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Carlos Gouveia

[FM'15] Futebol em Estado Nobre

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Ui que o Chaves ainda vai subir à 1ª liga.

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Ontem não estive em casa, lamento não ter atualizado :compinchas:

 

@Burkina2008 e @SRAlmeno: não se fiem muito nisso. Não vos falo por estar muito avançado no save, porque não estou e não sei o que é que vai acontecer, mas conheço-me e eu fracasso sempre nas últimas jornadas :mrgreen:

 

 

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Feira dos Santos

 

Mais um longuíssimo mês se aproximava, com 8 jogos para jogar, sendo a receção ao Estoril para a Taça de Portugal, o jogo mais importante de Outubro.

 

Mas para começar era preciso viajar até São Miguel para defrontar a única equipa profissional dos Açores, o Santa Clara.

 

Santa Clara (4-3-3): S. Nóbrega, K. Richard, J. Silva, S. Galassi, N. Bianciardi, Paulinho, L. Trindade, V. Fabian, JP, G. Antonio e A. Stella;

Chaves (4-3-3): Kadú, P. Sagna, João Pedro, Serginho, Mario César, S. Seidi, Francisco Ramos, Wang Chengkuài, D. Podence, P. Marques e Marquinhos.

 

Marcámos aos 8 minutos por Podence, mas o fora-de-jogo tirou-nos o golo que já se adivinha, fruto da nossa pressão incessante. Mas golos em fora-de-jogo contam tanto como bolas mandadas para a estratosfera e quem marcou foi mesmo JP no primeiro lance de ataque da equipa da casa, aos 12 minutos.

 

No entanto, desta vez num contra-ataque nosso, Francisco Ramos, em posição regular, enviou a bola para o fundo das redes fazendo o 1-1 aos 20 minutos. O santa Clara não era capaz de contrariar a pressão flaviense e logo aos 24 minutos, Marquinhos marcou e deu a cambalhota no marcador.

 

O jogo estava interessante para os poucos adeptos que nos apoiavam e Marquinhos fez o favor de alargar a vantagem, ficando 1-3 ao intervalo.

 

Na segunda parte, o Santa Clara voltou a marcar contra a corrente do jogo por Leonardo Paoli aos 59 minutos. O jogo continuava a ser nosso, mas um golo de vantagem apenas inspira cautelas e mandei a equipa manter a posse da bola, mas jogando com segurança.

 

Ainda houve alguns lances em que o Santa Clara poderia ter empatado, mas justiça foi feita e o 2-3 não se moveu, dando os 3 pontos à melhor equipa em campo.

 

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Santa Clara 2 - 3 Chaves

 

Seguia-se a receção ao União da Madeira, apenas uma semana depois dos 6-2 para a Taça de Portugal, voltámo-nos a encontrar, desta vez para disputar 3 pontos na Segunda Liga.

 

Chaves (4-3-3): Kadú, P. Sagna, João Pedro, Serginho, Mario César, S. Seidi, Francisco Ramos, R. Guzzo, D. Podence, P. Marques e Marquinhos;

União da Madeira (4-2-3-1): Trigueira, Chico, H. Martins, André Vinícius, Luís Sousa, J. Semedo, M. Lopes, Pedro Coronas, Cássio, A. Pavic e Simy.

 

Com a lição muito bem estudada, o União da Madeira entrou muito mais forte do que nós e aos 31 minutos Pedro Coronas marcou o golo que já se adivinhava. 4 minutos depois, Hugo Martins bisou.

 

4-2-4 com Podence a funcionar como segundo avançado, Pité, já entrado para o lugar do lesionado Guzzo, no lado direito. Mas esta alteração não trouxe efeitos práticos na primeira parte e o 0-2 vigorava ao intervalo.

 

Na segunda parte entrámos diferentes e aos 55 minutos, depois de duas bolas ao poste, Paulo Marques acertou no alvo e fez o 1-2.

 

Aos 60 minutos já todos viam que nós merecíamos o empate, mas os 45 minutos dados de avanço estavam a impedir-nos de conquistar o ponto. Até que aos 87 minutos, Hugo Martins comete penalty. Francisco Ramos a marcar e... GOLO! 2-2 aos 87.

 

Nos cerca de 5 minutos que restavam, ambas as equipas procuraram a vitória e ambas as equipas chegaram a construir tímidos ataques nessa procura, até que Mauro Caballero enviou a bola para dentro da baliza no lance que antecedeu o apito do árbitro, grande festa no Municipal de Chaves. Mas golo anulado! Infelizmente para nós, bem anulado.

 

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Chaves 2 - 2 União da Madeira

 

Era preciso melhorar e tínhamos a chance perfeita para isso na jornada seguinte, onde íamos receber o Braga B, que apenas tinha 4 pontos, conseguidos com uma vitória sobre o Porto B e um empate frente ao Sporting B.

 

Sem Kadú, Sanã Seidi e, mais uma vez, sem Wang Chengkuài devido às seleções, com Raphael Guzzo lesionado, o 11 sofreu mudanças.

 

Chaves (4-3-3): S. Sy, P. Sagna, João Pedro, Serginho, Mario César, Valkennedy, Francisco Ramos, P. Marques, D. Podence, Leandro Hercílio e Marquinhos;

Braga B (4-2-3-1): J. Bastos, B. Sá, Breno, V. Agra, Djavan, N. Costa, Rúben Micael, R. Machado, D. Kraus, A. Albuquerque e Zé Luís.

 

Depressa percebemos o porquê do Braga B estar em último, com Marquinhos a fazer o 1-0 aos 9 minutos. O 2-0 podia ter aparecido muito mais cedo, mas só se dignou a mostrar-se aos 34 minutos, por intermédio de Serginho.

 

No entanto, apareceu tarde e saiu cedo, 1 minuto depois, Marquinhos corrigiu um remate à barra de Valkennedy e fez o 3-0 que durou até ao intervalo.

 

5-2-3 na segunda parte para experimentar um sistema novo, que será útil para defrontar equipas que usam 4-3-3 sem extremos, mas a brincadeira começou por correr mal com Zé Luís a fazer o 3-1 aos 62 minutos.

 

Mas o Braga B só conseguiu esboçar mais um único ataque e decidiu passar para 4-5-1 de forma a não ser goleado. Ainda jogámos os últimos 5 minutos em 4-2-4, com a estreia de Tiago Garcia em competições oficiais esta época.

 

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Chaves 3 - 1 Braga B

 

Seguia-se a visita a Leiria, num estádio com lugar para quase 24000 pessoas que não consegue ter mais de 2000 pessoas por jogo. Sem Sanã Seidi e com Valkennedy lesionado, João Pedro regressou à posição de médio defensivo

 

Leiria (4-2-3-1): Cléber, Gonçalo Santos, Caio Martins, E. Maciel, Mário Sérgio, J. Branco, Felipe Araruna, Bilel, Matheus Bernardinetti, Rui Coentrão e Rafael Silva;

Chaves (4-3-3): S. Sy, P. Sagna, Serginho, W. Rutishauser, Mario César, João Pedro, Francisco Ramos, P. Marques, M. Meza, Daniel Podence e Marquinhos.

 

Com Paulo Marques novamente encarregado de comandar o jogo da minha equipa, entrámos pressionantes e dominantes, deixando o Leiria defender. Defesa essa que foi ineficaz aos 11 minutos, com Paulo Marques a marcar a passe de Daniel Podence.

 

A primeira parte continuou a ser completamente dominada por nós, mas não houve golos para ver, fazendo o resultado ao intervalo ser o magro 0-1 que Paulo Marques conseguiu fazer.

 

Na segunda parte viu-se mais do Chaves e nada do Leiria, chegando o 0-2 naturalmente pelos pés de Matías Meza aos 54 minutos. 7 minutos depois, Marquinhos não quis ficar para trás e fez o 0-3.

 

Ainda houve tempo para Armiche Gómez se estrear e para Mario César se lesionar, mas não houve tempo para mudar o placar e 0-3 foi o resultado final.

 

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Leiria 0 - 3 Chaves

 

Sem Mario César, lesionado, começámos a preparar o jogo contra o Estoril para a Taça de Portugal, tendo apenas Sexta-feira e Sábado para descansar. Mas sendo um jogo contra uma equipa da primeira, tive direito a conferência de imprensa, que até correu cordialmente até que me parti a rir com uma das questões.

 

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Temos 32 pontos em 13 jogos, faltam 33 jogos para o fim da época e eu só preciso de, mais ou menos, metade dos pontos que fiz e o Vítor Paneira ainda diz uma coisa destas? A falta de noção é um atributo comum nos plebeus! Mas voltando ao jogo, o Mario César era uma baixa de peso, mas, fora isso, o 11 iria ser o base e, apesar de eu gostar de usar o segundo guarda-redes nas Taças, o Sy jogou nos últimos jogos e o Rafael ainda não está recuperado, portanto a utilização do Kadú é perfeitamente justificada.

 

Chaves (4-3-3): Kadú, P. Sagna, João Pedro, Serginho, Mica Pinto, S. Seidi, Francisco Ramos, Wang Chengkuài, D. Podence, P. Marques e Marquinhos;

Estoril (4-2-3-1): Vágner, A. Peña, João Miguel, Yohan Tavarès, N. Pinto, Anderson, P. Jalo, V. Sousa, M. Cabrera, L. Faria e Matheus Aias.

 

Sabíamos que ia ser um jogo difícil, mas não esperávamos sofrer um golo ainda não tinha passado o primeiro minuto. Luis Faria, de primeira, bateu Kadú ainda estavam adeptos a sentar-se.

 

Mario César fazia falta, mas as melhores oportunidades até eram nossas, quando Matheus Aias fez o 0-2 aos 24 minutos, após defesa incompleta de Kadú ao remate de Cabrera.

 

Com 3 oportunidades flagrantes, mas 0 golos, fomos para intervalo sabendo que na segunda parte teriamos de ser muito melhores.

 

Mas não fomos, entrámos na segunda parte derrotados e pouco fizemos para contrariar o 0-2 que estava mais perto de crescer do que de diminuir.

 

E foi exatamente isso que aconteceu, Matheus Aias bisou aos 76 minutos, fazendo o 0-3, atirando-nos definitivamente para fora da Taça de Portugal. Um resultado demasidamente pesado, mas que coroa a eficácia ou, melhor dizendo, ridiculariza a falta dela.

 

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Chaves 0 - 3 Estoril

 

Para esquecer o desaire frente ao Estoril, íamos a Santa Maria da Feira defrontar uma equipa em claro crescendo, que nos ia receber, claramente, para disputar os 3 pontos. Sem Wang Chengkuài, mais uma vez, devido a fadiga, Paulo Marques voltou a deslocar-se para o centro do terreno.

 

Feirense (4-2-3-1): Bruno Varela, M. Azenha, Marcos Valente, J. Dias, Paulo Grilo, M. Gomes, Rúben Oliveira, P. Duarte, Tiago Jogo, H. Couto e C. Irobiso;

Chaves (4-3-3): Kadú, Luizinho, João Pedro, Serginho, Mica Pinto, S. Seidi, Francisco Ramos, Wang Chengkuài, M. Meza, D. Podence e Marquinhos.

 

Não entrámos melhor que a equipa da casa. É injusto também dizer que entrámos pior, mas não entrámos melhor e houve oportunidades para os dois lados. Não deixou, no entanto, de ser uma primeira parte com pouco futebol.

 

Na segunda parte já entrámos bem e o Feirense teve de se resguardar e até confiar nos postes para manter o 0-0. No entanto, o futebol tem calaras injustiças e Christian Irobiso fez o 1-0 na sequência de um canto.

