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Jota F

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  1. Vocês realmente são uns artistas. 986 euros realmente não é nada parecido com 1200 euros. Uma diferença de 214. Que fortuna. Depois, tanto vocês, seus génios, como o poligrafo, esqueceram-se que há um regime de monoparentalidade, que deve ser o caso deles, visto a mãe ter mais filhos que o pai.
  2. Esse programa foi um fracasso por não ter consigo captar imóveis. Burocracia inerente é a principal razão. https://eco.sapo.pt/2019/08/01/programa-de-arrendamento-acessivel-celebrou-dez-contratos-em-um-mes/
  3. Óbvio que sei que essas receitas não são consignadas para subsídios. Tu é que não deves conseguir interpretar perguntas retóricas.
  4. Então os turistas que paguem. Mais dinheiro para o Estado.
  5. Pois, mas depois há senhorios a dizer que o preço são 500 euros sem contrato e 600 euros com contrato, como apareceu há uns tempos na CMTV. A questão aqui é fomentar a introdução de mais imóveis disponíveis para arrendamento, através de políticas. Não me parece que esta seja o caso. Daí dizer que se devia taxar mais forte no Alojamento Local. De forma a esses empresários começarem a considerar o arrendamento a longo prazo. Ou vais dizer que é a população portuguesa que beneficia (em sede de habitação) do que está exposto nessas notícias? Para além de constatares o obvio.
  6. Estamos a analisar esta questão através de diferentes prismas. O que refiro é que o aumento de imposto no rendimento da renda, nos moldes é que está a ser pensado pelo Governo, trará consequências na prática de ainda incentivar mais a arrendamentos sem serem declarados. Quando a maior preocupação do Governo não devia ser ir buscar umas "migalhas" neste imposto, mas sim, incentivar a quem tenha imóveis disponíveis que os arrende ou que os empresários invistam na compra de imóveis para rentabilizar com arrendamento, de forma a combater a falta de imóveis de arrendamento em Portugal inteiro (e não só nas grandes cidades), o que pode proporcionar preços mais razoáveis. Grande parte das rendas é através de investimento, pelo que concordo contigo no ponto 4. Deve-se taxar forte, sim, no alojamento local. Mas não o fazem porque deve haver aí muita gente importante que não tem interesse nisso.
  7. O cerne da questão nem é a justiça social ou a redistribuição dos rendimentos. É se estar a taxar ainda mais o arrendamento imobiliario, quando há falta dele. Incentivando a arrendamentos sem serem declarados e sem incetivar (pelo contrário) aos proprietários arrendarem, com taxas favoraveis.
  8. Justiça social? Consegues justificar? Essa ideia de justiça social verificar-se-ia se, efetivamente, houvesse melhor redistribuição de impostos. De que vale taxar mais aqueles que, à partida têm mais dinheiro, por terem imóveis arrendados, para depois a educação e saúde andarem como estão? É dinheiro para mais RSI? Ou dinheiro para aquele sujeito que vai no sétimo filho, que não trabalha, e vai comprar um carro de 2016?
  9. Isso é quase como perguntar se o direito à vida, significa que devias ter a vida do CEO da empresa para a qual trabalhas.
  10. Essa resposta só demonstra que deves ser um frustrado da vida.
  11. Aquilo que se pode falar num Estado Providência para traduzir a importância da ação social e assistencial do Estado, que procura assegurar o direito ao trabalho, à saúde, à segurança social, à protecção no desemprego.
  12. Realmente pegar em posts descontextualizados e refutá-los deve ser um exercício muito fácil. Esse post foi para mostrar ao ilidioma o que é a igualdade, em sentido formal, que o mesmo diz que não é tratar todos por igual, o que contradiz esse principio em todos os sentidos. Ainda para mais o exemplos que dás não fazem qualquer sentido, visto poderes, efetivamente, discursar na Assembleia, caso tenhas elegibilidade para isso. E como sabes bem, existem leis especificas para a AR. O que está aqui em causa não é a igualdade entre cidadãos, mas sim a igualdade entre partidos na AR, os partidos representados com um único deputado terem a mesma igualdade de participar nos debates quinzenais que os outros partidos que estão na AR têm. Terás de rever o significado de igualdade e equidade para sequer conseguires argumentar algo que tenha mínimo sentido, sem ser esses exemplos. Está mais que visto que não vale a pena estar aqui a argumentar com pessoas como tu e um outro grupo que aqui comenta, pelo que fico-me por aqui.
  13. Interessa porque é um princípio constitucional. É muito mais do que uma função do Estado. Os princípios são superiores às normas. Assim, se entendeste o que disse, igualdade é o que está no artigo 13.º. Tem o Estado a tarefa ou deve o Estado promover a igualdade real, ou seja, não basta que a igualdade seja "todos são iguais perante a lei". Tem o Estado a tarefa de que haja, na realidade, igualdade. Tal como tem como tarefa todas as outras menções desse artigo.
  14. Igualdade no seu sentido formal é o princípio da igualdade. O que referiste é uma tarefa fundamental do Estado, o Estado deve promover a igualdade real entre os Portugueses. São conceitos distintos. Se não sabes interpretar o texto da Constituição não fales do que não sabes. Para já, não sou liberal. Há certos aspetos que prefiro a ideologia socialista, outros a ideologia liberal. Não estou filiado em nenhum partido, em concreto na IL. Não é por gostar e até apoiar algumas medidas da IL, até porque há outras que não concordo, que passo a ser liberal. Depois caso não saibas, foi com a Revolução Liberal que foi instituído o Princípio da Separação de Poderes ou para além do mais, foi o liberalismo fundamental para a declaração dos direitos do Homem e do cidadão de 1789 em que são os princípios mais importantes a igualdade e a liberdade.
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