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Carlos Gouveia

[FM'15] Futebol em Estado Nobre

Publicações recomendadas

 

@Almeno: foi um mês muito positivo, foi, já este... também não me posso queixar muito, vá, mas mesmo assim.

 

@Burkina2008: eu fiquei abismado, sobretudo com o Marquinhos que fez o jogo todo lesionado e mesmo assim hat-trick lá para dentro :mrgreen:

 

Não sei quando poderei voltar a atualizar, amanhã tenho um casamento, Domingo é o meu último dia em Chaves, Segunda vou para Lisboa e terei imenso a tratar, Terça começa o mestrado, mas, bem, quando puder, lá atualizo isto :compinchas:

 

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Agridoce

 

Novembro começava logo no dia 1 e isto não é apenas uma frase ridícula, o primeiro jogo era precisamente no dia de Todos os Santos e era em Penafiel frente à equipa de Miguel Leal.

 

Penafiel (4-5-1): Dani, Fábio Pala, Balão, Lima, Sequeira, B. Sarr, Yann, A. Edgar, Pedro Vítor, Iuri Medeiros e André Silva;

Chaves (4-3-3): A. Mirante, A. Verkoelen, D. Boyata, Válter, José Ángel, Ferreira, V. Pedrosa, Francisco Ramos, Matheus Pereira, P. Marques e Marquinhos.

 

40 segundos bastaram para Vítor Pedrosa fazer o primeiro a cruzamento de Matheus Pereira. Aos 3 minutos, José Ángel cruzou pela esquerda e Paulo Marques, de cabeça, fez o segundo. Eu costumo dizer que entramos bem, mas hoje simplesmente deixámos qualquer entrada anterior relegada para um plano de apenas medíocre.

 

O Penafiel tinha, contando com os descontos, 90 minutos para se recompôr e, se considerarmos que o jogo começou a partir do nosso 0-2, o Penafiel mostrou-se muito bem em jogo podendo ter reduzido num lance onde nos valeu o Antonio Mirante.

 

Contudo essa força acalmou e depressa estávamos nós com o controlo do jogo, sendo que aos 22 minutos Francisco Ramos aumentou a vantagem para 0-3, depois de Vítor Pedrosa ter sido desarmado na hora H, mas de forma incompleta.

 

O nosso terceiro golo voltou a acordar o Penafiel e, por duas vezes, podiam ter reduzido, mas o que é certo é que não reduziram e apenas conseguiram lesionar José Ángel, entrando Luís Rocha para o seu lugar.

 

Na segunda parte, aos 3 minutos da mesma, Francisco Ramos apareceu à entrada da área a receber um passe de Matheus Pereira e dilatou a vantagem, bisando no encontro.

 

Aos 58 minutos, Antonio Mirante ainda impediu o golo a Maxwell Rodrigo numa grande defesa, mas Pedro Vítor estava lá para completar e reduziu para 1-4. Juan José Bogado entrou para o lugar de Paulo Marques.

 

Aos 66 minutos, sabendo que íamos ter jogo europeu na semana seguinte, mandei-os descansar e diminuir a intensidade, fazendo também uma alteração, João Pedro para o lugar de Francisco Ramos.

 

A partir daí o Penafiel mandou no jogo e Serginho ainda reduziu para 2-4 aos 85 minutos, mas já era, claramente, muito tarde e a situação esteve sempre controlada por nós.

 

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Penafiel 2 - 4 Chaves

 

Seguia-se a convocatória para os dois jogos internacionais que se avizinhavam. O amigável frente à França e o quase amigável frente à Croácia. Com David De Gea, Jesús Vallejo e Paco Alcácer lesionados e sem nenhuma competição em risco, a convocatória sofreu, novamente, algumas alterações.

 

  1. Vicente Guaita - Guarda-redes - Getafe
  2. Fernando Pacheco - Guarda-redes - Galatasaray
  3. Juan Soriano - Guarda-redes - Sevilla
  4. Martín Montoya - Lateral direito - Barcelona
  5. Dani Carvajal - Lateral direito - Real Madrid
  6. José Gayà - Lateral esquerdo - Atlético
  7. Juan Bernat - Lateral esquerdo - FC Bayern
  8. Sérgio Ramos - Defesa central - Real Madrid
  9. Iñigo Martínez - Defesa central - Real Sociedad
  10. Lucas - Defesa central - Barcelona
  11. Pelayo Suárez - Defesa central - Athletic
  12. Sergi Samper - Médio defensivo - PSG
  13. Sergio Busquets - Médio defensivo - Barcelona
  14. Koke - Médio central - Atlético Madrid
  15. Sergi Roberto - Médio central - Crystal Palace
  16. Óliver - Médio ofensivo - Barcelona
  17. Marco Asensio - Médio ofensivo - Manchester City
  18. Unai López - Médio ofensivo - Real Madrid
  19. Isco - Médio ofensivo - Real Madrid
  20. Julián Palacios - Médio ofensivo - Olympiacos (emp. Real Madrid)
  21. Rodrigo - Ponta-de-lança - Benfica
  22. Ayoze Pérez - Ponta-de-lança - Arsenal
  23. Diego Costa - Ponta-de-lança - Chelsea

Seguia-se o jogo frente ao Croácia Zagreb em Chaves, num jogo onde o nosso pensamento estava apenas nos 3 pontos e consequente apuramento para a fase seguinte. Tentei avisar os jogadores de que ganhar 0-4 fora de portas não significava que íamos vencer na nossa casa, mas a confiança estava em alta e eu também não queria fazê-la cair.

 

Chaves (4-3-3): A. Mirante, A. Verkoelen, D. Boyata, Válter, José Ángel, Ferreira, Francisco Ramos, Pipoca, Matheus Pereira, P. Marques e Marquinhos;

Croácia Zagreb (4-1-4-1): I. Kurtovic, O. Diop, I. Petrov, D. Ayuba, N. Galovic, G. Maniatis, V. Vagner, P. Machado, T. Saric, Junior Fernandes e B. Balaj.

 

Os croatas entraram receosos e nós tentámos aproveitar, andando sempre a rondar o último terço do terreno, ficando Ferreira com a função de rodar o jogo, no entanto, a primeira oportunidade clara de golo foi para o Croácia Zagreb à qual Antonio Mirante respondeu da melhor forma corriam os 17 minutos de jogo.

 

Mais 17 minutos se passaram sem o Croácia Zagreb conseguir sequer chegar perto da baliza, mas, aos 34 minutos, um erro de Válter quase deu o primeiro golo a Balaj, no entanto, mais uma vez, Antonio Mirante mostrou que tinha sido uma contratação acertadíssima e impediu a bola de entrar na baliza.

 

O resto da primeira parte já foi mais dividido e o jogo chegou mesmo ao intervalo com zero para cada lado.

 

A segunda parte abriu com um golo de Bekim Balaj após cruzamento da direita, o que motivou a troca de Pipoca por Leandro e 4-2-4 da nossa parte.

 

Daniel Podence por Paulo Marques e o nosso massacre continuava, Juan José Bogado por Ferreira e o nosso ataque era total, mas parecia completamente impossível furar a barreira montada pelos croatas, até que Leandro, aos 76 minutos, conseguiu fazer o golo do empate.

 

O 1-1 era um resultado que nos servia melhor a nós, que ficávamos com 8 pontos, do que ao Croácia Zagreb que ficava com 4, no entanto, mandei-os continuar e tentei fazer-lhes perceber que só a vitória interessava. O jogo partiu, mas ninguém conseguiu chegar ao golo, ficando 1-1, um resultado que nos deixava a 4 pontos do concorrente direto, mas que deixava um amargo de boca pela exibição que fizemos e por aquilo que conquistaríamos com a vitória.