 

Esse golo deitou-nos abaixo e nunca mais conseguimos pegar no jogo, aparecendo o 2-0 com naturalidade por Rúben Oliveira no momento em que Mauro Caballero se preparava para entrar pondo a equipa em 4-2-4.

 

Marquinhos reduziu logo a seguir e tentámos o empate, negado por Bruno Varela e pela trave da baliza que o guarda-redes emprestado pelo Wigan defendia, ficando 2-1 até ao final do jogo.

 

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Feirense 2 - 1 Chaves

 

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Não estava satisfeito, apesar de saber que na Segunda Liga não há invictos, e queria já mostrar isso frente ao Boavista de Bruno Ribeiro, que vinha fazendo uma competição normal, sem o perigo de descer, mas sem a vontade de subir.

 

Chaves (4-3-3): Kadú, P. Sagna, Serginho, Wendel Lomar, Mario César, João Pedro, Wang Chengkuài, Paulo Marques, Daniel Podence, Leandro Hercílio e Marquinhos;

Boavista (4-2-3-1): Mika, Paulinho, Lucas Rocha, J. Pereira, Luís Tinoco, Anderson Carvalho, Tengarrinha, Brito, Gui, Zé Manuel e C. Pouga.

 

Sem Francisco Ramos nem Sanã Seidi, com problemas físicos, mas já com Mario César, o 11 foi um pouco diferente do que costuma ser normal, mas a nossa superioridade depressa se notou, traduzindo-se em numerário aos 22 minutos por Marquinhos.

 

O 1-0 resistiu até ao intervalo mais por ação dos postes que por outra coisa. Mas na segunda parte começámos a jogar contra uma equipa completamente diferente do Boavista que jogou na primeira. Ainda a apostar em contra-ataque, mas muito mais agressivos e com mais vontade de tirar algo do jogo.

 

No entanto, foi insuficiente e Sunhana Gomes, entrado para o lugar de Leandro Hercílio que estava com queixas, fez o 2-0 aos 64 minutos, dando a machadada final na determinação da equipa do Porto.

 

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Chaves 2 - 0 Boavista

 

A Segunda Liga terminava assim para Outubro e restava-nos cumprir calendário em Setúbal para a Taça da Liga. Iria continuar a apostar em vários suplentes, mas ia entrar ao ataque, tão ao ataque que iria entrar em 4-2-4.

 

Vitória FC (4-2-3-1): D. Fernandes, M. Horta, Frederico Venâncio, Joaozinho, Tcheco, S. Bento, Marco Matias, Mirrai, Tiago Terroso e Yazalde;

Chaves (4-2-4): S. Sy, P. Sagna, W. Rutishauser, M. Bola, Mica Pinto, S. Seidi, Pité, M. Meza, Leandro Hercílio, Marquinhos e M. Caballero.

 

Arriscava-me a ser humilhantemente goleado e as hipóteses de sucesso disto estavam abaixo de 1%, mas só os audazes triunfam. Mas os audazes não sofrem golos aos 24 segundos e nós sofremos, Tiago Terroso fazia o 1-0 naquele que parecia que ia ser um jogo engraçado para os adeptos da casa.

 

Mas nem 1 minuto depois, Pité refez a igualdade, sendo que 1-1 até era melhor para nós do que 0-0. Apesar de tudo, foram dois bons primeiros minutos de jogo.

 

Quem controlou o jogo foi o Vitória FC, mas quem tinha as melhores chances éramos nós, conseguindo até marcar o 1-2 aos 15 minutos por Mauro Caballero, golo esse que foi invalidado, tal como o de Yazalde aos 18.

 

Mas a bandeirola ficou em baixo aos 38 minutos e Marco Matias colocou mesmo a equipa da casa a vencer, sendo que desta vez não conseguimos responder em 60 segundos. Ficando o 2-1 a contar até ao intervalo.

 

Na segunda parte depressa foi fácil de ver que era apenas uma questão de tempo até o Vitória aumentar a vantagem, mas quem marcou foi Mica Pinto, fazendo o 2-2.

 

Mas o 2-2 pouco durou com Suk a dar de novo a vantagem aos da casa aos 72 minutos, apenas 5 minutos depois do golo de Mica Pinto, fixando o resultado final. Um jogo onde o resultado é muito enganador e o mais justo seria uma vantagem de vários golos para a equipa da casa.

 

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Vitória FC 3 - 2 Chaves

 

Outubro foi assim e não me posso queixar de como correu. Saímos das taças, é certo, mas permanecemos bem na liga, que é o objetivo número 1, apesar da derrota em Santa Maria da Feira. Não nego que quisesse chegar mais longe na Taça de Portugal, mas o sorteio foi vil e obrigou-nos a defrontar o Estoril. Para já, a classificação está assim:

 

Classificação no fim de Outubro

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Agora é altura de ir à Feira dos Santos. Quem não souber o que é, que investigue e visite. Nos dias 30 e 31 de Outubro e 1 de Novembro, Chaves enche-se de pessoas e dá vida à mais magnífica feira de todo o país, ou, pelo menos, assim tenta. Bons Santos!

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Está a ser uma óptima época para quem subiu de divisão!

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Bom trabalho que estás a fazer este ano no chaves. :handclap:

As equipas B estão muito fraquicas a nível de classificação.

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@Andre Alves: o VFC não me chateou minimamente, era Taça da Liga e basta olhar para 11 para ver que eu rodei imenso, agora o Estoril... o Estoril, sim, foi forte demais para mim!

 

@SRAlmeno: o Sintrense anda por 18º, não sei se isso será ótimo :mrgreen:

 

@scpfans82: acho que é meu melhor ano na Segunda Liga de todos os saves que já fiz neste FM, está a correr-me estupidamente bem. Quanto às equipas B... o normal, portanto :mrgreen:

 

 

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Fenomenal

 

Já sem taças para disputar, Novembro perspetivava-se como um mês ridiculamente pequeno para aquilo que já estamos habituados. Apenas 4 jogos, sendo que os 3 primeiros se distribuiam por apenas uma semana.

 

Atlético CP (4-2-3-1): Assis, P. Basto, J. Caneira, J. Lopes, Kiki, Matheus Olavo, Jimmy, R. Louro, M. Jorge, J. Neves e Barnes;

Chaves (4-3-3): Kadú, P. Sagna, João Pedro, Serginho, Mario César, S. Seidi, Wang Chengkuài, P. Marques, M. Meza, D. Podence e Marquinhos.

 

Reencontrava o José Lopes que ainda tinha trabalhado connosco no início da pré-época e poderia saber aquilo em que vamos apostar, no entanto foi precisamente ele que aos 3 minutos esteve no lance que permitiu a Marquinhos inaugurar o marcador.

 

No entanto, o Atlético respondeu de imediato e começou a acentuar a pressão, adivinhando-se o golo a qualquer momento, que apareceu aos 30 minutos por intermédio de Rui Louro.

 

Na segunda parte, a equipa da casa passou para 4-3-3 sem extremos e nós respondemos com o 5-2-3 que temos preparado especialmente para este tipo de situações.

 

Parecia não estar a resultar, mas um excelente cruzamento de Pierre Sagna permitiu a Daniel Podence pôr-nos de novo em vantagem aos 54 minutos.

 

Mas o Atlético CP acreditava e continuava a pressionar, dispondo das melhores oportunidades de golo, mas sem conseguir concretizar. Como quem não marca, sofre, Meza fixou o resultado em 1-3 aos 79 minutos, acabando com qualquer esperança da equipa lisboeta, naquele que terá sido o nosso jogo menos conseguido entre todos os que já disputámos na Segunda Liga este ano.

 

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Atlético CP 1 - 3 Chaves

 

Seguia-se o encontro com um velho conhecido, o Estarreja, com apenas 2 dias de descanso, o que nos poderia dificultar um pouco a vida, mas seria um jogo onde esperávamos jogar melhor do que contra o Atlético CP, mas conseguir um resultado equivalente.

 

Estarreja (4-2-3-1): Rui Silva, J. Branco, Wellington Lucas, Mário Rui, A. Guerreiro, T. Ferreira, S. Castro, Ó. Madureira, Luiz Araújo, J. Macedo e M. De Sousa;

Chaves (4-3-3): Kadú, P. Sagna, João Pedro, Serginho, Mario César, S. Seidi, Francisco Ramos, Wang Chengkuài, D. Podence, P. Marques e Marquinhos.

 

Apesar do cansaço, apostei no 11 base, beneficiando do regresso de Francisco Ramos à competição e os 10 minutos iniciais foram de tal forma nossos que o Estarreja pouco mais fez do que chutar para a frente de forma a aliviar a nossa pressão ofensiva, que, no entanto, não resultou em golos.

 

Sabiamos que o caminho era este e só era preciso colocar a bola dentro daquela caixa e continuámos, com Paulo Marques na posição onde se sente mais confortável, foi precisamente pela esquerda que o lance que culminou com o golo de Marquinhos se iniciou. 16 minutos de jogo, Mario César recebe na esquerda, cruza rasteiro para Paulo Marques, que dá em Marquinhos e o resto já se sabe.

 

O 0-1 durou muito pouco e aos 17 minutos já era Serginho que festejava. A equipa da casa não mostrava quaisquer argumentos para rivalizar connosco e aquilo que os separava da goleada era Rui Silva, no entanto, aos 40 minutos quase que conseguiram reduzir, naquela que foi a primeira jogada com pés e cabeça do Estarreja.

 

Mas a primeira parte ainda não estava terminada e Paulo Marques respondeu ao atrevimento do Estarreja com um golo aos 42 minutos. Logo a seguir, João Pedro faz penalty, Macedo chamado à marcação e Kadú não consegue defender, fixando o 1-3 que durou até aos 45 minutos.

 

O golo e a palestra ao intervalo terão acordado a equipa da casa que apareceu completamente diferente na segunda parte. No entanto, essa diferença em nada resultou e, na segunda parte, o marcador moveu-se apenas com um golo de Sanã Seidi aos 61 minutos, na sequência de um canto.

 

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Estarreja 1 - 4 Chaves

 

Antes da pausa de duas semanas, aguardava-nos a receção ao sexto classificado da liga, o Leixões, uma das equipas que tinham sido despromovidas na época transata da Liga NOS, afigurando-se, portanto, como um jogo complicado, ainda para mais sem Mario César, suspenso por acumulação de amarelos.

 

Chaves (4-3-3): Kadú, P. Sagna, João Pedro, Serginho, Mica Pinto, S. Seidi, Francisco Ramos, P. Marques, D. Podence, S. Gomes e Marquinhos;

Leixões (4-2-3-1): Ventura, Anderson Luís, Gegé, S. Machado, R. Floro, Bruno Lamas, Edgar Abreu, Valdinho, J. Novais, A. Preciado e Leandro.

 

Realmente estamos numa forma fantástica e nem uma equipa com vários jogadores de Primeira Liga nos fez tremer. Daniel Podence, logo aos 6 minutos, abriu o marcador e Marquinhos, aos 19 minutos, dilatou a vantagem, numa altura em que o Leixões tinha menos de 30% de posse de bola e não sabia o que era rematar.

 

O 3-0 era de adivinhar e Marquinhos respondeu da melhor maneira a um cruzamento de Sunhana Gomes, fazendo o golo aos 39 minutos. Golo esse que encerrou as hostilidades durante a primeira parte.

 

A segunda parte foi mais calma no que toca a golos, mas muito mais proveitosa no que toca a desperdícios na nossa parte, sendo que o 3-0 só se transformou em 4-0 quando Raphael Guzzo, entrado aos 78 minutos, executou na perfeição um livre direto aos 80 minutos, não deixando hipóteses para Ventura.

