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Moss

At. Paranaense quer 30 milhões de indemnização do Benfica por contratação ilegal

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Citação do site "Maisfutebol"

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Benfica: Atlético PR pede mais de €30 milhões por júnior Vinícius
Clube brasileiro diz que encarnados ignoraram a existência de um acordo com o jogador e já fez queixa à FIFA. Advogado do Atlético PR diz que jogador foi oferecido antes ao Sporting pelos seus representantes, mas que o clube de Alvalade recuou

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O Atlético Paranaense quer reclamar ao Benfica o pagamento de 30 milhões de euros pela contratação de Vinícius Ferreira, extremo de 18 anos que chegou ao clube da Luz no último verão.

De acordo com o jornal O Jogo, o clube de Curitiba até já deu entrada com uma queixa na FIFA, situação que o Maisfutebol pôde confirmar também junto do Atlético Paranaense.

Em conversa com o nosso jornal, Rodrigo Monteiro, representante do Atlético PR, alega que o jogador, para além de ter em vigor um contrato de formação válido até 2018, tinha também assinado um pré-acordo que contemplava a assinatura de um contrato profissional de três anos que previa, em caso de quebra, uma multa de 30 milhões de euros para fora do Brasil. «O Benfica aliciou o atleta e ignorou o contrato», aponta o advogado.

«Entrámos com uma queixa a 11 de outubro junto do Comité de Resolução de Disputas da FIFA», acrescenta o represente do clube.

Refira-se que o diferendo entre Vinícius Ferreira e o Atlético PR é anterior à mudança para o Benfica. «A partir de janeiro de 2015 ele deixou de se apresentar no clube», recorda Rodrigo Monteiro. «Quisemos antecipar o acordo profissional com o atleta e tínhamos tudo acertado com ele quando os representantes pediram 30 por cento dos direitos económicos. Como sabe, a partilha de passes com empresários já não é permitida. Depois, ele voltou, esteve a treinar mais alguns meses e fugiu», conta o representante do clube ao Maisfutebol.

Vinícius Ferreira deixou o clube Atlético PR no verão de 2016 em litígio, alegando estar a ser pressionado pelos responsáveis do clube para assinar contrato profissional. O caso ainda corre nos tribunais.

Rodrigo Monteiro diz que nenhum clube brasileiro se disponibilizou para aceitar Vinícius Ferreira devido a uma cláusula que constava do contrato de formação: o pagamento de uma multa de 65 milhões de reais (cerca de 19 milhões de euros) em caso de incumprimento durante o período de vigência (leia-se, 2018).

De acordo com o jornal O Jogo, o departamento jurídico do Benfica está a tratar do caso e acredita que só terá de pagar ao Atlético PR uma verba «a rondar os 300 mil euros». Uma verba com a qual não se conforma o clube brasileiro, que reclama os referidos 30 milhões de euros e ainda não 300 mas 365 mil euros relativos aos direitos de formação. O Maisfutebol tentou contactar o departamento de comunicação do Benfica na tarde desta quarta-feira, mas sem sucesso.

O representante do clube do Brasileirão diz que não vê «fumo branco» à vista com o Benfica. «Conversámos no início de outubro, disseram que iam analisar o caso mas ignoraram-no e não nos ligaram. Não acredito que um clube tão grande como o Benfica possa ter feito uma coisa destas», desabafa.

Rodrigo Monteiro revela ainda que Vinícius Ferreira também foi oferecido numa primeira instância ao Sporting, que terá recuado depois de saber as implicações legais que poderia ter uma possível transferência para Alvalade.

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Noticia velha já foi mais que batida no núcleo.

 

1º- o jogador não fugiu ele foi encostado por recusar assinar um contrato profissional quando ainda era menor de idade.

 

2º- como não tinha contrato profissional ao atingir a maioridade é livre de assinar um contrato profissional com quem quiser

 

3º-O Benfica fez o mesmo com o Kalaica e o Dínamo ainda não veio chorar.

 

4-30M de indemnização por um jogador que nem contrato profissional tinha :lol:

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3º-O Benfica fez o mesmo com o Kalaica e o Dínamo ainda não veio chorar.

 

Não é que tenha sequer uma opinião formada sobre o assunto, mas qual é a lógica deste ponto? Não se pode alegar a legalidade de determinada acção por inacção de outrém perante uma alegada ilegalidade praticada num caso completamente diferente.

Editado por Black Hawk

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Não é que tenha sequer uma opinião formada sobre o assunto, mas qual é a lógica deste ponto? Não se pode alegar a legalidade de determinada acção por inacção de outrém perante uma alegada ilegalidade praticada num caso completamente diferente.

Então não podes? Faz todo o sentido, olha só:

 

«Senhor agente da PJ, não pode deter-me por ter morto a minha mulher porque, há 3 anos, já tinha morto a minha sogra, e ninguém me prendeu por isso.»

Editado por Ghelthon

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Não é que tenha sequer uma opinião formada sobre o assunto, mas qual é a lógica deste ponto? Não se pode alegar a legalidade de determinada acção por inacção de outrém perante uma alegada ilegalidade praticada num caso completamente diferente.

 

Acho que a logica é um bocado por isto, o Dinamo ao não ter dito ou feito nada sobre o assunto significa que não existe nenhuma ilegalidade pois de certeza absoluta que eles também foram investigar sobre o assunto.

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Então não podes? Faz todo o sentido, olha só:

 

«Senhor agente da PJ, não pode deter-me por ter morto a minha mulher porque, há 3 anos, já tinha morto a minha sogra, e ninguém me prendeu por isso.»

 

Tu és mesmo cromo, nossa senhora haha.

 

Foi estabelecido um paralelismo no comportamento, apenas isso.

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Acho que a logica é um bocado por isto, o Dinamo ao não ter dito ou feito nada sobre o assunto significa que não existe nenhuma ilegalidade pois de certeza absoluta que eles também foram investigar sobre o assunto.

 

Nada garante que o Dínamo tenha sequer procurado por ilegalidades. Poderiam não estar interessados na continuidade do jogador, ou pelo menos não o suficiente para entrarem numa batalha jurídica. Ou, tendo em conta que isto é o mundo do futebol, podem ter recebido alguma garantia de uma terceira parte (um empresário, por exemplo) de virem a ser recompensados no futuro se não levantassem problemas.

 

Seja como for, não é o Dínamo o responsável por deliberar sobre a legalidade de determinada acção, nem as suas diligências (ou falta delas) servem de sustentação para provar a legalidade de processos onde nem sequer estão envolvidos.

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