 

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Chaves 1 - 1 Croácia Zagreb

 

Seguia-se a visita à desilusão da época, o Benfica, mas esta semana também ficou marcada por outra novidade. Contratámos o Rui Fonseca, o segundo guarda-redes do Futebol Clube do Porto e, claramente, o futuro senhor da baliza nacional. Com Antonio Mirante a ajudar, estou convencido que a nossa baliza estará entregue durante os próximos anos.

 

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Tivemos de agir depressa porque o Rio Ave estava, também, na caça ao homem e, portanto, confirmamos a contratação já para Janeiro. Quanto ao Kadú e ao Guilherme Caldeira, logo se verá, mas um terá de sair.

 

O jogo que se seguia ia ser, claramente, difícil, o Benfica é sempre o Benfica e

 

Benfica (4-2-3-1): N. Godinho, Iván, César, V. Ruiz, J. Cancelo, D. Garmash, Talisca, Rodrigo, Bernardo Silva, Ivan Cavaleiro e N. Oliveira;

Chaves (4-3-3): A. Mirante, A. Verkoelen, D. Boyata, Carlos Henrique, José Ángel, Ferreira, Silva, Francisco Ramos, Matheus Pereira, P. Marques e Marquinhos.

 

"Mario César, como estás?", "Rodrigo, espero por ti amanhã para o jogo contra a França", um jogo contra dois jogadores com fortes ligações a mim, um no banco, outro a titular.

 

O jogo mal tinha começado já Paulo Marques tinha de sair por lesão, entrando Juan José Bogado que ainda não tinha justificado a sua contratação.

 

O Benfica justificou o favoritismo durante a primeira parte, dominando as ocorrências da primeira parte quase na sua titularidade. Primeira parte que ainda ficou marcada pela lesão de Ferreira aos 45 minutos, entrando Pipoca para o seu lugar, com Silva a ficar com as funções de médio defensivo.

 

Com duas substituições já feitas, o intervalo foi só para lhes dizer que esperava melhor deles na segunda parte e Leonardo Jardim respondeu à nossa falta de jogo ofensivo com a saída de Bernardo Silva, entrando Victor Andrade para o seu lugar e transformando o 4-2-3-1 em 4-2-4.

 

A falta de meio-campo prejudicou o Benfica e na segunda parte entrámos melhor, com Matheus Pereira a fazer o primeiro aos 51 minutos depois de uma excelente jogada individual, fazendo lembrar vários golos que marcara na época transata.

 

Mas a vantagem durou pouco tempo, Rodrigo fez o corredor direito todo, cruzou, José Ángel não chegou e Ivan Cavaleiro empatou o jogo, num lance de onde Pipoca saiu tocado.

 

Sanã Seidi e Leandro no aquecimento, com Pipoca ainda em campo, o Benfica fez a reviravolta por intermédio de César depois de uma confusão num canto. Chamei o Leandro, dei-lhe as instruções todas e íamos passar para 4-2-4 até que Francisco Ramos oferece o golo a Matheus Pereira que empata.

 

Com Leandro na linha para entrar não tive coragem de o mandar recuar, mas gritei-lhe "FICAS A MÉDIO! O CHICO FICA COM A BATUTA E TU FAZES O CAMPO TODO!", "Valeu, mister", foi a resposta que obtive e lá entrou o polivalente brasileiro para campo.

 

Logo a seguir, Francisco Ramos, "o Chico", portanto, teve nos pés a oportunidade de fazer o 2-3, mas a bola bateu no último central e não entrou.

 

Anthony Verkoelen a chorar por uma substituição, mandei-o não subir tanto para não ficar com a ala direita completamente desprotegida, mas foi pela ala esquerda que o Benfica fez o 3-2 aos 93 minutos por Nélson Oliveira. Um balde de água fria e uma derrota que nos deixava o Ferreira de fora por vários meses com uma ruptura de ligamentos.

 

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Benfica 3 - 2 Chaves

 

Começava a concentração espanhola e comecei a preparar outra tática para apresentar no amigável frente à França até que Ayozé Pérez e Sergio Roberto se lesionaram, entrando Gerard Deulofeu e Manu Trigueros para os seus lugares.

 

Espanha (4-2-3-1) - Guilherme de Melo

J. Soriano

M. Montoya - P. Suárez - Lucas - J. Bernat

M. Trigueros - S. Samper

J. Palacios - M. Asensio - Unai López

Rodrigo

 

vs.

 

K. Benzema

K. Coman

A. Griezmann ---------- R. Cabella

M. Schneiderlin - Y. M'Vila

L. Digne - S. Umtiti - R. Varane - S. Corchia

S. Ruffier

França (4-4-1-1) - Antoine Kombouaré

 

Outra tática, outros jogadores, tinha tudo para correr mal, mas para isso servem os amigáveis. Com 4 estreantes na seleção, Pelayo Suárez, Lucas, Sergi Samper e Julián Palacios, fomos nós que fomos à procura do primeiro golo.

 

E fomos nós que o conseguimos, Lucas Digne estava no sítio errado à hora errada e fez auto-golo depois de cruzamento da direita de Martín Montoya, após uma jogada de entendimento perfeita por aquele lado.

 

O poste impediu-nos, aos 30 minutos, de fazermos o 2-0 e qualquer tipo de reação da França era muito tímida, valeu-lhes Ruffier para impedir que a nossa vantagem se multiplicasse na primeira parte.

 

Intervalo, Gerard Deulofeu para o lugar de Rodrigo e Fernando Pacheco para o lugar de Juan Soriano, estreando-se assim o guarda-redes do Galatasaray.

 

A segunda parte começou com a lesão de Marco Asensio, entrando Óliver, e com o golo de Umtiti depois de um lançamento largo da esquerda de Lucas Digne.

 

Isco por Unai López, mais tarde Diego Costa por Juliàn Palacios e voltava o 4-1-3-2, mas quem marcou foi Philippe, aparecendo nas costas da defesa e fazendo o 1-2.

 

Koke ainda substituiu Sergi Samper, já cansado, mas já era tarde e a França vencia assim em Espanha num amigável onde eu aproveitei para experimentar muito, mas onde a segunda parte tinha ditado o falhanço.

 

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Espanha 1 - 2 França

 

Depois da derrota num amigável seguia-se um jogo onde não havia nada a ganhar, nem nada a perder, tal e qual como num amigável. Contudo, não deixava de ser um jogo oficial e resolvi apresentar a equipa na sua máxima força. Com Sérgio Ramos lesionado na preparação para este jogo, o centro da defesa foi totalmente remodelado relativamente àquilo que tem sido habitual.

 

Croácia (4-4-2) - Niko Kovac

L. Kalinic

A. Stipkovic - T. Jedvaj - V. Corluka - I. Strinic

D. Bubic - M. Kovacic - J. Radosevic - I. Kasunic

M. Mandzukic - A. Kramaric

 

vs.

 

Diego Costa - Rodrigo

Isco - Koke - Óliver

S. Busquets

J. Gayá - Iñigo Martínez - Lucas - D. Carvajal

J. Soriano

Espanha (4-1-3-2) - Guilherme de Melo

 

A Croácia sentia-se em casa e, com 0 pontos em 3 jogos, não queria descer de divisão sem conseguir, pelo menos, um ponto e entrou mandona e com vontade de vencer. No entanto, a primeira parte foi um deserto e não houve oportunidades de golo para nenhum dos jogadores. Destaque apenas para a saída de Óliver, por lesão, e a entrada de Unai López para o seu lugar.

 

Na segunda parte já aparecemos com outra atitude, com outra vontade de vencer e a Croácia pouco tempo tinha para respirar, até que, depois de uma jogada de insistência, a bola cai na esquerda em José Gayà, o lateral ofensivo cruzou e Unai López estava no sítio certo para se estrear a marcar com a camisola da seleção espanhola.