 

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Chaves 4 - 0 Leixões

 

Duas semanas separavam o jogo contra o Leixões do jogo contra o Académico de Viseu, duas semanas de trabalho de forma a nos apresentarmos com a mesma forma contra a equipa beirã.

 

Chaves (4-3-3): Kadú, Luizinho, João Pedro, Serginho, Mario César, S. Seidi, Francisco Ramos, Wang Chengkuài, D. Podence, P. Marques e Marquinhos;

Ac. Viseu (4-2-3-1): Rúben Dionísio, Tiago Costa, C. Pinto, Elias, Ley, Diogo Santos, Ricardo Alves, Pablo Dyego, Bryan Olivera, M. Silva e T. Moutinho.

 

Revelando-se uma contratação acertadíssima, Marquinhos aumentou o seu número de jogos consecutivos a marcar para 8 logo aos 9 minutos após livre de Mario César que Rúben Dionísio não conseguiu defender completamente.

 

Continuávamos com números astronómicos de posse de bola e de oportunidades de golo, o que já vinha sendo apanágio dos dois jogos anteriores e cheirava a 2-0 por todo o lado, 2-0 esse que não apareceu na primeira parte.

 

O lado direito do ataque sem Pierre Sagna fica consideravelmente mais fraco, apesar de Luizinho dar mais consistência defensiva que o francês, no entanto, isso permitiu a Ricardo Chéu corrigir o posicionamento dos seus jogadores ao intervalo e tentar bloquear os nossos ataques sobretudo pela nossa ala esquerda.

 

No entanto, mesmo vendo-se a perder, o Ac. Viseu entregou-nos o jogo completamente, tentando exclusivamente prender o resultado no 1-0, tarefa que acabou por ser bem sucedida, mas que nos deu os 3 pontos na mesma.

 

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Chaves 1 - 0 Ac. Viseu

 

Um mês pequeno, mas fantástico, foi isso que Novembro acabou por ser, 4 jogos, 4 vitórias e com certeza serei o treinador do mês. Não é isso que me move, mas dá-me um certo prazer ver todos a ajoelharem-se perante mim e confesso que me satisfaz ver o mundo de alto.

 

Classificação no fim de Novembro

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É a Segunda Liga e tudo muda rapidamente, mas estou num bom caminho, basta continuar que no final do ano estarei, certamente, a celebrar a promoção. Já agora, destaque para o Marquinhos, melhor marcador da liga com 15 golos. Fenomenal!

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A ver quem acerta!

 

2018 acabava com um mês de mais 4 jogos, 2 fora de portas, 2 no nosso campo. 4 jogos onde o ideal era repetir a dose de Novembro e fazer 12 pontos para assim aumentar ainda mais a vantagem que temos sobre o Tirsense, mas, sobretudo, sobre o Moreirense. Para isso iríamos enfrentar o mês sem Sagna, lesionado, e, portanto, apenas como Luizinho para o lugar de lateral direito, configurando-se o júnior Paco Sanabria como opção caso Luizinho não possa jogar.

 

Mafra (4-2-3-1): Filipe Leão, João, Góis, Marco Baixinho, Joel, Soares, L. Cortez, Carraça, João Costa, Ruca, João Camacho e Ivan;

Chaves (4-3-3): Kadú, Luizinho, João Pedro, Serginho, Mario César, S. Seidi, Francisco Ramos, Wang Chengkuài, D. Podence, P. Marques e Marquinhos.

 

0-1 aos 13 minutos pelo inevitável Marquinhos abriu as hostilidades e em Mafra só dava Chaves, com a equipa da casa a apostar tudo no contra-ataque tentando apanhar Mario César demasiado subido, o que nunca resultava devido à velocidade do prodígio brasileiro.

 

A primeira parte resumiu-se a isto, mas ainda antes do apito do árbitro para intervalo, Podence ofereceu o bis a Marquinhos e o Chaves foi para o intervalo a ganhar por dois golos.

 

A segunda parte foi pobre dos dois lados, sem nenhuma oportunidade de fazer os adeptos levantarem-se da cadeira, tendo a melhor pertencido a Meza que falhou na cara do guarda-redes aos 89 minutos.

 

No entanto, Ivan acabou por marcar já em cima do minuto 90 e a equipa da casa ainda acreditou que poderia sacar um ponto do jogo, mas já era tarde e o jogo terminou mesmo com a vitória a sorrir para os do costume.

 

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Mafra 1 - 2 Chaves

 

Seguia-se a visita à Trofa, uma viagem bem mais curta do que a que tivemos de fazer dias antes para Mafra e, apesar do cansaço, a moral da equipa fazia-me acreditar que os melhores estavam disponíveis para tudo o que eu precisasse deles e apenas iria ter de abdicar de Serginho, suspenso por acumulação de amarelos.

 

Trofense (4-1-2-1-2): Fonseca, Nuno Campos, Eduardo, Enrique, Costinha, Chaverra, Naníssio, M. Babo, B. Gheorghe, Dário Júnior, Pedro Bortoluzo e Leopold Njengo;

Chaves (4-3-3): Kadú, Luizinho, João Pedro, W. Rutishauser, Mario César, S. Seidi, Francisco Ramos, Wang Chengkuài, D. Podence, P. Marques e Marquinhos.

 

O lado esquerdo é uma máquina nesta equipa e a presença na Primeira Liga valerá muito mais do que os 2 milhões de Euros que receberíamos pelo Mario César que assistiu Paulo Marques para o jogador ligado ao Vitória FC inaugurar o marcador aos 8 minutos.

 

Wang Chengkuài, 5 minutos depois, tratou de fazer o mais fácil e encostar uma bola toda trabalhada pelo Daniel Podence na direita, fazendo o segundo para a formação transmontana.

 

Mas o mesmo jogador que fez o 0-2, também provocou o 1-2, fazendo penalty. Eduardo Enrique chamado à marcação e o Trofense reduziu aos 40 minutos de jogo, indo assim para o intervalo.

 

Na segunda parte confirmou-se que este era o jogo para os marcadores errarem e Eduardo Enrique ofereceu o 1-3 a Paulo Marques que não desperdiçou. O resultado voltou a alterar-se depois de um penalty feito por Nuno Campos, Paulo Marques pediu para fazer o hat-trick e não falhou, fazendo o 1-4 à hora de jogo.

 

O jogo estava a correr de feição, mas Marquinhos ia falhar o golo pela primeira vez em 10 jogos, facto que se consumou com o apito final, terminando o jogo.

 

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Trofense 1 - 4 Chaves

 

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Pensando que estávamos em Dezembro e ainda a dois jogos do meio da época, era um facto notável e que só tenderia a crescer. Foi também nesta semana que assegurámos um internacional português que só será anunciado no início do ano. Fico à espera de palpites e, como pista, anuncio que usará o número 86 e que já jogou por mais do que um grande do futebol nacional.

 

Mas antes do novo jogador se estrear, era preciso defrontar o Benfica de Castelo Branco, equipa que luta pela manutenção e, como tal, todos os pontos contam para eles. Desta vez também sem Serginho, mas devido a lesão.

 

Chaves (4-3-3): Kadú, Luizinho, João Pedro, W. Rutishauser, Mario César, S. Seidi, Francisco Ramos, Wang Chengkuài, D. Podence, P. Marques e Marquinhos;

Benfica C. Branco (4-5-1): Chastre, J. Estalagem, R. Moreira, Fabeta, R. Louro, J. Centeno, Cristian, Gustavo Lima, Luís Bornes, Kisley e J. De Araujo.

 

20 minutos sem golos, mas com uma muito boa exibição faziam adivinhar que o golo teria de aparecer mais cedo ou mais tarde e foi depois de um penalty sobre Marquinhos que Francisco Ramos conseguiu inaugurar o marcador.

 

Um segundo penalty permitiu a Francisco Ramos bisar, desta vez depois de uma falta de Ricardo Louro, dando alguma segurança ao jogo e fazendo o jogo estar parcialmente resolvido ainda antes do intervalo, que chegou sem a equipa visitante fazer um único remate à baliza.

 

A segunda parte não trouxe nada de especial e o jogo acabou por só ter interesse nos primeiros 45 minutos. Uma segunda parte um pouco mais dividida, mas sempre com ascendente para a equipa da casa.

 

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Chaves 2 - 0 Benfica C. Branco

 

Para terminar 2018 da melhor forma, era preciso bater o 4º classificado, o Penafiel, num jogo que poderia fazer este ano magnífico terminar em beleza.

 

Chaves (4-3-3): Kadú, Luizinho, João Pedro, W. Rutishauser, Mario César, S. Seidi, Francisco Ramos, P. Marques, M. Meza, D. Podence e Marquinhos;

Penafiel (4-2-3-1): T. Svedkauskas, Aderlan, Lucas Possignolo, Polidoro, Thiago Carleto, Afonso Taira, Walney, Mbala, Serginho, Bruno Henrique e Rabiola.

 

A seleção chinesa voltava a roubar-nos o Wang Chengkuài o que exigiu a um rearranjo das tropas num jogo importante, o que acaba por ser sempre um risco, mas estava confiante nos 11 que tinha escolhido.

 

Mas depressa percebemos que o Penafiel não vinha a Chaves brincar e começámos a sentir dificuldades em contrariar o jogo deles, que se mostravam mais aguerridos e com mais vontade de vencer do que os meus homens.

 

Com o passar da primeira parte fomos equilibrando e até começando a ser algum domínio, mas não se traduziu em nada de concreto nos primeiros 45 minutos. Foram precisos os descontos da primeira parte para Paulo Marques marcar o golo que fez o jogo ir para intervalo connosco a ganhar.

 

Na segunda parte, o Chaves entrou nervoso e o Penafiel em busca do golo, tendo diversas oportunidades para o fazer, mas nunca concretizando. Tanta pressão acabou por resultar em golo aos 84 minutos pelos pés de Aderlan.

 

Ainda tentei ir em busca da vitória e Podence teve nos pés a oportunidade perfeita aos 92 minutos, mas não houve golo e o jogo terminou mesmo com o 1-1.

 

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Chaves 1 - 1 Penafiel

 

Acaba assim 2018, um ano muito bom que abre portas para um ano de 2019 épico. Para já, estamos bem lançados e nem os 2 pontos desperdiçados frente ao Penafiel nos causam problemas.

 

Classificação no fim de Dezembro

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Meio de época e 57 pontos, se fizermos metade dos pontos na segunda volta, estaremos na luta pela promoção, se fizermos mais do que isso, subiremos com certeza. É preciso que todos se empenhem e com todos já falo no internacional português que já se estreou pelos juniores num amigável para ganhar ritmo. Não vos digo para já quem é, mas fica levantada a questão. A ver quem acerta!

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Excelente campeonato até agora e com apenas 2 derrotas,fora os 13 pontos de vantagem para o terceiro colocado. A continuar nesta performance vai se classificar com certa facilidade. Acompanhando.

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Não faço a mínima ideia de quem foste buscar.

 

Mas estou estou mesmo a ver o Chaves a subir e o GdM a ficar todo inchado e arrogante :mrgreen:

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O primeiro mês de 2019

 

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Cristiano Ronaldo somou assim a sua sexta Ballon d'Or, ultrapassando o argentino Lionel Messi que soma "apenas" cinco. Aos 33 anos, o português volta a encher Portugal de orgulho.

 

Passando a Chaves, se chega um, alguém terá de sair. E foi isso que tivemos de decidir, teria de sair um jogador sénior para entrar o tal internacional português que ainda não vos disse quem é. Não foi difícil de reduzir a lista dos possíveis a apenas dois jogadores: Diogo Serrano, que sairia por empréstimo, ou Tiago Garcia, que regressaria ao clube-mãe.

 

A escolha imediata acabou por recair no ponta-de-lança vinculado ao Boavista, sem espaço no plantel, mas mesmo assim iriamos continuar a procurar colocação para o Diogo Serrano.

