até à última instância, caso contrário nem sequer o tinha incluído na lista. Mas quando chegou à hora, acabou por decidir pela não utilização do jogador.

 

Isto já são novelas a mais e não há necessidade de se estar a discutir tanto por uma opção técnica que um treinador tomou.

 

Claro que sim. Curiosamente as opções técnicas relacionadas com jogadores de alguma forma condicionados pelo Benfica costumam terminar sempre da mesma forma: com os jogadores na bancada. Coincidências... Mas desde o que se passou com o Jardel já nada surpreende...

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Mas então e o Rúben Pinto? Estava condicionado e foi para o banco. Compreendo as razões das tuas "suspeitas" mas não podemos cair no truque das generalizações. E, para mim, enquanto portista, era-me muito mais "fácil" questionar esta situação.

 

:wink:

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Mas então e o Rúben Pinto? Estava condicionado e foi para o banco. Compreendo as razões das tuas "suspeitas" mas não podemos cair no truque das generalizações. E, para mim, enquanto portista, era-me muito mais "fácil" questionar esta situação.

 

:wink:

 

O Rúben Pinto? Aquele rapaz que chegou a Paços de Ferreira vindo do Benfica e, com meia dúzia de treinos, sem os processos de jogo da equipa assimilados e vindo de um contexto de menor competitividade e pressão foi logo titular cumprindo os 90 minutos? E que no jogo seguinte, com mais uma semana de trabalho, foi relegado para o banco e nem 1 minuto teve direito? O que tem ele?

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Quando eu leio que algo está em risco costumo pensar na pior hipótese. É um vício meu... Por exemplo, quando se diz que alguém tem a vida em risco eu não penso noutra coisa que não seja a possibilidade real dessa pessoa falecer. Quando alguém tem o emprego em risco penso em despedimento. E por aí fora...

 

Dizer que a carreira de um futebolista pode ficar em risco por ter menos hipóteses de, no futuro, ser contratado pelo clube A ou pelo clube B só me consegue arrancar um sorriso...:D

 

Eu só queria embirrar com a conclusão que tiraste mas vou enterrar o machado. Não me parece que se possa concluir aquilo das palavras dele, mas isso não tem importância nenhuma face aos temas que estão adjacentes a esta discussão e a muitos outros.

Escusamos de estar a jogar às palavras, até porque acho que concordo na generalidade sobre o que vais dizendo sobre este tipo de assunto. Não cheguei foi à mesma conclusão que tu sobre a proibição de empréstimos, mas também não cheguei a outra. Não pensei o suficiente sobre o assunto para ter opinião formada, acho que no máximo posso ter lançado uma ou outra ideia para discussão ou criticado algo que esteja claramente errado.

 

O Rúben Pinto? Aquele rapaz que chegou a Paços de Ferreira vindo do Benfica e, com meia dúzia de treinos, sem os processos de jogo da equipa assimilados e vindo de um contexto de menor competitividade e pressão foi logo titular cumprindo os 90 minutos? E que no jogo seguinte, com mais uma semana de trabalho, foi relegado para o banco e nem 1 minuto teve direito? O que tem ele?

 

Isto foi o equivalente a ele jogar o valete e tu cortares com o às do trunfo... :mrgreen:

 

Por acaso pensava que o Fonseca não fosse compactuar com o Benfica em esquemas. Pelo menos sentiu-se prejudicado pela arbitragem e falou nisso. Ao menos isso.

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vou enterrar o machado

 

Por acaso pensava que o Fonseca não fosse compactuar com o Benfica em esquemas. Pelo menos sentiu-se prejudicado pela arbitragem e falou nisso. Ao menos isso.

 

Não é o Fonseca que compactua. Como não foi o Lito que compactuou. Ou os outros treinadores que recebem este tipo de instruções e que têm que respeitar decisões.

 

A única coisa de que se pode acusar o Fonseca e os outros é de inventarem desculpas esfarrapadas quando confrontados com a situação. Mas nem todos podem ser o desbocado do Jesus, que meteu logo a boca no trombone quando foi confrontado com uma situação idêntica.

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