 

Jogada pela direita, Rodrigo a conduzir, deixa em Unai López, que oferece a Dani Carvajal. O lateral madrileño dá de volta em Rodrigo e o ponta-de-lança do Benfica remata fazendo o 0-2 aos 66 minutos.

 

No entanto, a vantagem de dois golos durou pouco com Mario Mandzukic a reduzir à ponta-de-lança, sem hipóteses para Juan Soriano. Sergio Busquets sai, cansado, e entra Sergi Samper para o seu lugar.

 

A Croácia começou a acreditar e Mario Mandzukic bisou mesmo, mas em fora-de-jogo. Koke deu o lugar a Marco Asensio, refrescando o meio-campo e a Croácia perdeu um pouco do seu fulgor, terminando assim o jogo no Maksimir, com a Croácia a desperdir-se da Divisão A com 0 pontos.

 

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Croácia 1 - 2 Espanha

 

De volta a Portugal, Novembro ainda tinha pela frente três jogos, um para cada competição onde estamos envolvidos. O primeiro era mesmo para a Taça de Portugal, já depois de Marquinhos assinar, finalmente, um contrato a definitivo connosco, e iríamos à Póvoa de Varzim. Como é normal nas Taças, iria aproveitar para rodar a equipa e foi exatamente isso que fiz.

 

Varzim (4-5-1): Moreira, Abel Pereira, A. Almeida, T. Lucas, F. Cheta, F. Assunção, T. Cunha, Diogo Baltazar, A. Postiga, Luís Miguel, R. Carvalho;

Chaves (4-3-3): Kadú, M. Meza, Carlos Henrique, M. Bola, José Angel, João Pedro, V. Pedrosa, Pipoca, D. Podence, J. Bogado e Leandro.

 

Com imensa qualidade em campo, apesar de ser um onze quase completamente alternativo, não houve qualquer problema de entrosamento e o Varzim limitava-se a deixar um homem mais avançado com dez atrás da linha da bola.

 

A estratégia dos da casa ia resultando na medida em que não havia golo nem jogadas de enorme perigo o que acabou por se traduzir num nulo ao intervalo.

 

A nossa exibição não estava a ser má, mas não estávamos a conseguir desmontar a linha defensiva do Varzim e isso deixava-me bastante irritado e fiz questão de dizer aos jogadores que estava insatisfeito. E eles acordaram, a abrir a segunda parte, jogada pela esquerda, Juan José Bogado cruza e Leandro faz o primeiro.

 

Novamente pela esquerda, José Ángel dá para Juan José Bogado, que entrega em João Pedro à entrada da área e o homem emprestado pelo Nacional da Madeira faz um verdadeiro golaço aos 63 minutos.

 

Saem Daniel Podence e Carlos Henrique, entram Alex Soares e Grejohn Kyei com a passagem para 4-2-3-1. Lançamento da esquerda para José Ángel, Juan José Bogado devolve ao lateral espanhol que cruza e Grejohn Kyei amplia a vantagem para 0-3.

 

Sem Luís Rocha não me podia arriscar a perder José Ángel e, por isso mesmo, saiu por Anthony Verkoelen, com o holandês a fazer a esquerda e algum acalmar de ânimos que 0-3 chegava perfeitamente.

 

Não foi difícil segurar a vantagem, sendo que a maior dificuldade era dizer aos meus homens para terem calma e não arriscarem lesões nem problemas. Tudo acabou por correr bem e o jogo terminou com uma vantagem de 3 golos para o nosso lado.

 

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Varzim 0 - 3 Chaves

 

Seguia-se a ida para a Grécia para defrontar o PAOK, com um olho na Itália onde a vitória da Sampdoria nos garantiria o segundo lugar do grupo, mas com todo o resto do pensamento a estar no jogo cuja vitória faria o mesmo efeito. Antes disso, o sorteio mandou o Arouca vir visitar Chaves na Quinta Eliminatória da Taça de Portugal, fase da competição onde eu mais longe tinha chegado e fase que queria ultrapassar este ano.

 

PAOK (4-3-3): T. Freitas, M. Milec, Rolando, Miguel Vítor, Yuri, I. Amadou, Rubén Pérez, C. Noboa, William, S. Giovinco e L. Ulloa;

Chaves (4-3-3): A. Mirante, A. Verkoelen, D. Boyata, Válter, José Ángel, S. Seidi, Silva, Francisco Ramos, Matheus Pereira, P. Marques e Marquinhos.

 

O PAOK entrou retraído e a dar-nos alguma liberdade para construir o nosso jogo, algo que não esperávamos que acontecesse na Grécia. No entanto, nunca deram erros defensivos e foram começando a estabelecer o seu jogo à medida que o tempo passava.

 

Até que aos 36 minutos apareceu a primeira oportunidade de golo do jogo, Leonardo Ulloa recebe um cruzamento da direita, remata e... bola ao poste. Até ao fim da primeira parte só houve a registar dois golos na Itália, o Croácia Zagreb punha-se na frente por Petrov aos 45 minutos, mas, dois minutos depois, ainda na primeira parte, Polenta fazia o empate.

 

53 minutos, Válter sai, tocado, por Carlos Henrique. O PAOK continuava mais forte e, na tentativa de ganhar outra criatividade no meio-campo, Sanã Seidi deu o lugar a Pipoca, passando Silva para trás de Francisco Ramos e do médio brasileiro.

 

Recomeçámos a tomar conta do jogo e a Sampdoria fez o 2-1, novamente por Polenta, o que nos deu alguma tranquilidade, tranquilidade essa que se traduziu numa excelente jogada pela esquerda, José Ángel, Silva, Paulo Marques, Pipoca e GOLO!, um golo saído do banco aos 75 minutos.

 

O PAOK morreu aí e, pouco depois, livre da esquerda, Matheus Pereira a marcar, Marquinhos sobe e, de cabeça, faz o segundo. Tempo ainda para Luís Rocha regressar à competição, entrando por José Ángel que já se mostrava fatigado.

 

Desde o primeiro golo só deu Chaves e depois do segundo não foi exceção, o jogo estava controladíssimo, a nossa exibição melhor do que nunca, até que o árbitro terminou com o jogo que nos carimbou a passagem à fase seguinte.

 

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PAOK 0 - 2 Chaves

 

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Absolutamente fantástico e só ao alcance de autênticos pré-destinados como eu! Para terminar o mês, íamos receber o Marítimo de Rui Vitória que ia com um campeonato longe de ser bom, mas com um facto curioso: nenhum empate. 12 pontos em 10 jogos, todos obtidos através de vitórias.

 

Apesar do jogo a meio da semana, todos se mostravam capazes de alinhar frente ao Marítimo com exceção de Válter, lesionado. Mantive nove jogadores e apenas adicionei o Carlos Henrique e o Pipoca aos nomes escolhidos.

 

Chaves (4-3-3): A. Mirante, A. Verkoelen, D. Boyata, Carlos Henrique, José Ángel, S. Seidi, Silva, Pipoca, Matheus Pereira, P. Marques e Marquinhos;

Marítimo (4-5-1): José Sá, R. Ramos, João Nunes, I. Edinger, Filipe Ferreira, Nuno Santos, Danilo Pereira, Tiago Rodrigues, Eduardo, L. Garritano e M. Valotti.

 

Uma vitória colocar-nos-ia em segundo lugar, podendo até ir para primeiro se o Sporting escorregasse e, portanto, como sempre, o objetivo era vencer para começar a consolidar o lugar europeu e, quem sabe, aproveitar o ano mau de Porto e Benfica para almejar a Liga dos Campeões.

 

No entanto, as melhores oportunidades apareciam aos insulares que começavam a acreditar que podiam vencer, com três oportunidades claras de golo falhadas por puro azar.

 

Até que aos 41 minutos aconteceu mesmo, livre da esquerda e Filipe Ferreira, de cabeça, mete a bola lá dentro. Silva estava completamente ausente do jogo e saiu por Leandro, aplicando-se logo o 4-2-4, que, até ao intervalo, não fez diferença, apesar de se ter notado uma mudança de atitude na equipa, com José Sá a ter de se esmerar para manter a vantagem.