 

Passando ao reforço, vem para uma posição onde já tem dois concorrentes, sendo que eu uso aquele que, no conjunto, é o pior dos dois, mas que me oferece algo ao jogo que o outro não consegue oferecer. Tentei assim conjugar o melhor dos dois, melhorar ainda noutros pontos, acrescentar experiência internacional e aproveitei o facto de estar livre, mesmo depois de ter cumprido 14 jogos na Liga NOS no ano anterior e pelo Sporting Clube de Portugal.

 

86 - Miguel Lopes - Defesa direito - Sporting CP

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Está na fase descente da carreira, é certo, mas ainda pode dar muito, sobretudo na Segunda Liga e virá, certamente, para roubar o lugar ao Pierre Sagna.

 

Para estrear o novo reforço, iríamos ter um jogo importantíssimo, que, em caso de vitória, nos daria uma folga de 15 pontos na luta pela promoção. Iríamos defrontar o Moreirense que nos havia vencido por 3-0 na primeira jornada.

 

Chaves (4-3-3): Kadú, M. Lopes, João Pedro, W. Rutishauser, Mario César, S. Seidi, Francisco Ramos, P. Marques, M. Meza, D. Podence e Marquinhos;

Moreirense (4-3-3): Vítor Hugo, Guilherme, Pingo, Ricardo Nascimento, J. Coubronne, Capela, Allan, Dudu, A. Sainrimat, Thiago Neves e Betinho.

 

Começámos mais fracos e Sainrimat, aos 18 minutos, transformou isso em números, fazendo o 0-1 para a equipa visitante. A nossa reação foi tímida e o Moreirense esteve perto de fazer o 0-2, mas a sorte não lhes sorriu e o 0-1 manteve-se.

 

Aos 38 minutos, uma confusão na área permitiu a Daniel Podence fazer o 1-1 naquele que seria o início de uns 10 minutos fantásticos para nós. Aos 41 minutos, Marquinhos assinou um golaço e aos 47 minutos, de penalty, Francisco Ramos enviou o jogo para intervalo com 3-1 no marcador.

 

Na segunda parte houve maior ascendente nosso, mas o Moreirense teve uma oportunidade fulcral aos 68 minutos à qual Kadú respondeu com toda a sobriedade.

 

No entanto, isto só serviu de anúncio ao bis de Marquinhos, que, depois de uma jogada bem trabalhada por Meza, aumentou o resultado para 4-1 aos 77 minutos.

 

Sunhana Gomes ainda foi a tempo de fazer o gosto ao pé e fazer o 5-1. Não haveria mais golos a registar e um jogo que parecia complicado e que começou complicado, acabou por se tornar numa grande vitória, contrariando os 3-0 que sofremos em Moreira de Cónegos, o que pode vir a ser muito importante nas contas finais.

 

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Chaves 5 - 1 Moreirense

 

Janeiro só teria mais dois jogos, a ida ao Olival para defrontar o Porto B e a receção à Oliveirense duas semanas depois. Com Kadú no CAN a representar a Angola e Wang Chengkuài na Asian Cup a representar a China continuei a apostar no Paulo Marques como cérebro da equipa e dei a baliza ao Seydou Sy que, relembro, tinha vindo para ser o terceiro guarda-redes.

 

Porto B (4-4-2): Filipe Ferreira, Braima Candé, J. Monteiro Bessa, Sandro Fonseca, B. Pereira, C. Ezeh, T. Couto, W. Camara, E. Cunha, I. Sambú e Rui Pedro;

Chaves (4-3-3): S. Sy, M. Lopes, João Pedro, Serginho, Mario César, S. Seidi, Francisco Ramos, P. Marques, M. Meza, D. Podence e Marquinhos.

 

Os homens comandados por Luís Castro vinham com a lição bem estudada: defender, defender, defender, defender e, se der, despachar para os dois da frente. Mas não deu e Matías Meza inaugurou o marcador aos 20 minutos com um excelente golo de pé esquerdo.

 

8 minutos depois, Daniel Podence aproveitou um falhanço de Paulo Marques para ter a baliza completamente aberta e aumentar a vantagem e, aos 36 minutos, Podence bisou mesmo.

 

Ainda na primeira parte e depois de várias tentativas, Mario César acertou em cheio na baliza através de livre direto e deixava o jogo praticamente resolvido ao intervalo.

 

Na segunda parte, os meus jogadores, contra a minha vontade, retiraram um pouco o pé do acelerador e o 0-5 só apareceu aos 77 minutos depois de um remate violentíssimo de Francisco Ramos, fechando assim as contas deste jogo.

 

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Porto B 0 - 5 Chaves

 

Nestas duas semanas conseguimos colocar um jogador, não o que queríamos, mas um jogador que estava fora dos planos e que vinha jogando pelos juniores.

 

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Se for cumprido o contrato, Armiche Goméz será titular numa equipa do Campeonato Nacional de Seniores, o que é melhor do que jogar apenas no Campeonato de Juniores.

 

Entretanto, o fim do mês aproximava-se e a Oliveirense ultimava os preparativos para nos visitar. O 11 só teve uma mudança, devido ao toque que Serginho levou nos treinos e estávamos confiantes que, após um mês com 10 golos marcados em 2 jogos, iríamos vencer.

 

Chaves (4-3-3): S. Sy, M. Lopes, João Pedro, W. Rutishauser, Mario César, S. Seidi, Francisco Ramos, P. Marques, M. Meza, D. Podence e Marquinhos;

Oliveirense (4-2-3-1): Ó. Correia, Fernandinho, R. Andrade, Terra, Bruno Simão, J. Bru, T. Neto, E. Nyarko, Pedrinho, J. Kayembe e Alexandre Guedes.

 

As redes balançaram aos 19 minutos por obra de Marquinhos, mas o golo foi invalidado. Continuámos a pressionar, mas não conseguimos confirmar a nossa superioridade com um golo até ao intervalo.

 

Na segunda parte, Daniel Podence confirmou o grande momento que está a viver fazendo o 1-0 depois de um livre à barra de Paulo Marques, corriam os 51 minutos.

 

Das poucas vezes que era chamado, Seydou Sy aproveitava a ausência de Kadú para se mostrar, mas o jogo parecia mais perto do 2-0 do que do 1-1. 2-0 que acabou por aparecer aos 82 minutos por Sunhana Gomes, que havia entrado para o lugar de Matías Meza, fixando assim o resultado final.

 

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Chaves 2 - 0 Oliveirense

 

Assim foi Janeiro e estamos cada vez mais primeiros, as pessoas em Chaves já andam mais alegres e já sonham com o regresso à Primeira Liga, exatamente 20 anos depois. Mas ainda há 20 jogos para jogar e, para já, apenas estamos no caminho certo.

 

Classificação no fim de Janeiro

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Sei que tenho três jogadores que chegariam para lutar pela Europa e apenas um desses é meu, mas para o ano, estando na Liga NOS, já teremos outra reputação e atrairemos outros jogadores. Falo-vos do Paulo Marques, emprestado pelo Vitória FC, do Marquinhos, emprestado pelo Fluminense, e do Mario César, que é meu, mas já só tem mais um ano de contrato. Mas não interessa, nem sequer sei que ficarei por cá no próximo ano, tenho de pensar em mim e só depois pensar no clube e o que me interessa agora são os resultados e, mesmo tendo 8 emprestados no último 11 que usei, se é assim que vou ganhar, é assim que eu ganharei.

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Vais para a 1ª liga.

 

Micha Lopez a espalhar azeite em Chaves :prayer:

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A promoção parece-me complicado de te fugir, mas este campeonato é "pequenino", ainda podes ter um final de temporada "à Tondela".

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@Mad Cup: já não foge 8-) espero eu :mrgreen:

 

@Sapson: exato 8-)

 

 

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É bom? Não, é perfeito

 

Janeiro finda e o período de transferências finda com ele, havendo ainda espaço para as equipas turcas gastarem milhões. Em Fevereiro, Pereira, médio defensivo do Cruzeiro, e Gastón Gil Romero, médio centro dos Estudiantes de La Plata, foram para o Galatasaray por 9M€ e 8,75M€, respetivamente. Já no mês anterior, houve muita mais atividade, como é normal, havendo várias transferências acima de 5M€.

 

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Destaque ainda para a transferência de Erik Lamela do PSG para o Real Madrid por apenas 4,2M€, o que se configura num prejuízo de quase 30M€ para o clube parisiense. Em Portugal, Alberto Moreno e Jonas Svensson reforçaram o Benfica, provenientes do Liverpool por 8,5M€ e do Lyon por 5,25M€, Rúben Ferreira saiu da Madeira e aterrou na Bélgica para jogar no Anderlecht a troco de 3,4M€ e o Olympiacos voltou a rapinar as jovens promessas leoninas, dando 1M€ por João Pedro, um promissor central que já vinha somando minutos na equipa principal dos leões.

 

Em Chaves, preparava-se um mês mais longo do que o que já estamos habituados com 6 jogos pela frente, começando frente ao Benfica B, que começava a ver a manutenção a escapar-se-lhe. Já com Kadú regressado, depois da desilusão angolana no CAN, mas ainda sem Wang Chengkuài.

 

Benfica B (4-2-2-2): Gonçalo, R. Mangas, B. Batista, Rúben Dias, Kike Pina, J. Madruga, Pedro Rodrigues, J. Rojas, Victor Andrade, J. Rodríguez e C. Bauque;

Chaves (4-3-3): Kadú, M. Lopes, João Pedro, W. Rutishauser, Mario César, S. Seidi, Francisco Ramos, P. Marques, M. Meza, D. Podence e Marquinhos.

 

Cedo se percebeu que o jogo iria ter um sentido único e o golo apareceu cedo por Paulo Marques, logo aos 8 minutos. O segundo não aparecia porque Gonçalo o negava e assim permaneceu durante toda a primeira parte.

 

Os comandados de Ricardo Carvalho, ex-internacional português e atual treinador do Benfica B, apareceram na segunda parte com outra atitude, chegando a obrigar Kadú a intervir duas vezes no início do segundo tempo.

 

No entanto, o jogo esteve sempre controlado, apesar do resultado escasso que só não aumentou devido à quantidade de remates falhados durante todo o jogo.

 

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Benfica B 0 - 1 Chaves

 

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Não deixa de ser um feito notável, sendo que o objetivo é aumentar. E seguia-se a receção ao Freamunde, um jogo que me diz sempre muito, mas que era, como todos, para vencer.

 

Chaves (4-3-3): Kadú, M. Lopes, João Pedro, Serginho, Mario César, S. Seidi, Francisco Ramos, P. Marques, M. Meza, D. Podence e Marquinhos;

Freamunde (4-5-1): Rui Sacramento, Fábio Pala, Gonçalo Silva, Luciano Teixeira, N. Paz, Renato Santos, F. Soares, Paulo Jorge, A. Yilmaz, R. Lameiras e T. Goncalves.

 

Só dava Chaves e os 70% de posse de bola aos 30 minutos eram reflexo disso mesmo, mas a baliza permanecia inviolada, golo esse que só apareceu depois de uma confusão na área aos 44 minutos, culminando no 1-0 por Daniel Podence.

 

Na segunda parte, mais do mesmo, e aos 55 minutos, Nuno Paz faz penalty sobre Matías Meza, Francisco Ramos, como é habitual, chamado a marcar e carimbou o 2-0 para a única equipa preocupada em jogar futebol.

 

Francisco Ramos bisou, novamente de penalty, depois de ele mesmo sofrer falta de Patrão, fazendo o 3-0 aos 61 minutos. O Freamunde estava de cabeça perdida e o terceiro penalty apareceu aos 74 minutos, desta vez por falta de Fábio Pala sobre Daniel Podence, permitindo assim a Francisco Ramos fazer o hat-trick.