 

Começa a segunda parte e... Nuno Santos, de longe, faz o segundo. Carlos Henrique sai, Vítor Pedrosa entra. Atacávamos muito mais, mas o golo não aparecia, até que ignorei o rigor tático, tirei Anthony Verkoelen e coloquei em campo Juan José Bogado, ficando apenas com três defesas.

 

Até ao fim só deu Chaves, mas golos nem vê-los e a derrota apareceu num jogo onde nunca poderia aparecer. Novembro tornava-se assim num mês com pontos positivos nas outras competições, mas péssimo na Primeira Liga onde apenas tínhamos vencido o Penafiel e tínhamos perdido a oportunidade de, pelo menos, ter os mesmos pontos que o primeiro.

 

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Chaves 0 - 2 Marítimo

 

Classificação no fim de Novembro

Liga Europa

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Liga NOS

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Dezembro perspetivava-se como mais um longo mês, com 6 jogos pela frente e onde era imperativo melhorar o registo no campeonato.

Editado por Carlos Gouveia

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Tenho tido uns problemas aqui em Lisboa com o alojamento e assim e ainda nem sequer consegui abrir o FM. Não prometo uma data, mas espero que para a semana a situação esteja resolvida.

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@Almeno: Guilherme de Melo a voar na Europa 8-)

 

@Burkina2008: assim é que eles estão bem :mrgreen:

 

Peço desculpa pela demora, o ritmo não será o mesmo até porque tenho muito trabalho, mas espero não voltar a demorar 3 semanas a atualizar!

 

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Que o melhor de 2020 seja o pior de 2021

 

Nations League, meia-final: Espanha vs. Holanda. Esta foi a primeira notícia do último mês de Dezembro que começava com um jogo europeu. Íamos defrontar a Sampdoria na luta pelo primeiro lugar do grupo da Liga Europa, apesar de ambos sabermos que ambos iríamos estar nas competições europeias em 2021.

 

Chaves (4-3-3): A. Mirante, A. Verkoelen, D. Boyata, Carlos Henrique, José Ángel, S. Seidi, Silva, Francisco Ramos, Leandro, P. Marques e Marquinhos;

Sampdoria (4-3-3): E. Viviano, Kim Jong-Hyun, Kaan Ayhan, E. Velázquez, V. Regini, E. Badu, Lucas Silva, L. Marrone, L. Insigne, Geuvânio, M. Gabbiadini.

 

A Sampdoria entrou claramente melhor e por várias vezes esteve perto de se pôr em vantagem, algo que Antonio Mirante e também uma boa dose de sorte impediram que acontecesse durante a primeira parte.

 

Nos primeiros 45 minutos, Anthony Verkoelen saiu por João Pedro, por lesão e quando já tudo se preparava para ir ao bar do estádio comprar algo para o intervalo, Lucas Silva fez falta sobre Francisco Ramos no limite da grande área. Penalty e, aos 46 minutos, Francisco Ramos aproveitou e fez o 1-0.

 

Na segunda parte, ao contrário do esperado, o jogo apareceu mais equilibrado, sem oportunidades de golo para nenhum dos lados.

 

Sanã Seidi deu lugar a Vítor Pedrosa e, logo a seguir, João Pedro saiu por lesão, dando lugar a Luís Rocha, que foi para a direita, passando Dedryck Boyata de volta para o centro.

 

Ainda assim, as melhores oportunidades pertenciam-nos, até que ao minuto 75 a Sampdoria esteve perto do golo por três vezes, mas o frio transmontano impediu os italianos de fazer o 1-1.

 

No entanto, isto deu um novo acreditar à formação transalpina e aos 81 minutos, Lorenzo Insigne fez mesmo o 1-1. 4-2-4 porque perder era igual a empatar e Silva esteve mesmo perto do golo aos 90 minutos, no entanto o destino do jogo estava traçado e 1-1 foi o resultado final.

 

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Chaves 1 - 1 Sampdoria

 

Seguia-se o duelo frente ao primeiro classificado: o Sporting. Era importante vencer, até porque tínhamos perdido os dois últimos jogos na Liga NOS, e era nisso que estávamos focados, mesmo sabendo que, dado o início de época do Benfica e do Porto, iríamos defrontar o futuro campeão nacional.

 

Chaves (4-3-3): A. Mirante, M. Meza, D. Boyata, Válter, José Ángel, S. Seidi, Silva, Francisco Ramos, Matheus Pereira, J. Bogado e Marquinhos;

Sporting CP (4-2-3-1): R. Patrício, Ricardo Esgaio, C. Silva, Maurício, N. Vallejos, J. Miranda, A. Martins, V. Viola, A. Cruz, P. Soares e J. Vicente.

 

Sem Anthony Verkoelen nem Paulo Marques, mas já com Válter, o onze sofreu três alterações e até entrámos mais fortes, encostando o Sporting atrás e jogando o nosso jogo à nossa vontade.

 

No entanto, o Sporting começou a criar perigo sempre em contra-ataque e José Vicente por duas vezes falhou golos cantados, para estupefação dos adeptos leoninos presentes em Chaves.

 

Apesar do controlo, o Sporting acabou por ser mais perigoso na primeira parte, contudo ao intervalo era o nulo que reinava.

 

Amarelado e cansado, José Ángel deu lugar a Luís Rocha aos 15 minutos da segunda parte e, pouco depois, cruzamento da direita e André Martins fez o primeiro do encontro.

 

Leandro para o lugar de Sanã Seidi e 4-2-4 em campo aos 68 minutos. Pouco depois, Pipoca rendeu Silva e estávamos a tentar tudo para fazer o 1-1, no entanto, era o Sporting que aproveitava a nossa falta de presença no meio-campo para atacar.

 

Aos 77 minutos, jogada pela direita com um grande passe de Francisco Ramos para Juan José Bogado e o argentino estreava-se a marcar na Liga NOS, fazendo o 1-1.

 

4-3-3 de regresso, mas o nosso acreditar era notório e Pipoca, logo a seguir, obrigou Rui Patrício a esmerar-se. O Sporting não conseguiu reagir de imediato e o 2-1 podia ter aparecido, mas não apareceu e a equipa verde-e-branca voltou a tentar os 3 pontos. Nenhuma das equipas logrou o seu objetivo e o jogo acabou por terminar empatado.

 

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Chaves 1 - 1 Sporting CP

 

Empatar é melhor que perder, mas o nosso objetivo era ganhar e, nesse capítulo, tínhamos fracassado. Para finalmente conquistarmos os 3 pontos, aparecia-nos pela frente o Vitória SC. Um jogo num campo complicado também numa altura complicada para nós.

 

Vitória SC (4-2-3-1): Ricardo Ribeiro, H. Ramos, Marcão, P. Freitas, Caíque, André André, Jorge Miguel, Cristiano, Tiago Silva, Leandro Raimundo e K. Friesenbichler;

Chaves (4-3-3): A. Mirante, M. Meza, D. Boyata, Válter, José Ángel, S. Seidi, Francisco Ramos, P. Marques, Matheus Pereira, J. Bogado e Marquinhos.

 

Juan José Bogado a ser premiado pela boa exibição e a manter o lugar no 11 e Paulo Marques a tentar ir corrigir a falta de criatividade que o meio-campo vinha apresentando nos últimos tempos. E a verdade é que a invenção até ia correndo bem, com o nosso meio-campo a ser comandado por Paulo Marques e com Juan José Bogado a entender-se muito bem com aquele que era normalmente o seu rival na luta por um lugar no 11.

 

No entanto, foi pela direita que o golo apareceu, Matías Meza conduziu pela linha, deu no centro em Francisco Ramos, que deu em Paulo Marques, este último isolou Marquinhos e o brasileiro regressou aos golos aos 14 minutos.

 

O domínio continuou nosso e o segundo iria aparecer a qualquer momento, até que Paulo Marques descobre José Ángel pela esquerda, dá em profundidade, o espanhol cruza para Matheus Pereira que remata e possibilita uma grande defesa ao meu ex-guarda-redes, no entanto, na recarga, Matheus Pereira fez o 0-2 aos 32 minutos, resultado que assim se manteve até ao intervalo.

 

Na segunda parte, um erro de Válter logo a abrir quase permitiu ao Vitória SC reduzir, mas Antonio Mirante apareceu e defendeu com segurança. No entanto, isto foi um aviso da equipa que ia aparecer nos segundos 45 minutos.

 

Matías Meza sai, aos 54 minutos, lesionado, dando lugar a Carlos Henrique, passando Válter para a direita, numa altura em que o jogo se encontrava dividido e o Vitória SC procurava reduzir a desvantagem com vista a lutar, no mínimo, pelo empate.

 

Mas a segunda parte foi passando e a equipa da casa continuava sem marcar. Aos 80 minutos, dupla substituição e Silva e Pipoca entravam para o lugar de Francisco Ramos e Paulo Marques, cansados.

 

O 0-3 esteve perto pouco tempo depois, mas Ricardo Ribeiro impediu o golo e lançou um contra-ataque que não deu em nada. O Vitória SC acabou a jogar com 10, por lesão de Tiago Silva aos 88 minutos, mas o resultado estava fixado e o jogo terminou com 2 golos sem resposta da equipa flaviense.

 

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Vitória SC 0 - 2 Chaves

 

Seguia-se o Arouca para a Taça de Portugal, num jogo onde, como faço em todos os jogos das taças internas, iria dar minutos a alguns menos utilizados, mas iria tentar na mesma a vitória.

 

Chaves (4-3-3): Kadú, A. Verkoelen, Carlos Henrique, João Pedro, Luís Rocha, Alex Soares, Silva, Pipoca, D. Podence, J. Bogado e Leandro;

Arouca (4-5-1): Rafael, Iván Balliu, Derlan, Y. Claes, Luís Martins, Zacarias, Mikel Agu, Gabriel, D. Van Herck, Yago Henrique e M. Cañete.

 

Dois jogos consecutivos contra ex-guarda-redes do Chaves davam-nos vontade de repetir a dose, mas o início do jogo foi muito equilibrado e nenhuma das equipas se apresentou claramente melhor que a outra.

 

Até que aos 43 minutos, Zacarias cruzou da direita e Marcelo Cañete fez o primeiro, dando a vantagem à equipa visitante ao intervalo.

 

Grejohn Kyei para o lugar de Alex Soares ao intervalo e entrávamos na segunda parte em 4-2-4, procurando claramente o golo que empatásse a eliminatória.

 

Aos 53 minutos, Leandro lesiona-se e entra Matheus Pereira para o seu lugar e, 8 minutos depois, livre da direita, confusão na área e Juan José Bogado faz o 1-1.

 

5 minutos depois, Matheus Pereira conduziu pelo meio, deu para Grejohn Kyei que deu para Juan José Bogado, mas Iván Balliu chegou no momento certo e impediu o 2-1. No entanto, o corte do espanhol sobrou para Daniel Podence que concluiu a reviravolta no marcador.

 

Mas a vantagem durou pouco tempo e, logo a seguir, Zacarias fez o 2-2. Zacarias esse que, por mais duas vezes, não fez o 2-3 porque Kadú esteve no sítio certo à hora certa.

 

Vítor Pedrosa entrou para o lugar de Juan José Bogado, cansado, e o 4-3-3 estava de volta mesmo connosco empatados, mas magia aconteceu e Matheus Pereira assinou um golaço aos 80 minutos de livre direto.

 

Zacarias ainda esteve perto do 3-3, mas a bola passou a rasar o poste, mas isto foi apenas um sinal do que ainda aí vinha e, aos 94 minutos, Nildo mandou o jogo para prolongamento.

 

O prolongamento começou com um golo de Zacarias e o Arouca estava na frente, no entanto, a lesão de Gabriel aos 9 minutos do prolongamento deixou-os a jogar com 10.

 

A formação visitante passou então a defender a vantagem e nós procurávamos contrariar a desvantagem e foi preciso chegar o minuto 121 para Anthony Verkoelen, que já era mais um extremo que um lateral, fazer o 4-4 e mandar o jogo para penalties.

 

Kadú vs. Luís Martins (0-1)

Anthony Verkoelen vs. Rafael (1-1)

 

Kadú vs. Derlan (1-2)

Silva vs. Rafael (2-2)

 

Kadú vs. Zacarias (2-3)

Luís Rocha vs. Rafael (3-3)

 

Kadú vs. Nildo (3-4)

Matheus Pereira vs. Rafael (4-4)

 

Kadú vs. Mikel Agu (4-5)

João Pedro vs. Rafael (5-5)

 

Kadú vs. Marcelo Cañete (5-6)

Daniel Podence vs. Rafael (6-6)

 

Kadú vs. Alan Fialho (6-7)

Carlos Henrique vs. Rafael (7-7)

 

Kadú vs. Paulo José (7-8 )

Pipoca vs. Rafael (7-8 )

 

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Chaves 4 - 4 Arouca (7 - 8 após g.p.)

 

Estávamos de fora da Taça de Portugal de forma patética e depois de uma exibição horrível. Seguia-se o sorteio para a Liga Europa, onde estivemos representados pela pessoa do Celcinho e calhou-nos a ida a Sevilla para defrontar o Real Bétis no dia 18 de Fevereiro de 2021, vindo a equipa espanhola a Portugal 8 dias antes desse jogo. O vencedor desta eliminatória defrontará o vencedor da eliminatória que coloca Mónaco e Trabzonspor frente-a-frente.

 

Mas antes de nos despedirmos da Liga NOS em 2020 tínhamos mais um sorteio pela frente, desta vez para a Taça da Liga, onde éramos primeiros cabeças-de-série, juntamente com Benfica, Porto e Sporting. Gil Vicente, Moreirense e Vitória FC foram as equipas que nos calharam, o que significaria que 2020 ainda teria mais dois jogos contra a equipa de Setúbal. Um em Setúbal para o campeonato e outro em Chaves para a Taça da Liga.

 

Vitória FC (4-4-2): D. Fernandes, Guilherme, Frederico Venâncio, François, Joaozinho, Marco Matias, M. Horta, Tcheco, Fábio Sturgeon, F. Gomes e Suk;

Chaves (4-3-3): A. Mirante, A. Verkoelen, D. Boyata, Válter, José Ángel, S. Seidi, Francisco Ramos, P. Marques, Matheus Pereira, J. Bogado e Marquinhos.

 

Matheus Pereira conduz pelo meio, dá na esquerda em José Ángel, o espanhol cruza para Juan José Bogado, que dá em Marquinhos e, depois de 18 minutos completamente dominados pela equipa azul-grená, está feito o primeiro no Estádio do Bonfim.

 

O jogo continuou a ser nosso e o Vitória FC não conseguia sequer criar perigo, dando um jogo descansado a Antonio Mirante. O segundo apareceu aos 33 minutos, de livre direto, Matheus Pereira fez um golo de fazer levantar os adeptos.

 

Logo a seguir, jogada pela direita, passes a entrar por fora da área, Anthony Verkoelen, Sanã Seidi, Paulo Marques, Francisco Ramos, Juan José Bogado e 0-3. 37 minutos de jogo e estava praticamente encontrado o vencedor.

 

Na segunda parte, Antonio Mirante teve de mostrar perante Frederico Gomes, impedindo o 1-3 logo a abrir. No entanto, o jogo continuou a ser dominado por nós. Paulo Marques sai por Pipoca, mais tarde Marquinhos e Francisco Ramos dão lugar a Leandro e Silva e Suk ainda reduziu, mas golo invalidado.