 

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Chaves 4 - 0 Freamunde

 

Mas não podíamos parar e o jogo seguinte colocar-nos-ia a 21 pontos do 4º classificado em caso de vitória, o que era fantástico. Iríamos defrontar a equipa que nos acompanhou imenso tempo na luta pelo primeiro lugar, mas que tinha caído, tal como eu previra, nos últimos tempos. Chaves vs. Tirsense era o jogo que se seguia e o 11 seria exatamente o mesmo.

 

Chaves (4-3-3): Kadú, M. Lopes, João Pedro, W. Rutishauser, Mario César, S. Seidi, Francisco Ramos, P. Marques, M. Meza, D. Podence e Marquinhos;

Tirsense (4-4-2): Rui Vieira, Pedro Almeida, Alexandre, Luís Martins, Leandro, Ruizinho, B. Delgado, Leandro Silva, Feliz, Armando e A. Lemos.

 

Já com Wang Chengkuài, mas no banco devido à forma recente destes 11 elementos, e com João Vieira de fora do outro lado por lesão, não entramos tão superiores à equipa adversária como vinha sendo apanágio nos últimos jogos, mas ainda assim superiores.

 

O golo não aparecia e os jogadores começavam a ficar frustrados à medida que cada vez mais impunhamos o nosso jogo, até que aos 46 minutos, Leandro Silva pôs o Tirsense em vantagem completamente contra a corrente do jogo.

 

4-2-4 na segunda parte com a entrada de Leandro Hercílio para o lugar de Matías Meza e foi mesmo Leandro Hercílio que fez o 1-1 aos 59 minutos, mas aos 73 minutos tudo se complicou quando Miguel Lopes cometeu, alegadamente, penalty e o Tirsense só não passou para a frente do marcador porque Kadú respondeu da melhor maneira a Leandro Silva.

 

Continuámos com a pressão alta e Leandro Hercílio recebeu um canto de Mario César, deu para João Pedro e o madeirense pôs-nos em vantagem aos 88 minutos. Regressámos ao 4-3-3, recuámos e juntámos linhas, os 5 minutos demoraram a passar e, mesmo no fim, Omar Djaló quase fez o 2-2, mas estava em posição irregular, fechando assim o jogo em 2-1, numa das vitórias mais sofridas da minha carreira.

 

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Chaves 2 - 1 Tirsense

 

Tudo acabou por correr bem e até o Estarreja fez o seu trabalho, vencendo o Penafiel por 5-3 e deixando o 3º lugar a 21 pontos de distância também. Para além disso, estava assegurada, matematicamente, a manutenção, dado que já estávamos a mais de 51 pontos do 22º classificado. Para além disso, basta-nos fazer uma média de 2 pontos por jogo que seremos campeões, na medida em que temos 17 pontos de vantagem do Moreirense, atual 2º classificado, e faltam 17 jogos para o fim da época.

 

Mas a melhor notícia desta semana não foi nenhuma das que aqui mencionei, esta semana teve uma notícia que me deixou radiante e nenhuma destas teria tal poder.

 

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Um ano extra de contrato mais um ano de opção do clube, ou seja, o contrato que acabava em 2020, daqui a um ano e quatro meses, passa a ter mais dois anos em cima, já que não acredito que o clube não acione a cláusula de opção. Vai receber mais e ultrapassará um pouco o orçamento de salários, é verdade, no entanto é o melhor jogador da Segunda Liga e será, sem dúvida, um dos melhores laterais esquerdos da Liga NOS. Fica com uma cláusula de Não-Promoção baixinha, apenas 200m€, mas estou convencido de que a subida já é quase uma certeza. Basta manter o trabalho.

 

Varzim (4-2-3-1): L. Oliveira, Tiago Lopes, Abel Pereira, Sandro Cunha, João Vicente, T. Cunha, A. Silva, H. Serrão, P. Cervantes, J. Silva e A. Cardoso;

Chaves (4-3-3): Kadú, M. Lopes, João Pedro, W. Rutishauser, Mario César, S. Seidi, Francisco Ramos, Wang Chengkuài, D. Podence, P. Marques e Marquinhos.

 

Voltámos a não entrar bem o suficiente para massacrar a equipa adversária e o golo não esteve à vista como costuma estar na maioria dos jogos, no entanto, ele lá apareceu, aos 30 minutos, por Wang Chengkuài que carimbava assim o regresso à titularidade.

 

Logo a seguir, 3 minutos depois, Marquinhos, de fora da área, quebrou o jejum de 5 jogos e regressou aos golos. Novamente 3 minutos depois, Francisco Ramos marca um verdadeiro golaço e faz o 3-0, mostrando que tudo aquilo que esta equipa necessitava era do primeiro golo.

 

Intervalo e o Varzim veio com ideias de limpar a má imagem deixada na primeira parte, mas a segunda parte passou tão depressa que não houve quase lances a registar, acabando o jogo com 0-3 e alargando o número de jogos sem perder para 15.

 

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Varzim 0 - 3 Chaves

 

Seguia-se o confronto frente ao Sporting B, novamente sem o Wang Chengkuài, cansado, regressando o 11 que defrontou o Tirsense ou o Benfica B.

 

Sporting CP B (4-3-3): Pedro Silva, B. Carlos, G. Lapa, Paulo Oliveira, Pedro Empis, J. Palhinha, Zezinho, P. Ferreira, Chininha, D. Leston e B. Pina;

Chaves (4-3-3): Kadú, M. Lopes, João Pedro, W. Rutishauser, Mario César, S. Seidi, Francisco Ramos, P. Marques, M. Meza, D. Podence e Marquinhos.

 

Com dois jogadores da equipa A a defender do lado esquerdo, Pedro Empis e Paulo Oliveira, foi precisamente pela direita no nosso ataque o primeiro golo surgiu, logo aos 4 minutos por Matías Meza. Mas o 0-1 era um resultado desajustado e João Pedro fez o 0-2 aos 5 minutos.

 

O jogo entrou numa fase mais morna e só houve festejos aos 36 minutos, como resposta ao golo de Paulo Marques, que encerrou as mudanças no marcador durante a primeira parte.

 

Na segunda parte, sempre mais Chaves, mas foi Gonçalo Lapa que fez o golo aos 75 minutos, fazendo o 1-3. No entanto, a formação secundária dos leões não conseguiram voltar a atacar e o resultado acabou por ficar com a vantagem de dois golos para a equipa azul-grená.

 

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Sporting CP B 1 - 3 Chaves

 

Para terminar Fevereiro em beleza, iríamos a Sintra defrontar a equipa local que ainda lutava para assegurar a manutenção. Marvin Martineau estreava-se nos convocados após excelentes exibições pela equipa de juniores e Wang Chengkuài regressava ao 11.

 

Sintrense (4-4-2): A. Martins, F. Tavares, Raphael Cavalcanti, Vítor Almeida, Rui Raínho, C. Monteiro, L. Azevedo, T. Dias, R. Vitorino, Romário e P. Madureira;

Chaves (4-3-3): Kadú, M. Lopes, João Pedro, W. Rutishauser, Mario César, S. Seidi, Francisco Ramos, Wang Chengkuài, D. Podence, P. Marques e Marquinhos.

 

Mais uma entrada menos boa, ficando o Sintrense mais perto do golo do que nós, no entanto, com o passar do tempo, a exibição melhorou e começámos a ser nós a jogar.

 

Wang Chengkuài acabou por sair lesionado aos 31 minutos, proporcionando a estreia a Marvin Martineau, e logo a seguir, João Pedro marca o 1-0, depois de um canto de Miguel Lopes.

 

Logo a seguir, livre na esquerda de Francisco Ramos e o mesmo João Pedro, do alto do seu 1 metro e 78, volta a colocar a bola na baliza, fazendo o 0-2 que fechou a primeira parte.

 

Na segunda parte, o jogo começou com um golo de Romário, reduzindo a vantagem flaviense. Contudo, aos 55 minutos, Mario César cruzou e Marvin Martineau aproveitou a estreia para se estrear a marcar, criando logo uma excelente primeira impressão aos menos atentos à equipa de juniores.

 

Até ao fim do jogo houve várias oportunidades de aumentar a vantagem pela nossa parte, mas houve também muito desperdício, fazendo o jogo terminar com 1-3. Resultado que vale igualmente os 3 pontos e que nos mantém à mesma distância do segundo classificado.

 

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Sintrense 1 - 3 Chaves

 

Fevereiro teve apenas 28 dias, mas foram 6 jogos disputados e 6 vitórias conseguidas, o que é importante.

 

Classificação no fim de Fevereiro

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Só não me autoproclamo campeão porque parece mal. Não há nada que nos pare e apenas há 42 pontos em disputa. Precisamos de metade disso para sermos promovidos e de apenas 25 para assegurarmos o título. É bom, não. É perfeito e já começo a olhar para o mercado com vista à Liga NOS. Espero já ter novidades em Março, mas, para já, "o segredo é a alma do negócio".

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O que é que o Guilherme pensa fazer depois de campeão pelo Chaves? Continuar e deixar seguro o Chaves no sítio que merece, ou se receber uma boa oferta subir na carreira?

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@Sapson: eu acabo por me demorar mais no Chaves do que se fosse noutra equipa qualquer e o mesmo acontece quando acabo por ir parar ao Sporting. Há uns FMs atrás, fui parar ao Benfica e durei lá uma época, fui campeão e saí, também já fui parar ao Sporting e fiquei lá 3 e 4 épocas porque, subitamente, AS Roma, Tottenham e assim já não me pareciam clubes apetecíveis. No caso do Chaves, às vezes é VSC ou Braga que deixam de ser clubes para os quais quero ir, enquanto que estando num Atlético CP ou num Portimonense nem penso duas vezes. Neste save quero ignorar esse sentimento, até porque aqui estou a tentar criar uma personagem que não eu e tentar melhorar e subir na carreira. No entanto, não sei se me aparecerá alguma oferta decente.

 

 

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O futebol é assim

 

25 anos fiz no dia em que recebi o Santa Clara e o mínimo que podia exigir destes homens era uma prenda digna que sabia que eles me iriam dar. Sem Daniel Podence e sem Wang Chengkuài, foi necessário proceder a alterações no 11, mantendo sempre a nossa identidade.

 

Chaves (4-3-3): Kadú, M. Lopes, João Pedro, Serginho, Mario César, S. Seidi, Francisco Ramos, P. Marques, M. Meza, S. Gomes e Marquinhos;

Santa Clara (4-3-3): Serginho, Oualembo, S. Galassi, G. Vannucci, N. Bianciardi, Paulinho, Júlio Alves, L. Trindade, JP, Leonardo Paoli e Davison.

 

Se já havia problemas com os extremos, aos 5 minutos, Matías Meza lesionou-se e deu lugar a Marvin Martineau que havia entrado muito bem no jogo anterior.

 

Mas apenas um minuto passou até que Marquinhos inaugurasse o marcador, batendo a defesa composta por 3 italianos emprestados pelo Empoli. Logo a seguir, uma falha de comunicação entre Serginho e Vannucci permitiu a Marvin Martineau aumentar a sua contagem para dois jogos, dois golos.

 

Mas o francês não ficou satisfeito e aos 40 minutos bisou mesmo, mostrando-me que teria sido um erro deixá-lo tanto tempo nos juniores. A primeira parte não estava ainda terminada e Davison fez o 3-1 aos 47 minutos, deixando uma réstia de esperança no Santa Clara para a segunda parte.

 

A segunda parte apresentou-se mais calma, connosco a dominar, mas com o Santa Clara a tentar, ainda assim, os dois golos que lhes davam o ponto, criando algumas situações de real perigo.

 

No entanto, o dia era nosso e Marvin Martineau era a cara daquilo que nós poderiamos fazer e, com um penalty aos 91 minutos, o jovem francês assinou mesmo o hat-trick que fechou o jogo e lhe deu uma estreia de sonho no Estádio Municipal Dr. Manuel Branco Teixeira.

 

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Chaves 4 - 1 Santa Clara

 

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Um marco que mostra aquilo de que somos capazes e que nos dizia que a promoção estava logo ali ao virar da esquina. Mas a ida à Madeira é sempre cansativa e com o andar da temporada, os jogadores começavam a sentir fadiga o que, para além da lesão de Matías Meza, me obrigou a mudar um pouco o onze.

 

União da Madeira (4-2-3-1): Trigueira, Chico, H. Martins, A. dos Santos Rodriguez, Luís Sousa, Soares, J. Semedo, Pedro Coronas, Cássio, A. Pavic e Simy;

Chaves (4-3-3): Kadú, M. Lopes, João Pedro, Serginho, Mario César, S. Seidi, Francisco Ramos, R. Guzzo, M. Martineau, P. Marques e Marquinhos.

 

Mesmo com todas as mudanças e com Raphael Guzzo a ter um papel difícil e fundamental, apresentámo-nos a bom nível, apenas falhando na finalização. Até que, aos 37 minutos, Marquinhos concluiu da melhor forma uma bela jogada e colocou-nos a vencer merecidamente.

 

A primeira parte resumiu-se bem a isto e na segunda os primeiros 10 minutos deixavam antecipar mais do mesmo e foi mesmo mais do mesmo porque Marquinhos bisou, fazendo o 0-2 após um bom cruzamento de Paulo Marques.

 

Acabámos, estupidamente, a jogar com 10 por lesão de Paulo Marques após as 3 substituições feitas. Isto ainda permitiu à equipa da casa reduzir por intermédio de Cássio aos 92 minutos, mas já era muito tarde para eles pensarem em roubar 2 pontos à minha equipa, acabando o jogo com um 1-2 merecido.

 

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União da Madeira 1 - 2 Chaves

 

A história já nos coroa como promovidos, já que 90 pontos sempre chegaram para subir na liga desenhada desta forma, mas era preciso continuar a trabalhar e, no mínimo, fazer mais 10 pontos para praticamente garantir o 1º lugar, apesar do Moreirense estar numa forma quase tão boa como a nossa. No entanto, a quantidade de lesões iria dificultar-nos o trabalho e sem Pierre Sagna, Miguel Lopes, Luizinho, Djibril, João Reis, Daniel Podence, Paulo Marques, Matías Meza, Pité e Leandro Hercílio, foi a vez de Michael Masudi se estrear nos convocados.

 

Chaves (4-3-3): Kadú, Mica Pinto, João Pedro, Serginho, Mario César, S. Seidi, Francisco Ramos, Wang Chengkuài, M. Martineau, S. Gomes e Marquinhos;

Leiria (4-2-3-1): Cléber, Gonçalo Santos, E. Maciel, Wellington Luiz, Mário Sérgio, Ikaro, J. Branco, Arnold, Zidane, Rui Coentrão e Leandro.

 

Entrámos manifestamente mal e o golo do Leiria apareceu com naturalidade. Foi atribuído como um auto-golo de Kadú, mas Kadú pouco podia ter feito depois do remate à queima-roupa de Leandro.

 

Passámos para 4-2-4 com Wang Chengkuài como ponta-de-lança ao lado de Marquinhos e aos 43 minutos conseguimos chegar ao 1-1, assistência de Marvin Martineau e golo de Sunhana Gomes, mandando o jogo com 1-1 para o intervalo.

 

Na segunda parte continuámos a atacar, mas desta vez em 4-3-3 e foi na sequência de um canto que Francisco Ramos nos pôs pela primeira vez em vantagem no encontro.

 

O jogo nunca esteve profundamente garantido, o que impediu a Masudi de se estrear, mas o jogo ainda serviu para Martineau se lesionar em cima do minuto 90, reentrando 2 minutos depois para fazer o jogo até aos 94, que acabaram por ser 96, e não nos deixar em inferioridade numérica. O Leiria ainda procurou o ponto, mas 2-1 foi o resultado final aumentando os nossos pontos para 93.

 

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Chaves 2 - 1 Leiria

 

Já batemos recordes e ainda nem na primeira divisão estamos!

 

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Antes do jogo contra o Feirense faltavam 11 jogos e tínhamos 27 pontos de vantagem sobre o 3º classificado, o Penafiel, o que nos punha a 7 pontos da promoção, só uma hecatombe nos afastaria do nosso mais que prometido destino.

 

Chaves (4-3-3): Kadú, P. Sagna João Pedro, Serginho, Mario César, S. Seidi, Francisco Ramos, Wang Chengkuài, D. Podence, S. Gomes e Marquinhos;

Feirense (4-2-3-1): Oliveira, Mika, Marcos Valente, J. Dias, Paulo Grilo, Tiago Jogo, Rúben Oliveira, Adriano, Pedró, H. Couto e C. Irobiso.

 

A defrontar a última equipa a levar de nós 3 pontos, queríamos mostrar que somos muito mais fortes que a equipa de Santa Maria da Feira e aos 7 minutos Podence marcou mesmo, mas em fora-de-jogo.

 

Continuávamos a querer desbloquear o 0-0, mas foi mesmo o Feirense que se pôs em vantagem ao minuto 28 por Christian Irobiso. No entanto, a vantagem da equipa visitante durou pouco e Sunhana Gomes, aos 35 minutos, repôs a igualdade.

 

A primeira parte, apesar do golo, tinha sido uma desilusão e era preciso muito mais e entramos na segunda parte com essa ideia na cabeça. Mas foram necessários quase 20 minutos e a lesão de Sanã Seidi para Serginho fazer o 2-1.

 

O Feirense baseava o seu jogo numa defesa eficiente, mas em cinco minutos Mario César levou dois amarelos o que nos punha em desvantagem numérica para os 20 minutos que ainda faltavam.

 

Como se não bastasse, Mica Pinto entrou para o lugar de lateral esquerdo e pouco tempo depois estava tocado. Mantive o luxemburguês em campo, mesmo sabendo que podia agravar o problema, para não jogar com apenas 9 em campo.

 

A equipa foi aguentando-se, mas o Feirense começou a tentar tomar conta das operações. O minuto 90 veio com mais 4 de descontos, chegou o minuto 91, o minuto 92, o minuto 93 e o minuto 94. Não houve golos e os 3 pontos vieram para o sítio do costume.

 

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Chaves 2 - 1 Feirense

 

Março foi, de novo, um mês 100% vitorioso e já não se fala de outra coisa sem ser no título, para o qual vamos muito bem encaminhados.

 

Classificação no fim de Março

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A jogar assim, para o ano não estou cá, se alguma ambição restar em Bruno de Carvalho, o Marco Silva não renovará contrato e ele contratará um verdadeiro senhor para o seu lugar. É triste ver a delapidação do Sporting às mãos desta amostra de treinador que se prepara para deixar, de novo, o Sporting fora do pódio. Mas, para já, não acredito que haja coragem para contratar alguém com 25 anos, por muito competente que ele prove ser, resta-me continuar a calar as bocas. Cá em Chaves, já todos dizem "sempre acreditei nele" e acham que eu sou idiota para me esquecer do que se falou na época de descida ao Campeonato Nacional de Seniores! O futebol é assim, meus caros, não basta ser bom, nem basta provar que se é bom, basta ter boa imprensa e agradar às massas e eu nunca me preocupei minimamente com isso. Vou lá chegar, Sporting, Porto, Benfica, é-me igual, mas vou lá chegar! Se não chegar é porque fui diretamente para um colosso europeu.

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Enfim, sem palavras o que fizeste com o Chaves :handclap: :prayer: :prayer:

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Não só foste já "promovido" como ampliaste a vantagem. Muitos parabéns!

 

É certinho e direitinho.

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@SRAlmeno: exato, é assim que se faz a um rei :mrgreen:

 

@Sapson: emprestados :- a brincar, a brincar, o Marquinhos não é jogador para a Segunda Liga e mesmo na Primeira Liga só peca pelo posicionamento, senão até no plantel de um grande entrava, o Francisco Ramos é jogador para uma equipa de meio de tabela da primeira divisão, o Paulo Marques idem aspas, o João Pedro igualmente, o Sanã Seidi não tão bom, mas também chega para a primeira divisão, tal como o Podence e o Matías Meza e depois tenho 3 a definitivo com muita qualidade: o Miguel Lopes ainda na época passada lutava pelo lugar de defesa direito no Sporting, o Mario César foi um achado e já me deram 2,5M€ por ele, que até rejeitei e o Kadú também é guarda-redes de primeira liga.

 

@Mad Cup: mau era se não fosse :mrgreen:

 

 

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NOS

 

Abril começou e bastava o Penafiel perder mais pontos que nós num jogo que tínhamos a promoção garantida e o Penafiel iria defrontar o Moreirense, ou seja, seria uma jornada sempre muito boa. Para facilitar a façanha, o primeiro jogo de Abril seria contra o Braga B que tinha uma prestação na liga muito simétrica à nossa, 2 vitórias enquanto nós temos 2 derrotas, 6 empates contra 3 nossos, 28 derrotas e nós com 31 vitórias. O favoritismo estava todo do nosso lado e nem a quantidade exagerada de ausências nos retirava esse favoritismo.

 

Braga B (4-3-3): J. Bastos, N. Gama, Breno, H. Mendez, José Gomes, Zé Eduardo, Gamboa, João Pinto, R. Pereira, V. Agra e A. Nunes;

Chaves (4-3-3): Kadú, P. Sagna, João Pedro, Serginho, M. Bola, S. Seidi, Wang Chengkuài, R. Guzzo, M. Martineau, D. Podence e Marquinhos.

 

Mas o jogo estava a ser manifestamente aborrecido, a posse estava do nosso lado e o controlo do jogo também, mas os golos tardavam em aparecer e só aos 34 minutos Marquinhos fez o gosto ao pé, colocando-nos temporariamente promovidos, já que o Penafiel estava 1-1.

 

A primeira parte só tinha a lesão do Raphael Guzzo para nos dar e ao intervalo tudo permanecia como estava.

 

O minuto 52 foi de particular festa, Marc Bola cruzou, Marvin Martineau amortecer e Daniel Podence só teve de encostar. 0-2 e Betinho faz o 1-2 em Penafiel, garantindo-nos a promoção a 9 jornadas do fim.

 

Aos 55, Marvin Martineau confirmou a grande exibição que estava a fazer marcando o 0-3. Aos 83 minutos, foi a vez de Wang Chengkuài fazer o 0-4 que viria a fechar as contas.

 

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Braga B 0 - 4 Chaves

 

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Citação do jornal "A Bola" online

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Chaves celebra promoção

 

Os adeptos do Chaves estão absolutamente radiantes com o facto do treinador Guilherme de Melo ter ido contra todas as previsões e promovido a equipa da Segunda Liga.

 

Um porta-voz dos adeptos foi ouvido dizendo que De Melo fez maravilhas com os recursos que tem à sua disposição e que um treinador do calibre de De Melo deverá começar a ser cobiçado por clubes bem maiores.

 

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Citação do jornal "Correio da Manhã" online

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Correia satisfeitíssimo com a subida do Chaves

 

A figura do Chaves, Manuel Correia, afirmou que está 'nas nuvens' depois do sucesso da subida de divisão do Chaves.