 

Logo a seguir, jogada pela direita e Joaozinho faz falta sobre Leandro, Matheus Pereira chamado à marcação e não falhou. Ainda houve tempo para uma jogada entre Pipoca e Silva, este último assistiu Matheus Pereira que fez o hat-trick e assim selou o resultado final, 0-5 num jogo manifestamente fácil e sem grande interesse onde venceu a única equipa em campo.

 

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Vitória FC 0 - 5 Chaves

 

Recuperado o desaire frente ao Arouca, passou o Natal, mas 2020 ainda tinha outro jogo pela frente. Desta vez em Chaves, onde já não ganhávamos desde 25 de Outubro. Como habitual, algumas alterações no 11, mas nada tão radical como contra o Arouca.

 

Chaves (4-3-3): Kadú, M. Meza, D. Boyata, Carlos Henrique, Luís Rocha, S. Seidi, Silva, Pipoca, Matheus Pereira, D. Podence e Grejohn Kyei;

Vitória FC (4-2-3-1): D. Fernandes, M. Horta, Frederico Venâncio, Joaozinho, Tcheco, A. Mendão, Fábio Sturgeon, Suk, Marco Matías e A. Lampreia.

 

O jogo começou equilibrado e aos 30 minutos já tínhamos tido duas lesões. Sai Daniel Podence, entra Leandro, sai Dedryck Boyata, entra João Pedro.

 

O jogo continuou e já se adivinhava intervalo sem golos, mas aos 44 minutos, jogada pela esquerda, combinação entre Luís Rocha e Sanã Seidi, bola em Pipoca que dá na direita e o suspeito do costume, Matheus Pereira, fez o primeiro que fixou o resultado ao intervalo.

 

Na segunda parte, a equipa setubalense entrou mais forte e quase conseguiu o empate que apareceu mesmo aos 64 minutos por via de Fábio Sturgeon depois de um cruzamento da direita de Lampreia.

 

Equilíbrio era o mote do jogo e o segundo golo podia aparecer para ambos os lados e apareceu por intermédio de François. Matheus Pereira dá em Pipoca, Pipoca na esquerda em Leandro, que remata de fora da área, a bola bate no central setubalense e engana Daniel Fernandes, 76 minutos, 2-1.

 

Até ao fim já só deu Chaves e o resultado não se alterou, quebrando o jejum em casa e fechando 2020 com uma vitória.

 

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Chaves 2 - 1 Vitória FC

 

Acaba assim 2020, um ano histórico para o Grupo Desportivo de Chaves e, como é óbvio, para mim. Que o melhor de 2020 seja o pior de 2021 e em 2021 ganharemos a Liga Europa!

 

Classificação no final de 2020

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Está a ser uma época verdadeiramente sui generis e é assim que tem de continuar. O Gil Vicente ainda vai quebrar e o Braga também. Dependemos de nós próprios para conseguirmos algo inédito. Já nem digo que vamos ser campeões, mas estamos em boas condições para lutar por um lugar na Liga dos Campeões.

Editado por Carlos Gouveia

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LOL o campeonato está todo mamado :lol:

 

1º lugar, grande Guilherme!

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O save não morreu, os meus planos para já são acabar esta época e ainda tentar fazer o Mundial 2022.

 

Nem que seja na altura do Natal, a época vai acabar por respeito a todos os que me acompanharam. Peço, desde já, desculpa, mas estou mesmo cheio de trabalho no mestrado. Obrigado a todos.

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Bom bug do jogo. Propunha contrato a um jogador meu e perdi-o porque o contrato nunca era submetido, ou seja, era como se eu nunca tentasse renovar com ele e até tentei renovar por bem mais do que o que ele acabou por vir a receber!

 

A partir do jogo frente ao Estoril, as atualizações serão muito menos pormenorizadas, com muito menos texto, só mesmo de forma a conseguir avançar com isto, até porque o tempo não abunda. Peço desculpa a todos, mas creio ser preferível assim do que não atualizar de todo.

 

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O primeiro mês de 2021

 

Luís Suárez foi o grande vencedor dos prémios referentes a 2020, mas, estranhamente, não figurou no 11 ideal da FIFA.

 

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Com a abertura do período de transferências, Marquinhos assinou mesmo por nós e 700.000€ foram para o Fluminense, Rui Fonseca, como já era sabido, veio para Chaves a troco de 110.000€, deixando o FC Porto e, no sentido inverso, por 81.000€, foi Guilherme Caldeira. Outro guarda-redes também saiu, desta vez a custo zero, Seydou Sy saiu para o Benfica onde, surpreendentemente, deverá ser titular.

 

O primeiro jogo do ano foi em Chaves frente à equipa sensação do ano: o Gil Vicente. Sabiamos que era um jogo difícil, mas também sabíamos que éramos superiores e era isso mesmo que queríamos demonstrar.

 

Chaves (4-3-3): A. Mirante, A. Verkoelen, D. Boyata, Válter, José Ángel, S. Seidi, Francisco Ramos, P. Marques, Matheus Pereira, J. Bogado e Marquinhos;

Gil Vicente (4-2-3-1): Bruno Fuso, Caramelo, Pécks, G. Silva, R. Gamboa, Jander, Leandro Pimenta, Diogo Viana, J. Cardoso, Caetano e Gian.

 

José Mota entregou-nos a posse de bola e Bruno Fuso juntamente com os ferros iam mantendo o 0-0, registando apenas 27% de posse de bola aquando da lesão de José Ángel aos 20 minutos.

 

Mas nem com Luís Rocha em campo a tendência se inverteu e o jogo só dava Chaves, no entanto, não havia golos e assim foi até ao intervalo.

 

Na segunda parte continuou tudo na mesma, mas água mole em pedra dura, tanto bate até que fura e furou mesmo. Juan José Bogado, a fazer um jogo péssimo, assistiu Marquinhos para o 1-0 aos 57 minutos. A substituição já estava plenada e nem a assistência salvou Juan José Bogado, que saiu aos 57 minutos por Silva, passando Paulo Marques para a esquerda.

 

Matheus Pereira ainda marcou aos 73 minutos, mas foi invalidado por fora de jogo e, pouco depois, Francisco Ramos saiu cansado, dando lugar a Pipoca. O segundo esteve à porta depois de uma grande jogada de Paulo Marques, mas Marquinhos atirou ao poste aos 88 minutos, fazendo com que a vitória viesse pela margem mínima num jogo onde jogámos para muito mais, mas Bruno Fuso fez uma enorme exibição.

 

Arouca 2-1 Braga e estamos em primeiro lugar isolados a 3 pontos do 2º e do 3º classificados à 15ª jornada. Notável!

 

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Chaves 1 - 0 Gil Vicente

 

José Ángel de fora por mês e meio, Luís Rocha terá de assumir o lugar naquela que é, provavelmente, a posição onde tenho mais confiança no meu suplente. E como uma má notícia nunca vem só, veio uma bem pior: Matheus Pereira vai assinar pela Fiorentina no final da época a custo zero, depois de termos tentado renovar contrato, não conseguimos chegar a acordo e a Fiorentina mostrou-se mais poderosa.

 

Académica (4-3-3): Lee. T. Pinheiro, Miguel Rodrigues, André Pinto, P. Eugénio, Nwankwo Obiorah, Marcos Paulo, F. Marquet, Renatinho, L. Quiroga e Roni;

Chaves (4-3-3): A. Mirante, A. Verkoelen, D. Boyata, Válter, José Ángel, S. Seidi, Francisco Ramos, P. Marques, Matheus Pereira, J. Bogado e Marquinhos.