 

Correia elogiou o atual treinador Guilherme de Melo pelo trabalho notável que fez com recursos limitados à sua disposição e disse que ele é um dos maiores de sempre.

 

Citação do jornal "O Jogo" online

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Kadú elogia De Melo pela subida de divisão

 

Kadú teceu elogios ao seu atual treinador Guilherme de Melo depois da subida do Chaves desde a Segunda Liga.

 

Kadú afirmou que De Melo fez um trabalho notável a promover a equipa e que muitos dos elogios devem ir na direção do treinador.

 

Classificação à 37ª jornada

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Para além disso, o Daniel Podence e o Francisco Ramos gostaram tanto de cá estar que dia 1 de Julho assinarão para continuarem a ter o prazer de ser trabalhados por mim.

 

Esta subida é apenas resultado da minha qualidade em que, mesmo sendo previsto que ficaríamos em 12º, tornou esta equipa numa equipa que irá bater o recorde de pontos na Segunda Liga e sagrar-se-á campeã.

 

Agora faltam os jogos para encher calendário, mas a minha qualidade, no próximo ano, passear-se-á no maior palco do futebol português, a Liga NOS.

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@SRAlmeno: é assim mesmo, ajoelhar perante o rei 8-) :mrgreen:

 

@scpfans82: felizmente na realidade não vais ter de esperar por 2019, 2016 chega :mrgreen: espero eu...

 

 

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Recordes

 

Lograda a promoção, seguia-se a visita ao Porto para defrontar um Boavista ainda com algumas remotas possibilidades de subir em 2º lugar, estando a 12 pontos do Moreirense.

 

Boavista (4-2-3-1): Mika, Paulinho, Éldis Fernando, Eduardo Junho, Luís Tinoco, Anderson Carvalho, Gouveia, Brito, Y. Lamine, Fernandinho e Tiago Garcia;

Chaves (4-3-3): Kadú, P. Sagna, João Pedro, Serginho, Mario César, S. Seidi, Wang Chengkuài, P. Marques, M. Martineau, D. Podence e Marquinhos.

 

Mesmo sem qualquer pressão para a vitória, dado que o objetivo principal já estava garantido, entrámos bem e pressionantes, até que ao minuto 22 Marquinhos é derrubado na grande área e é assinalado penalty a nosso favor. Sem Francisco Ramos, lesionado, Marquinhos é chamado a converter e faz o 0-1 que nos punha com uns surpreendentes 102 pontos em apenas 38 jogos.

 

O jogo continuou connosco no comando e o 0-2 apareceu aos 45 minutos por Serginho na sequência de um canto, mandando o jogo para intervalo connosco a vencer por 0-2.

 

Na segunda parte, Marquinhos voltou a ser derrubado na área por Eduardo Junho e voltou a não desperdiçar, aumentando a contagem no Estádio do Bessa. Ainda antes da hora de jogo, Marquinhos provou que estava na luta pelo troféu de melhor marcador, assinando o seu hat-trick. Logo a seguir, Uchebo reduziu e fez o 1-4.

 

Apesar de só faltarem 30 minutos para o fim do jogo, o Boavista começou a pressionar e 10 minutos depois fez o 2-4 por António Vicente. No entanto, Eduardo Junho estava naqueles dias em que é preferível ficar em casa e voltou a cometer penalty, no entanto, Marquinhos falhou o poker e o resultado manteve-se 2-4 até ao fim do encontro.

 

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Boavista 2 - 4 Chaves

 

Citação do jornal "Record" online

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Chaves imbatível estabelece novo recorde

Os vinte e quatro jogos consecutivos sem perder do Chaves desde Domingo, 28 de Outubro de 2018 representam um novo máximo na Segunda Liga.

 

Chaves bate recorde de pontos na Segunda Liga

O Chaves atingiu um novo máximo de pontos numa época da Segunda Liga, depois de ter acumulado 102 pontos.

O anterior recorde era de 100 e era detido pelo Beira-Mar.

 

Chaves bate recorde de golos na Segunda Liga

O Chaves atingiu um novo máximo de golos marcados numa época da Segunda Liga, depois de ter acumulado 103 golos.

O anterior recorde era de 99 e era detido pelo Beira-Mar.

 

Se duvidas houvesse relativamente àquilo que somos capazes, creio que estão dissipadas e podemos muito bem surpreender qualquer equipa no próximo ano. Mas antes disso tínhamos de defrontar o Atlético CP naquele que seria o primeiro jogo em casa depois de assegurarmos que no próximo ano, 20 anos depois, este estádio iria ver jogos da primeira liga portuguesa.

 

Chaves (4-3-3): Kadú, P. Sagna, João Pedro, Serginho, Mario César, S. Seidi, Djibril, Wang Chengkuài, M. Martineau, P. Marques e Marquinhos;

Atlético CP (4-2-3-1): Assis, Ericson, A. Alfaiate, J. Lopes, I. Vilela, Yang Ailong, Pedro Ribeiro, Joel, F. Duarte, H. Pett e Barnes.

 

11 minutos e Marquinhos aumentava a sua contagem de golos marcados para 28 esta época. 13 minutos e Marquinhos aumentava a sua contagem de golos marcados para 29 esta época. Um início fantástico por parte do ponta-de-lança.

 

Aos 33 minutos, já tinha um hat-trick e igualava Alexis Sainrimat, o ponta-de-lança do Moreirense que já contava com 30 golos esta época.

 

Ao mesmo tempo que este jogo decorria, o Moreirense deslocava-se a Oliveira de Azeméis para tentar adiar por uma jornada a nossa festa, mas Marafona errou na baliza e dava a vantagem ao Oliveirense, o que nos permitia festejar o título antecipadamente e em nossa casa.

 

Ao intervalo éramos campeões, mas nada disse aos jogadores porque queria que continuassem assim. No entanto, aos 56 minutos Sanã Seidi viu um segundo amarelo que nos deixava a jogar com 10 durante mais de meia hora e o Atlético tentou atacar, mas aos 62 minutos, Ericson faz falta sobre Marquinhos e o brasileiro poderia aqui fazer o seu poker e passar para a frente na lista dos melhores marcadores.

 

Poker conseguido e um jogo memorável para todos porque iríamos sair daqui campeões, mas sobretudo para Marcos Vinícius Silva Rocha Calazans, que atingia os 31 golos numa só época e marcava o seu primeiro poker da carreira.

 

A desvantagem numérica nunca se fez notar porque, de facto, Mario César é um autêntico monstro e fazia toda a ala esquerda sem dificuldades, já que abdicámos de ter extremo esquerdo, sendo que o 5-0 apareceu por Marvin Martineau aos 74 minutos, o jovem promovido marcava assim o seu sexto golo pelo clube e igualava Wang Chengkuài.

 

Nos 15 minutos que se seguiram deu tempo para Marquinhos sair somente para os aplausos, mas também deu tempo para o Moreirense consumar a reviravolta no marcador e adiar assim a nossa festa por uns dias. O Atlético CP ainda reduziu por Joel e o resultado acabou por ser 5-1.

 

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Chaves 5 - 1 Atlético CP

 

A partir deste jogo não precisávamos de olhar para o Moreirense, bastava-nos uma vitória e éramos campeões. E quem iria sofrer com a nossa festa seria o Estarreja, que tinha subido connosco, mas que agora se encontrava numa situação diferente, com a manutenção assegurada, mas impossível de almejar algo mais. Os 11 escolhidos para o ataque ao título só tinham 7 dos habituais titulares devido a lesões e suspensões, mas era um 11 mais que suficiente para vencer o Estarreja e festejar junto dos nossos adeptos.

 

Chaves (4-3-3): Kadú, P. Sagna, Serginho, M. Bola, Mario César, João Pedro, Djibril, Wang Chengkuài, M. Martineau, P. Marques e Marquinhos;

Estarreja (4-5-1): Rui Silva, J. Branco, Gustavo, Mário Rui, A. Guerreiro, Ó. Madureira, J. Bernardo, J. Barreto, T. Ferreira, Januário e Djibril.

 

Entrámos em campo ao som de "Campeões, campeões, nós somos campeões" entoado pelos adeptos e cedo começámos a tentar marcar o golo que assegurava isso mesmo para podermos ficar descansados.

 

No entanto, foi Mário Rui, no primeiro remate do Estarreja, que fez o golo e mandou um balde de água fria em cima dos adeptos que já festejavam o título. Mas Marc Bola não deixou o 0-1 manter-se durante muito tempo e 3 minutos depois refez a igualdade, mandando o jogo para intervalo com 1-1.

 

O Moreirense perdia e, assim, qualquer resultado nos daria o título, mas eu queria a vitória e foi isso que exigi na segunda parte. 4-2-4 com Mauro Caballero em campo, mas o golo tardava em aparecer.

 

Até que, 75 minutos passados, Marvin Martineau cruzou rasteiro, tal como eu gosto, e Mauro Caballero justificou os minutos dados com um golo, fazendo o 2-1.

 

O Estarreja não fez mais nada para tentar o empate e Marquinhos ainda fez o 3-1 aos 91 minutos, fixando o resultado final. E no fim veio a festa.

 

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Chaves 3 - 1 Estarreja

 

Citação do jornal "A Bola" online

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Chaves vence Segunda Liga

 

O Chaves vence a segunda Liga.

 

O Chaves irá certamente recordar algumas grandes vitórias que conquistou pelo caminho, as mais notáveis incluindo a vitória convincente por 4-0 sobre o Leixões, a vitória por 4-2 sobre o Boavista, os 5-1 sobre o Moreirense e a reação à equipa açoreana do Santa Clara com um 4-1. Marquinhos levou a equipa à glória indo com 32 golos durante esta época.

 

Citação do jornal "O Jogo" online

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De Melo traz glória ao Chaves

Os adeptos do Chaves estão muito satisfeitos depois de Guilherme de Melo os ter levado ao incrível feito de conquistar a Segunda Liga.

 

Um porta-voz dos adeptos afirmou que De Melo é sem dúvida um dos melhores treinadores em atividade.

 

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Citação do site "Maisfutebol"

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Bruno Magalhães dá vivas ao criador de sonhos De Melo

 

Bruno Magalhães, muito querido no Chaves, declarou que este fora um dia orgulhoso para o clube e para todos os seus adeptos.

 

Bruno Magalhães, que joga agora no Vilaverdense, disse ainda que o atual treinador Guilherme de Melo fizera um autêntico milagre na Segunda Liga tendo em conta o conjunto de jogadores que tinha à sua disposição e que a direção do Chaves deveria sentir-se extremamente grata por ter ao seu serviço um treinador tão talentoso.

 

Acho que não preciso de dizer nada para confirmar que sou um escolhido, fui enviado por Deus para ter sucesso e só precisei de dar um passo atrás para dar dez à frente.

 

Em notícias nacionais, o Sporting acabou por ganhar a Taça da Liga nesta semana.

 

Para terminar Abril e cumprir o primeiro dos seis jogos que tínhamos pela frente para cumprir calendário, iríamos deslocar-nos a Matosinhos ao Estádio do Mar para defrontar a equipa local.

 

Leixões (4-2-3-1): Ventura, Anderson Luís, S. Machado, Lima Pereira, R. Floro, Bruno Lamas, Edgar Abreu, Valdinho, J. Novais, A. Preciado e Tiago Leonço;

Chaves (4-3-3): Kadú, P. Sagna, João Pedro, M. Bola, Mario César, S. Seidi, Francisco Ramos, Wang Chengkuài, M. Martineau, P. Marques e Marquinhos.

 

Marquinhos estava mesmo a levar a sério a conquista do prémio de melhor marcador da Segunda Liga e aos 4 minutos já marcava o primeiro. Mas o Leixões reagiu e podia ter empatado o jogo por diversas vezes.

 

Mas foi Mario César que marcou um golaço de livre direto e fez o 0-2 aos 21 minutos de jogo. Pouco depois Paulo Marques lesionou-se e a dupla de extremos passou a ser uma velha conhecida: Marvin Martineau e Michael Masudi, a dupla de extremos que fez grande parte do campeonato de juniores este ano.

 

O jogo poucas mais incidências de interesse teve até ao intervalo e a segunda parte abriu com 0-2 no marcador e foi ainda mais aborrecida que a primeira, não havendo golos e poucas jogadas dignas de registo.

 

Terminou com 0-2 e com mais 3 pontos para o nosso lado. O costume, portanto.

 

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Leixões 0 - 2 Chaves

 

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Sempre a bater recordes. Sou mesmo impressionante!

 

Classificação no fim de Abril

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Abril foi um mês perfeito, mesmo ao meu nível. Garantimos tudo aqui, a promoção, o título e o Marquinhos já vai a 3 golos do Sainrimat. Ainda faltam cinco jogos, mas a minha mente já está 3 meses à frente. Para o ano até lutaremos pela Europa, para o ano estarei entre os melhores e eu vou ser o melhor. Claro que é preciso descontar a qualidade dos jogadores, mas eu vou mostrar ao mundo a razão de ser da monarquia e, vendo tal evidência, o mundo do futebol ajoelhar-se-á perante mim!

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Aqui está a prova

 

Conquistado o título, faltava-nos ir a Viseu, Castelo Branco e Penafiel, recebendo o Mafra e o Trofense. Ou seja, um mês de Maio com 5 jogos e seriam os últimos jogos que eu alguma vez faria numa divisão secundária. Mas nem por isso seria para facilitar, o Marquinhos tinha de ser o melhor marcador da liga e esse troféu ainda estava em disputa.

 

Ac. Viseu (4-2-3-1): Rúben Dionísio, Tiago Costa, Venício, Elias, Ley, J. Cardoso, Ricardo Alves, Monteiro, Bryan Olivera, M. Silva e M. Marras;

Chaves (4-3-3): Kadú, P. Sagna, João Pedro, Serginho, Mario César, S. Seidi, Francisco Ramos, Wang Chengkuài, M. Martineau, M. Masudi e Marquinhos.

 

Michael Masudi estreava-se a titular e aos 7 minutos já marcava. Logo a seguir o 0-2, Mario César fez grande golo de livre direto. No entanto, Tiago Costa aproveitou a defesa incompleta de Kadú para fazer o 1-2 aos 19 minutos. Um início de jogo frenético.

 

Mas por aí se ficou e o intervalo apareceu sem mais nenhum lance de real relevo. Na segunda parte, entrámos com os mesmos 11, mas Michael Masudi lesionou-se aos 58 minutos, dando o lugar a Matías Meza.

 

O 1-2 foi desfeito por Marvin Martineau aos 68 minutos, com um remate à entrada da área e foi este o resultado final. 1-3 e mais 3 pontos e 3 golos para somar aos recordes.

 

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Ac. Viseu 1 - 3 Chaves

 

Mario César provavelmente tinha acabado a sua época devido a lesão e seguia-se a receção ao Mafra com a equipa tão desfalcada que foi preciso recorrer a um júnior, Paco Sanabria, para completar o banco.

 

Chaves (4-3-3): Kadú, P. Sagna, João Pedro, Serginho, João Reis, S. Seidi, Francisco Ramos, Wang Chengkuài, M. Meza, M. Martineau e Marquinhos;

Mafra (4-5-1): Filipe Leão, João Oliveira, Yago, Marco Baixinho, Rúben Ribeiro, João Costa, Leo, Carraça, L. Cortez, Ivan e Manuel Liz.

 

Com João Reis, que se havia destacado no clube como extremo direito, a defesa esquerdo era grande a curiosidade em ver o algarvio a jogar numa posição completamente diferente e foi mesmo ele que marcou, mas de penalty, já que ele é que é o principal marcador da equipa, logo ao minuto 2.

 

No entanto, as suas dificuldades de posicionamento eram evidentes e Serginho teve de limpar muitos erros do extremo adaptado, mas ofensivamente dava quase tanta profundidade como Mario César e aos 30 minutos assistiu Marquinhos para o 2-0.

 

E assim ficou até ao intervalo, mas quando o desafio retomou Matías Meza fez logo o 3-0. Depois disto a segunda parte foi aborrecida e não houve mais golos para festejar naquele que seria o nosso penúltimo jogo em casa na Segunda Liga.

 

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Chaves 3 - 0 Mafra

 

No final deste jogo soubemos que seria o Moreirense a acompanhar-nos na subida, Moreirense esse que iria, provavelmente, bater o segundo recorde de pontos na Segunda Liga, já que o primeiro é nosso com 117 pontos naquela altura.

 

Em assuntos que nada têm a ver comigo, mas que orgulham Portugal, esta semana um treinador nacional foi distinguido, sendo que agora temos José Mourinho e Jorge Jesus no quadro de honra. O próximo serei eu!

 

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Para defrontar o Trofense já tínhamos mais jogadores disponíveis e vários iriam despedir-se deste estádio onde foram extremamente felizes.

 

Chaves (4-3-3): Kadú, P. Sagna, João Pedro, Serginho, Mica Pinto, S. Seidi, Francisco Ramos, Wang Chengkuài, M. Martineau, P. Marques e Marquinhos;

Tirsense (4-5-1): Fonseca, Chaverra, Jairo, Costinha, André Pires, Dário Júnior, A. Frade, J. Adukor, Naníssio, R. Silva e Igor.

 

Num jogo com sentido único, mas com o Trofense a defender com 10 atrás da linha da bola, foi preciso esperar 37 minutos para que Sanã Seidi marcasse um verdadeiro golaço, abrindo o ativo e mandando o jogo para intervalo com 1-0 no placar.

 

A segunda parte arrancou connosco a falhar algumas oportunidades e a deixar o Trofense ir jogando, até que Pedro Bortoluzo fez mesmo o 1-1 e logo a seguir Marquinhos lesionou-se devido a uma entrada de Alexandre Frade que foi premiada com uma advertência.

 

Logo a seguir, Dário Júnior fez o 1-2 e nós estávamos prestes a despedir-nos de Chaves com uma derrota. 4-2-4 com Mauro Caballero e João Reis a pontas-de-lança, a nostalgia!

 

Não conseguimos sequer esboçar uma reação e o Trofense aproveitou para fazer o 1-3 por Rogério confirmando a derrota. Ao fim de 30 jogos, voltávamos a perder e interrompiamos uma série de 20 vitórias consecutivas. Vergonhoso.

 

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Chaves 1 - 3 Trofense

 

Despediamo-nos assim do nosso estádio e faltava-nos a ida a Castelo Branco, fechando com a visita a Penafiel. Já sei Paulo Marques nem João Pedro, convocados para o Mundial Sub-20, mas com Miguel Lopes regressado de lesão, o 11 teve várias mudanças.

 

Benfica C. Branco (4-5-1): Chastre, J. Estalagem, R. Moreira, Rocha, Fábio Marinheiro, J. Centeno, Cristian, Gustavo Lima, Leandro Vilas Boas, Bruno Filipe e J. De Araujo;

Chaves (4-3-3): Kadú, M. Lopes, Serginho, M. Bola, Mica Pinto, S. Seidi, Francisco Ramos, Wang Chengkuài, M. Meza, M. Martineau e M. Caballero.

 

Com Mauro Caballero a titular pela primeira vez na Segunda Liga, foi o paraguaio que marcou aos 10 minutos o primeiro golo do encontro. O resto da primeira parte foi dominada por nós, mas não chegámos ao golo.

 

Segunda parte e a equipa da casa apresentou-se em 3-4-3 como forma de procurar os pontos necessários para escapar à despromoção. Mas não resultou e Mario Romano, entrado para o lugar de Matías Meza, marcou o seu primeiro golo em jogos oficiais aos 62 minutos.

 

Tempo ainda para Cristian levar um vermelho direto e o Benfica C. Branco desistir completamente de tirar alguma coisa do jogo, ficando em posição de descida a uma jornada do fim.

 

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Benfica C. Branco 0 - 2 Chaves

 

Para terminar esta fantástica campanha, fomos a Penafiel, que lutava pelo 3º lugar, já com Marquinhos que já era praticamente o melhor marcador da Segunda Liga, tendo mais 3 golos que Alexis Sainrimat.

 

Penafiel (4-2-3-1): T. Svedkauskas, Aderlan, Polidoro, Hugo, Bruno Henrique, Afonso Taira, Walney, B. Sarr, Serginho, André Silva e Rabiola;

Chaves (4-3-3): Kadú, M. Lopes, Serginho, M. Bola, Mica Pinto, S. Seidi, Francisco Ramos, Wang Chengkuài, João Reis, M. Martineau e Marquinhos.

 

O jogo começou equilibrado, com Walney a fazer o 1-0 para o Penafiel aos 26 minutos, após defesa incompleta de Kadú. Começámos a fazer pressão e aos 41 minutos Aderlan cometeu grande penalidade. João Reis chamado à conversão e o algarvio repôs a igualdade.

 

Estávamos a jogar mal, ainda assim e na segunda parte as coisas não melhoraram, o Penafiel continuava a ter, surpreendentemente, mais bola que nós. Mas aos 67 minutos, Aderlan mostrou que devia ter ficado a dormir mais umas horas e voltou a cometer grande penalidade. João Reis de novo chamado a marcar e não desperdiçou.

 

O golo desorientou o Penafiel e a partir daí conseguimos controlar as operações pela primeira vez no jogo, até que Hugo deitou tudo a perder para a equipa da casa fazendo um auto-golo, que possivelmente evitou o golo de Marquinhos, mas o resultado prático era o mesmo. 1-3 sem merecermos minimamente.

 

Até ao fim do jogo o Penafiel voltou a ter mais bola, mas a desvantagem já era de dois golos e nem um foi feito para anular isso, antes pelo contrário, Mario Romano voltou a justificar os minutos que teve, entrando por João Reis, fazendo o quarto golo para a nossa equipa. Despediamo-nos da Segunda Liga com uma exibição fraquinha, mas com um resultado fantástico.

 

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Penafiel 1 - 4 Chaves

 

Encerra assim a melhor época do Chaves em 20 anos e a que se avizinha poderá ser ainda melhor.

 

Classificação no final da época

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O Moreirense fez mais pontos que todas as equipas na história da Segunda Liga exceto uma: o Chaves e, infelizmente para eles, no exato mesmo ano. Se alguém previsse que o Moreirense iria ter 102 pontos ficando com uma desvantagem de 20 para o 1º classificado, esse alguém seria apelidado de louco, mas a verdade é só uma, perdemos apenas 15 pontos numa época com 46 jogos, sendo que nenhuma equipa ficou com vantagem sobre nós no confronto direto e apenas frente ao Feirense teríamos de recorrer aos golos.

 

E por falar em golos, batemos também o recorde de golos marcados na liga, o recorde de maior série de vitórias e o recorde de maior série invencível. Batemos por 29 golos, a diferença de golos mais alta desde que o campeonato tem esta configuração e tivemos mais 27 golos do que a equipa com mais golos da história desta liga com a prova assim configurada. Fomos soberbos. Fui soberbo.

 

Quanto a prémios? Só se saberão amanhã ou depois, mas se o mundo fosse justo, eu estaria na cerimónia de Janeiro da FIFA a disputar o prémio de melhor treinador do mundo, mas ninguém liga a feitos secundários, eu percebo. Mas lá estarei! Depois de vencer uma Liga dos Campeões, um Mundial de Seleções. E se alguém duvidasse de mim, aqui está a prova.

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