 

Lee, Lee, Lee e Roni, depois de Lee impedir o nosso golo por 3 ocasiões claras, Roni fez o primeiro aos 8 minutos, deixando-nos a perder. Depois disso, voltou o show de Lee que só parou aos 28 minutos. Jogada pela esquerda, Luís Rocha, Juan José Bogado, Paulo Marques e Marcos Paulo faz penalty. Francisco Ramos chamado a converter e Lee ficou perto, mas não conseguiu impedir o golo do médio português.

 

O resto da primeira parte foi chato e sem grandes oportunidades com nenhuma das equipas a realmente procurar o golo que as catapultasse para a frente do marcador, havendo apenas uma oportunidade para cada lado.

 

Na segunda parte houve mais do mesmo, um jogo dividido, sem grandes oportunidades e muito morno. Matías Meza por Luís Rocha, cansado, Silva por Francisco Ramos na esperança de dar outra dinâmica ao meio-campo.

 

Mas Silva entrou mal e cinco minutos depois já estava expulso por vermelho direto após uma entrada dura sobre André Pinto. E foi a jogar com 10 que tivemos a melhor oportunidade do jogo, mas Marquinhos falhou a baliza, algo que, conjugado com a exibição muito morna que estava a fazer, lhe valeu a saída por Leandro.

 

No entanto, o resultado estava fechado e a qualidade de jogo estava fixada, ia ser o mesmo jogo que foi desde o nosso golo até ao fim e, como tal, não houve mais golos.

 

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Académica 1 - 1 Chaves

 

Seguia-se a receção ao Moreirense para a Taça da Liga, poucos dias antes do jogo contra o Estoril para a Liga NOS e as nossas prioridades estão bem definidas: campeonato, portanto dei-me ao luxo de, como habitual, promover alguma rotatividade

 

Chaves (4-3-3): R. Fonseca, M. Meza, D. Boyata, Carlos Henrique, M. Bola, João Pedro, V. Pedrosa, Pipoca, Leandro, P. Marques e Grejohn Kyei;

Moreirense (4-5-1): Carlinhos, Breno, R. Gomes, B. Wilson, A. Cerqueira, A. Sainrimat, Allan, Dudu, Luis Gustavo, A. Preciado e Thiago Neves.

 

Mesmo com a equipa suplente, entrámos muito bem e o golo acabou por aparecer, João Pedro para Pipoca, Vítor Pedrosa, este último faz grande passe para a área, Leandro domina e à meia-volta faz o 1-0 aos 11 minutos de jogo, numa altura em que o Moreirense ainda deveria estar à procura do caminho para sair dos balneários.

 

Com o golo, o Moreirense tentou uma reação muito tímida e o segundo apareceu mesmo, Leandro, Matías Meza, Vítor Pedrosa, Pipoca, Leandro de novo e bis do avançado brasileiro.

 

Jogo relativamente controlado, Ferreira e Alex Soares para o aquecimento para entrarem na segunda parte, no entanto, Paulo Marques sofreu um toque e eu antecipei a entrada do Alex Soares, rearranjando completamente as peças no terreno, com Dedryck Boyata a ir para a lateral direita, João Pedro a descer para central, Alex Soares a ir para trinco, Matías Meza para extremo direito e Leandro a trocar de ala.

 

O resto da primeira parte não teve mais novidades e a segunda seguiu-se-lhe. O Moreirense apareceu perigoso e a tentar fazer o 2-1, no entanto, com o passar do tempo, voltámos a ser nós a mandar no encontro, o que me deu mais segurança para tirar Dedryck Boyata e promover o regresso de Ferreira aos relvados depois de uma lesão grave.

 

Grejohn Kyei deu o lugar a Silva devido a um toque aos 83 minutos e estavam esgotadas as substituições. Nos 10 minutos que restavam, Marcelo ainda se lesionou sozinho e Leandro teve uma oportunidade soberana para fazer o hat-trick que desperdiçou. 2-0, mas a passagem ainda não está assegurada.

 

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Chaves 2 - 0 Moreirense

 

Ainda que tivesse sido uma lesão pequena, Paulo Marques ia ficar de fora frente ao Estoril e podia não recuperar a tempo do duelo contra o Gil Vicente para a Taça da Liga.

 

Na Espanha, nesta semana, ficámos a saber o nosso grupo no FIFA World Cup UEFA Qualifying Section, que conta com República Checa, Croácia, Bulgária, Letónia e, claro está, Espanha.

 

Chaves (4-3-3): A. Mirante, A. Verkoelen, D. Boyata, Válter, José Ángel, S. Seidi, Francisco Ramos, Pipoca, Matheus Pereira, J. Bogado e Marquinhos;

Estoril (4-1-3-1-1): Vágner, Júnior, Francis Obidikwa, João Miguel, Wanderson Cassimiro, Gonçalo, Diogo Amado, L. Palun, P. Jalo, T. Dias e Éverton Heleno.

 

Na última jornada da primeira volta queríamos terminar essa primeira volta na frente de todos e entrámos com vontade de conseguir precisamente isso. Matheus Pereira na direita em Marquinhos, o ponta-de-lança cruza e Juan José Bogado faz o 1-0 aos 14 minutos.

 

Só deu Chaves durante a primeira parte, mas não houve mais golos para festejar, tendo Vágner impedido outro de Juan José Bogado mesmo a fechar os 45 minutos.

 

Entrámos na segunda parte a ganhar pela margem mínima e eu queria mais. Luís Rocha, Saña Seidi, grande passe para Matheus Pereira e o extremo brasileiro mostrou que ainda não está com a cabeça na Fiorentina e cumpriu o meu desejo logo aos 47 minutos.

 

O Estoril não conseguia reagir e Antonio Mirante ainda não tinha sequer agarrado uma bola à hora de jogo, que foi a altura onde começou a tentar acordar.

 

Anthony Verkoelen, a fazer um bom jogo, mas já cansado, deu lugar a Matías Meza, Pipoca, também cansado, trocou com Vítor Pedrosa. Mais tarde, Matheus Pereira saiu por Leandro e Vágner fez uns últimos minutos excelentes, impedindo o 3-0 por várias ocasiões.

 

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Chaves 2 - 0 Estoril

 

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Gil Vicente 1 - 3 Chaves

 

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Chaves 5 - 0 Braga

 

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Arouca 0 - 4 Chaves

 

Um mês de Janeiro fantástico, mesmo ao meu estilo, que nos deixa numa posição muito bonita e histórica para o futebol português.

 

Classificação no fim de Janeiro

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Demorei quase uma semana a ler tudo o que me faltava, cheguei a acompanhar os tempos no Lusitânia mas depois fiquei meses sem visitar esta secção. Excelente save. Foi interessante ver o Chaves na rua da amargura no CNS e a evolução desde então. A traição à pátria com a ida para a seleção espanhola foi muito bom também. :lol: Parece que as coisas se foram delineando de uma maneira perfeita para chegar até aqui.

Época excelente, com a passagem na EL e o 1º lugar. Os três grandes estão uma miséria e a taça não quer mesmo nada contigo. É o Estarreja, é o Arouca... :mrgreen:

Percebo a falta de tempo, mas espero que vás continuando o save, de preferência com mais sobre o Guilherme de Melo. Falta aquele diálogo com os pais, ao género: "Vêem? Sou ou não sou o maior?!"

 

Força com isso e boa sorte para os trabalhos. :compinchas:

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A caminho de algo enorme

 

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Segunda vez que venço este troféu na época, a confirmar o que todo o mundo já sabe.

 

Quanto às inscrições para a Liga Europa, a saída do Guilherme Caldeira, abriu espaço para o Grejohn Kyei e como o Matías Meza, cada vez mais, é o lateral direito suplente, o Miguel Lopes saiu da lista, dando o seu lugar ao paraguaio.

 

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Chaves 4 - 1 CD Nacional

 

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Chaves 2 - 0 Real Betis B., SAD

 

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Leiria 1 - 3 Chaves

 

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Real Betis B., SAD 1 - 2 Chaves

AGREGADO: Real Betis B., SAD 1 - 4 Chaves

 

Fizemos o que ninguém esperava. A vítima que se seguia era o AS Mónaco!

 

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Moreirense 0 - 0 Chaves

 

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Braga 2 - 3 Chaves

 

Estamos na Final da Taça da Liga, uma competição secundária, é certo, mas não deixa de ser notável!

 

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Beira-Mar 1 - 1 Chaves

 

Apesar de termos escorregado em dois campos teoricamente fáceis, a verdade é que estamos a caminho de algo enorme. É preciso continuar a acreditar e talvez o meu talento concretize o impossível.

 

Classificação no fim de Fevereiro

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Chaves rumo ao titulo! Ninguém cala o GdM quando for campeão...

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Zinedine Zidane vs. Guilherme de Melo

 

Março era um mês fulcral que começava com o encontro de duas lendas vivas do futebol: Zinedine Zidane e Guilherme de Melo. Sem Matheus Pereira, lesionado, era um jogo complicadíssimo no Principado.

 

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Mónaco 2 - 1 Chaves

 

Três lesões quase nos mandavam para fora da eliminatória, mas um golo no final mantinha a esperança.

 

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Chaves 3 - 2 Penafiel

 

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Chaves 3 - 1 Mónaco

AGREGADO: Chaves 4 - 3 Mónaco

 

Inacreditável e só alcançável com um treinador como eu. O ponto mau é que deixa tudo mais complicado no campeonato porque o calendário continua muito apertado.

 

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Rio Ave 2 - 1 Chaves

 

Uma derrota por fim, que pode indicar que este plantel esgotou. Várias lesões e o recurso a jogadores com poucos minutos influenciaram este resultado.

 

Para a Liga Europa calhou-nos o Zenit, o que significa uma deslocação à Rússia em Abril.

 

Com várias lesões e alguns jogadores nas seleções, tínhamos um jogo díficil frente ao Benfica a seguir-se.

 

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Chaves 1 - 2 Benfica

 

Mais uma derrota e saída do primeiro lugar da tabela classificativa. O cansaço começava a fazer-se notar.

 

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Chaves 0 - 3 Porto

 

Um mês que começou bem, mas acabou mal, sem dúvida o pior mês da época

 

Classificação no final de Março

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Nossa senhora, Braga e Chaves a discutir o título! Sem para falar na tua maravilhosa prestação na Liga Europa! Para a frente!

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O save terminará no dia 24 de Dezembro. Será a vossa prenda de Natal :mrgreen: Agradeço a todos os que ainda vão acompanhando e peço-lhes desculpa

 

 

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Final da Taça da Liga

 

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Chaves 3 - 0 Vitória SC

 

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Marítimo 2 - 4 Chaves

 

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Chaves 1 - 2 Zenit

 

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Sporting CP 2 - 2 Chaves

 

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Zenit 2 - 2 Chaves (Agg: Zenit 4 - 3 Chaves)

 

Acabou-se o sonho europeu, mas caímos de pé e quase surpreendíamos, novamente, o mundo!

 

O jogo que se seguia era a final da Taça da Liga, frente ao Porto de Massimiliano Allegri.

 

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Porto 1 - 1 Chaves (5-3 após g.p.)

 

Classificação no fim de Maio

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Quatro jornadas para o fim parecem indicar que o título já não é possível, mas a esperança será a última a morrer!

Editado por Carlos Gouveia

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renhido :medinho:

 

Será que vais ser um Peseiro da vida? :mrgreen:

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A um jogo do fim

 

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Chaves 3 - 1 Vitória FC

 

Sendo que o Braga também venceu, manteve-se tudo igual.

 

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Chaves 1 - 1 Académica

 

O Braga perdeu na Madeira e nós desperdiçámos. Quem perde oportunidades destas não merece ser campeão!

 

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Gil Vicente 1 - 2 Chaves

 

O Braga também venceu e basta-lhes um empate para assegurarem o título. Quanto a nós, vamos para a última jornada sabendo que o segundo lugar já ninguém nos tira e a olhar para o Estádio AXA na esperança de um milagre.

 

Classificação no final da penúltima jornada

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Última Jornada:

Estoril vs. Chaves

Braga vs. Leiria

Editado por Carlos Gouveia

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Fim de época, fim de carreira

 

Estoril (4-2-3-1): Vágner, Júnior, Rami Rabia, Gonçalo, Wanderson Cassimiro, Diogo Amado, Anderson, Agustín Peña, Arthur, Miguel Rosa e Éverton Heleno

Chaves (4-3-3): Antonio Mirante, Anthony Verkoelen, Dedryck Boyata, Válter, José Ángel, Sanã Seidi, Silva, Francisco Ramos, Matheus Pereira, Paulo Marques e Leandro

 

11 minutos de jogo, golo em Braga e golo no Estoril. Hélio Matías e Leandro marcavam quase em simultâneo. Estávamos em primeiro! Mas ainda havia muito futebol pela frente.

 

Os resultados mantiveram-se até ao intervalo

 

O Braga é reduzido a 10 unidades com a expulsão de Pedro Tiba e o Estoril faz o empate por intermédio de Agustín Peña, para desilusão dos nossos adeptos. O União de Leiria faz o segundo por Vinicius e nós a desperdiçar uma oportunidade única na vida.

 

Em Braga o jogo estava praticamente fechado e seria o Estoril a retirar-nos a possibilidade de chegar ao primeiro lugar na derradeira jornada.

 

15 minutos para o fim e Leandro bisa, fazendo o 1-2. O estádio foi abaixo! Hora de aguentar o resultado, defender como se pode e tentar manter a vantagem, que isso bastava para sermos coroados campeões.

 

O tempo passava devagar e ainda foram 4 minutos de descontos. O Estoril tentava retirar-nos do sonho, em Braga chorava-se, em Chaves ficavam as unhas roídas. O tempo passou e o jogo acabou. CAMPEÕES!

 

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Estoril 1 - 2 Chaves

 

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Classificação no final da época

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Numa época muito sui generis ganhou a melhor equipa. Aquela que conseguiu fazer mais em todas as competições e este é, sem dúvida, um prémio merecido por tudo aquilo que passei.

 

Não tenho mais nada que provar a ninguém! Venci. Sou um vencedor! Quem duvidava disso pode ficar a olhar e perceber que ainda há diferenças entre as pessoas. Passei por maus bocados? Passei. Mas valeu a pena. Fiz história a nível mundial! Sou, efetivamente, o melhor.

 

E, se sou o melhor, é preciso dar lugar aos outros. Eu revolucionei, agora sigam-me. Eu fico a assistir da poltrona. Meus amigos, foi bom, muito bom, mas tudo o que é bom, acaba-se e agora fico à espera que me sigam, que me idolatrem. Até à próxima.

 

 

Peço desculpa a todos os que seguiam, este save e esta época mereciam mais atenção da minha parte, mas o mestrado consumiu-me imenso tempo. Até podia continuar o save agora no Natal, mas a motivação já não é a mesma, até porque ainda nem experimentei o Football Manager 2016. Adorei este save, juro que sim. Adorei expô-lo, mas isto consome imenso tempo e tempo era coisa que não tinha. Quero agradecer a todos os que acompanharam.

 

Bom Natal a todos :)

 

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Guilherme de Melo!

 

Será que o pai do Guilherme vai dizer ao filho para voltar para casa? :mrgreen:

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Estive a ler este save todo, principalmente quando vi o último post e vi que estavas com o Chaves.

 

Gostei principalmente daquela conversa com o Kasongo :mrgreen:

 

Muito bom, sem dúvida, quando desceste na 2º liga com o Chaves, eu não sei se continuaria na equipa.

Parabéns por este grande save :handclap:

Editado por rmmp

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